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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Merry Cristmas, Mr. Thomsen ...!


Para a Grécia e Portugal, e já o foi para a Islândia e Irlanda, existe um personagem que passa por ser, devido às suas funções nas célebres Troikas, um dos homens mais poderosos e quiçá o seu verdadeiro primeiro ministro -  Poul Thomsen  .
Esta figura incontornável que manda de verdade e cujo comando é aceite pelos executivos de forma humilde e veneranda poderá amanhã vir a ser responsabilizada se as políticas que impôs, como é crível que venha a suceder pelos desenvolvimentos que se nos apresentam, não derem os frutos requeridos e, pelo contrário, significarem miséria e destruição económica dos povos a que se destinaram.
Cabe, então, perguntar aos arautos da direita nacional e internacional que tanto gritam pela criminalização da má gestão pública dos governantes, e uma vez que, seguramente, os governos eleitos popularmente se declararão inocentes pelo facto de apenas terem cumprido ordens de quem na realidade mandava, se se pode mandar prender e julgar o senhor Poul Thomsen  e os seus dois companheiros...
Será interessante saber o que os poderes internacionais e nacionais disto pensam. Assim um tipo de Tribunal de Haia para os direitos humanos e para a defesa dos povos e da sua integridade.
Será  que os membros da(s) Troika(s) desejarão continuar com o seu trabalho de cangalheiros perante esta perspectiva ? Serão assim tão corajosos e certos de que estão a fazer o trabalho correcto para benefício das nações intervencionadas ?
Hum...! Tenho aqui uma pequenina (?) desconfiança de que não quererão continuar nos cargos...
Também eles seguem instruções de outros níveis mais altos, obscuros e invisíveis ao cidadão comum e que têm muito pouco a ver com os interesses dos povos.
Quanto a mim se o puder julgar faço-o quanto mais não seja para saber quem o mandou...
Merry Christmas, Mr. Thomsen...!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"Se não tivessemos feito isso nem sequer nos tinham deixado..."

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Uma frase que diz tudo acerca de quem governa efectivamente o nosso país, quem impõe condições, quem ultrapassa os limites do pacto anteriormente assinado e sobretudo quem aceita, quem condescende, quem não se impõe como mandatário e defensor de todo um Povo.
Triste mas real.

Aceda a:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=525017

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Porque não vai

para o Carvalho...Ribeiro Ferreira...?

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Um texto destes, na realidade, só com uns copos de aguardente velha a mais.
Estamos num tempo de mudança e só me aparece gente do tempo dos vendidos.
Recordo-me do mito do Judas...
Aquele vendeu-se por 13 dinheiros que, abandonados, deram para comprar um cemitério...os de hoje serão por 13 euros que não darão para nada, apenas para as consciências baratas...
A tristeza dos nossos dias chegou a tanto.

Aceda a:
http://www.ionline.pt/opiniao/nao-ha-dinheiro-qual-destas-tres-palavras-nao-percebeu

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um Partido de memória curta

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«Confiamos totalmente na apreciação que sobre isso fizer o senhor Presidente da República, seja num sentido seja ou noutro, nós estamos completamente de acordo.
Acha Carlos Zorrinho, pelo passado recente, e fundamentalmente em relação ao Partido Socialista, que será de confiar no actual PR de forma tão aberta e benigna ?
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades mas o que talvez não mude é a falta de vergonha na cara.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

1 de Dezembro de 1640

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Há quem insista em não querer recordá-lo, por isso patrocina o seu esquecimento. 
Relembrar que um Povo se revolta causa medo a muita gente que se curva perante outros poderes.
Sinais de tempos antigos. Sinais dos tempos actuais...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Se melhor razão não houvesse

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"Fitch corta 'rating' de Portugal para 'lixo" (Sol)

Esta notícia chegava para a justificar a Greve Geral e os seus motivos.
Os lobos continuam insaciáveis do sangue das suas vítimas. Não vão descansar enquanto as não virem em pele e osso para depois imporem a sua lei mais extrema perante a incapacidade de revolta.
Não existe, pois, outra solução :  REVOLTEMO-NOS, JÁ!!!

