As "Alegações finais" de Alfredo Bruto da Costa, Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, sobre a fome no nosso país, e publicada hoje no DN.
A seriedade de um homem por muitos considerado como a maior autoridade nacional sobre o assunto.
" O que se diz sobre a fome em Portugal não passa de uma estimativa", disse.
Assim como:
"Discordo com o facto de este programa se chamar "Direito à Alimentação". Esse direito não tem nada a ver com o aproveitamento de sobras, tema aver com o facto de as pesssoas escolherem e comprarem a sua própria comida. Chamar-lhe "Direito à Alimentação" é preverso.
Também considero grave a escolha do local para apresentar a iniciativa (Casino do Estoril). É um local que representa e economia de casino que tem existido".
E , igualmente:
"O nome da iniciativa representa uma linguagem preversa que decorre de uma cultura que não conhece o que significa a palavra pobreza."
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
A hipocrisia do "integrado"
Depois da conversa da fome, Cavaco, não é ( nunca foi), nem será o Presidente de todos os portugueses.
A um político profissional com um percurso de mais de 15 anos no activo, em lugares de decisão, não pode, não deve, é obsceno aceitar-se uma declaração daquelas.
Onde está o seu grau de responsabilidade ?
Como qualquer irresponsável alija a sua rersponsabilidade para os ombros de outrem.
A continuar assim ainda veremos uma "sopa do Sidónio" às portas de Belém...mas com o orçamento da Presidência a pagar, não vá o acto encarecer as contas da campanha de recandidatura..
Chocante!!!
A um político profissional com um percurso de mais de 15 anos no activo, em lugares de decisão, não pode, não deve, é obsceno aceitar-se uma declaração daquelas.
Onde está o seu grau de responsabilidade ?
Como qualquer irresponsável alija a sua rersponsabilidade para os ombros de outrem.
A continuar assim ainda veremos uma "sopa do Sidónio" às portas de Belém...mas com o orçamento da Presidência a pagar, não vá o acto encarecer as contas da campanha de recandidatura..
Chocante!!!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
"Líderes da UE são incapazes e só pensam em dinheiro"
Mário Soares sempre igual a ele próprio, sem se desviar um milímetro daquilo que sempre foi o seu pensamento.
Que saudades de um Soares Presidente!
O Pai da aventura europeia de Portugal, como sempre, demonstra a sua clarividência política em termos nacionais e fundamentalmente internacionais.
Aceda a:
http://aeiou.expresso.pt/mario-soares-lideres-da-ue-sao-incapazes-e-so-pensam-em-dinheiro=f618805
Que saudades de um Soares Presidente!
O Pai da aventura europeia de Portugal, como sempre, demonstra a sua clarividência política em termos nacionais e fundamentalmente internacionais.
Aceda a:
http://aeiou.expresso.pt/mario-soares-lideres-da-ue-sao-incapazes-e-so-pensam-em-dinheiro=f618805
sábado, 27 de novembro de 2010
Passos Coelho está pronto para governar com FMI
É natural!
Sabendo as políticas conservadoras e liberais sempre preconizadas pelo Fundo Monetário Internacional, Passos Coelho teria um importante apoio para implementar as políticas há muito definidas como fazendo parte do seu projecto político.
Passos Coelho só se esquece que, mesmo desejads pelo FMI, essas medidas terão sempre de ser aprovadas na AR e estar em consonância com a Constituição Portuguesa.
Sabendo as políticas conservadoras e liberais sempre preconizadas pelo Fundo Monetário Internacional, Passos Coelho teria um importante apoio para implementar as políticas há muito definidas como fazendo parte do seu projecto político.
Passos Coelho só se esquece que, mesmo desejads pelo FMI, essas medidas terão sempre de ser aprovadas na AR e estar em consonância com a Constituição Portuguesa.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
GREVE GERAL
Para que fiquem esclarecidas, desde o princípio, posições sobre o que vai suceder no dia 24 é bom afirmar que a greve é um direito inalienável dos trabalhadores, lato senso, constitucionalmente consagrado e que apoio inequívocamente.
A greve é a recusa colectiva e concertada do cumprimento das condições do contrato de trabalho tendo como objectivo promover o êxito de reivindicações dirigidas à entidade empregadora ou a terceiros.
A greve é, pois, a mais forte arma reivindicativa ao dispor dos trabalhadores; é para usar, e deve ser usada, sempre que forem considerados em perigo efectivo os direitos desses mesmos trabalhadores .
Até aqui, e sem reparo algum, posso afirmar que,caso me encontrasse no activo, aderiria, certamente, à greve geral.
Agora, existem, no entanto, outros considerandos a fazer.
-Existem motivos para a convocação da greve ? Sim!
-Existe aproveitamento político lateral na mesma convocação ? Talvez!
