Passados que foram os meses em que a Presidência da República esteve envolvida na célebre história das escutas no Palácio de Belém, na sequência das quais, por ter sido descoberta a marosca em que estava envolvido o assessor Fernando Lima e o Jornal "Público", conforme foi noticiado pelos meios da Comunicação Social, e nunca efectivamente desmentido, eis que o PR resolve promover o mesmo Fernando Lima no organigrama da sua Casa Civil.
Nunca foi completamente esclarecido o assunto das escutas (?); na altura o PR retirou o seu assessor para a Comunicação Social da circulção mas não o demitiu, esperando que o assunto caísse no esquecimento. Mas as pessoas não esquecem, para mais quando, com outra situação de escutas, e essas efectivas, se põe em causa um político, chefe do Governo, a quem se exigem, por parte do partido que apoiou a eleição do mesmo PR, mas não só, explicações políticas dos seus actos.
Dois pesos e duas medidas, para já não falar nas explicações que publicamenbte deviam ser exigidas ao PR sobre os seus investimentos no BPN, até hoje mal explicadas, e que por muita gente têm sido pedidas. Mas ao outro político exige-se tudo e não se espera. Mesmo com processos arquivados.
Cavaco esperou que a poeira assentasse mas esqueceu-se que existem ventos que sopram quando menos se espera...
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Luta pela sucessão de Manuela Ferreira Leite ficou à porta
Tudo o que diga respeito a polítca, na vida de Ferreira Leite, fica à porta.
A senhora nunca descobriu como se entra em tal "edifício".
Na realidade, a senhora está sempre de saída...mesmo de um edifício de que não conhece a entrada...
Pelos vistos, a sucessão sofre do mesmo anátema.
Num partido à deriva só um rato doido aceita ficar navio...
A senhora nunca descobriu como se entra em tal "edifício".
Na realidade, a senhora está sempre de saída...mesmo de um edifício de que não conhece a entrada...
Pelos vistos, a sucessão sofre do mesmo anátema.
Num partido à deriva só um rato doido aceita ficar navio...
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Proposta de reforço dos poderes presidenciais
O PSD vem propor, agora, nunca o tendo feito anteriormente, nem quando era governo ou tinha maioria na AR, que o PR nomeie os responsáveis das Reguladoras. Amanhã, certamente, pedirá que o faça para ouras situações. É uma tentativa, já denunciada, de aumento dos poderes presidenciais, inclusivamente de revisão da Constituição, já tentado aquando da eleição de Cavaco Silva para a Presidência da República - que ao PR sejam dados poderes de intervenção governativa.
Já não pensando no que isso tinha de inconstitucional, face ao legislado até ao momento, é uma tentativa, mais uma no sentido do pendor presidencialista, que a Direita portuguesa tenta fazer passar.
Mas uma coisa é o que tentam e outra coisa é o que é.
Se o PR, na Constituição Portuguesa, é o árbitro do regime, não é suposto que seja o responsável pela governação. Não se pode ser árbitro pertencendo a um dos contendores.
O que a Direita pretende é a menorização dos poderes do Governo, fundamentalmente quando o governo lhe é adverso. Nunca o suscitou quando governou. Podemos até descobrir, em declarações antigas, posições do actual PR que menorizava os poderes de intervenção do então Presidente face aos poderes do Governo então em funções e por ele dirigido.
O cerne do poder Legislativo está na AR e no Governo, cada um com a sua legitimidade democrática, tal qual a do PR.
Este desejo da Direita portuguesa mais não é de que um pretexto para uma revisão constitucional que se avizinha, em que é necessário ir marcando terreno, e toda e qualquer pequena transformação, mesmo que encapotada, possa, amanhã, vir a ser um válido contributo.
Gato escondido com o rabo de fora... é verdade.
Nada disto é construtivo; tudo isto é previsto e conducente a um fim que desejam.
Mais uma vez um logro disfarçado de bom procedimento.
