A melhor frase que li sobre o "affair" Fernando Nobre :
"Felizmente que só me desiludo com quem me ilude. O que não é o caso..."
Durante toda a campanha eleitoral para as presidenciais foi por demais eviente o esforço de muita gente em alertar os concidadãos para a verdadeira natureza política do então candidato Fernando Nobre.
Era por demais evidente! O homem era e é um demagogo !
Não quizeram ouvir. Muita gente ligada, de qualquer modo, à esquerda julgou ver ali um providencial candidato capaz de de impedir, não a victória de Cavaco mas, a ida à segunda volta de Manuel Alegre.
O candidato "Nobre" não tinha e não tem, e agora vê-se de forma explícita, nada para oferecer à democracia portuguesa senão o que de pior existe na demagogia, a sua capacidade para ser um homem de circo ( sem querer ofender os profissionais da arte ). Ele é "ilusionismo", ele é "contorsionismo", ele é "funanbulismo", ele é, não um "palhaço pobre" mas, um pobre palhaço.
E o que mais espanta é que pessoas grandemente consideradas politicamente alinharam no cortejo como que encadeadas por uma luz que, afinal vê-se, não existia.
Mais um "saltimbanco" que não ficará para a história nem politicamente servirá alguma vez de exemplo para alguém.
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Fruta da época
UMA PIADA QUE ME CHEGOU POR EMAIL
A crise política começou e Cavaco não disse nada.
O Sócrates ameaçou demitir-se e Cavaco nada disse.
O Sócrates demitiu-se mesmo e Cavaco continua sem nada dizer.
Pergunto eu, não será melhor alguém passar lá em casa a ver se está tudo bem?
Nos dias de hoje todo o cuidado é pouco com idosos sozinhos em casa.
(Fanado ao blogue "O Jumento")
A crise política começou e Cavaco não disse nada.
O Sócrates ameaçou demitir-se e Cavaco nada disse.
O Sócrates demitiu-se mesmo e Cavaco continua sem nada dizer.
Pergunto eu, não será melhor alguém passar lá em casa a ver se está tudo bem?
Nos dias de hoje todo o cuidado é pouco com idosos sozinhos em casa.
(Fanado ao blogue "O Jumento")
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O Adeus
Como muito bem afirma Francisco Seixas da Costa:
"A saída de Jaime Gama - a mais bem preparada figura política da minha geração - da cena pública constitui um imenso empobrecimento para a nossa vida cívica."
http://duas-ou-tres.blogspot.com/
É o adeus à política activa do "peixe de águas profundas", um político que durante dezenas de anos nos habituamos a respeitar e que deixa às novas gerações um bom exemplo.
Foi aplaudido de pé por todos na AR, na hora da despedida, sinal de reconhecimento pelos seus pares.
Vai fazer muita falta toda a sua experiência e verticalidade.
Espera-se , contudo, que se mantenha disponível para aconselhar os políticos deste país numa altura tão difícil quanto a que estamos a atravessar.
Não será um adeus à política, será sempre um até já...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Um governo pa...
Aos poucos vão aparecendo as cartas que cada partido está disposto a jogar no próximo dia 5 de Junho.
Começam a desenhar-se estratégias dos partidos. movimentos e grupos.
Se por um lado já se sabe qual é a estratégia da direita, consubstanciada nas posições já conhecidas, se bem que ainda não passadas a letra de forma, por parte do PSD e do CDS, ficamos a saber este fim de semana que poderá estar em construção uma plataforma à extrema esquerda englobando o PCP e os grupelhos que o acompanham na dita CDU e o Bloco de Esquerda. Ficará assim formado um bloco comunista disposto, e com toda a legitimidade, a ser alternativa de governo em Portugal.
Mas o mais interessante na linguagem deste putativo aglomerado político é o completo conservadorismo ideológico que apresenta. Por parte do BE, se bem que os objectivos sejam os mesmos, os termos em que se expressa são mais modernos, mais apelativos; O PCP, não, mantem-se igual a si próprio e lança o seu "novo" slogan " Por um governo patriótico de de esquerda"...
Pressupõe, certamente, que quem não compartilha o mesmo ideário não será patriota nem de esquerda...
Mas isso são tiques já habituais e sempre imutáveis na mensagem do partido de Jerónimo.
Teremos assim, e se nada se modificar, que se apresentarão ao eleitorado dois blocos, um de direita (PSD+CDS) e outro de extrema esquerda (PCP+BE). O espaço representado pelo Partido Socialista deverá concorrer sozinho.
