Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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domingo, 26 de junho de 2011
Novo estatuto editorial do Expresso
Para ler e meditar profundamente.
Das razões, boas ou más, do passado ou do presente, muito fica por desvendar.
Peso na consciência ou desejo de caminhos novos tudo pode servir de razão para esta tomada de posição.
De qualquer modo, pelos caminhos trilhados pelo jornal nun passado recente, tudo nos leva a duvidar de tanta transparência ou se se trata de calar conjuras futuras, que por afecto ao novo poder urge, para já, domesticar para que não venham pôr em causa tudo aquilo que o próprio jornal ajudou a construir num passado recente.
Aceda a:
http://vaievem.wordpress.com/2011/06/26/jornalismo-e-interesse-nacional
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Jornalismo à deriva
E é disto que anda a fazer a opinião dos portugueses...
Aceda ao link abaixo:
http://corporacoes.blogspot.com/2011/04/o-publico-errou-o-cc-rectifica.html
Aceda ao link abaixo:
http://corporacoes.blogspot.com/2011/04/o-publico-errou-o-cc-rectifica.html
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Diz-me onde escreves...
...e eu dir-te-ei quem és...
Escreve no Correio da Manhã...
É um indigente mental...
Só pode ser António Ribeiro Ferreira !
Não se estragam duas casas.
Aceda a :
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/antonio-ribeiro-ferreira/um-filme-de-terror031634733
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A Praça Tahrir também foi isto...
Um caso não faz norma, é verdade, mas não deixa, por isso mesmo. de ser um aviso.
Contudo, talvez exista, também, alguém que considere isto um valor idiossincrático de um povo, culturalmente estabelecido, e como tal deverá ser respeitado pelos "danados" valores ocidentais que nada respeitam relativamente aos povos que deles diferem...
Aceda a:
http://daliteratura.blogspot.com/2011/02/danos-colaterais.html
http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2011/02/15/cbs-lara-logan-suffered-brutal-attack-in-cairo/?scp=2&sq=Lara%20Logan&st=cse
Contudo, talvez exista, também, alguém que considere isto um valor idiossincrático de um povo, culturalmente estabelecido, e como tal deverá ser respeitado pelos "danados" valores ocidentais que nada respeitam relativamente aos povos que deles diferem...
Aceda a:
http://daliteratura.blogspot.com/2011/02/danos-colaterais.html
http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2011/02/15/cbs-lara-logan-suffered-brutal-attack-in-cairo/?scp=2&sq=Lara%20Logan&st=cse
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
O facto importante
Não há dúvida que a nossa Comunicação Social não muda ou não quer mudar.
Na inauguração da Sede Nacional de Candidatura de Manuel Alegre o importante não foi o discurso do candidato mas apenas um "fait-diver":
"O candidato presidencial Manuel Alegre afirmou hoje ter informações de que estão a ser recrutadas crianças em escolas para levarem “bandeirinhas” para as visitas do Presidente da República a determinados concelhos do país."
De pouco importam as palavras que dão base a uma plataforma enorme de consenso entre os portugueses; o que importa é a "intriguinha"...
Como querem que um país seja credível se os seus orgãos de informação é esta atitude que tomam ?
E não se refere só a este candidato.
Seja sobre o que for aquilo que noticiam é, normalmente, sempre o que tem menos interesse objectivo para a vida dos cidadãos mas mais interesse comercial, aquilo que vende, o chocarreiro, o tolda espíritos, o embrutecimento geral...
E estavam lá todos cheios de máquinas, reporteres e microfones. O que se viu ?
O problema das criancinhas...
Olhem!
Como eu costumo dizer, para não dizer pior - BATATAS!!!
Na inauguração da Sede Nacional de Candidatura de Manuel Alegre o importante não foi o discurso do candidato mas apenas um "fait-diver":
"O candidato presidencial Manuel Alegre afirmou hoje ter informações de que estão a ser recrutadas crianças em escolas para levarem “bandeirinhas” para as visitas do Presidente da República a determinados concelhos do país."
De pouco importam as palavras que dão base a uma plataforma enorme de consenso entre os portugueses; o que importa é a "intriguinha"...
Como querem que um país seja credível se os seus orgãos de informação é esta atitude que tomam ?
E não se refere só a este candidato.
Seja sobre o que for aquilo que noticiam é, normalmente, sempre o que tem menos interesse objectivo para a vida dos cidadãos mas mais interesse comercial, aquilo que vende, o chocarreiro, o tolda espíritos, o embrutecimento geral...