-Está verdadeiramente definido o destinatário da greve ? Não !
Se na primeira resposta, creio, não existe qualquer dúvida já nas duas seguintes pode-se ter de pensar um pouco.
É claro que as organizações sindicais, jurando a sua independência, afirmarão que não existe qualquer aproveitamento político-partidário. Estão no seu papel. Mas talvez não seja crível que assim seja já que, muito anteriormente à convocação da greve geral existiam já partidos, e fundamentalmente um, que afirmavam a necessidade de uma resposta efectiva e concertada às "malfeitorias" da política governamental e nisso inclui o uso desta arma. É o aproveitamento politico-partidário de uma situação que podendo englobar, como certamente irá acontecer, cidadãos das mais díspares tendências ideológicas, ou mesmo sem ideologia alguma, tenderá a ser reflectido como apoio às ideias anteriormente expressa por esses mesmos partidos políticos. Mas também, na verdade, isso não é um facto novo em política.
Por último a definição do destinatário da greve.
Para a grande maioria dos que se manifestarão exercendo o seu direito legítimo à greve, o Governo será o destinatário da acção.
Na realidade, as políticas adoptadas nos últimos dois anos têm a chancela do Governo. É um facto!
Convém, no entanto, reflectir sobre se o Governo teria outra alternativa realista que não fosse promover as ditas medidas.
Perante a crise global em que o Mundo entrou, as hecatombes financeiras internacionais verificadas, o Governo português só poderia passar ao lado dessas medidas se acaso elas não tivessem a mínima repercussão interna; e toda a gente sabe que isso não é verdade.
A crise iniciada no EUA transformou num sufoco as economias de todo o Mundo.
Não foi por acaso que a Islândia, até aí considerado um paraíso, entrou em falência e hoje está na situação em que está.
Dirão que a culpa não foi nossa; foi das más apostas económicas e no mercado dos produtos financeiros levadas à prática pelos agentes económicos da Islândia com a complacência governamental. Correcto ! Mas não nos passa ao lado. Castiga-nos. Porque logo de seguida se começaram a destapar uma série de buracos nos mais diversos países, começaram a rebentar uma série de "bolhas", que levaram a uma cada vez maior interdependência das economias na contabilização dos prejuizos causados.
Então que se punissem os causadores de tanto infortúnio. Pois é aí que a porca torce o rabo.
Os causadores acabaram por ter de ser os beneficiários de políticas estatais de apoio às suas organizações a fim de que as mesmas, correndo o risco de estoirarem financeiramente, não viessem a provocar, por via de uma bola de neve, a miséria nos diferentes países a braços com tais situações.
No nossa país, mesmo assim, não se repercutiram as consequências ao mesmo nível de outros estados.
A nossa Banca estava firme, embora sempre carente do financiamento externo, e não houve "bolhas" especiais. Então o que sucedeu ?
O que se esperava !
Diminuição do consumo, quebra nas exportações, despedimentos e falências que arrastaram uma maior necessidade por parte do Estado de dar cobertura social aos novos desempregados.
Com as dificuldades no financiamento externo o Estado viu-se obrigado a apoiar a Banca e rebentam dos bancos portugueses (BPN e BPP).
Dir-se-à que o Governo não previu. É verdade! O Governo português e a grande maioria dos outros.
Os problemas económicos e financeiros arrastaram quase todos os países, mormente os europeus, para situações difíceis de encarar. Claro que, quanto mais débil a economia, mais difícil seria a recuperação, mais cáusticas seriam as condições a impor para ultrapassar o problema.
Por outro lado o nosso país faz parte de uma União, que e quer europeia, mas que muitas das vezes parece ser só de alguns. E que respostas efectivas deu a União ?
E aqui é que está o verdadeiro assunto.
A União Europeia, união económica e monetária de 27 países europeus, não soube ou não quis tomar uma posição diferente no problema e escolheu o caminho que mais penalizava as populações e não as instituições, muitas delas responsáveis e causadoras das agruras que agora se vivem. Preferiu proteger os culpados em detrimento das vítimas. Claro que isso também é fruto da composição ideológica maioritária das cúpulas da União mas, quanto a isso, nada se pode fazer já que depende da composição do Parlamento Europeu que todos nós votámos, ou deveríamos ter votado. Talvez para a próxima não exista tanta abstenção nas eleições europeias. Os cidadãos também aprendem com os seus erros.
Aqui chegados podemos concluir que o verdadeiro destinatário será o sistema internacional vigente no que respeita à economia e finanças,e, no nosso caso, o directório da União Europeia. O Governo português mais não pôde que, com realismo, fazer face às condições que lhe são apresentadas e tentar gerir com a melhor sensatez. Mesmo assim está a ser diariamente pressionado pelos "mercados", os tais que também são integrados pelo causadores de todo este imbróglio, mas que, à boa maneira capitalista, estão mais preocupados com os seus resultados do que com as dificuldades que promoveram.