Caberá aos cidadãos começar a olhar com olhos de ver as receitas que lhe são apresentadas.
Certo, certo, é que existem indicios de que aparecerão possibilidades de um "governo paranóico e de extrema esquerda " e um "paranóico e de direita ultra liberal".
Do restante logo se verá...
Aguardemos.
19 anos
Completam-se hoje 19 anos que desapareceu Salgueiro Maia, imagem da Revolução de Abril e sua figura operacional de proa.
Foi um exemplo que deve ser recordado nestes tempos conturbados e de dúvidas.
Será, também, data para recordar quem, sendo tão importante para nós, foi, em vida, vítima de injustiças.
Nunca esqueceremos que no ocaso da existência viu ser-lhe recusada uma pensão do Estado ao mesmo tempo que dois Pides eram considerados merecedores de tal proveito.
Lembra-se Dr. Cavaco ?
Será que tem conseguido dormir de consciência tranquila durante estes 19 anos ?
A História saberá recompensar cada um pelos seus méritos; Salgueiro Maia ficará sempre na nossa História enquanto outros serão esquecidos na obscuridade dos seus actos.
sábado, 2 de abril de 2011
Agora, a clarificação até dos "à rasca..."
Felizmente que estamos à beira da clarificação política, ou talvez não, com a marcação das legislativas antecipadas.
Mas vai ser interessante verificar, mais uma vez, as posições dos diversos partidos e movimentos.
Se do PCP e do BE nada se pode esperar mais, pois já se sabe o que descreve a cartilha - os movimentos comunistas raramente apresenta quaisquer surpresas -, dos outros poderão aparecer confirmações e/ou nuances sobre as políticas que têm vindo a apresentar, umas mais liberais outras menos, umas mais socialistase/ou sociais-democratas que outras, umas mais europeias outras mais nacionalistas.
Mais interessante, contudo, vai ser verificar onde se vão encaixar os cabeças de cartaz ou como eufemisticamente agora se diz os "representantes" dos movimentos populares "não engajados", como tem sido apregoado , com por exemplo o da "Geração à Rasca" e sucedâneos.
Aí sim, concluiremos da independência e do apartidarismo assumido aquando das manifestações "populares" levadas a efeito. Aí sim, teremos as certezas que nos faltam sobre o factor muito controverso do termo "popular".
Aprendi na minha juventude que a designação de "popular" por partidos ou movimentos normalmente encriptava posições conservadoras ou de autoritarismo de direita ou esquerda.
Nunca esqueci o ensinamento e até hoje, também, ninguém me provou o contrário.
Fica para tirar futuras conclusões.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
1 de Abril
Tenho lido e ouvido tanta "mentira" durante o dia de hoje ...especialmente na área da política ...que chego a ficar na dúvida.
Por exemplo:
- Dizem que temos um Presidente da República...
- Dizem que o PSD tem um líder coerente...
- Dizem que o Paulo Portas não quer ir para o próximo governo...
- Dizem que o Jerónimo de Sousa quere-se aliar ao Sócrates para formar governo sem impor condições...
- Dizem que o Louçã já desistiu de destruir o PS...
e até dizem que o Governo de Gestão pode fazer aquilo que não pode...
Grandes mentirosos, não são ?
quinta-feira, 31 de março de 2011
Mas não batam só no "Coelho Farsola"...
Temos de ser honestos. O "Coelho Farsola" é o principal culpado mas há mais.
Afinal quando começou esta crise ou melhor, quando foram criadas as condições para o seu início ?
Lembram-se de um "Senhor" que dizia que se não votassem nele o País caía no abismo da falta de credibilidade externa ? Pois é ...!
Esse mesmo "Senhor", através de dois discursos inqualificáveis, deu o pontapé de saída para a crise política em que vivemos e da qual ainda não sabemos a extensão global dos malefícios.
Mas também foi esse mesmo "Senhor" que depois de lhe ter rebentado nas mãos a crise que ele próprio ajudou a criar veio afirmar, com desfaçatez, que havia sido ultrapassado pela velocidade dos próprios acontecimentos. Quem não sabe conduzir não carrega no acelerador...
Mas a História dos sec. XX e XXI se encarregará de lhe fazer o perfil para a posteridade e a fotografia vai ficar certamente desfocada.
Entusiasmado com as palavras do "Chefe", o "Coelho Farsola" atirou-se ao poder ou ao "pote" como infelizmente, e denotando uma completa falta de escrúpulos, classificou o poder.
