terça-feira, 30 de novembro de 2010

Já não me sobravam razões

para dizer NÃO ao voto no candidato Cavaco Silva.
O seu manifesto eleitoral veio dissipar qualquer dúvida que ainda houvesse, fundamentalmente, pela vacuídade que apresentou, a confirmação de um populista, um homem que vive ao sabor dos acontecimentos políticos e obcecado pelo poder.
Cavaco continua a ser aquilo que sempre foi - um homem vazio de qualquer couteúdo político-ideológico.
A demonstrá-lo, graças á revista Visão, leiam o que vem descrito em:
http://www.sabado.pt//Multimedia/FOTOS/-spam---b--Politica---b----spam-/Cavaco-PIDE-noticia-SABADO.aspx
Quem acreditar num homem assim que vote nele. Eu, Não !

Pessoa

Recordar o poeta, no 75º. aniversário da sua morte, não só como homem de letras e pensador mas também como cidadão político dar-nos-á, globalmente, a sua verdadeira imagem e tudo aquilo que representou.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Só isto me fazia rir...


Os benefícios da Investigação Científica...

(Agradecimentos ao "Random Precision")

Se...se...se...

O novo jogo de Marcelo Rebelo de Sousa.
De comentador que faz futurologia, Marcelo, virou comentador do condicional.
Uma construção de "SES" para encher tempo de antena e poder concluir aquilo que ele próprio gostaria que tivesse acontecido como se não existissem outras alternativas às suas permissas.
Se Sá Carneiro não tivesse encontrado o seu fim em Camarate qual teria sido o caminho da política em Portugal ?
É uma pergunta com uma resposta tão certeira como se D. Afonso Henriques não tivesse nascido ou o velho ditador Salazar não tivesse caído da cadeira.  Não passa de um jogo,  mas com um final viciado. MRS, querendo incensar Sá Carneiro e, por tabela, Amaro da Costa, conclui que toda a política nacional teria sido diferente. É a teoria dos homens insubstituíveis. Sê-lo-ão, na realidade?
Será que Sá Carneiro nunca teria sido derrotado como sucedeu a outros grandes políticos portugueses ?
O mito de Sá Carneiro perdura porque ele morreu naquela altura, na pujança política, e ainda novo de idade. Acontece sempre assim.
Exemplos disso não faltam. Como teria sido a civilização Ocidental se Jesus não tivesse sido crucificado?
Mais recentemente, o mito do Guevara ?
Marcelo, como sempre, inteligentemente, construiu um cenário para levar a água ao seu moinho. Só se esqueceu que águas passadas não movem moinhos e que os moleiros, também eles, não são insubstituíveis.

sábado, 27 de novembro de 2010

Passos Coelho está pronto para governar com FMI

É natural!
Sabendo as políticas conservadoras e liberais sempre preconizadas pelo Fundo Monetário Internacional, Passos Coelho teria um importante apoio para implementar as políticas há muito definidas como fazendo parte do seu projecto político.
Passos Coelho só se esquece que, mesmo desejads pelo FMI, essas medidas terão sempre de ser aprovadas na AR e estar em consonância com a Constituição Portuguesa.

Marinho Pinto reeleito

Afinal, neste país, ser não alinhado nem políticamente correcto e atirar pedradas no charco tem os seus méritos.
Numa classe tida por "conservadora" e "encolarinhada" prevaleceu a ideia defendida pelo actual bastonário de que a transparência é fundamental tanto na corporação como na Justiça em si mesma.
Quem menos deve ter gostado terão sido as Magistraturas, tanto dos Juizes como do Ministério Público, tantas vezes sovados pela voz corajosa de Marinho e Pinto.
Uma boa notícia para os cidadãos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ainda sobre a violência doméstica



Tive conhecimento de uma decisão judicial, sobre o assunto em título, a que não foi, pergunte-se lá porquê (talvez porque não venda tanto papel de jornal) dada tanta publicidade como àquele da "virilidade verbal" na GNR.
Mas o assunto é naturalmente mais importante, e perante isso, não resisti a dá-lo a conhecer.


