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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Nós, os herdeiros, nunca nos cansamos de gritar ...

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...e hoje, 5 de Outubro de 2011, talvez mais do que nunca, devemos fazer ouvir a nossa voz na defesa desta nossa Segunda República e das suas conquistas.

domingo, 21 de novembro de 2010

Ainda sobre a Primeira República

Existem postes importantíssimos que necessitam ser lidos e apreciados devidamente face a afirmações que aparecem na Comunicação Social.
Daí o ter feito link do texto de Irene Pimentel publicado no Jugular.

"Polícia política da I República, antecessora da polícia política do Estado Novo?

"Ouvi hoje, na Antena 1, da boca de José Pacheco Pereira, que a polícia da I República, «Polícia de Informações», foi uma antecessora da PVDE, polícia política do Estado Novo. Sei que há uma grande tendência hoje para comparar de forma simplista o regime da I República com o Estado Novo, nomeadamente a nível da repressão. Aliás, há mesmo quem diga que a repressão política na I República foi superior à que se assistiu na ditadura salazarista. Em comum nestas comparações, a meu ver erradas, há um esquecimento importante, provavelmente ligado a desconhecimento de factos, que acaba por falsificar a realidade histórica"

Para ler o texto na íntegra aceda a:
http://jugular.blogs.sapo.pt/2320649.html

terça-feira, 12 de outubro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

Felizmente que estamos na Europa !

A avaliar pelo que é transmitido por certa Comunicação Social e por muitas opiniões na Net, por muita gente e alguns com responsabilidades, estaria , se não estivessemos na Europa, a ser criado o clima necessário ao aparecimento de um qualquer General Gomes da Costa. Uns quaisquer ombros dragonados que metessem uma "classe política moribunda (?)" na ordem, sobre um qualquer pretexto moralizador da vida pública. Sem olhar, como em 1926, às consequências  em que, os próprios fautores visíveis da Revolução, foram quase de imediato afastados a favor dos verdadeiros beneficiários do golpe. Recordam-se da História ?
Incongruências de um tempo presente, de uma memória muito curta, em que o umbigo prevalece sobre o cérebro e o pensamento de um percurso politica e ideológicamente coerente é pura e simplesmente subjugado por interesses de ordem individual e/ou corporativa.
Ironicamente, tudo isto se passa no Centenário da Implantação da República. Mais uma vez, estabelecendo comparações, existem comportamentos atávicos no Povo Português que não o incensam no altar da cidadania.
Desilusão? Não!
O combate é que tem de ser redobrado!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Linhas que os outros escrevem

Um dos melhores postes que encontrei sobre a 1ª. República e as Comemorações do Centenário.
"100 anos e um dia"
Directo, conciso, eficiente, da autoria de Rui Tavares.
A não perder.
Aceda a :
http://ruitavares.net/textos/100-anos-e-um-dia/

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Centenário da República

Uma grande exposição que merece ser vista.
A não perder por quem gosta de aprender e saber.
Museu da Cordoaria - Lisboa

terça-feira, 24 de agosto de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Professora garante que "ninguém" vai "recriar Mocidade Portuguesa"

Fui alertado pelo Profírio Silva para minha deficiente informação sobre o assunto. Tinha, como outros e em boa fé, a informação prestada pelo Jornal O Público indicada no meu post de ontem.
Igualmente, através do "A nossa candeia", tomei conhecimento dos esclarecimentos prestados ao Jornal de Notícias de hoje, sobre o mesmo tema, conforme podem verificar no link abaixo.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1588887

Considerando que existem definições que não haviam sido transmitidas na primeira notícia não terei, então, razão para o meu comentário se, e neste país existe sempre um se, se tomar esta notícia do JN como fidedigna e vier, na realidade, a acontecer o que ali se descreve.
Esperemos que, amanhã, não apareça um jornal a dizer outra coisa ou que o cortejo não cumpra o que agora está enunciado.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Olha, agora querem laurear a "Bufa"....

Além de considerar uma afronta à Democracia, além de ficar pasmado que professores, tão lestos, recentemente, a vir para a rua defender os seus interesses e um melhor ensino no nosso país e uma melhor educação, além de, e já não me devia admirar, de me pasmar que existam encarregados de educação que pactuem com isto, além de tudo o mais que se possa dizer, espanto-me com notícias destas e por ver actividades como as referidas nas Comemorações dos 100 anos da Implantação da República.
É claro que tudo isto parte do conceito de que a Ditadura foi a 2ª.República e que a que foi implantada no 25 de Abril a Terceira.
Nada de mais errado, - e como muito bem defende Mário Soares, a Ditadura do Estado Novo não foi uma República -, e como tal não pode nem deve ser incluída nas Comemorações do Centenário.
Nós comemoramos o Centenário da Implantação da República, mas o regime republicano em Portugal tem, pelo menos, menos 5 décadas de existência.
Mas se não sabem do que falo, acedam a :
http://www.publico.pt/Sociedade/criancas-vestemse-com-fardas-da-mocidade-para-reviver-100-anos-de-republica_1440933
Por mim, vou ali ao lado comprar uma lata de tinta pois, com a vergonha, quero pintar a cara de preto...
Haja quem tenha vergonha....