E estavam lá todos cheios de máquinas, reporteres e microfones. O que se viu ?
O problema das criancinhas...
Olhem!
Como eu costumo dizer, para não dizer pior - BATATAS!!!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O frade " Dilúvio Precisa-se" e a Ana "Sacristã"
Ora pensem lá qual foi a pessoa mais visada mesmo que encapotadamente ?
Aceda a:
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
S(I)C-Notícias
Foi com grande tristeza que ontem confirmei o que há muito vinha constatando: A SIC-Notícias transformou-se no canal independente(?) de notícias da S. Caetano-S(I)C-Notícias.
Para tal bastou ouvir as reflexões de Ricardo Costa e daquela senhora jornalista, que o já foi de referência, que dá pelo nome de Maria João Avillez, no já tão afamado Jornal das 9, agora sem Mário Crespo, mas onde, até Ana Lourenço, tida, ainda recentemente, como sinal de credibilidade jornalística, ajuda a uma função a todos os títulos criticável.
E é pena. A SIC-N era uma estação de referência. Perdeu-se na luta política...
Para tal bastou ouvir as reflexões de Ricardo Costa e daquela senhora jornalista, que o já foi de referência, que dá pelo nome de Maria João Avillez, no já tão afamado Jornal das 9, agora sem Mário Crespo, mas onde, até Ana Lourenço, tida, ainda recentemente, como sinal de credibilidade jornalística, ajuda a uma função a todos os títulos criticável.
E é pena. A SIC-N era uma estação de referência. Perdeu-se na luta política...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Mário Bettencourt Resendes
Uma perda muito grande para o Jornalismo em Portugal.
Um dos comentadores mais dignos e equilibrado nas suas análises e que dava gosto ouvir.
Impunha-se pela qualidade e sensatez.
Numa altura em que tanto se fala de independência da CS desaparece um vulto que se destacava pela sua isenção muito embora lhe fossem conhecidas as suas tendências políticas.
Vai fazer muitíssima falta tanto nos jornais como, e sobretudo, nos comentários televisivos.
Uma figura que vai ficar na memória de todos.
Um dos comentadores mais dignos e equilibrado nas suas análises e que dava gosto ouvir.
Impunha-se pela qualidade e sensatez.
Numa altura em que tanto se fala de independência da CS desaparece um vulto que se destacava pela sua isenção muito embora lhe fossem conhecidas as suas tendências políticas.
Vai fazer muitíssima falta tanto nos jornais como, e sobretudo, nos comentários televisivos.
Uma figura que vai ficar na memória de todos.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Freeport visto de longe
Pelas últimas informações que consegui, via internet, o "Caso Freeport" tem o final que muitos, há longo tempo, aguardavam.
A montanha não pariu um rato mas, sim, uma formiga .
Num país onde houvesse Justiça, e ainda gostaria de acreditar que no meu existe, ao cidadão José Sócrates, vilipendiado que foi durante anos e anos, sujeito a uma pressão nunca vista, apesar do seu alto cargo, deveria ser prestada publicamente, por quem de direito, e se possível pelo mais alto magistrado da nação que assistiu impávido ao decorrer de todo o processo, uma manifestação de desagravo por todos aqueles que aproveitando os ventos se dedicaram, por motivos óbvios, ao sacrifício do carácter de um cidadão.
Gostava que, aparte o se estar de acordo ou não com a política governamental, que os portugueses pensassem o quão importante é a preservação da imagem pessoal e os custos, pessoais, familiares e politicos de campanhas como as que foram e continuam a ser dirigidas ao cidadão que não é, por acaso, o Primeiro Ministro do País.
Será que todos aqueles que propalaram a mentira, fundamentalmente os que se aproveitaram da sua situação previlegiada na Comunicação Social, vão ser obrigados a retratarem-se.
Num país onde houvesse Justiça assim devia ser acontecer.
A montanha não pariu um rato mas, sim, uma formiga .
Num país onde houvesse Justiça, e ainda gostaria de acreditar que no meu existe, ao cidadão José Sócrates, vilipendiado que foi durante anos e anos, sujeito a uma pressão nunca vista, apesar do seu alto cargo, deveria ser prestada publicamente, por quem de direito, e se possível pelo mais alto magistrado da nação que assistiu impávido ao decorrer de todo o processo, uma manifestação de desagravo por todos aqueles que aproveitando os ventos se dedicaram, por motivos óbvios, ao sacrifício do carácter de um cidadão.
