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sábado, 22 de outubro de 2011

Falta de vergonha

«O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, recebe todos os meses cerca de 1400 euros por subsídio de alojamento apesar de ter um apartamento seu na área de Lisboa onde reside durante toda a semana. A assessoria de imprensa do Ministério da Administração Interna (MAI) afirma que o subsídio é legal, uma vez que o governante tem a sua residência permanente em Braga.» [Público]

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Somos dirigidos por copinhos de leite

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Por uma questão de sanidade mental a minha vontade é de emigrar cá dentro.
Quer isto dizer que começo a estar farto de ver tanto empenho de tanta gente, o meu incluído, a ser atirado borda fora por quem actualmente nos dirige, seja no governo seja na liderança da oposição.
O que se passa no nosso país em termos de cultura política ficou bem demonstrado nas recentes eleições regionais da Madeira assim como, já anteriormente, em Oeiras, Gondomar, Felgueiras e algumas outras.
Isto não é país que se aconselhe a gente de cultura política decente, aliás, e para que se não diga apenas mal de nós, a Europa comunitária também para lá caminha a olhos vistos.
Mas voltando ao rectangulo.
Independentemente da cultura política que enforma cada um dos cidadãos que verdadeiramente a possuam, e cada vez mais penso que é caso raro, constato com amargura que 36 anos depois da nossa revolução democrática, estamos a ser dirigidos por copinhos de leite de boas maneiras ou mentecaptos populistas.
E se no último caso, Alberto João Jardim, é um paradigma, já na chefia do governo e na liderança do principal partido da oposição mais devia ser exigido, e este é o caso dos dois primeiros.
Poderão dizer : - Falta carisma !
Direi: - Falta saber !

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O dia de ontem

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Ontem, data assaz simbólica na Revolução Portuguesa, vi uma entrevista na TVI com o Primeiro Ministro e um debate da AR protagonizado pelo seu Adjunto.
Não gostei nem duma nem doutra.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O começo do acertar de contas

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A caminho da discriminação social através da saúde.

Quem pode trata-se ou usufrui; quem não pode tem a doença como destino

ou a incapacidade de se precaver.

E não vai ficar por aqui...

Cheira-me que , em pouco tempo, também a IVG no SNS,


vai ser condicionada e quiçá anulada...

É o atingir de certos objectivos políticos por vias travessas.

"Eles" nunca perdoaram que o povo tivesse condições sociais para evoluir e

anular as diferenças.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

“não tem paralelo nos últimos 50 anos”.


Pois não !
Há 50 anos estavamos em 1961 e iniciou-se o ocaso do Portugal Colonial, com o início da guerra em Africa e a perca do Estado Português da Índia após a invasão daqueles territórios pela União Indiana.
Portanto, a haver paradigma de comparação para Pedro Passos Coelho, seria anterior áquele ano o bom exemplo nos cortes da despesa do Estado que se não fizeram no meio século seguinte.
Em Portugal governava Salazar e também existia (?) paz social, sabemos bem a que preço, e até os patrões e empregados derrimiam (?) os seus conflitos na fascizante Câmara Corporativa.
Agradecemos a Passos Coelho a declaração, ficamos a saber do que gosta, mas não somos obrigados a seguir porque felizmente, hoje, 50 anos depois vivemos em Democracia.
Mas cada um come do que gosta e a Pedro Passos Coelho já não me espantará se o ouvir a gritar num comício, como ao seu actual mentor,  "Deixem-nos trabalhar...!!!.
É pena ! Um homem ainda tão novo e a seguir tão maus exemplos.
Politicamente terá decerto vida curta.

O medo

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Pode até parecer estranho mas não o é.
Passos Coelho e o seu PSD demonstram o medo que os invade, que lhes seja aplicada a pena de Talião.
Pedem, agora, humildemente que não haja nem seja promovida a conflitualidade social no nosso país a bem dos superiores interesses de Portugal. Memória curta de quem utilizou essa conflitualidade e a a promoveu para atingir os seus objectivos de tomada de poder.
Para ser mais claro diria , mesmo, falta de vergonha e incapacidade de enfrentar os problemas com que se deparam na governação depois de terem feito uma política de "bota abaixo", sistematicamente, perante a governação do anterior executivo.
E o medo está aí; o pavor do "quem com ferro mata com ferro morre".
Um manifesto exemplo de incapacidade política.

A Hora da Poesia- Rádio Vizela

www.mixcloud.com/Radiovizela/hora-da-poesia-entrevista-a-miguel-gomes-coelho-10072019/?fbclid=IwAR095cmi1MHhzKytias_ssHY3hooCm5P2TqODIjm7w...