1.Acerca do preço dos combustíveis, quem mais se assanha hoje, face aos preços praticados em Portugal, foi quem promoveu e lutou pela sua liberalização. Pelos vistos só mercado não é bom...
2.A propósito ouviram já o Dr. António Borges, insigne economista, e activo vice do PSD, com gosto pelas conferências de imprensa, fazer algum comentário à situação da Banca Internacional, e à economia de casino promovida pelos grandes Bancos, mormente aquela instituição americana de quem ele foi durante tanto tempo Vice-presidente, a Golden Sachts, que parece não estar , também, em grande situação ?
3.Estar na oposição e falar não é a mesma coisa que estar no governo. Que o diga o Dr. Vieira da Silva e o seu Código de Trabalho .
Isto hoje foi só um cheirinho.
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Lei do Divórcio reaprovada
Vitória de Pirro, das forças conservadoras e da Igreja Católica,foi aquilo que chamei ao veto presidencial relativamente à Lei do Divórcio.
O Bispo D. Carlos Azevedo bem poderá, já, desatarrachar o sorriso irónico e o D.Jorge de Braga, mandar às "ortigas" os seus conselhos e pensamentos.
Ficam a aprender que a sua influência perniciosa tem os dias contados.
A Assembleia de República, numa generalidade, cumpriu o seu papel sem deserções face à primitiva votação de aprovação(A esquerda votou unida com apenas 1 voto contra no PS; do PSD houve 11 votos a favor e 6 abstenções).
Cabe agora ao Presidente da República promulgar a lei, o que, não sendo obrigado constitucionalmente a fazer, dado que, face às alterações, a Lei a ser apresentada, é considerada Lei nova, não deverá, contudo, querer entrar em querela com a forte maioria da Assembleia da República e ter de de vir a promulgá-la mais tarde, numa terceira apresentação. Seria um erro político muito grave e Cavaco sabe-o.
Assim limpará a má imagem que deixou aquando do veto político, ou então, e há quem o diga, agradecerà a forma como o ajudaram a contornar a dificuldade de perante o seu eleitorado habitual, proceder à promulgação : FUI OBRIGADO!
A partir daí Portugal será um país mais civilizado.
O Bispo D. Carlos Azevedo bem poderá, já, desatarrachar o sorriso irónico e o D.Jorge de Braga, mandar às "ortigas" os seus conselhos e pensamentos.
Ficam a aprender que a sua influência perniciosa tem os dias contados.
A Assembleia de República, numa generalidade, cumpriu o seu papel sem deserções face à primitiva votação de aprovação(A esquerda votou unida com apenas 1 voto contra no PS; do PSD houve 11 votos a favor e 6 abstenções).
Cabe agora ao Presidente da República promulgar a lei, o que, não sendo obrigado constitucionalmente a fazer, dado que, face às alterações, a Lei a ser apresentada, é considerada Lei nova, não deverá, contudo, querer entrar em querela com a forte maioria da Assembleia da República e ter de de vir a promulgá-la mais tarde, numa terceira apresentação. Seria um erro político muito grave e Cavaco sabe-o.
Assim limpará a má imagem que deixou aquando do veto político, ou então, e há quem o diga, agradecerà a forma como o ajudaram a contornar a dificuldade de perante o seu eleitorado habitual, proceder à promulgação : FUI OBRIGADO!
A partir daí Portugal será um país mais civilizado.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Realidade dura
Morremos por estarmos a mais
e estar a mais é ir morrendo em cada dia.
"Deambulações oblíquas" de António Ramos Rosa, pag.16
e estar a mais é ir morrendo em cada dia.
"Deambulações oblíquas" de António Ramos Rosa, pag.16
domingo, 14 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
Fundação ResPública
Tem-se levantado ultimamente na comunicação social mais uma tentativa de agravar situações dentro do PS.
Vem ao caso a Fundação ResPública, recentemente lançada com o patrocínio do Secretário-Geral e de mais 79 fundadores, pessoas gratas ao Partido, mas onde não se encontra incluído o deputado Manuel Alegre.
Ora, sabendo que o próprio Manuel Alegre foi o fundador de uma tendência dentro do próprio Partido, onde só militam os camaradas que o seguem,( se estiver errado que me perdoem), e patrocina o CNOS-Corrente de Opinião Socialista que promove tertúlias de discussão política, o que é relevante, além de um jornal na internet, o OPS, o que também é relevante, não se vê que fosse coerente a sua intervenção na ResPública, dado que nela se encontram os outros que ele contesta politicamente.
