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domingo, 4 de dezembro de 2011

Como "bom aluno"

Escolta da crise.JPG

 A escolta do BT/GNR à troika para demonstrar poupança .

(Recebido por email.Agradecimentos ao Carlos)

Com o devido respeito

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pelas crenças de cada um, tal como exijo respeito pelas minhas, não posso deixar de dar testemunho da alegria que senti pelo resgate dos seis pescadores de Caxinas. Posso mesmo afirmar que me comovi.
Só tenho pena que o proselitismo religioso tenha transformado um abenegado trabalho de militares da Força Aérea e Marinha em consequência de um qualquer ditame divino. Só faltou dizer que a qualidade superior da balsa e dos seus meios de sobrevivência tinham sido induzidos, eles também, pela senhora dos navegantes. As atitudes determinadas e correctas do mestre da embarcação uma inspiração da senhora de Fátima...Contudo niguém fala da tempestade marítima que os pobres tiveram de suportar durante três dias. Aí não houve divindade que amainasse o temporal...devia pertencer a outro departamento.
Mas tudo está bem quando acaba bem e por isso, passemos por cima deste pequeníssimo pormenor sem qualquer importância e celebremos  o regresso de seis homens ao convívio dos seus.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O fecho das embaixadas

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Se as razões para o fecho das sete embaixadas são:

"o facto de haver nesses países um número reduzido de portugueses e de serem países em que o investimento em Portugal “é muito reduzido”. "

porque não encerrar , logo à partida, a embaixada no Vaticano?
Não existe investimento em Portugal, antes pelo contrário, e o número de portugueses por lá é inferior ao existente em Andorra.

Razões de Estado (?), não é?  ;o)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Olhar sobre o futuro

Feriados - Quem vai definir

Isto é uma historieta recorrente sempre que a direita chega oa poder. Temos de acabar com tantos feriados ...!
Em Portugal existem 14 feriados nacionais sendo que 7 são civis e os restantes de inspiração religiosa.
No limite, até se poderá dizer que são todos religiosos já que a ICAR tem todos os dias do calendário dedicado a um ou mais santos ou eveentos.
Mas o problema que agora se levanta é  o da valoração de uns feriados em relação aos outros. A ICAR quer ter prerrogativas de estado quando não passa de uma confissão religiosa e como tal nada tem de universal relativamente à sociedade portuguesa. Por outro lado, denttro do poder instituído, há quem se arrogue no direito de definir quais são os feriados que merecem continuar a sê-lo e os que serão banidos do calendário civil.
Em ambos os casos serão os conceitos individuais, de clérigos e governantes, que ao arrepio dos destinatários, os cidadãos, se darão ao direito de decidir.
No que me toca sou absolutamente relutante ao desparecimento dos feriados civis, os patrocinados pelo Estado, na medida em que são os que respeitam à sociedade portuguesa no seu todo. Mas, mesmo assim, ainda poderia encontrar um ou outro que não me chocaria negligenciar, casos do Carnaval e do 10 de Junho.
Quanto aos religiosos, cuja existência ou não,em nada me afecta, mas condescendendo, tudo ou quase tudo  se poderia resumir à manutenção do dia 1 de Novembro, dia de todos os santos, em que de uma só vez ficariam todos comemorados.
Mas insisto ! Quem vai definir pelo conjunto da sociedade portuguesa o que se mantem ou é banido ?
Para ser um processo justo deveria haver um referendo. É que, ainda por cima, não acreditando eu, minimamente, na pessoa que está a levantar o problema, o incapaz ministro da economia, o Álvaro, mais de pé atrás fico quanto à sapiência de uma decisão correcta.
Mas esperemos. O assunto não é grave nem é de urgente necessidade de decisão. Existem outras coisas mais importantes a decidir para o futuro do País. Só quem não sabe o que fazer às coisas importantes se preocupa com a urgência de resolução de um assunto como este.

Feriados Nacionais
· 1 DE JANEIRO
- ANO NOVO
· 5 DE FEVEREIRO
- CARNAVAL
· 18 DE ABRIL
- SEXTA-FEIRA SANTA
· 20 DE ABRIL
- PÁSCOA
· 25 DE ABRIL
- DIA DA LIBERDADE
· 1 DE MAIO
- DIA DO TRABALHADOR
· 10 DE JUNHO
- DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES
· 19 DE JUNHO
- CORPO DE DEUS
· 15 DE AGOSTO
- ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
· 5 DE OUTUBRO
- DIA DA IMPLANTAÇÃO DA RÉPUBLICA
· 1 DE NOVEMBRO
- DIA DE TODOS OS SANTOS
· 1 DE DEZEMBRO
- DIA DA INDEPENDÊNCIA
· 8 DE DEZEMBRO
- IMACULADA CONCEIÇÃO
· 25 DE DEZEMBRO
- NATAL

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Premonição

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Que se estará a passar quando um dia  ouvirmos o sr. Olli Rehn afirmar em Bruxelas que o caso alemão nada tem a ver ou de parecido com os do resto da Europa...?

Sobre os feriados religiosos

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Como se o estatuto de uma confissão religiosa fosse idêntico ao de um Estado, ainda por cima laico, (já nos basta a fantochada do estado do Vaticano), a ICAR tem o desplante de chantagear a troca de feriados religiosos, apenas , e desde que o Estado faça o mesmo no que respeita aos dias de feriados civis.
A pouca vergonha tem limites...

Igreja renuncia a dois feriados se Estado também o fizer com feriados civis"


Aceda a:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2111257

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Uma história exemplar nos dias de hoje


Um amigo do António, chamemos-lhe Zé, pediu~lhe um conselho sobre um automóvel em segunda mão que queria comprar. O António e o Zé sempre foram muito amigos e o Zé considerava o António um homem de confiança, correcto , frontal e conhecedor do assunto, daí o pedido que lhe fez.
Ora o António foi ver a viatura e não gostou nem da parte exterior, a pintura estava velha e riscada e o modelo era demasiado antigo assim como o motor lhe deixava tremendas dúvidas porque nem o motor de arranque funcionava.
António viu manifestamente que o carro não prestava e que o Zé iria certamente fazer um mau negócio. Daí que, pensando maduramentre no assunto, foi ter com o dono do stand e exigiu-lhe, para defesa do amigo, que lhe desse a garantia de que o carro nunca griparia. Ora o dono do stand disse-lhe logo que sim...enquanto for palavreado nada a opor.
O António foi ter com o Zé e disse-lhe então que o carro era um verdadeiro chasso e que não lhe devia durar mais que 6 meses mas que ele falara com o dono do stand que lhe afirmou, de viva voz, que o carro nunca griparia.
Desse modo, ele António, achava que o Zé podia comprar o carro mas que o melhor que podia fazer era deixá-lo parado à porta não fosse a viatura avariar em qualquer deslocação e já não tivesse arranjo;
asssim nunca teria a maçada, inclusivé, de pedir que o vendedor cumprisse a garantia.
O Zé achou estranha a proposta do seu grande amigo, mas pelo sim pelo não, amigos amigos negócios àparte, preferiu não seguir a indicação do António e foi procurar outro stand e outro amigo que soubesse de automóveis.
Não sei porquê  mas esta história lembra-me qualquer coisa...

A Hora da Poesia- Rádio Vizela

www.mixcloud.com/Radiovizela/hora-da-poesia-entrevista-a-miguel-gomes-coelho-10072019/?fbclid=IwAR095cmi1MHhzKytias_ssHY3hooCm5P2TqODIjm7w...