Por isso, eu estaria muito mais contente se a greve geral de amanhã tivesse sido convocada por uma união sindical europeia, com paralisação da Europa por um dia. Aí sim ! Era grave e muitos dos que hoje assobiam para o lado talvez franzissem o sobrolho e se preocupassem verdadeiramente com a resolução dos problemas dos cidadãos europeus. Assim, sentiriam o chão a fugir-lhes debaixo dos pés e nada voltaria a ser como dantes, Sentiriam, verdadeiramente, a força da sociedade europeia e o seu descontentamento , senão, revolta.
Portugal vai ter amanhã a sua segunda greve geral em democracia que, como já disse, apoiaria, mas aparte o ruído interno, pouco ou nada valerá no contexto da Europa.
Já agora, só um número. Se houver uma participação de cerca de 85% o prejuízo para o Estado é equivalente ao valor que o Ministro das Finanças teve de cortar no Orçamento para 2011 para obter a anuência do PSD - cerca de 500 milhões de Euros.
A greve é a recusa colectiva e concertada do cumprimento das condições do contrato de trabalho tendo como objectivo promover o êxito de reivindicações dirigidas à entidade empregadora ou a terceiros.
A greve é, pois, a mais forte arma reivindicativa ao dispor dos trabalhadores; é para usar, e deve ser usada, sempre que forem considerados em perigo efectivo os direitos desses mesmos trabalhadores .
Até aqui, e sem reparo algum, posso afirmar que,caso me encontrasse no activo, aderiria, certamente, à greve geral.
Agora, existem, no entanto, outros considerandos a fazer.
-Existem motivos para a convocação da greve ? Sim!
-Existe aproveitamento político lateral na mesma convocação ? Talvez!
-Está verdadeiramente definido o destinatário da greve ? Não !
Se na primeira resposta, creio, não existe qualquer dúvida já nas duas seguintes pode-se ter de pensar um pouco.
É claro que as organizações sindicais, jurando a sua independência, afirmarão que não existe qualquer aproveitamento político-partidário. Estão no seu papel. Mas talvez não seja crível que assim seja já que, muito anteriormente à convocação da greve geral existiam já partidos, e fundamentalmente um, que afirmavam a necessidade de uma resposta efectiva e concertada às "malfeitorias" da política governamental e nisso inclui o uso desta arma. É o aproveitamento politico-partidário de uma situação que podendo englobar, como certamente irá acontecer, cidadãos das mais díspares tendências ideológicas, ou mesmo sem ideologia alguma, tenderá a ser reflectido como apoio às ideias anteriormente expressa por esses mesmos partidos políticos. Mas também, na verdade, isso não é um facto novo em política.
Por último a definição do destinatário da greve.
Para a grande maioria dos que se manifestarão exercendo o seu direito legítimo à greve, o Governo será o destinatário da acção.
Na realidade, as políticas adoptadas nos últimos dois anos têm a chancela do Governo. É um facto!
Convém, no entanto, reflectir sobre se o Governo teria outra alternativa realista que não fosse promover as ditas medidas.
Perante a crise global em que o Mundo entrou, as hecatombes financeiras internacionais verificadas, o Governo português só poderia passar ao lado dessas medidas se acaso elas não tivessem a mínima repercussão interna; e toda a gente sabe que isso não é verdade.
A crise iniciada no EUA transformou num sufoco as economias de todo o Mundo.
Não foi por acaso que a Islândia, até aí considerado um paraíso, entrou em falência e hoje está na situação em que está.
Dirão que a culpa não foi nossa; foi das más apostas económicas e no mercado dos produtos financeiros levadas à prática pelos agentes económicos da Islândia com a complacência governamental. Correcto ! Mas não nos passa ao lado. Castiga-nos. Porque logo de seguida se começaram a destapar uma série de buracos nos mais diversos países, começaram a rebentar uma série de "bolhas", que levaram a uma cada vez maior interdependência das economias na contabilização dos prejuizos causados.
Então que se punissem os causadores de tanto infortúnio. Pois é aí que a porca torce o rabo.
Os causadores acabaram por ter de ser os beneficiários de políticas estatais de apoio às suas organizações a fim de que as mesmas, correndo o risco de estoirarem financeiramente, não viessem a provocar, por via de uma bola de neve, a miséria nos diferentes países a braços com tais situações.
No nossa país, mesmo assim, não se repercutiram as consequências ao mesmo nível de outros estados.
A nossa Banca estava firme, embora sempre carente do financiamento externo, e não houve "bolhas" especiais. Então o que sucedeu ?