Aceda a:  http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/e6e1f17fa82712ff80257583004e3ddc/f9e067d613e40a51802577dd00598348?OpenDocument

Chocante

O ano não acabou e já é o terceiro pior em número de mortes por violência doméstica

Desde 2004, ano em que a União de Mulheres Alternativa e Resposta começou a fazer recolha nos jornais, já foram mortas 247 mulheres. Muitas tinham apresentado queixa

(Jornal Público)

Para ler a notícia toda aceda a :
http://jornal.publico.pt/noticia/23-11-2010/o-ano-nao-acabou-e-ja-e-o-terceiro-pior-em-numero-de-mortes-por-violencia-domestica-20675588.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+JornalPublico+%28P%C3%9ABLICO+-+Edi%C3%A7%C3%A3o+Impressa%29

Espantoso !

GREVE GERAL

Para que fiquem esclarecidas, desde o princípio, posições sobre o que vai suceder no dia 24 é bom afirmar que a greve é um direito inalienável dos trabalhadores, lato senso, constitucionalmente consagrado e que apoio inequívocamente.
A greve é a recusa colectiva e concertada do cumprimento das condições do contrato de trabalho tendo como objectivo promover o êxito de reivindicações dirigidas à entidade empregadora ou a terceiros.
A greve é, pois, a mais forte arma reivindicativa ao dispor dos trabalhadores; é para usar, e deve ser usada, sempre que forem considerados em perigo efectivo os direitos desses mesmos trabalhadores .
Até aqui, e sem reparo algum, posso afirmar que,caso me encontrasse no activo, aderiria, certamente, à greve geral.
Agora, existem, no entanto, outros considerandos a fazer.
-Existem motivos para a convocação da greve ? Sim!
-Existe aproveitamento político lateral na mesma convocação ? Talvez!
-Está verdadeiramente definido o destinatário da greve ? Não !
Se na primeira resposta, creio, não existe qualquer dúvida já nas duas seguintes pode-se ter de pensar um pouco.
É claro que as organizações sindicais, jurando a sua independência, afirmarão que não existe qualquer aproveitamento político-partidário. Estão no seu papel. Mas talvez não seja crível que assim seja já que, muito anteriormente à convocação da greve geral existiam já partidos, e fundamentalmente um, que afirmavam a necessidade de uma resposta efectiva e concertada às "malfeitorias" da política governamental e nisso inclui o uso desta arma. É o aproveitamento politico-partidário de uma situação que podendo englobar, como certamente irá acontecer, cidadãos das mais díspares tendências ideológicas, ou mesmo sem ideologia alguma, tenderá a ser reflectido como apoio às ideias anteriormente expressa por esses mesmos partidos políticos. Mas também, na verdade, isso não é um facto novo em política.
Por último a definição do destinatário da greve.
Para a grande maioria dos que se manifestarão exercendo o seu direito legítimo à greve, o Governo será o destinatário da acção.
Na realidade, as políticas adoptadas nos últimos dois anos têm a chancela do Governo. É um facto!
Convém, no entanto, reflectir sobre se o Governo teria outra alternativa realista que não fosse promover as ditas medidas.
Perante a crise global em que o Mundo entrou, as hecatombes financeiras internacionais verificadas, o Governo português só poderia passar ao lado dessas medidas se acaso elas não tivessem a mínima repercussão interna; e toda a gente sabe que isso não é verdade.
A crise iniciada no EUA transformou num sufoco  as economias de todo o Mundo.
Não foi por acaso que a Islândia, até aí considerado um paraíso, entrou em falência e hoje está na situação em que está.
Dirão que a culpa não foi nossa; foi das más apostas económicas e no mercado dos produtos financeiros levadas à prática pelos agentes económicos da Islândia com a complacência governamental. Correcto ! Mas não nos passa ao lado. Castiga-nos. Porque logo de seguida se começaram a destapar uma série de buracos nos mais diversos países, começaram a rebentar uma série de "bolhas", que levaram a uma cada vez maior interdependência das economias na contabilização dos prejuizos causados.