Não sendo do PS, o que eu me congratulo é que exista um Partido que esteja suficientemente vivo para que crie no seu interior organizações que discutam e publiquem as suas conclusões.
Os jornais precisam de vender e muitas vezes de envenenar.
Vem ao caso a Fundação ResPública, recentemente lançada com o patrocínio do Secretário-Geral e de mais 79 fundadores, pessoas gratas ao Partido, mas onde não se encontra incluído o deputado Manuel Alegre.
Ora, sabendo que o próprio Manuel Alegre foi o fundador de uma tendência dentro do próprio Partido, onde só militam os camaradas que o seguem,( se estiver errado que me perdoem), e patrocina o CNOS-Corrente de Opinião Socialista que promove tertúlias de discussão política, o que é relevante, além de um jornal na internet, o OPS, o que também é relevante, não se vê que fosse coerente a sua intervenção na ResPública, dado que nela se encontram os outros que ele contesta politicamente.
Não sendo do PS, o que eu me congratulo é que exista um Partido que esteja suficientemente vivo para que crie no seu interior organizações que discutam e publiquem as suas conclusões.
E no fim, quando for necessário decidir sobre os rumos das políticas, que se vá a votos e quem ganhar tenha a legitimidade de prosseguir essas mesmas políticas, sem ser contestado interna e/ou publicamente por quem perdeu o sufrágio, (ou a Democracia seria uma batata).
Quanto ao resto, é aquilo que a gente sabe:Os jornais precisam de vender e muitas vezes de envenenar.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Sarah Palin
Há uns dias atrás disse que não aceitaria jantar com esta senhora porque ela representa tudo o que eu abomino.
Eis que a dita resolveu dar-me mais um motivo para confirmar o que disse.
Então não é que a extraordinária senhora considera a possibilidade de declarar guerra à Rússia ?
Claro que a guerra era longe dos States, talvez na Europa ...
No aniversário do 11/9 os "falcões" americanos mostram que não aprendem nada...
Eis que a dita resolveu dar-me mais um motivo para confirmar o que disse.
Então não é que a extraordinária senhora considera a possibilidade de declarar guerra à Rússia ?
Claro que a guerra era longe dos States, talvez na Europa ...
No aniversário do 11/9 os "falcões" americanos mostram que não aprendem nada...
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Baptismo laico ?
Tive aqui há dias, através da televisão, conhecimento de que, em Espanha, estariam autorizados (?) os "baptismos laicos".
Sou visceralmente contra tudo o que seja "macaqueação".
Baptismo laico é uma macaqueção do baptismo religioso, primeiro sacramento que assinala a entrada num grupo religioso de determinada pessoa, independentemente da idade que tenha no momento.
Posso compreender o que pretenderão os promotores e até, noutras circunstâncias, poderia achar coerente. Mas "Baptismo laico" é uma pobre imitação de algo que poderia ser sublime para um cidadão ou aspirante a tal.
Se me disserem que poderá ser promovida uma cerimónia de "Afirmação" de uns pais, com testemunhas que podem ser padrinhos ou turores, de que pretendem que o seu filho venha a cumprir os desígnios das declarações Universais de Direitos, em particular os Humanos, nada tenho contra, até posso aplaudir.
Que, quando mais velho, a criança possa fazer essa "Confirmação" como acto cívico de acordo com o desejado anteriormente, também não vejo mal, mas não vou chamar-lhe "Crisma laico".
É que fundamentalmente, ao"macaquear" as religiões estão-lhes a dar a importância que cada vez menos têm ou já não têm. Estão a imitar como que tivessem o desejo de as substituir no acto, e não é disso que se trata.
Uma cerimónia que poderá ser linda na confirmação de desejos dirigidos à sociedade, ao homem e ao Mundo, ficarà à partida manchada, até por uma certa subserviência a códigos que nada têm a ver com a função.
Sou visceralmente contra tudo o que seja "macaqueação".
Baptismo laico é uma macaqueção do baptismo religioso, primeiro sacramento que assinala a entrada num grupo religioso de determinada pessoa, independentemente da idade que tenha no momento.
Posso compreender o que pretenderão os promotores e até, noutras circunstâncias, poderia achar coerente. Mas "Baptismo laico" é uma pobre imitação de algo que poderia ser sublime para um cidadão ou aspirante a tal.
Se me disserem que poderá ser promovida uma cerimónia de "Afirmação" de uns pais, com testemunhas que podem ser padrinhos ou turores, de que pretendem que o seu filho venha a cumprir os desígnios das declarações Universais de Direitos, em particular os Humanos, nada tenho contra, até posso aplaudir.