Já não pensando no que isso tinha de inconstitucional, face ao legislado até ao momento, é uma tentativa, mais uma no sentido do pendor presidencialista, que a Direita portuguesa tenta fazer passar.
Mas uma coisa é o que tentam e outra coisa é o que é.
Se o PR, na Constituição Portuguesa, é o árbitro do regime, não é suposto que seja o responsável pela governação. Não se pode ser árbitro pertencendo a um dos contendores.
O que a Direita pretende é a menorização dos poderes do Governo, fundamentalmente quando o governo lhe é adverso. Nunca o suscitou quando governou. Podemos até descobrir, em declarações antigas, posições do actual PR que menorizava os poderes de intervenção do então Presidente face aos poderes do Governo então em funções e por ele dirigido.
O cerne do poder Legislativo está na AR e no Governo, cada um com a sua legitimidade democrática, tal qual a do PR.
Este desejo da Direita portuguesa mais não é de que um pretexto para uma revisão constitucional que se avizinha, em que é necessário ir marcando terreno, e toda e qualquer pequena transformação, mesmo que encapotada, possa, amanhã, vir a ser um válido contributo.
Gato escondido com o rabo de fora... é verdade.
Nada disto é construtivo; tudo isto é previsto e conducente a um fim que desejam.
Mais uma vez um logro disfarçado de bom procedimento.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Um dia feliz
Sob este título escreve Daniel de Oliveira um post que não pode deixar de ser lido.
Um comunista pode defender a Liberdade como a idealizamos ? Pode e deve !
Para o ler aceda a :
http://arrastao.org/sem-categoria/um-dia-feliz/
Um comunista pode defender a Liberdade como a idealizamos ? Pode e deve !
Para o ler aceda a :
http://arrastao.org/sem-categoria/um-dia-feliz/
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O fim de Cavaco Presidente já começou
Segundo o Jornal de Negócios, na sua edição de hoje, e que pode ser visitado acedendo a
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=391695
"Cavaco Silva recebe chumbo histórico dos portugueses em Outubro
Pela primeira vez em muitos anos, a actuação de um Presidente da República é avaliada negativamente pelos portugueses. Talvez tivessemos que recuar ao período pós-revolucionário para eventualmente encontrarmos uma avaliação igual."
Não há memória de uma situação idêntica na nossa democracia constitucional .
Parece que, utilizando palavras do próprio Cavaco, os portugueses já começaram a verificar qual é a má e a boa moeda.
Por culpa própria, Cavaco iniciou a descida do plano inclinado que o levará rapidamente
ao fim da sua vida política, sem mitos nem tabus.
É triste ver um Presidente delapidar todo um capital politico que verdadeiramente possuía e vê-lo ser abandonado e criticado pelos próprios apoiantes, como já sucede.
Não há dúvida que foi um erro de "casting".
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Pouco se fala de ...
"Portugal vai conseguir, pela primeira vez desde 2001, registar um desempenho económico superior à média da zona euro durante este ano e o próximo, prevêem quatro dos mais importantes institutos de investigação económica da Alemanha"
(Artigo de Sérgio Aníbal no Jornal Público em 15.10.09)
Esta notícia segue-se a uma outra em que as Agências de Rating pôem em causa a recuperação da economia portuguesa.
Investigação económica, uma ciência exata ?
Agências de Rating (há muito desacreditadas) política do lucro ?
(Artigo de Sérgio Aníbal no Jornal Público em 15.10.09)
Esta notícia segue-se a uma outra em que as Agências de Rating pôem em causa a recuperação da economia portuguesa.
Investigação económica, uma ciência exata ?
Agências de Rating (há muito desacreditadas) política do lucro ?
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Com um simples não, mas, talvez, caso a caso, nunca me comprometo
Ouvidas as reacções dos diversos partidos após as consultas do primeiro ministro indigitado, ficamos perfeitamente elucidados.
Todos dizem não, todos dizem talvez, o mas também aparece e então o caso a caso é geral.
Quer isto dizer que todos assinaram um tratado de hipocrisia.
Ninguém deseja que o governo caia porque levaria certamente a novas eleições e todos reconhecem que sairiam profundamente maltratados.