Então que se punissem os causadores de tanto infortúnio. Pois é aí que a porca torce o rabo.
Os causadores acabaram por ter de ser os beneficiários de políticas estatais de apoio às suas organizações a fim de que as mesmas, correndo o risco de estoirarem financeiramente, não viessem a provocar, por via de uma bola de neve, a miséria nos diferentes países a braços com tais situações.
No nossa país, mesmo assim, não se repercutiram as consequências ao mesmo nível de outros estados.
A nossa Banca estava firme, embora sempre carente do financiamento externo, e não houve "bolhas" especiais. Então o que sucedeu ?
O que se esperava !
Diminuição do consumo, quebra nas exportações, despedimentos e falências que arrastaram uma maior necessidade por parte do Estado de dar cobertura social aos novos desempregados.
Com as dificuldades no financiamento externo o Estado viu-se obrigado a apoiar a Banca e rebentam dos bancos portugueses (BPN e BPP).
Dir-se-à que o Governo não previu. É verdade! O Governo português  e a grande maioria dos outros.
Os problemas económicos e financeiros arrastaram quase todos os países, mormente os europeus, para situações difíceis de encarar. Claro que, quanto mais débil a economia, mais difícil seria a recuperação, mais cáusticas seriam as condições a impor para ultrapassar o problema.
Por outro lado o nosso país faz parte de uma União, que e quer europeia, mas que muitas das vezes parece ser só de alguns. E que respostas efectivas deu a União ?
E aqui é que está o verdadeiro assunto.
A União Europeia, união económica e monetária de 27 países europeus, não soube ou não quis tomar uma posição diferente no problema e escolheu o caminho que mais penalizava as populações e não as instituições, muitas delas responsáveis e causadoras das agruras que agora se vivem. Preferiu proteger os culpados em detrimento das vítimas. Claro que isso também é fruto da composição ideológica maioritária das cúpulas da União mas, quanto a isso, nada se pode fazer já que depende da composição do Parlamento Europeu que todos nós votámos, ou deveríamos ter votado. Talvez para a próxima não exista tanta abstenção nas eleições europeias. Os cidadãos também aprendem com os seus erros.
Aqui chegados podemos concluir que o verdadeiro destinatário será o sistema internacional vigente no que respeita à economia e finanças,e, no nosso caso, o directório da União Europeia. O Governo português mais não pôde que, com realismo, fazer face às condições que lhe são apresentadas e tentar gerir com a melhor sensatez. Mesmo assim está a ser diariamente pressionado pelos "mercados", os tais  que também são integrados pelo causadores de todo este imbróglio, mas que, à boa maneira capitalista, estão mais preocupados com os seus resultados do que com as dificuldades que promoveram.
Por isso, eu estaria muito mais contente se a greve geral de amanhã tivesse sido convocada por uma união sindical europeia, com paralisação da Europa por um dia. Aí sim ! Era grave e muitos dos que hoje assobiam para o lado talvez franzissem o sobrolho e se preocupassem verdadeiramente com a resolução dos problemas dos cidadãos europeus. Assim, sentiriam o chão a fugir-lhes debaixo dos pés e nada voltaria a ser como dantes, Sentiriam, verdadeiramente, a força da sociedade europeia e o seu descontentamento , senão, revolta.
Portugal vai ter amanhã a sua segunda greve geral em democracia que, como já disse, apoiaria, mas aparte o ruído interno, pouco ou nada valerá no contexto da Europa.
Já agora, só um número. Se houver uma participação de cerca de 85% o prejuízo para o Estado é equivalente  ao valor que o Ministro das Finanças teve de cortar no Orçamento para 2011 para obter a anuência do PSD - cerca de 500 milhões de Euros.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Retórica para esquecidos


Cavaco queixa-se de não terem ouvido os alertas que fez há um ano.
“Se tivessem sido escutados devidamente não há a mínima dúvida que Portugal não se encontraria na situação em que se encontra hoje”, disse o Presidente da República.