Que, quando mais velho, a criança possa fazer essa "Confirmação" como acto cívico de acordo com o desejado anteriormente, também não vejo mal, mas não vou chamar-lhe "Crisma laico".
É que fundamentalmente, ao"macaquear" as religiões estão-lhes a dar a importância que cada vez menos têm ou já não têm. Estão a imitar como que tivessem o desejo de as substituir no acto, e não é disso que se trata.
Uma cerimónia que poderá ser linda na confirmação de desejos dirigidos à sociedade, ao homem e ao Mundo, ficarà à partida manchada, até por uma certa subserviência a códigos que nada têm a ver com a função.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
10 de Setembro de 2008
Na véspera de um dos maiores crimes que a História sempre recordará, mas também dos muitos mais crimes que se lhe seguiram, a Ciência, isto é, a inteligência humana, inicia, na Suiça, uma esperiência crucial para explicar o Big-Bang, e com ela enterrar de vez aquilo a que que se instituiu chamar de Criacionismo.
Claro que isto não é o fundamental. O fundamental são os avanços que vão ser proporcionados à própria Ciência com o fito de melhorar a existência dos humanos e do mundo que nos cerca.
Mas esperamos , já, o estrebuchar das Religiões do Livro e outras que assentam no divino o fenómeno da criação do Universo.
Mas também não será assunto de preocupação geral. Os responsáveis religiosos que se mantenham nas cogitações sobre a forma de como hão-de dar a volta ao assunto, que a humanidade continuará à espera que os outros, os das resoluções sobre a vida no Mundo de hoje e de amanhã, os que pensam sobre o que a ciência nos dará de melhor para benefício terreno das necessidades dos Povos e do Ambiente, lhes poderão vir a proporcionar.
Claro que isto não é o fundamental. O fundamental são os avanços que vão ser proporcionados à própria Ciência com o fito de melhorar a existência dos humanos e do mundo que nos cerca.
Mas esperamos , já, o estrebuchar das Religiões do Livro e outras que assentam no divino o fenómeno da criação do Universo.
Mas também não será assunto de preocupação geral. Os responsáveis religiosos que se mantenham nas cogitações sobre a forma de como hão-de dar a volta ao assunto, que a humanidade continuará à espera que os outros, os das resoluções sobre a vida no Mundo de hoje e de amanhã, os que pensam sobre o que a ciência nos dará de melhor para benefício terreno das necessidades dos Povos e do Ambiente, lhes poderão vir a proporcionar.
sábado, 6 de setembro de 2008
No carro eléctrico nº.28
Vem hoje na revista do DN uma reportagem sobre os assaltos perpetrados nesta linha, principalmente ao turistas que têm a pouca sorte de nele entrar.
Posso falar de tal assunto porque, há coisa de uns meses, assisti e intervim numa dessas situações.
Dois rapazinhos estavam a tentar limpar a carteira que um alemão trazia no bolso das calças.
Sentado no banco dos palermas, à rectaguarda, fui assistindo paulatinamente, eu e os outros, ao jogo do empurra entre os dois meninos, até conseguirem isolar o pobre do homem dos amigos que o acompanhavam.
Empurrão daqui, encosto dali, o bolso à disposição da mão, a paragem que estava a chegar e quando iam a meter a luva, este vosso amigo avisou so senhor, em inglês, "CUIDADO COM OS CARTEIRISTAS !..."
De imediato o senhor meteu a mão ao bolso, segurou a carteira e olhou em volta.
O comparsa do "mãozinhas" correu para a porta e saltou para o passeio, uma vez que tinhamos chegado à paragem. O "mãozinhas" ao ver-se descoberto, em vez de se pôr na alheta, resolveu tirar desforço do maldito denunciante e uma vez que ainda estavam a entrar passageiros e a porta da rectaguarda ainda estava aberta, tentou agredir-me, "maldito velho!", mas falhou e levou um calduço de raspão da minha lavra; não contente, e já no passeio, ainda tentou a pontapé atingir-me, já que me tinha deslocado para a porta, mas também falhou como falhou a minha resposta com um chuto.
A porta fechou. O nº.28 continuou a sua marcha, ouvindo eu os impropérios dos malandrins, e retornei ao meu lugar.
Os restantes passageiros, que tudo tinham visto, incluindo a dança dos meninos para limpar o alemão, olharam para mim com um olhar incrédulo.
Este velho tinha desmanchado o golpe dos putos.