Por isso, adiam tomadas de posição perante os seus eleitorados para a votação do orçamento que serão obrigados a viabilizar nem que seja com a abstenção conjunta do oposição e consequente passagem do mesmo com os votos maioritários do partido do governo. E digo conjunta porque não estou a ver nenhum votar contra e assumi-lo perante os eleitores. Isso significaria intransigência política o que, perante os problemas que pairam sobre a cabeça dos portugueses, lhes causaria, certamente, muiros amargos de boca no futuro.
Daí que as declarações expendidas nestes dias pelos líderes políticos tenham um valor meramente simbólico, onde nenhum quer perder a face. Depois, no concreto, ver-se-ão as cambalhotas, as fintas e as esquivas, que o "interesse nacional" proporcionará . É que o "interesse nacional", então, já servirá para encher a boca e justificar posições. E nenhum partido quererá indispor os seus votantes.
A ver vamos...
Todos dizem não, todos dizem talvez, o mas também aparece e então o caso a caso é geral.
Quer isto dizer que todos assinaram um tratado de hipocrisia.
Ninguém deseja que o governo caia porque levaria certamente a novas eleições e todos reconhecem que sairiam profundamente maltratados.
Por isso, adiam tomadas de posição perante os seus eleitorados para a votação do orçamento que serão obrigados a viabilizar nem que seja com a abstenção conjunta do oposição e consequente passagem do mesmo com os votos maioritários do partido do governo. E digo conjunta porque não estou a ver nenhum votar contra e assumi-lo perante os eleitores. Isso significaria intransigência política o que, perante os problemas que pairam sobre a cabeça dos portugueses, lhes causaria, certamente, muiros amargos de boca no futuro.
Daí que as declarações expendidas nestes dias pelos líderes políticos tenham um valor meramente simbólico, onde nenhum quer perder a face. Depois, no concreto, ver-se-ão as cambalhotas, as fintas e as esquivas, que o "interesse nacional" proporcionará . É que o "interesse nacional", então, já servirá para encher a boca e justificar posições. E nenhum partido quererá indispor os seus votantes.
A ver vamos...
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Parece uma barata tonta
Depois de ouvir o que Manuela Ferreira Leite tem dito nestes dias de campanha para as Autárquicas, ouvi-la dizer hoje
"... que vai fazer uma «oposição responsável» ao Governo e que apoiará todas as medidas compatíveis com o interesse nacional. Manuela Ferreira Leite disse ainda que quer esperar pelo Orçamento de Estado para saber se o PSD votará a favor do documento."
não dá para entender .
A não ser que estivesse à espera da opinião do chefe...
"... que vai fazer uma «oposição responsável» ao Governo e que apoiará todas as medidas compatíveis com o interesse nacional. Manuela Ferreira Leite disse ainda que quer esperar pelo Orçamento de Estado para saber se o PSD votará a favor do documento."
não dá para entender .
A não ser que estivesse à espera da opinião do chefe...
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Pois, pensavamos nós
que a partir de segunda feira poderíamos recomeçar a pensar os problemas deste país de uma forma mais calma e construtiva .
Pura mentira.
Tudo o que rodeou, nos últimos meses, a campanha eleitoral para as Legislativas, e também o seu resultado, somado a todo o burburinho causado pela campanha das Autárquicas, não vai deixar, até pelas consequências das tomadas de posição de alguns dos seus principais protagonistas, que o nosso desígnio se venha a cumprir.
De facto, e o resultado das Autárquicas não é assim tão condicionador quanto isso, apenas pode servir para sarar algumas feridas e deixar outros a lambê-las durante algum tempo, a nova composição da Assembleia da República e o que daí advém (falta saber hoje os resultados da Emigração), não deixa grande margem para a acalmia da sociedade.
Acresce que, quebrada a confiança na actual Presidência da República, no seu papel arbitral, na sua contenção, no seu discernimento, todos os cenários previsíveis podem vir a ser alterados, aumentando, ainda mais, esta sensação de instabilidade que se acercou da política portuguesa.
