Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
terça-feira, 24 de junho de 2008
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Sonhar a terra livre e insubmissa
E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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Alegre Manuel alegre até à morte que lindo nome para um homem triste que lindo nome para um homem forte. Alegre Manuel despedaça...
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" Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, e...
2 comentários:
Olha o Mondrian lá atrás ;)
MLee,
Quem começa até ouve coisas que poderiam ser extraordinariamente importantes para o seu percurso se estivessem baseadas em escolas, filosofias, movimentos, etc., o que de modo algum acontece.
O que ali vês, além da influência de ter visto muita pintura só pelo prazer de ver, sem sequer entrar no estudo ou comentário, não é nada nada menos que uma adaptação circunstancial de uma fonte de luz, de uma parede, de uma pastelaria de Lisboa, que tu conheces e que se chama Mexicana, na Praça de Londres.
Como ando sempre de máquina fotográfica ou telefone aperrado, quando diviso algo que me chama a atenção fotografo e depois tento transportá-lo para uma tela, adaptando-o ao meu olhar, etc., e mais coisas que tais.
Como vês é simples, e se calhar o Mondrian começou assim, mas não o sei.
De qualquer modo se ele estiver lá atrás é motivo de satisfação...
Beijos grandes como sempre.
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