O que se esperava !
Diminuição do consumo, quebra nas exportações, despedimentos e falências que arrastaram uma maior necessidade por parte do Estado de dar cobertura social aos novos desempregados.
Com as dificuldades no financiamento externo o Estado viu-se obrigado a apoiar a Banca e rebentam dos bancos portugueses (BPN e BPP).
Dir-se-à que o Governo não previu. É verdade! O Governo português e a grande maioria dos outros.
Os problemas económicos e financeiros arrastaram quase todos os países, mormente os europeus, para situações difíceis de encarar. Claro que, quanto mais débil a economia, mais difícil seria a recuperação, mais cáusticas seriam as condições a impor para ultrapassar o problema.
Por outro lado o nosso país faz parte de uma União, que e quer europeia, mas que muitas das vezes parece ser só de alguns. E que respostas efectivas deu a União ?
E aqui é que está o verdadeiro assunto.
A União Europeia, união económica e monetária de 27 países europeus, não soube ou não quis tomar uma posição diferente no problema e escolheu o caminho que mais penalizava as populações e não as instituições, muitas delas responsáveis e causadoras das agruras que agora se vivem. Preferiu proteger os culpados em detrimento das vítimas. Claro que isso também é fruto da composição ideológica maioritária das cúpulas da União mas, quanto a isso, nada se pode fazer já que depende da composição do Parlamento Europeu que todos nós votámos, ou deveríamos ter votado. Talvez para a próxima não exista tanta abstenção nas eleições europeias. Os cidadãos também aprendem com os seus erros.
Aqui chegados podemos concluir que o verdadeiro destinatário será o sistema internacional vigente no que respeita à economia e finanças,e, no nosso caso, o directório da União Europeia. O Governo português mais não pôde que, com realismo, fazer face às condições que lhe são apresentadas e tentar gerir com a melhor sensatez. Mesmo assim está a ser diariamente pressionado pelos "mercados", os tais que também são integrados pelo causadores de todo este imbróglio, mas que, à boa maneira capitalista, estão mais preocupados com os seus resultados do que com as dificuldades que promoveram.
Por isso, eu estaria muito mais contente se a greve geral de amanhã tivesse sido convocada por uma união sindical europeia, com paralisação da Europa por um dia. Aí sim ! Era grave e muitos dos que hoje assobiam para o lado talvez franzissem o sobrolho e se preocupassem verdadeiramente com a resolução dos problemas dos cidadãos europeus. Assim, sentiriam o chão a fugir-lhes debaixo dos pés e nada voltaria a ser como dantes, Sentiriam, verdadeiramente, a força da sociedade europeia e o seu descontentamento , senão, revolta.
Portugal vai ter amanhã a sua segunda greve geral em democracia que, como já disse, apoiaria, mas aparte o ruído interno, pouco ou nada valerá no contexto da Europa.
Já agora, só um número. Se houver uma participação de cerca de 85% o prejuízo para o Estado é equivalente ao valor que o Ministro das Finanças teve de cortar no Orçamento para 2011 para obter a anuência do PSD - cerca de 500 milhões de Euros.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A conspiração de Pedro Passos Coelho
Depois de ter ouvido, hoje, o Presidente da República informar os jornalistas do que havia afirmado ao Presidente Obama :
"O Chefe de Estado acrescentou ter explicado «muito bem» a Barack Obama as diferenças existentes entre Portugal e a Irlanda e Grécia.
«Portugal não tem qualquer crise no sistema bancário, não teve nenhuma bolha imobiliária e o nível de endividamento público está na média da União Europeia», afirmou Cavaco Silva, apontando, assim, as grandes diferenças."
as afirmações ontem proferidas por Pedro Passos Coelho sobre os números nacionais só podem ser considerados uma conspiração contra o Estado Português.
Passos Coelho não olha a meios para desestabilizar o clima político português nem que isso venha a prejudicar o país nos seus esforços perante a comunidade internacional e os mercados.
Quem assina um acordo para aprovação de um OE não vem, a posteriori, afirmar que os números em que se baseia são falsos.
Chocante e definidor do carácter do Presidente do PSD.
"O Chefe de Estado acrescentou ter explicado «muito bem» a Barack Obama as diferenças existentes entre Portugal e a Irlanda e Grécia.
«Portugal não tem qualquer crise no sistema bancário, não teve nenhuma bolha imobiliária e o nível de endividamento público está na média da União Europeia», afirmou Cavaco Silva, apontando, assim, as grandes diferenças."
as afirmações ontem proferidas por Pedro Passos Coelho sobre os números nacionais só podem ser considerados uma conspiração contra o Estado Português.
Passos Coelho não olha a meios para desestabilizar o clima político português nem que isso venha a prejudicar o país nos seus esforços perante a comunidade internacional e os mercados.