Apresenta-se-nos até a hipótese de, terminada esta fase eleitoral, ser iniciada, fora de tempo porque muito antecipada, a campanha para as presidenciais. Já hoje houve noticia num jornal, pelo menos, da vontade do actual PR se recandidatar. Por tudo o que o tem rodeado, ultimamente, não vai ser pacífico, mesmo dentro do seu próprio partido, pelo que, também por aqui, a instabilidade se verá. Claro, desde que o PR não resigne, o que é previsível .
Assim, o trabalho não abranda, talvez até pelo contrário, aumente. E os problemas do País, esses a que nos deveríamos dedicar de forma ponderada a partir de dia 12 próximo, ficarão para segundo plano a não ser que imponhamos, nós, a quem de direito a obrigação de lhes dar primeira prioridade.
Mas será que acredito que isso possa suceder ou será , apenas, que quero acreditar...
Pura mentira.
Tudo o que rodeou, nos últimos meses, a campanha eleitoral para as Legislativas, e também o seu resultado, somado a todo o burburinho causado pela campanha das Autárquicas, não vai deixar, até pelas consequências das tomadas de posição de alguns dos seus principais protagonistas, que o nosso desígnio se venha a cumprir.
De facto, e o resultado das Autárquicas não é assim tão condicionador quanto isso, apenas pode servir para sarar algumas feridas e deixar outros a lambê-las durante algum tempo, a nova composição da Assembleia da República e o que daí advém (falta saber hoje os resultados da Emigração), não deixa grande margem para a acalmia da sociedade.
Acresce que, quebrada a confiança na actual Presidência da República, no seu papel arbitral, na sua contenção, no seu discernimento, todos os cenários previsíveis podem vir a ser alterados, aumentando, ainda mais, esta sensação de instabilidade que se acercou da política portuguesa.
Apresenta-se-nos até a hipótese de, terminada esta fase eleitoral, ser iniciada, fora de tempo porque muito antecipada, a campanha para as presidenciais. Já hoje houve noticia num jornal, pelo menos, da vontade do actual PR se recandidatar. Por tudo o que o tem rodeado, ultimamente, não vai ser pacífico, mesmo dentro do seu próprio partido, pelo que, também por aqui, a instabilidade se verá. Claro, desde que o PR não resigne, o que é previsível .
Assim, o trabalho não abranda, talvez até pelo contrário, aumente. E os problemas do País, esses a que nos deveríamos dedicar de forma ponderada a partir de dia 12 próximo, ficarão para segundo plano a não ser que imponhamos, nós, a quem de direito a obrigação de lhes dar primeira prioridade.
Mas será que acredito que isso possa suceder ou será , apenas, que quero acreditar...
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A incapacidade continua
Agora quer que, quem ainda nem sequer está indigitado, apresente um programa de governo.
A senhora continua a não compreender onde está.
domingo, 4 de outubro de 2009
O que se diz por aí ...
Os Povos também aprendem-José Ferreira Marques
Ainda o compromisso da esquerda - Ana Paula Fitas
Viva a República !-Ricardo Alves
Uma nota sobre o sim irlandês-Carlos Santos
sábado, 3 de outubro de 2009
Do apelo da Ana ao meu "porque sim"
Afinal, depois de muito pensar, assinei o "Compromisso de Esquerda".
E assinei "porque sim", porque gostaria de futuro de ver uma esquerda portuguesa unida no essencial e não na disputa de quintas ideológicas, que embora dêem muito gozo à filosofia, nada acrescenta de objectivo aos principios fundamentais que nos norteiam como "gente de esquerda" .
E "porque sim", porque , embora não acredite que se chegue a algum lado, dado o extremar de posições recentemente apresentado pelos mais altos representantes dos partidos parlamentares de esquerda, seria muito importante, também, que soubessem que existe "gente de esquerda " que discorda do seu imobilismo negocial e da sua prioridade aos conceitos, muitos deles sem qualquer aplicação prática na política global de hoje.