O Senhor ao meu lado, que como eu assistira à função, disse-me:
-Isto é uma miséria. Estes gajos fazem o que querem conosco a ver...
Aí eu perguntei-lhe:
-Mas o senhor estava a ver e mais perto do alemão do que eu.Porque não falou ?
Retorquiu-me:
-Ah, sabe, eu sou de Lisboa mas vivo há muitos anos na Madeira...
Nem lhe respondi.
Mas fiquei a saber porque é que no carro da linha nº.28 os turistas e os nacionais são tão assaltados:
-Porque os lisboetas são cobardolas e uns individualistas e só se queixam quando lhes toca pela porta.
Não é comigo não me meto...!
Pois é, e depois digam que eu tenho mau feitio...
Posso falar de tal assunto porque, há coisa de uns meses, assisti e intervim numa dessas situações.
Dois rapazinhos estavam a tentar limpar a carteira que um alemão trazia no bolso das calças.
Sentado no banco dos palermas, à rectaguarda, fui assistindo paulatinamente, eu e os outros, ao jogo do empurra entre os dois meninos, até conseguirem isolar o pobre do homem dos amigos que o acompanhavam.
Empurrão daqui, encosto dali, o bolso à disposição da mão, a paragem que estava a chegar e quando iam a meter a luva, este vosso amigo avisou so senhor, em inglês, "CUIDADO COM OS CARTEIRISTAS !..."
De imediato o senhor meteu a mão ao bolso, segurou a carteira e olhou em volta.
O comparsa do "mãozinhas" correu para a porta e saltou para o passeio, uma vez que tinhamos chegado à paragem. O "mãozinhas" ao ver-se descoberto, em vez de se pôr na alheta, resolveu tirar desforço do maldito denunciante e uma vez que ainda estavam a entrar passageiros e a porta da rectaguarda ainda estava aberta, tentou agredir-me, "maldito velho!", mas falhou e levou um calduço de raspão da minha lavra; não contente, e já no passeio, ainda tentou a pontapé atingir-me, já que me tinha deslocado para a porta, mas também falhou como falhou a minha resposta com um chuto.
A porta fechou. O nº.28 continuou a sua marcha, ouvindo eu os impropérios dos malandrins, e retornei ao meu lugar.
Os restantes passageiros, que tudo tinham visto, incluindo a dança dos meninos para limpar o alemão, olharam para mim com um olhar incrédulo.
Este velho tinha desmanchado o golpe dos putos.
O Senhor ao meu lado, que como eu assistira à função, disse-me:
-Isto é uma miséria. Estes gajos fazem o que querem conosco a ver...
Aí eu perguntei-lhe:
-Mas o senhor estava a ver e mais perto do alemão do que eu.Porque não falou ?
Retorquiu-me:
-Ah, sabe, eu sou de Lisboa mas vivo há muitos anos na Madeira...
Nem lhe respondi.
Mas fiquei a saber porque é que no carro da linha nº.28 os turistas e os nacionais são tão assaltados:
-Porque os lisboetas são cobardolas e uns individualistas e só se queixam quando lhes toca pela porta.
Não é comigo não me meto...!
Pois é, e depois digam que eu tenho mau feitio...
Aceitarias jantar com Sarah Palin ?
Se me fizessem tal convite pensaria certamente duas vezes :
A primeira para descobrir como haveria de não ser indelicado;
A segunda para dizer um rotundo NÃO !
Sarah Palin represente tudo o que eu abomino :
1. É contra o aborto, mesmo por mal deformação do feto ou por violação. Só o aceita se a vida da mãe corre perigo, o que não deixa de ser uma hipocrisia .
2. No que se refere ao ambiente não considere que o aquecimento global provem da acção humana e é contra a colocação do urso polar na lista das espécies em perigo.
3. Na energia é a favor do investimento nas novas fontes mas também e sobretudo a favor de mais oleodutos e da energia nuclear.
4. Na educação é contra a educação sexual nas escolas, defende a abstinência antes do casamento, e é a favor do ensino do criacionismo.
5. Faz parte do looby das armas e é contra a proibição de porte de arma na capital dos EUA.
6. É contra o casamento dos homossexuais.
Como podem observar é uma querida...
Tremo só de pensar que isto pode vir a ser vice-presidente dos EUA.
Só por isto tudo, certamente que iria ter uma má digestão e a conversa seria impossível ou acabava à estalada.
Na realidade nunca vi uma candidata a qualquer coisa tão reaccionária. Ou melhor vi, mas tinha de recuar aos tempos da Mocidade Portuguesa.