Quem assina um acordo para aprovação de um OE não vem, a posteriori, afirmar que os números em que se baseia são falsos.
Chocante e definidor do carácter do Presidente do PSD.
sábado, 20 de novembro de 2010
Com patriotas destes...
"Passos Coelho contrapõe défice de 9,5 por cento aos “números fictícios” do Governo"
"O líder social-democrata sublinhou que “na verdade, a dívida pública é muito maior” que 82 por cento do PIB este ano e cerca de 90 por cento em 2011, “só que não vem nas contas”. “Esquecemo-nos de juntar a essa dívida aquela que está nos passivos das empresas públicas, bem como aquela que resultará do impacto orçamental anual de todas as parcerias público privadas que fomos realizando ao longo destes anos e que para já não têm custos, mas que a partir de 2014 vão ter um custo que pode chegar a muito perto de dois por cento do produto todos os anos”, referiu Passos Coelho. "
Na verdade, depois de tudo o que acordou com o governo, ou é parvo ou é inconsciente.
Aceda a:
http://www.publico.pt/Política/passos-coelho-contrapoe-defice-de-95-por-cento-aos-numeros-ficticios-do-governo_1467281
"O líder social-democrata sublinhou que “na verdade, a dívida pública é muito maior” que 82 por cento do PIB este ano e cerca de 90 por cento em 2011, “só que não vem nas contas”. “Esquecemo-nos de juntar a essa dívida aquela que está nos passivos das empresas públicas, bem como aquela que resultará do impacto orçamental anual de todas as parcerias público privadas que fomos realizando ao longo destes anos e que para já não têm custos, mas que a partir de 2014 vão ter um custo que pode chegar a muito perto de dois por cento do produto todos os anos”, referiu Passos Coelho. "
Na verdade, depois de tudo o que acordou com o governo, ou é parvo ou é inconsciente.
Aceda a:
http://www.publico.pt/Política/passos-coelho-contrapoe-defice-de-95-por-cento-aos-numeros-ficticios-do-governo_1467281
sábado, 13 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Cavaco diz que é um erro a retórica de ataque aos mercados
Pois é !
Já no tempo da "outra senhora" também havia muita gente que ficava calado porque não valia a pena, nem conduzia a nada e só poderia vir a criar chatices....
Há comportamentos que certos cidadãos não esquecem...
Para ler a notícia completa aceda a:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1706766
Já no tempo da "outra senhora" também havia muita gente que ficava calado porque não valia a pena, nem conduzia a nada e só poderia vir a criar chatices....
Há comportamentos que certos cidadãos não esquecem...
Para ler a notícia completa aceda a:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1706766
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Yuan Renmimbi
Nesta coisa do "pilim" prefiro ficar com os olhos em bico se sair mais barato.
Aliás, é o que sucede com os grandes EUA que não se importam nada que o seu maior credor seja a República Popular da China.
Será por causa disso que, nos filmes, os americanos estão sempre a comer comida chinesa e de pauzinhos ?
Sempre sai mais em conta que os olhos redondinhos da Senhora Merkel que nos estão a criar bem maiores problemas com as suas decisões muito pouco europeistas.
Que venham os "renmimbis" que, como dizem os capitalistas, o capital não tem pátria.
(O yuan renmimbi é a moeda oficial da China e tem por símbolo ¥ e por código CNY. É divisível 100 fen ou em 10 jiao. O yuan renmimbi é emitido pelo Banco do Povo da China).
Aliás, é o que sucede com os grandes EUA que não se importam nada que o seu maior credor seja a República Popular da China.
Será por causa disso que, nos filmes, os americanos estão sempre a comer comida chinesa e de pauzinhos ?
Sempre sai mais em conta que os olhos redondinhos da Senhora Merkel que nos estão a criar bem maiores problemas com as suas decisões muito pouco europeistas.
Que venham os "renmimbis" que, como dizem os capitalistas, o capital não tem pátria.
(O yuan renmimbi é a moeda oficial da China e tem por símbolo ¥ e por código CNY. É divisível 100 fen ou em 10 jiao. O yuan renmimbi é emitido pelo Banco do Povo da China).
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Há quem se queira esquecer mas
"Afinal, quem aumentou a despesa pública?"
Nos últimos 30 anos, a despesa pública aumentou de 29% para 45% do PIB. Um aumento do peso do Estado na economia de 16,3 pontos percentuais, dos quais 12,1 p.p. (75%) aconteceram em governos liderados pelo PSD e apenas 4,2 em...
Para ler a notícia completa aceda a:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?id=386210&template=SHOWNEWS_V2
Nos últimos 30 anos, a despesa pública aumentou de 29% para 45% do PIB. Um aumento do peso do Estado na economia de 16,3 pontos percentuais, dos quais 12,1 p.p. (75%) aconteceram em governos liderados pelo PSD e apenas 4,2 em...