Gostava que, aparte o se estar de acordo ou não com a política governamental, que os portugueses pensassem o quão importante é a preservação da imagem pessoal e os custos, pessoais, familiares e politicos de campanhas como as que foram e continuam a ser dirigidas ao cidadão que não é, por acaso, o Primeiro Ministro do País.
Será que todos aqueles que propalaram a mentira, fundamentalmente os que se aproveitaram da sua situação previlegiada na Comunicação Social, vão ser obrigados a retratarem-se.
Num país onde houvesse Justiça assim devia ser acontecer.
terça-feira, 6 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Pois, há que continuar a vender papel....
-Estamos a ficar sem manchetes!Então como é que a gente mantem as tiragens...?
Vai daí, salta o processo Moura Guedes contra o 1º. Ministro .
-Ah, bom ! Afinal o filão não acabou...
E cá vai disto...
"Sócrates arguido!"
Lá safaram a tiragem de hoje.
Só que o Conselho Superior da Magistratura vem desmentir :
"Sócrates não é arguido !"
-Bolas!
Então, e agora, o que é que a gente vai descobrir para amanhã ?
Querem ver que já nem a Moura Guedes serve ?
Estamos tramados!
Assim este "gajo" também já não nos serve como 1º. Ministro...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Carlos Pinto Coelho - Ordem das Artes e das Letras
Carlos Pinto Coelho vai ser agraciado pela República Francesa com a Ordem das Artes e das Letras.
Como sempre, é de lá de fora que vêm os louvores àqueles que cá dentro são postos à margem.
A este propósito foi entrevistado pelo DN para as "Alegações Finais" e deixou-nos uma afirmação:
"Destes dias do jornalismo não vai ficar rasto nem glória".
E tece, ainda, alguns comentários sobre o tempo presente e passado recente que devem ser lidos e meditados.
É pena que o não tenham chamado à Comissão de Ética; seria interessante ouvi-lo.
Como sempre, é de lá de fora que vêm os louvores àqueles que cá dentro são postos à margem.
A este propósito foi entrevistado pelo DN para as "Alegações Finais" e deixou-nos uma afirmação:
"Destes dias do jornalismo não vai ficar rasto nem glória".
E tece, ainda, alguns comentários sobre o tempo presente e passado recente que devem ser lidos e meditados.
É pena que o não tenham chamado à Comissão de Ética; seria interessante ouvi-lo.
terça-feira, 16 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Comissão PARA-lamentar
Não há dúvida.
As últimas audições na Comissão de Ética, cada vez mais, estão a dar a conhecer a verdadeira face dos promotores da inquirição. Trata-se de um jogo de poder, um braço de ferro indigno, baseado em suposições e sem quaisquer elementos de prova; tudo se passa no reino do "achismo"; todos os que têm lá ido condenar o Governo "acham que", nada provam.
E depois desta, ainda vamos ter uma "verdadeira" Comissão de inquérito ao negócio PT/Média Capital, que irá revelar, como esta já, a inconsequência das acusações e/ou a completa incapacidade de chegar a conclusões que levem, como deseja a Oposição, à possibilidade de desalojar o PS, ou José Socrates, de S. Bento. Quem irá depor? Os mesmos? Valerá a pena ?
Existe,porém, hoje, uma certeza:
Esta Comissão é para-lamentar, de parlamentar tem pouco.
As últimas audições na Comissão de Ética, cada vez mais, estão a dar a conhecer a verdadeira face dos promotores da inquirição. Trata-se de um jogo de poder, um braço de ferro indigno, baseado em suposições e sem quaisquer elementos de prova; tudo se passa no reino do "achismo"; todos os que têm lá ido condenar o Governo "acham que", nada provam.
E depois desta, ainda vamos ter uma "verdadeira" Comissão de inquérito ao negócio PT/Média Capital, que irá revelar, como esta já, a inconsequência das acusações e/ou a completa incapacidade de chegar a conclusões que levem, como deseja a Oposição, à possibilidade de desalojar o PS, ou José Socrates, de S. Bento. Quem irá depor? Os mesmos? Valerá a pena ?
Existe,porém, hoje, uma certeza:
Esta Comissão é para-lamentar, de parlamentar tem pouco.
terça-feira, 9 de março de 2010
Será que a Comissão de Inquérito continua ?