Aceda a:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=34613

Aqui também

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domingo, 20 de novembro de 2011

Estamos de acordo

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Sobre a acção do Partido Socialista, liderado por António José Seguro, Manuel Alegre considerou que os portugueses "mais frágeis da sociedade, os empresários que estão a cortar o crédito", e que votam no partido, "precisam de protecção de quem os representa".
"E isso implica uma capacidade de ruptura, não apenas de bom comportamento", alertou.


(Manuel Alegre em entrevista à SIC)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Tozé!!!!

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Já ouvi a conferência de imprensa da Troika que cantou loas à actividade do Governo e se congratulou com o teu apoio; já ouvi a conferêcia de imprensa do Gaspar a contar-nos como tudo ainda vai ser mais difícil. Só me falta ouvir-te a ti a explicares o que ouviste e conseguiste na reunião com os ditos da Troika; qual o eco  que os teus argumentos e previsões económicas e fianceiras, que tens apresentado aos portugueses, tiveram perante tais individualidades e as alterações que podem vir a ser adoptadas no futuro.
É que de tudo o que ouvi, os tais senhores apenas ficaram contentes pelo PS ter dado apoio ao orçamento mas não me pareceu ouvir que concordariam, eventualmente, com as propostas que o PS tem subscrito no que respeita ao OE2012.
Gostava que me esclarecesses pois ainda não fiquei esclarecido se te consideram interlocutor válido na discussão dos problemas relativos ao acordo ou apenas uma muleta do governo para a prossecução da sua política.
Fico à espera.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Voltar

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Foi um livro de grande importância para as pessoas da minha geração. Ainda hoje o é.
Relê-lo far-nos-à pensar no caminho percorrido e que afinal, se muita coisa mudou, muitas outras, também essenciais ainda ficaram por se cumprir. 
É sempre bom voltar quando se têm valores à nossa espera...

domingo, 13 de novembro de 2011

O governo da selva

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E não há dúvida que não vamos longe na nossa selva com os seu destino entregue a três macacos...

Será que temos um Miguel de Vasconcelos em S. Bento ?

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As últimas declarações do 1º. Ministro, Pedro Passos Coelho, acerca do papel do BCE no futuro da Europa deixam no ar uma boa pergunta:
Será que o chefe do governo português tem por objectivo a defesa dos interesses de Portugal e do seu Povo ou a defesa dos interesses da internacional capitalista dos fundos e organizações financeiras que, neste momento, parecem ter o poder político Europeu nas mãos, dando-se ao luxo de depor governos eleitos, com largo apoio parlamentar, só porque lhes não dão cobertura aos seus desígnios ?
É que se assim é, não esquecer que em Portugal continuam a existir janelas e que  o dia 1º. de Dezembro está próximo...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A ditadura dos Mercados

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Pois, não há dúvida, que têm muito poder. Pois, não há dúvida, que têm força suficiente para depor governos e levar a nomeação de outros.Pois, é crível, que tenham os seus homens de mão espalhados por todo o planeta. Pois, sabemos já, que funcionam com um poder ditatorial e como tal são difíceis de combater.
Mas não estaremos  a esquecer-nos de qualquer coisa ?
Não nos estaremos a esquecer que as ditaduras também se abatem e se arredam do poder os ditadores ?
Só falta saber a fórmula...
Dizia-me alguém, de uma forma muito simples, que a maneira mais fácil de acabar com eles, não com o mercado, mas com o Senhor Mercado, o tal ditador, era haver uma união de todos os povos e obrigarem os governos a deixar de pagar as dívidas soberanas. O Senhor Mercado, o tal ditador, deixava de ter recursos - quem não recebe o que emprestou vai à falência- e assim se terminaria o seu poder .
O alguém não é economista mas é um tipo com ideias simples. E se desse resultado ?
Ai, se desse resultado, não existia povo que não aderisse à ideia...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pelo ralo...


Não  te podes queixar, Tozé !!!
Fizeste a cama onde te vais deitar...