quinta-feira, 18 de março de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

1º. Centenário da Implantação da República Portuguesa

"Não se arrancam com facilidade todas as raizes de um regime político sete e meia vezes secular. Caíra quase sem resistência militar, por isso que a fé inabalável de um modesto guarda-marinha, o meu saudoso amigo Machado Santos, soubera sobrepor-se ao momentâneo desânimo e descrença dos seus companheiros de luta mais graduados e ao assomo impotente de reacção de Paiva Couceiro, grande figura de soldado e de português, que apenas se batera pro honore. Mas, pouco a pouco, os monárquicos mais fieis ou mais despeitados foram-se reconpondo da surpresa inicial e deram em fervilhar em actividades conspiratórias, que, depois de inofensivas manobras facilmente debeladas, acabaram por se concretizar num fenómeno emigratório para a vizinha Espanha onde a complacência ou, para falar com mais propriedade, a cumpilicidade dos governos lhes forneceu abrigo e campos de treino fronteiriços, de que partiam para incursões, que redundavam em malogro, se não em fiasco, e para onde regressaram após a derrota com as armas não abandonadas na fuga.
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No entretanto, em dois exercícios consecutivos - os de 1913 e 1914 - Afonso Costa, avocando a si a Pasta das Finanças, conseguira transmudar em "superavit" o crónico "deficit" orçamental, dentro do qual a Monarquia se acostumara a viver, como os peixes se sentem, às mil maravilhas, dentro de água. Fê-lo sem coacções sobre a Nação, sem exageros tributários, que um Parlamento em grande parte hostil lhe não consentiria, quase só por uma mais perfeita ordenação da administração publica e pela consequente compressão das despesas. Duvidaram da autenticidade do fenómeno muitos dos opositores republicanos do notável estadista, isto sem falar nos inimigos da República. Hoje, todos, sem excepção dos situacionistas, reconhecem a veracidade desses "superavits", mas estes últimos não levam a sua sinceridade ao ponto de confessarem que a execução de uma tarefa dessa índole se torna bem mais difícil sem apressão de uma Força Pública inteiramente submetida às directivas dos governantes e sem o auxílio terrorísticvo de uma polícia política carente de escrúpiulos."
............................................................"

Cunha Leal - CÂNTARO QUE VAI À FONTE... - coisas do tempo presente
Edição de Autor - 1963

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Centenário da República-31 de Janeiro de 2010




De quem foi a ideia peregrina de pôr um sacerdote católico a fazer rezas no meio da cerimónia do início das Comemorações do 1º. Centenário da Implantação da República ?
Deve ter sido para agradecer o apoio que a dita organização religiosa deu aos movimentos e aos ideais republicanos nos fins do sec.XIX e inícios do sec. XX...
Falta de memória ?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

«Se tudo é igual a tudo, tudo desvalorizamos»- Padre Manuel Morujão


«Fosse com referendo ou sem referendo, dá-me a impressão que há uma precipitação e que toda a ponderação de um assunto tão transcendente era necessária», afirmou Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, citado pela TSF.

Morujão defendeu que «não deve haver iniciativas legislativas para legalizar» o casamento homossexual, sublinhando no entanto que «não é contra as pessoas homossexuais», mas antes contra a equiparação do casamento a outro tipo de união.
«Se tudo é igual a tudo, tudo desvalorizamos», reforçou.
(Notícia SOL-online)

Mais uma vez a CEP à semelhança do sumo pontífice da ICAR vem meter-se onde não é chamada.
O problema da legalização do casamento das pessoas do mesmo sexo é de natureza civil, pertence ao Estado.
Mas a frase acima diz tudo acerca do que pensa a CEP.
«Se tudo é igual a tudo, tudo desvalorizamos»
Quer dizer :
Se os homens são todos iguais , desvalorizamos todos ? A não ser que uns sejam mais iguais do que outros.
Nós sabemos que na ICAR é assim, mas a ICAR é uma monarquia teocrática e não uma democracia como a República Laica Portuguesa.
Se os homens e as mulheres são iguais em direitos, desvalorizamos o quê ?
Nós sabemos que na ICAR é assim, mas a ICAR é uma organização religiosa em que as mulheres não têm os mesmos direitos que os homens.
E por aqui podíamos continuar uma mão cheia de argumentos que desacreditariam as já desacreditadas teorias expressas pela CEP e pelo seu guru máximo no Vaticano.
Estes  senhores continuam a pensar que podem, a seu belo prazer e utilizando todos os meios que lhes são postos à disposição, afrontar os poderes instituídos da República - Governo e AR - para o que ninguém lhes declarou legitimidade.
No ano da Comemoração do 1º. Centenãrio da Implantação da República Portuguesa talvez não seja mau lembrar à CEP e à ICAR que coisas existem que um Estado não pode aceitar - a interferência das organizações religiosas nos assuntos que apenas ao Estado dizem respeito. E têm bons motivos para acreditar nisso...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

domingo, 18 de outubro de 2009

Centenário da República - 18 de Outubro de 1910



O que "eles" nunca perdoaram à República.

O ensino da doutrina cristã é abolido, assim como o juramento religioso em actos oficiais. Os títulos nobiliárquicos são abolidos.

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...