Não valeria a pena aceitar o jantar.
A primeira para descobrir como haveria de não ser indelicado;
A segunda para dizer um rotundo NÃO !
Sarah Palin represente tudo o que eu abomino :
1. É contra o aborto, mesmo por mal deformação do feto ou por violação. Só o aceita se a vida da mãe corre perigo, o que não deixa de ser uma hipocrisia .
2. No que se refere ao ambiente não considere que o aquecimento global provem da acção humana e é contra a colocação do urso polar na lista das espécies em perigo.
3. Na energia é a favor do investimento nas novas fontes mas também e sobretudo a favor de mais oleodutos e da energia nuclear.
4. Na educação é contra a educação sexual nas escolas, defende a abstinência antes do casamento, e é a favor do ensino do criacionismo.
5. Faz parte do looby das armas e é contra a proibição de porte de arma na capital dos EUA.
6. É contra o casamento dos homossexuais.
Como podem observar é uma querida...
Tremo só de pensar que isto pode vir a ser vice-presidente dos EUA.
Só por isto tudo, certamente que iria ter uma má digestão e a conversa seria impossível ou acabava à estalada.
Na realidade nunca vi uma candidata a qualquer coisa tão reaccionária. Ou melhor vi, mas tinha de recuar aos tempos da Mocidade Portuguesa.
Não valeria a pena aceitar o jantar.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Afinal o que querem os Portugueses ?
Acabou o tempo de férias.
E lá voltamos nós, de novo, ao noticiário político habitual.
Novidades nenhumas. Parece até que não houve tempo de férias. Os assuntos são os mesmos.
E lá vêem os funcionários públicos com as suas renvidicações, com especial destaque para os professores e outras corporações que têm larga repercussão na Comunicação Social.
E vem o desemprego no sector privado com o encerramento de empresas e/ou outras maquinações de gestão.
E aparecem, de novo, os partidos com as suas "rentrées" a exigir o que acham necessário para dar a volta às dificuldades do País e a aproveitar-se de situações, mormente a segurança,para contabilizar a seu favor o descontentamento popular.
E aparece o Governo e o seu partido a afirmar que tudo corre segundo o previsto e o que não corre já tem medidas apropriadas para a sua resolução.
Mas afinal o que querem os Portugueses ?
Os Portugueses querem tudo o que os possa beneficiar e pouco ou quase nada a que possam ser obrigados.
Os Portugueses querem viver e ganhar à europeia ou à americana mas não querem leis e obrigações à europeia ou à americana.
Querem uma economia aberta e liberal mas não os efeitos das mesmas.
Quere-se tudo o de melhor que os outros têm mas não se quere tudo aquilo a que os outros são obrigados.
Olha-se permanentemente para o Estado como responsável pelo desemprego, mas não se olha para si próprio como responsável pela sua manutenção no desemprego.
Deseja-se uma melhor economia mas exige-se o que a economia não está apta a dar.
Diz-se mal da Educação mas a grande maioria não se preocupa minimamente com a educação dos seus.
Diz-se mal do volume de impostos mas todos procuram e dão-se a ares por fugir aos impostos.
E poderia continuar por todas as outras áreas da governança que se encontraria, decerto, razões e motivos para uma situação e o seu contrário.
Afinal o querem os Portugueses ?
Assim este país parece um circo, muita côr e muita luz, mas também muita dôr humana e muita miséria, e nós, que nele vivemos e olhamos, começamos a pensar que não somos mais do que uns meros e desengraçados palhaços.
E lá voltamos nós, de novo, ao noticiário político habitual.
Novidades nenhumas. Parece até que não houve tempo de férias. Os assuntos são os mesmos.
E lá vêem os funcionários públicos com as suas renvidicações, com especial destaque para os professores e outras corporações que têm larga repercussão na Comunicação Social.
E vem o desemprego no sector privado com o encerramento de empresas e/ou outras maquinações de gestão.
E aparecem, de novo, os partidos com as suas "rentrées" a exigir o que acham necessário para dar a volta às dificuldades do País e a aproveitar-se de situações, mormente a segurança,para contabilizar a seu favor o descontentamento popular.
E aparece o Governo e o seu partido a afirmar que tudo corre segundo o previsto e o que não corre já tem medidas apropriadas para a sua resolução.
Mas afinal o que querem os Portugueses ?
Os Portugueses querem tudo o que os possa beneficiar e pouco ou quase nada a que possam ser obrigados.
Os Portugueses querem viver e ganhar à europeia ou à americana mas não querem leis e obrigações à europeia ou à americana.