Considerando o "monstro" por que é responsável (segundo Miguel Cadilhe) e o déficit que nos deixou aquando  da sua fuga, em que entalou o Nogueira para não ir a votos contra António Guterres e ser estrondosamente derrotado, naturalmente estaríamos muito pior.
Na realidade a memória é curta, mas não tão curta assim...

A conspiração de Pedro Passos Coelho

Depois de ter ouvido, hoje, o Presidente da República informar os jornalistas do que havia afirmado ao Presidente Obama :
"O Chefe de Estado acrescentou ter explicado «muito bem» a Barack Obama as diferenças existentes entre Portugal e a Irlanda e Grécia.

«Portugal não tem qualquer crise no sistema bancário, não teve nenhuma bolha imobiliária e o nível de endividamento público está na média da União Europeia», afirmou Cavaco Silva, apontando, assim, as grandes diferenças."
as afirmações ontem proferidas por Pedro Passos Coelho sobre os números nacionais só podem ser considerados uma conspiração contra o Estado Português.
Passos Coelho não olha a meios para desestabilizar o clima político português nem que isso venha a prejudicar o país nos seus esforços perante a comunidade internacional e os mercados.
Quem assina um acordo para aprovação de um OE não vem, a posteriori, afirmar que os números em que se baseia são falsos.
Chocante e definidor do carácter do Presidente do PSD.

domingo, 21 de novembro de 2010

Ainda sobre a Primeira República

Existem postes importantíssimos que necessitam ser lidos e apreciados devidamente face a afirmações que aparecem na Comunicação Social.
Daí o ter feito link do texto de Irene Pimentel publicado no Jugular.

"Polícia política da I República, antecessora da polícia política do Estado Novo?

"Ouvi hoje, na Antena 1, da boca de José Pacheco Pereira, que a polícia da I República, «Polícia de Informações», foi uma antecessora da PVDE, polícia política do Estado Novo. Sei que há uma grande tendência hoje para comparar de forma simplista o regime da I República com o Estado Novo, nomeadamente a nível da repressão. Aliás, há mesmo quem diga que a repressão política na I República foi superior à que se assistiu na ditadura salazarista. Em comum nestas comparações, a meu ver erradas, há um esquecimento importante, provavelmente ligado a desconhecimento de factos, que acaba por falsificar a realidade histórica"

Para ler o texto na íntegra aceda a:
http://jugular.blogs.sapo.pt/2320649.html

sábado, 20 de novembro de 2010

Com patriotas destes...

"Passos Coelho contrapõe défice de 9,5 por cento aos “números fictícios” do Governo"

"O líder social-democrata sublinhou que “na verdade, a dívida pública é muito maior” que 82 por cento do PIB este ano e cerca de 90 por cento em 2011, “só que não vem nas contas”. “Esquecemo-nos de juntar a essa dívida aquela que está nos passivos das empresas públicas, bem como aquela que resultará do impacto orçamental anual de todas as parcerias público privadas que fomos realizando ao longo destes anos e que para já não têm custos, mas que a partir de 2014 vão ter um custo que pode chegar a muito perto de dois por cento do produto todos os anos”, referiu Passos Coelho. "

Na verdade, depois de tudo o que acordou com o governo, ou é parvo ou é inconsciente.

Aceda a:

http://www.publico.pt/Política/passos-coelho-contrapoe-defice-de-95-por-cento-aos-numeros-ficticios-do-governo_1467281

O respeito que Homens como este me incutem


Morreu Joaquim Gomes, militante comunista , companheiro de Álvaro Cunhal na fuga do Forte de Peniche e destacado dirigente do PCP.
Contrariamente a muitos outros, perante Homens destemidos que se sacrificaram pelo seu país e pelos seus ideais, curvo-me respeitosamente.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O Estado social são direitos sociais concretos de pessoas concretas


Manuel Alegre continua, e bem, a sua campanha de esclarecimento por todo o país .