Depois das declarações de Henrique Granadeiro, hoje à tarde, o assunto esgotou.
O que vão lá continuar a fazer ?
sábado, 6 de março de 2010
Dr. Balsemão, afinal
quem é que condiciona a Comunicação Social ?
É o Governo ou são as Direcções dos próprios jornais com notícias como a que o seu jornal EXPRESSO hoje traz em manchete e que foi prontamente desmentida pela Justiça.
O Senhor devia estar zangado com o sucedido depois de tudo o que disse na Comissão sobre a independência dos jornais. Mais. Será que só liga o telemóvel na 2ª. feira ?
Peço-lhe desculpa mas eu acredito mais na Justiça no que no director do Expresso.
E depois quer, também, que levemos a sério o seu director Henrique Monteiro quando disse o que disse na Comissão da AR ?
Á mulher de César...
É o Governo ou são as Direcções dos próprios jornais com notícias como a que o seu jornal EXPRESSO hoje traz em manchete e que foi prontamente desmentida pela Justiça.
O Senhor devia estar zangado com o sucedido depois de tudo o que disse na Comissão sobre a independência dos jornais. Mais. Será que só liga o telemóvel na 2ª. feira ?
Peço-lhe desculpa mas eu acredito mais na Justiça no que no director do Expresso.
E depois quer, também, que levemos a sério o seu director Henrique Monteiro quando disse o que disse na Comissão da AR ?
Á mulher de César...
quinta-feira, 4 de março de 2010
O último "Jornal de 6ª"
Não tenho a mínima dúvida de que o "Jornal de 6ª" da inenarrável Manuela Moura Guedes teve, ontem, a sua última edição.
Tentando arranjar um "grande final" a pivot resolveu faze-lo em directo da Assembleia da República.
Para quem tinha dúvidas acerca do que move a jornalista creio que terá ficado perfeitamente esclarecido.
Foi um verdadeiro serviço público. Ninguém poderá, a partir de ontem, dizer que desconhece MMG e as suas motivações. E ainda bem.
Se o ridículo matasse a senhora já tinha encomendado a alma ao criador há muito, mas não mata e, por isso, ainda consegue estrebuchar enquanto disserta sobre o que paira na sua cabeça desiquilibrada.
Manuela Mora Guedes chegou ao fim enquanto jornalista tida por credível(?). Mostrou a sua verdadeira face e as suas motivações disparando em todas as direcções, não perdoando, no seu ódio e no seu desiquilibrio, nem aqueles que com ela trabalhavam, desrespeitando-os.
ACABOU!
O ar, no jornalismo, a partir de ontem, ficou mais respirável.
Tentando arranjar um "grande final" a pivot resolveu faze-lo em directo da Assembleia da República.
Para quem tinha dúvidas acerca do que move a jornalista creio que terá ficado perfeitamente esclarecido.
Foi um verdadeiro serviço público. Ninguém poderá, a partir de ontem, dizer que desconhece MMG e as suas motivações. E ainda bem.
Se o ridículo matasse a senhora já tinha encomendado a alma ao criador há muito, mas não mata e, por isso, ainda consegue estrebuchar enquanto disserta sobre o que paira na sua cabeça desiquilibrada.
Manuela Mora Guedes chegou ao fim enquanto jornalista tida por credível(?). Mostrou a sua verdadeira face e as suas motivações disparando em todas as direcções, não perdoando, no seu ódio e no seu desiquilibrio, nem aqueles que com ela trabalhavam, desrespeitando-os.
ACABOU!
O ar, no jornalismo, a partir de ontem, ficou mais respirável.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Seviço público
Os canais de televisão portugueses fizeram, hoje, um verdadeiro serviço público ao transmitirem, em directo,o depoimento da jornalista do semanário " Sol ", Felícia Cabrita, perante a Comissão de Ética da AR.
Quem assistiu ao decorrer dos trabalhos ficou, decerto, perfeitamente ciente da pessoa que tinham pela frente.
Creio, mesmo, que melhor atestado da credibilidade da mesma não podia ser mais desejado para aquilatar da qualidade da informação e de quem a faz no referido semanário.
Mais palavras para quê ?
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Sonhar a terra livre e insubmissa
E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
-
E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
-
Alegre Manuel alegre até à morte que lindo nome para um homem triste que lindo nome para um homem forte. Alegre Manuel despedaça...
-
" Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, e...
