Para ler a notícia completa aceda a:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?id=386210&template=SHOWNEWS_V2
domingo, 31 de outubro de 2010
'Passos vai ser primeiro-ministro só não sabe é quando"
A última vez que ouvi isto, passado pouco tempo, o então 1º. Ministro em funções ( Durão Barroso) que almejara chegar ao cargo sem saber quando, logo que pode pirou-se para a Europa ao abrigo do "guarda-chuva" Bush/Blair, deixando o país com um Santana Lopes incapaz de governar.
Quererá isto dizer que o PSD quer repetir a história ?
Será, de novo isso, dr. Mota Amaral ?
Quererá isto dizer que o PSD quer repetir a história ?
Será, de novo isso, dr. Mota Amaral ?
sábado, 23 de outubro de 2010
Portas obrigado a fazer prova de vida
Completamente arredado da ribalta política portuguesa pelo recente posicionamento do PSD de Passos Coelho que lhe ocupou o espaço à Direita, Paulo Portas, obrigado a fazer prova de vida política do seu partido, para muitos já defunto, lá arranjou forças para se desenterrar e gritar o seu possível protagosnismo nos momentos que correm:
-O CDS vota contra o Orçamento para 2011 !
Já lá vão os tempos em que, senhor certo do seu espaço, Portas se vangloriava de ser a hipótese para a manutenção da estabilidade política no País.
Só que os tempos mudaram e pelo lado que ele menos esperava- os seus habituais aliados - o PSD.
domingo, 17 de outubro de 2010
Este Povo tem futuro
Na realidade, um Povo que consiga sobreviver após a audição das declarações de ontem de Medina Carreira e de Tiago Caiado Guerreiro no Plano Inclinado(http://economico.sapo.pt/noticias/medina-carreira-pede-intervencao-do-fmi_101826.html) e, hoje, as proferidas por Jerónimo de Sousa, sobre o Orçamento de 2011 (http://economico.sapo.pt/noticias/pcp-vota-contra-orcamento-para-2011_101846.html), tem obrigatóriamente de possuir um grande arcaboiço e Alma Nacional que o conduzirão à victória sobre a crise.
Não acham que chegou a altura do ouvir o cidadão comum ?
E se nos deixassemos de "có-cós" ?
No meio de tanta observação de técnicos altamente qualificados sobre os mais diversos temas da política económica nacional e internacional o que pensa o cidadão comum ?
Sim, aquele que paga e que sofre mas que simultâneamente tem uma visão de conjunto da vida baseada na sobrevivência no dia a dia. Acham, senhores, que eles estão preocupados com o atraso de 10/12 horas na entrega do resto da documentação do OE 2011 ?
É claro que consideram ter sido um mau passo, que o Ministério da Finanças devia ter sido mais rigoroso, que foi um sinal negativo, mas ficam-se por aí. Essas tais 10 ou 12 horas, mais a mais durante a madrugada, em nada alteraram o seguimento do processo e os mais prejudicados terão sido os orgãos da Comunicação Social que tiveram de guardar as "parragonas" para o dia seguinte e os partidos políticos que não puderam começar a fazer fogo logo pela manhâzinha.
Foi negativo mas em termos práticos por aí se fica.
Quanto ao resto, o cidadão comum, não foi apanhado desprevenido.
Há muito que esperavam que o teor do orçamento fosse este; pelo menos os mais avisados ou os mais experientes da vida que há muito já tinham entendido que o rumo de endividamento neste país a esta situação iria conduzir.
Quem não esperava ?
Sim, há quem não esperasse mas, esses, são precisamente aqueles para quem o rumo da vida do país pouco interessa, só os seus interesses pessoais contam, aqueles que dizendo que nenhum interesse têm pela política, apenas se aconchegam num cantinho do seu "quintal" e de pouco lhes preocupa a situação do vizinho. Mas quando lhes toca protestam !
Em Portugal, e não só em Portugal, os cidadãos só acordam quando lhes vão à carteira. Têm todos o coração à esquerda mas a carteira à direita. A grande maioria barafusta contra as grandes remunerações, as grandes mordomias enquanto não as recebem.
Dirão que tenho em muito má conta uma fatia grande da nossa população.É verdade, tenho sim senhor.
Lastimo profundamente a situação difícil de cerca de 20% da população portuguesa que vivem, se isso se considera viver, no limiar da pobresa. Sinto uma profunda revolta por este país, 36 anos após Abril, ainda não ter conseguido saber redistribuir a riqueza de uma forma equilibrada. Preocupa-me, sobremaneira, os caminhos que algumas funções do Estado têm percorrido, mormente na Justiça. Mas nada disso, todas essas preocupações, invalidam a percepção que tenho da realidade e que muitos dos nossos problemas se devem a um deficiente julgamento do que é um Estado, para muitos uma entidade que é um poço sem fundo, com rotativas em permanente funcionamento para a emissão de papel moeda. Como vão longe. e ainda bem, esses tempos.