Querem uma economia aberta e liberal mas não os efeitos das mesmas.
Quere-se tudo o de melhor que os outros têm mas não se quere tudo aquilo a que os outros são obrigados.
Olha-se permanentemente para o Estado como responsável pelo desemprego, mas não se olha para si próprio como responsável pela sua manutenção no desemprego.
Deseja-se uma melhor economia mas exige-se o que a economia não está apta a dar.
Diz-se mal da Educação mas a grande maioria não se preocupa minimamente com a educação dos seus.
Diz-se mal do volume de impostos mas todos procuram e dão-se a ares por fugir aos impostos.
E poderia continuar por todas as outras áreas da governança que se encontraria, decerto, razões e motivos para uma situação e o seu contrário.
Afinal o querem os Portugueses ?
Assim este país parece um circo, muita côr e muita luz, mas também muita dôr humana e muita miséria, e nós, que nele vivemos e olhamos, começamos a pensar que não somos mais do que uns meros e desengraçados palhaços.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Juizes libertam traficantes de armas
Depois digam que é mau feitio ...
Mas andam a brincar conosco, não ?
Bem prega Pinto Monteiro, mas os senhores juizes são mocos.
Depois digam que a culpa é das Leis e do Governo.
Será que aqui também iremos pagar alguma coisa, não em Euros, mas em mais crime ?
E depois quem se responsabiliza ?
Como sempre, ninguém !
Mas andam a brincar conosco, não ?
Bem prega Pinto Monteiro, mas os senhores juizes são mocos.
Depois digam que a culpa é das Leis e do Governo.
Será que aqui também iremos pagar alguma coisa, não em Euros, mas em mais crime ?
E depois quem se responsabiliza ?
Como sempre, ninguém !
Amenta o número de candidatos a padres
Pudera não, com o desemprego que existe os jovens aceitam qualquer coisa ...
Paulo Pedroso ganhou acção contra o Estado
Não o conheço pessoalmente e a única coisa que podia dizer a seu respeito é que tinha sido um belíssimo governante.
Fiquei espantadíssimo com a acusação contra ele formulada apenas porque, defeito humano, aquela figura pública nunca me despertara qualquer animosidade. Mas quem vê caras não vê corações e, daí, dar o benefício da dúvida às autoridades judiciais.
Com o decorrer do processo, que sempre me cheirou a esturro, e com as decisões posteriores da Justiça, mais se foi inculcando no meu espírito que o pobre do homem estava a ser vítima de uma maquinação sabiamente dirigida.
Mas como ele próprio diz, hoje no DN, a Justiça venceu e há que acreditar nela mais do que nunca.
Ora o que isto levanta, neste momento, é que podemos e devemos acreditar na Justiça, mas será que devemos ou podemos acreditar nos seus agentes, ou melhor, indiscriminadamente nos seus agentes ?
Creio que não !
Se fosse um empregado superior de uma empresa privada a dar um prejuízo à sua entidade patronal de 100.000 Euros, neste momento, já estava despedido e dificilmente arranjaria novo emprego com as mesmas atribuições.
Em Portugal isso não se passa na Justiça.
Um qualquer agente judicial, seja qual for o seu cargo, pode cometer os maiores dislates que raramente é sancionado pelas estruturas de que depende.
O que vai acontecer ao célebre, tristemente célebre, juiz Teixeira ?
Nada ! Vai continuar a julgar.
Para ele nada sucede como responsável de arbitrariedades e maus julgamentos, tudo com base numa inimputabilidade mais do que discutível.
E quem fala do juiz Teixeira fala nos outros todos que deram o seu amen a este processo ou no que contribuiram para o mesmo. Inclusivé, a antiga Provedora da Casa Pia. Também ela tem culpas largas neste cartório.
Fico satisfeito pela constante de vitórias de Paulo Pedroso contra os excessos da justiça, não da Justiça, mas só pergunto:
-Quem vai pagar os 100.000 Euros ?
-O Dr. Teixeira, os responsáveis do MP e da Judiciária ?
-Não ! Somos todos nós, os nossos impostos, aquilo que nos custa a ganhar.
Somos nós que pagamos os dislates de certos agentes da justiça, não da Justiça.
Que bom seria se pudessemos pedir o retorno, como nas Finanças, aos agentes responsáveis por má gestão dos processos. A todos !
Fiquei espantadíssimo com a acusação contra ele formulada apenas porque, defeito humano, aquela figura pública nunca me despertara qualquer animosidade. Mas quem vê caras não vê corações e, daí, dar o benefício da dúvida às autoridades judiciais.