A actualidade do seu discurso vai demonstrando a desactualização do de outros que, por muitos silêncios, se não querem comprometer, olhos nos olhos, com o eleitorado.
As suas palavras, últimas, sobre o estado social são de verdadeira importância e comprometimento.

Aceda a:
http://www.manuelalegre.com/202000/1/001569,112010/index.htm

NATO sim ou não ?

Para mim, NATO Sim !
E porquê ?
Simples !
Porque além dos paises fundadores, nos quais Portugal se integra, se juntaram diversos estados, na sua grande maioria do Leste Europeu, anteriormente sobre domínio da política soviética e do Pacto de Varsóvia, que prefazem o significativo número de 28.
Se considerarmos que paises membros fora da Europa apenas dois existem - EUA e Canadá - esta orgaização político militar é fundamentalmente europeia e uma força importante na sua agregação e defesa comum.
Mais.
No CPEA - Conselho da Parceria Euro-Atlântica - a que se juntaram mais 6 paises europeus - Aústria, Finlândia, Irlanda, Malta, Suécia e Suiça - sentam-se mais 16 estados, incluíndo os da antiga Jugoslávia, que também eram membros da antiga URSS, a começar pela própria Rússia.
E ainda, se considerarmos o espaço de  Diálogo do Mediterrâneo da NATO, encontramos associados a Argélia, Egipto, Israel, Jordânea, Mauritânea, Marrocos e Tunísia. Mais 7, portanto.
E só terminamos considerando ainda o ICI - Iniciativa de Cooperação de Instambul onde aparecem 4 - Bahrein, Qatar, Kuwait e Emiratos árabes Unidos - e os Países de Contacto, mais 4 - Austrália, Japão, Rep da Coreia e Nova Zelândia.
Significa tudo isto que a NATO, embora seja uma aliança político-militar é, igualmente, um muito grande forum mundial capaz de defender e influenciar a paz em todos os continentes. Se bem que tenha armas sofisticadas também tem capacidades enormes de negociação e intermediação, dificeis de encontrar em qualquer outra organização internacional.
E porque defendo a Paz e a negociação de conflitos; porque defendo uma integrada defesa europeia; porque a resposta a ameaças devem ser prontamente equacionadas com os meios politico-militares necessários e adequados, a continuação da existência da Organização é, para mim, um imperativo de política externa.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Uma boa pergunta


The Impossible Hamster - a simplicidade ao serviço do esclarecimento
Com os agradecimentos à Mdsol do "Branco no branco" do qual fiz link.

Aos meus amigos que lêem o "Avante"

Fui alertado pelo "Der Terrorist" e não queria acreditar.
O Correia da Fonseca passou-se ?
Não, não se passou !
Correia da Fonseca, sob um palavreado fácil e convidativo, lança um libelo contra a luta de Suu Kyi, menosprezando-a e equiparando-a a uma vulgar dona de casa endinheirada educada segundo os gostos requintados do Ocidente Atlântico, vivendo comodamente, embora presa, à beira de um lago..
Até parece que o articulista se esqueceu do que passaram os seus camaradas na luta contra a ditadura. Não gostariia, certamente, que os mesmos fossem menosprezados, vivessem eles como vivessem e, se uns viveram mal, outros havia que viviam normalmente e segundo as suas possibilidades.
Pois eu não gosto de ver atacados os militantes comunistas que sofreram com a ditadura e por isso, pelo menos por mim, nunca o serão, muito embora mantenha os meus gostos e cultura  Ocidental Atlântica e, talvez devido a isso, incapaz de subscrever tal artigo e de desferir tal ataque.
Para ser mais contundente  - Correia da Fonseca subscreveu UM NOJO !

Para ler o artigo aceda a :
http://www.avante.pt/pt/1929/argumentos/111318/

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...