Mas não ficamos por aqui.
Ainda existe o problema europeu, a situação politico-económica da UE, organização multinacional que para muitos, onde me incluo, era a panaceia para muitos dos nossos males e uma certeza de desenvolvimento. Pois, também a UE, está à deriva, sem dirigentes à altura nem projecto que aglutine todos os seus povos. Uma organização de Estados iguais mas onde alguns são mais iguais que outros. Uma organização cujas cúpulas, actualmente, vivem divorciadas do que os cidadãos europeus desejam. Mas também aí temos de ser conscientes. As cúpulas europeias provêm do voto dos cidadãos europeus para o seu parlamento. Se existe a actual composição parlamentar só aos cidadãos se deve, não se podem queixar.
Se nada se fizer a UE entra em falência em pouco tempo, e infelizmente, vamos voltar a saber o que é viver agarrados à nossa própria sorte e às nossas próprias insuficiências e incapacidades.
É, pois, altura de olhar para tudo isto com sentido crítico, desapaixonado, e tentar compreender o que poderá vir a ser o futuro conforne as opções que tomarmos hoje.
De nada nos vale apregoar que existem soluções que não existem ou que, contrariamente, seremos capazes, por passos de mágica duvidosa, atingir o Eden .
Uma coisa é certa. Há passos difíceis que temos de dar; querem dá-los ou não ?
Da decisão que tomarmos dependem as consequências que sofreremos, boas ou más, mas ninguém poderá vir a aplaudir ou recriminar, amanhã, que a virtude ou a culpa é de outrem. O que suceder a todos nós se deverá, seja em que sentido for.
No meio de tanta observação de técnicos altamente qualificados sobre os mais diversos temas da política económica nacional e internacional o que pensa o cidadão comum ?
Sim, aquele que paga e que sofre mas que simultâneamente tem uma visão de conjunto da vida baseada na sobrevivência no dia a dia. Acham, senhores, que eles estão preocupados com o atraso de 10/12 horas na entrega do resto da documentação do OE 2011 ?
É claro que consideram ter sido um mau passo, que o Ministério da Finanças devia ter sido mais rigoroso, que foi um sinal negativo, mas ficam-se por aí. Essas tais 10 ou 12 horas, mais a mais durante a madrugada, em nada alteraram o seguimento do processo e os mais prejudicados terão sido os orgãos da Comunicação Social que tiveram de guardar as "parragonas" para o dia seguinte e os partidos políticos que não puderam começar a fazer fogo logo pela manhâzinha.
Foi negativo mas em termos práticos por aí se fica.
Quanto ao resto, o cidadão comum, não foi apanhado desprevenido.
Há muito que esperavam que o teor do orçamento fosse este; pelo menos os mais avisados ou os mais experientes da vida que há muito já tinham entendido que o rumo de endividamento neste país a esta situação iria conduzir.
Quem não esperava ?
Sim, há quem não esperasse mas, esses, são precisamente aqueles para quem o rumo da vida do país pouco interessa, só os seus interesses pessoais contam, aqueles que dizendo que nenhum interesse têm pela política, apenas se aconchegam num cantinho do seu "quintal" e de pouco lhes preocupa a situação do vizinho. Mas quando lhes toca protestam !
Em Portugal, e não só em Portugal, os cidadãos só acordam quando lhes vão à carteira. Têm todos o coração à esquerda mas a carteira à direita. A grande maioria barafusta contra as grandes remunerações, as grandes mordomias enquanto não as recebem.
Dirão que tenho em muito má conta uma fatia grande da nossa população.É verdade, tenho sim senhor.
Lastimo profundamente a situação difícil de cerca de 20% da população portuguesa que vivem, se isso se considera viver, no limiar da pobresa. Sinto uma profunda revolta por este país, 36 anos após Abril, ainda não ter conseguido saber redistribuir a riqueza de uma forma equilibrada. Preocupa-me, sobremaneira, os caminhos que algumas funções do Estado têm percorrido, mormente na Justiça. Mas nada disso, todas essas preocupações, invalidam a percepção que tenho da realidade e que muitos dos nossos problemas se devem a um deficiente julgamento do que é um Estado, para muitos uma entidade que é um poço sem fundo, com rotativas em permanente funcionamento para a emissão de papel moeda. Como vão longe. e ainda bem, esses tempos.
Mas não ficamos por aqui.