Com o decorrer do processo, que sempre me cheirou a esturro, e com as decisões posteriores da Justiça, mais se foi inculcando no meu espírito que o pobre do homem estava a ser vítima de uma maquinação sabiamente dirigida.
Mas como ele próprio diz, hoje no DN, a Justiça venceu e há que acreditar nela mais do que nunca.
Ora o que isto levanta, neste momento, é que podemos e devemos acreditar na Justiça, mas será que devemos ou podemos acreditar nos seus agentes, ou melhor, indiscriminadamente nos seus agentes ?
Creio que não !
Se fosse um empregado superior de uma empresa privada a dar um prejuízo à sua entidade patronal de 100.000 Euros, neste momento, já estava despedido e dificilmente arranjaria novo emprego com as mesmas atribuições.
Em Portugal isso não se passa na Justiça.
Um qualquer agente judicial, seja qual for o seu cargo, pode cometer os maiores dislates que raramente é sancionado pelas estruturas de que depende.
O que vai acontecer ao célebre, tristemente célebre, juiz Teixeira ?
Nada ! Vai continuar a julgar.
Para ele nada sucede como responsável de arbitrariedades e maus julgamentos, tudo com base numa inimputabilidade mais do que discutível.
E quem fala do juiz Teixeira fala nos outros todos que deram o seu amen a este processo ou no que contribuiram para o mesmo. Inclusivé, a antiga Provedora da Casa Pia. Também ela tem culpas largas neste cartório.
Fico satisfeito pela constante de vitórias de Paulo Pedroso contra os excessos da justiça, não da Justiça, mas só pergunto:
-Quem vai pagar os 100.000 Euros ?
-O Dr. Teixeira, os responsáveis do MP e da Judiciária ?
-Não ! Somos todos nós, os nossos impostos, aquilo que nos custa a ganhar.
Somos nós que pagamos os dislates de certos agentes da justiça, não da Justiça.
Que bom seria se pudessemos pedir o retorno, como nas Finanças, aos agentes responsáveis por má gestão dos processos. A todos !
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Eu votaria OBAMA
Não sou Americano nem gostaria, sequer, de o ser.
Mas se o fosse votaria, sem sombra de dúvidas, em Barak Obama.
É altamente desejável que volte a existir nos EUA um Presidente de rosto humano, um homem cultural, moral, económico e politicamente evoluído.
Um homem que se demonstra como um de entre nós, com todas as virtudes e defeitos do homem comum, capaz de transgredir e confessá-lo, capaz de ter força interior para lutar pela maioria, por aqueles que são como ele foi e que são obrigados a lutar como ele lutou, sem pertencer a dinastias, sem sucessões asseguradas.
Espero que ganhe e leve à prática aquilo a que se propõe, mas que o seu papel vai ser muito difícil e extremamente armadilhado pela direita americana lá isso vai.
Espera-se que demonstre a força com que vem afamado. Espera-se que consiga levar o seu programa político a bom porto, para bem da maioria dos americanos.
Mas se o fosse votaria, sem sombra de dúvidas, em Barak Obama.
É altamente desejável que volte a existir nos EUA um Presidente de rosto humano, um homem cultural, moral, económico e politicamente evoluído.
Um homem que se demonstra como um de entre nós, com todas as virtudes e defeitos do homem comum, capaz de transgredir e confessá-lo, capaz de ter força interior para lutar pela maioria, por aqueles que são como ele foi e que são obrigados a lutar como ele lutou, sem pertencer a dinastias, sem sucessões asseguradas.
Espero que ganhe e leve à prática aquilo a que se propõe, mas que o seu papel vai ser muito difícil e extremamente armadilhado pela direita americana lá isso vai.
Espera-se que demonstre a força com que vem afamado. Espera-se que consiga levar o seu programa político a bom porto, para bem da maioria dos americanos.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Sobre a violência
O meu feitiozinho esteve quase a começar este post com a indicação de que lido, por mero acaso, a edição matinal, de hoje, de O Público, perante aquilo que é um deserto, graças às escolhas, legítimas aliás, do seu Director,de que tinha reafirmado a minha intenção de continuar a a repudiar tal jornal.
Contudo, na última página, eis que aparece um oásis: "Uma vaga de violência" de Miguel Gaspar.
Um artigo sério que dignifica quem o escreveu, que contribui para a pública informação de referência, sem melindres nem populismos a que estamos habituados na maioria da comunicação social.
Teria sido bom, até, que o Senhor Presidente da República o tivesse lido antes de fazer as últimas declarações sobre o assunto.