E "porque sim" porque demasiadas vezes vem ao meu pensamento o ex-operário, sindicalista e dirigente o Partido dos Trabalhadores do Brasil, e hoje Presidente daquele país, Lula da Silva.
Ninguém dirá que não é um homem de esquerda, que não desenvolveu políticas de esquerda, mas também que soube ver o país que governava, e os problemas que tinha de enfrentar e resolver face à conjuntura política e económica mundial, tendo consciência dos terrenos que podia pisar e os que não devia. Daí e contra todas as expectativas, Lula da Silva, incluiu o Brasil no rol das grandes potencias económicas e políticas, respeitado e ouvido. Filosoficamente de esquerda não deixou, contudo, que a filosofia lhe tolhesse o discernimento político, e com isso quem ganhou foi o povo brasileiro e fundamentalmente os mais desfavorecidos.
Foi por tudo isto, Ana, "porque sim"
E assinei "porque sim", porque gostaria de futuro de ver uma esquerda portuguesa unida no essencial e não na disputa de quintas ideológicas, que embora dêem muito gozo à filosofia, nada acrescenta de objectivo aos principios fundamentais que nos norteiam como "gente de esquerda" .
E "porque sim", porque , embora não acredite que se chegue a algum lado, dado o extremar de posições recentemente apresentado pelos mais altos representantes dos partidos parlamentares de esquerda, seria muito importante, também, que soubessem que existe "gente de esquerda " que discorda do seu imobilismo negocial e da sua prioridade aos conceitos, muitos deles sem qualquer aplicação prática na política global de hoje.
E "porque sim" porque demasiadas vezes vem ao meu pensamento o ex-operário, sindicalista e dirigente o Partido dos Trabalhadores do Brasil, e hoje Presidente daquele país, Lula da Silva.
Ninguém dirá que não é um homem de esquerda, que não desenvolveu políticas de esquerda, mas também que soube ver o país que governava, e os problemas que tinha de enfrentar e resolver face à conjuntura política e económica mundial, tendo consciência dos terrenos que podia pisar e os que não devia. Daí e contra todas as expectativas, Lula da Silva, incluiu o Brasil no rol das grandes potencias económicas e políticas, respeitado e ouvido. Filosoficamente de esquerda não deixou, contudo, que a filosofia lhe tolhesse o discernimento político, e com isso quem ganhou foi o povo brasileiro e fundamentalmente os mais desfavorecidos.
Foi por tudo isto, Ana, "porque sim"
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A ler
Se tiverem oportunidade leiam o post de Daniel de Oliveira, no Arrastão.
"Com um governo minoritário a esquerda tem de fazer valer os seus votos"
http://arrastao.org/
Pelo menos, e como já sabiamos, ainda existem comentadores capazes de discernir sobre os assuntos , quer se concorde ou não com eles, sem, no entanto, se colocarem em posições extremadas.
"Com um governo minoritário a esquerda tem de fazer valer os seus votos"
http://arrastao.org/
Pelo menos, e como já sabiamos, ainda existem comentadores capazes de discernir sobre os assuntos , quer se concorde ou não com eles, sem, no entanto, se colocarem em posições extremadas.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Um desafio
Os órgãos de comunicação social são, geralmente, muito lestos a pedir sondagens sobre tudo e mais alguma coisa.
Seria interessante, uma vez que se me afigura impossível fazer um referendo nacional sobre as atitudes do PR, que os referidos órgãos da CS promovessem, agora, estudos de opinião sobre esta matéria candente.
Será que existirá coragem para tanto ?
Talvez fosse demasiadamente importante para o futuro do País.
Seria interessante, uma vez que se me afigura impossível fazer um referendo nacional sobre as atitudes do PR, que os referidos órgãos da CS promovessem, agora, estudos de opinião sobre esta matéria candente.
Será que existirá coragem para tanto ?
Talvez fosse demasiadamente importante para o futuro do País.
Comunicado do Presidente da República (II)
Será que a assessoria de imprensa de Belém terá já feito hoje a resenha das reacções ao comunicado do PR e lha deu a ler ?