«Não há almofadas» para manter um subsídio

«Não há alternativa» a cortar os dois, garante o ministro Miguel Relvas



Toda a tua estratégia do "interese nacional" foi pelo ralo!
Mas nós avisámos e tu não quiseste acreditar...
BARRETE !!!!

sábado, 5 de novembro de 2011

Ainda a abstenção do Partido Socialista

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Não é novidade para ninguém que quem define as políticas partidárias são os dirigentes eleitos pelos militantes e que, por isso,  têm toda a legitimidade na assumpção das suas propostas.
Mas também não é novidade para ninguém que os votos de que um partdido beneficia quando os cidadãos são chamados a se pronunciar não provêm apenas dos militantes, número ínfimo do eleitorado, mas fundamentalmente daqueles que se revêem no programa partidário, nas ideias dos seus dirigentes,  no carisma do seu cabeça de lista, na força que antevêem  para a resolução dos problemas que se apresentam ao país.
É por isso que, muitas vezes, as decisões legítimas de orgãos nacionais  não encontram o devido eco nos cidadãos não militantes, aqueles que não se submetem aos "diktats dos directórios mas cujo voto é absolutamente necessário para as victórias partidárias. E esquecer isto é caminhar alegremente para a derrota.
Por tudo o que se tem escrito e lido parece ser este o caminho que o Partido Socialista e o seu actual Secretário Geral querem palmilhar. Esquecerem-se que a força partidária não advém  só dos seus militantes inscritos mas, e sobretudo, dos seus "compagnons de route", dos que ideologicamente vêem na Declaração de Princípios o cimento que os une e fortalece; esquecer a mole humana que ao partido  tem dado inequívoco apoio apesar de todos os obstáculos com que ameúde se confronta.
A actual direcção do PS pode ter ganho a maioria dentro do Partido mas é legítimo pensar que está a perder o povo socialista que se identifica com um passado de luta e convergência de objectivos na defesa intransigente de políticas sociais e económicas que defendam o cidadão e a sociedade justa que  tem sido sempre razão da sua actividade .
A última decisão de viabilizar no escuro, por via da abstenção, antes de qualquer negociação e de qualquer acordo  efectivo, o OE 2012 é um tiro em cheio na credibilidade de quem propõe a medida e contráriamente ao que supõem, não uma forma de ganhar eleitorado, mesmo com o artifício do "interesse nacional", mas o caminho mais rápido para inexoravelmente o perder e, na maioria dos casos, a favor de quem anteriormente se conluiou com os mesmos que ajudaram a arredar o partido do poder e com quem o PS, neste momento, faz um pacto de não agressão.
A ver vamos quem terá razão no futuro.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O actual " a bem do interesse nacional "

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faz-me recordar, neste momento, o célebre " A Bem da Nação" de tempos idos e não desejados.
Debaixo do enorme guarda chuva do conceito tomam-se as mais desvairadas atitudes impedindo quase, desde logo, que as mesmas possam vir a ser discutidas por colidirem com o dito "interesse nacional" de quem as propõe, não do País.
Cabe perguntar: Quem define e o que é o "interesse nacional".
Para os actuais dirigentes  dos dois maiores partidos portugueses é, certamente, o que consideram que se engloba num "A Bem da Nação" indiscutível e por eles definido sem contraditório.
O interesse nacional de Seguro e Passos Coelho devia ser antagónico; chegamos à conclusão que é complementar, " A Bem da Nação", negociado na sombra dos corredores, com cartas assinadas em branco para um resultado viciado e a que chamarão eufemisticamente "conversações políticas".
Quem quer atingir objectivos, pressionar, vencer dificuldades, não dá de barato a conclusão do processo mesmo que isso venha mascarado por um " A Bem da Nação" ou " a bem do interesse nacional.

domingo, 30 de outubro de 2011

À atenção de António José Seguro

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O que não esperamos de si...

Nota para o"Público":
Eu não lhe telefonei, nem aos deputados da bancada do PS, mas não há dúvida que estou a pressioná-lo politicamente como, aliás, é expectável de um militante de esquerda. Além do mais nem o conheço pessoalmente.

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...