Teria sido bom que o Dr. Aguiar Branco se não tivesse prestado ao papel de pedir a demissão do MAI, e tivesse o discernimento do jornalista Miguel Gaspar, já para não falar na doentia obcessão do Dr. Feio,(aliás o tipo é feio), do CDS-PP, ou pelos erros políticos da Dr. Manuela Ferreira Leite.
Como é destacado no artigo, assaltos a bancos e crimes, sempre houve, numas alturas mais e noutras menos.
Era bom que, perante um problema difícil como este, os responsáveis se comportassem como tal, em vez de virem ainda inflamar mais o sentido, na realidade ainda muito brando, de ausência de segurança pública.
Contudo, na última página, eis que aparece um oásis: "Uma vaga de violência" de Miguel Gaspar.
Um artigo sério que dignifica quem o escreveu, que contribui para a pública informação de referência, sem melindres nem populismos a que estamos habituados na maioria da comunicação social.
Teria sido bom, até, que o Senhor Presidente da República o tivesse lido antes de fazer as últimas declarações sobre o assunto.
Teria sido bom que o Dr. Aguiar Branco se não tivesse prestado ao papel de pedir a demissão do MAI, e tivesse o discernimento do jornalista Miguel Gaspar, já para não falar na doentia obcessão do Dr. Feio,(aliás o tipo é feio), do CDS-PP, ou pelos erros políticos da Dr. Manuela Ferreira Leite.
Como é destacado no artigo, assaltos a bancos e crimes, sempre houve, numas alturas mais e noutras menos.
Era bom que, perante um problema difícil como este, os responsáveis se comportassem como tal, em vez de virem ainda inflamar mais o sentido, na realidade ainda muito brando, de ausência de segurança pública.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Desculpem lá...
...mas eu hoje só tenho para dizer que fui almoçar com uma das minhas companhias favoritas, que comi um belíssimo bacalhau à Brás feito ao momento e uma sobremesa de marquise de chocolate com doce de ovos com amêndoa ralada.
É claro que o repasto foi acompanhado com conversa a condizer, alegre e desinibida, além da dose necessária de seriedade quando os assuntos a tal convinham.
Depois disto nada tenho a acrescentar...
É claro que o repasto foi acompanhado com conversa a condizer, alegre e desinibida, além da dose necessária de seriedade quando os assuntos a tal convinham.
Depois disto nada tenho a acrescentar...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Desastre no Aeroporto de Madrid
Que dirão agora os defensores da manutenção no activo do Aeroporto da Portela-Lisboa ?
O que teria sido se fosse cá com todo aquele casario e urbanizações que o rodeiam ?
Será que ainda não estão convencidos, pelo menos como medida de segurança, que é um crime mantê-lo ali ?
O que teria sido se fosse cá com todo aquele casario e urbanizações que o rodeiam ?
Será que ainda não estão convencidos, pelo menos como medida de segurança, que é um crime mantê-lo ali ?
Regime Jurídico da Lei do Divórcio-II
Aí estão eles !
Nem esperaram muito tempo para cantar loas ao veto presidencial.
A Conferência Episcopal de Lisboa vem agradecer a veneração religiosa do sr. Presidente da República.
Tristemente Portugal fica mais longe da Civilização Ocidental.Venceu o obscurantismo. Venceu o Papismo no que ele tem de pior.
Mas não se esqueçam que o veto foi político. Pode ser uma victória de Pirro.
Espero que a AR cumpra o seu dever e obrigue o PR a ser presidente de" todos os portugueses" e não apenas dos católicos conservadores.
Nem esperaram muito tempo para cantar loas ao veto presidencial.
A Conferência Episcopal de Lisboa vem agradecer a veneração religiosa do sr. Presidente da República.
Tristemente Portugal fica mais longe da Civilização Ocidental.Venceu o obscurantismo. Venceu o Papismo no que ele tem de pior.
Mas não se esqueçam que o veto foi político. Pode ser uma victória de Pirro.
Espero que a AR cumpra o seu dever e obrigue o PR a ser presidente de" todos os portugueses" e não apenas dos católicos conservadores.
Regime Jurídico da Lei do Divórcio
Cavaco vetou !
Venceu a Conferência Episcopal Portuguesa.
É nisto que se vê a grande diferença entre um grande PR e um PR apenas.
Venceu a Conferência Episcopal Portuguesa.
É nisto que se vê a grande diferença entre um grande PR e um PR apenas.
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A Hora da Poesia- Rádio Vizela
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