Estará Cavaco satisfeito com as mesmas reacções públicas, inclusive com as mini-sondagens que entretanto foram sendo feitas nos órgãos de informação na Internet ?
Se está satisfeito, se considera que tomou a decisão certa, se acha que o caminho é este, então só tenho uma coisa a concluir :
O Senhor Presidente da República não está bem, mesmo nada bem.
Será mesmo de começar a pensar se está em condições de continuar.
É altura dos constitucionalistas começarem a debruçar-se sobre as saídas possíveis para tão inusitado problema.
Triste Portugal, merecias melhor sorte...
Estará Cavaco satisfeito com as mesmas reacções públicas, inclusive com as mini-sondagens que entretanto foram sendo feitas nos órgãos de informação na Internet ?
Se está satisfeito, se considera que tomou a decisão certa, se acha que o caminho é este, então só tenho uma coisa a concluir :
O Senhor Presidente da República não está bem, mesmo nada bem.
Será mesmo de começar a pensar se está em condições de continuar.
É altura dos constitucionalistas começarem a debruçar-se sobre as saídas possíveis para tão inusitado problema.
Triste Portugal, merecias melhor sorte...
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Legislativas 2009 (V)
Contra tudo e contra todos este homem é um sobrevivente.
Um populista encartado que sabe perfeitamente o que tem de ser feito para se manter à tona.
Ideologicamente é aquilo que tiver de ser no momento apropriado, sem rebuços nem estados de alma.
É, na realidade, um político dos pés à cabeça. Pode-se não gostar nem do estilo nem da mensagem mas é obrigatório considerá-lo como um dos grandes da sua geração. E o PP é cada vez mais o Partido do Paulo, e é disso que vive e só com isso subsistirá.
Legislativas 2009 (III)
Um erro de "casting".
A melhor maneira de definir a sua derrota está nas palavras do Dr. Miguel Veiga, hoje, à CS.
Passará à história sem relevância alguma.
Legislaticas 2009 (II)
É um facto que teve um extraordinário aumento de votos.
O seu objectivo primordial foi o combate contra o PS e conseguiu "roubar-lhe" uma ou duas centenas de milhares de votos, retirando-lhe, assim, a possibilidade da maioria absoluta.
Mas de tanto olhar para o PS esqueceu-se que à direita também existem populistas capazes de arrebanhar votos e Louçã foi ultrapassado, contra todas as previsões, pelo PP de /Paulo Portas.
Não deixou de ser um erro de análise política que lhe custou o lugar previligiado que tinha na cena política nacional assim como lhe retirou a influência parlamentar com que chegou a sonhar.
Louçã, tendo ganho algo, perdeu objectivamentge em termos de influência.
Sócrates tinha razão. Ao querer enfraquecer o PS, Louçã, ajudou a fortalecer a direita, dando a esta, objectivamente, a posição de charneira no panorama partidário português.
O seu objectivo primordial foi o combate contra o PS e conseguiu "roubar-lhe" uma ou duas centenas de milhares de votos, retirando-lhe, assim, a possibilidade da maioria absoluta.
Mas de tanto olhar para o PS esqueceu-se que à direita também existem populistas capazes de arrebanhar votos e Louçã foi ultrapassado, contra todas as previsões, pelo PP de /Paulo Portas.
Não deixou de ser um erro de análise política que lhe custou o lugar previligiado que tinha na cena política nacional assim como lhe retirou a influência parlamentar com que chegou a sonhar.
Louçã, tendo ganho algo, perdeu objectivamentge em termos de influência.
Sócrates tinha razão. Ao querer enfraquecer o PS, Louçã, ajudou a fortalecer a direita, dando a esta, objectivamente, a posição de charneira no panorama partidário português.
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Sonhar a terra livre e insubmissa
E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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Alegre Manuel alegre até à morte que lindo nome para um homem triste que lindo nome para um homem forte. Alegre Manuel despedaça...
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" Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, e...






