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domingo, 16 de novembro de 2008

Adeus

Partiste durante a noite.
Foram quase quarenta anos de uma grande amizade.
Neste momento só quero dizer-te que te agradeço a grande dedicação.
Todos nós ficamos mais sós, todos nós ficamos mais tristes.
Para mim, pessoalmente, é mais uma grande perda.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Dia não que acabou menos mal

Hoje, de novo, posso afirmar que gostar mesmo de alguém dói, e dói muito mais quando esse alguém sofre, mesmo sem ele entender que sofre , mas sabendo nós que tal acontece.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Realidade dura

Morremos por estarmos a mais
e estar a mais é ir morrendo em cada dia.

"Deambulações oblíquas" de António Ramos Rosa, pag.16

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Felicidade

Felicidade, felicidade... é juntar na Casa Mãe os filhos e os netos todos (o Bruno incluído),
e ver a Avó Tê muito feliz...

terça-feira, 29 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

domingo, 6 de julho de 2008

Ter a sorte de te /vos ter

Com gente como tu/vocês é impossível pensar que se pode ficar sozinho ou desamparado na Vida.
Felizmente que tu/vocês existem e fazem parte do meu Mundo e do Mundo dos meus.
Que sorte tenho em te/vos ter. Que feliz sou por te/vos amar.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Amanhã será um dia novo...

Que difícil não se poder expressar o que se sente!
Que difícil não poder dizer não, quando a vontade é dizer NÃO!!!
Que difícil é querer partir à procura e não poder.
Que difícil é querer ficar e não conseguir.
Que difícil é chegar a meio a pensar que se chegou ao fim.
É tão difícil tornar tudo isto fácil.
Seria tudo tão fácil se ...

terça-feira, 24 de junho de 2008

Dia calmo (2)

Parece que se está a realizar o desejo.

Pela primeira vez tive a hipótese de almoçar no páteo fronteiro da Biblioteca Municipal de Sintra.
Tivemos sorte. O dia estava ameno e com uma luz lindíssima.
Nunca tinha visto o Castelo e aquela encosta daquela perspectiva. Pois acreditem que vale bem a pena. É deveras bonito e sobretudo calmo, muito calmo, como era meu desejo.
Tudo isto junto a uma compreensiva e boa companhia.
Vou voltar e recomendo.
Claro que, sobretudo, agradeço à companhia o ter-me dado a conhecer tamanha beleza e, fundamentalmente, a calma e a paz de espírito que desfrutei.

domingo, 22 de junho de 2008

Todo um tempo de Saudade

Faz hoje, precisamente, um ano que tive, ao que a memória me permite, o maior desgosto da toda a minha vida.

Recordo-me que há 50 sofri muito, mas eram onze anos apenas, a vida pouco ou nada me tinha ensinado, foi passando o tempo mas nunca esquecido. Ainda hoje, venero aquela figura, que aliás conheci tão mal, mas cujo retrato me habituei a olhar com profundo respeito e a pensar sempre que aquele era o meu exemplo.

Há um ano foi diferente. Foram quase 60 anos de contacto diário. Foram décadas de profunda dedicação, extraordinariamente recompensadas com aquele amor transbordante que Ela sentia por qualquer dos filhos. Aquela força interior que nos unia e nos une.

Há um ano as minhas mãos ficaram mais vazias , os meus braços sem aqueles abraços, os meus olhos mais tristes, e a minha cabeça perdeu o colo onde se recostava e agradecia aquele cofiar gentil dos cabelos, com aquelas unhas enormes, mas incrivelmente cuidadosas e ternurentas.
Há um ano cresceu dentro de mim uma enorme árvore da Saudade, que não definha, cada vez cresce mais.

Há um ano foi, certamente, o início de todo um tempo que já nada me fará esquecer.
Foi, de certeza, o princípio do resto!

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...