Ainda existe o problema europeu, a situação politico-económica da UE, organização multinacional que para muitos, onde me incluo, era a panaceia para muitos dos nossos males e uma certeza de desenvolvimento. Pois, também a UE, está à deriva, sem dirigentes à altura nem projecto que aglutine todos os seus povos. Uma organização de Estados iguais mas onde alguns são mais iguais que outros. Uma organização cujas cúpulas, actualmente, vivem divorciadas do que os cidadãos europeus desejam. Mas também aí temos de ser conscientes. As cúpulas europeias provêm do voto dos cidadãos europeus para o seu parlamento. Se existe a actual composição parlamentar só aos cidadãos se deve, não se podem queixar.
Se nada se fizer a UE entra em falência em pouco tempo, e infelizmente, vamos voltar a saber o que é viver agarrados à nossa própria sorte e às nossas próprias insuficiências e incapacidades.
É, pois, altura de olhar para tudo isto com sentido crítico, desapaixonado, e tentar compreender o que poderá vir a ser o futuro conforne as opções que tomarmos hoje.
De nada nos vale apregoar que existem soluções que não existem ou que, contrariamente, seremos capazes, por passos de mágica duvidosa, atingir o Eden .
Uma coisa é certa. Há passos difíceis que temos de dar; querem dá-los ou não ?
Da decisão que tomarmos dependem as consequências que sofreremos, boas ou más, mas ninguém poderá vir a aplaudir ou recriminar, amanhã, que a virtude ou a culpa é de outrem. O que suceder a todos nós se deverá, seja em que sentido for.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Experiência e ponderação
Três ex-Presidentes deram ontem uma lição no P&C.
Será que os portugueses ouviram? Será que todos os agentes políticos entenderam ?Será que a própria CS retirou da ponderação daqueles três homens experientes as lições necessárias para um efectivo contributo para com o país ?
A ver vamos, mas duvido...
Será que os portugueses ouviram? Será que todos os agentes políticos entenderam ?Será que a própria CS retirou da ponderação daqueles três homens experientes as lições necessárias para um efectivo contributo para com o país ?
A ver vamos, mas duvido...
China compra dívida portuguesa
Agora é que vamos ficar com os "euros" em bico...
Aceda a:
http://www.ionline.pt/conteudo/82812-guerra-cambialchina-compra-divida-portuguesa
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
«É inaceitável» que sacrifícios atinjam mais quem tem menos, diz Seguro
E é verdade !Qualquer socialista que se preze, seja filiado no partido ou seja ideológicamente apenas socialista, o confirmará sem qualquer rebuço.
O que é mais interessante na publicitação desta notícia é que a mesma está a ser utilizada por alguns recém apoiantes de Pedro Passos Coelho para fazerem valer os créditos do lider do maior partido da oposição ao mesmo tempo que evidenciam fracturas(?) dentro do partido do Governo.
António José Seguro, militante socialista de longuíssima data, que tem uma voz própria dentro do partido, e que é ouvido com respeito também fora dele, não tem nada a ver com Pedro Passos Coelho e apaniguados. Só demonstra que tem pensamento próprio como muitos outros e ao que se saiba, pelo que se lê, não apresentou qualquer alternativa às medidas recentemente formuladas pelo Governo. Será que é por estar em global desacordo com elas ?
António José Seguro sempre apresentou uma imagem de homem sensato e comedido a quem o dobrar da cerviz não é atitude com que pactue. Se não estivesse globalmente de acordo com as medidas dizia-o com a mesma independência com que tem tomado outras atitudes, aliás,como muitíssimos outros militantes.
Democracia interna que existe naquele partido onde, apesar de os que seguem o Secretário Geral serem apelidados de carneiros, não vigorar a "Lei da rolha"...
António José Seguro sempre apresentou uma imagem de homem sensato e comedido a quem o dobrar da cerviz não é atitude com que pactue. Se não estivesse globalmente de acordo com as medidas dizia-o com a mesma independência com que tem tomado outras atitudes, aliás,como muitíssimos outros militantes.
Democracia interna que existe naquele partido onde, apesar de os que seguem o Secretário Geral serem apelidados de carneiros, não vigorar a "Lei da rolha"...
domingo, 3 de outubro de 2010
É mau demais para ser verdade...
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Mas não é verdade que o PSD abriu um site pedindo ideias para os cortes da despesa pública ? Então, o "plano inclinado" não lhes deu as ideias perentórias ? E os restantes economistas que foram à reunião também não sabiam ? E é disto que os portugueses estão à espera ? Olhem ! Batatas ! |
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
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Sonhar a terra livre e insubmissa
E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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Alegre Manuel alegre até à morte que lindo nome para um homem triste que lindo nome para um homem forte. Alegre Manuel despedaça...
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" Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, e...