Teve pouco tempo para saborear a fraca luz de um sucesso efémero tal foi a frieza e a condenação externa e interna com que foi recebida a sua atitude. O "Coelho Farsola" tem o seu destino marcado. Será mais um, dos muitos que por aí já apareceram a ser votado ao esquecimento nas malhas da História Portuguesa sem deixar qualquer rasto.
Mas não podemos ficar por aqui. Existem actores menores.
O da "Lavoura", cuja sede de poder, já que protagonismo consegue angariar a todos junto da Comunicação Social que lhe ampara o jogo, é um "case study" da política portuguesa. Entre um pró e um contra arranja sempre forma de se colocar como necessário a uma coligação que lhe dê hipóteses de um lugarzito num futuro governo da direita. Viu que a corrente estava de maré e acompanhou a "rebelião" na esperança de que lhe sobrem algumas côdeas que lhe garantam a sobrevivência, coisa aliás a que há muito está habituado.
E ainda, outros dois actores, quase que diria apenas figurantes, em todo este processo.
O "Proletário" e o "Sacristão".
Qualquer deles, atirando-se a quem sempre quiseram destruir, fizeram o frete aos outros três.
Sabem bem que nunca conseguiram chegar a lado nenhum mas que, também, é no protesto que encontram o vinho com que embebedam os apaniguados. E agora, na ressaca, quais inspectores das actividades económicas, vêm gritar que em nada são culpados pelos desacatos provocados pelo excesso de bebida e vai daí multam os próprios seguidores com o agravamento das consequências que ,também eles, provocaram.
Tristes figuras de quem, apenas, se contenta em aparecer nos fundos do palco...
Como vêem o "Farsolas" não está sozinho nesta "peça" mas está mal acompanhado. Fazem todos um bom conjunto de responsáveis por aquilo que o povo português vai passar nos próximos anos.
Esperemos que na altura certa quem de direito os saiba penalizar.
Afinal quando começou esta crise ou melhor, quando foram criadas as condições para o seu início ?
Lembram-se de um "Senhor" que dizia que se não votassem nele o País caía no abismo da falta de credibilidade externa ? Pois é ...!
Esse mesmo "Senhor", através de dois discursos inqualificáveis, deu o pontapé de saída para a crise política em que vivemos e da qual ainda não sabemos a extensão global dos malefícios.
Mas também foi esse mesmo "Senhor" que depois de lhe ter rebentado nas mãos a crise que ele próprio ajudou a criar veio afirmar, com desfaçatez, que havia sido ultrapassado pela velocidade dos próprios acontecimentos. Quem não sabe conduzir não carrega no acelerador...
Mas a História dos sec. XX e XXI se encarregará de lhe fazer o perfil para a posteridade e a fotografia vai ficar certamente desfocada.
Entusiasmado com as palavras do "Chefe", o "Coelho Farsola" atirou-se ao poder ou ao "pote" como infelizmente, e denotando uma completa falta de escrúpulos, classificou o poder.
Teve pouco tempo para saborear a fraca luz de um sucesso efémero tal foi a frieza e a condenação externa e interna com que foi recebida a sua atitude. O "Coelho Farsola" tem o seu destino marcado. Será mais um, dos muitos que por aí já apareceram a ser votado ao esquecimento nas malhas da História Portuguesa sem deixar qualquer rasto.
Mas não podemos ficar por aqui. Existem actores menores.
O da "Lavoura", cuja sede de poder, já que protagonismo consegue angariar a todos junto da Comunicação Social que lhe ampara o jogo, é um "case study" da política portuguesa. Entre um pró e um contra arranja sempre forma de se colocar como necessário a uma coligação que lhe dê hipóteses de um lugarzito num futuro governo da direita. Viu que a corrente estava de maré e acompanhou a "rebelião" na esperança de que lhe sobrem algumas côdeas que lhe garantam a sobrevivência, coisa aliás a que há muito está habituado.
E ainda, outros dois actores, quase que diria apenas figurantes, em todo este processo.
O "Proletário" e o "Sacristão".
Qualquer deles, atirando-se a quem sempre quiseram destruir, fizeram o frete aos outros três.
Sabem bem que nunca conseguiram chegar a lado nenhum mas que, também, é no protesto que encontram o vinho com que embebedam os apaniguados. E agora, na ressaca, quais inspectores das actividades económicas, vêm gritar que em nada são culpados pelos desacatos provocados pelo excesso de bebida e vai daí multam os próprios seguidores com o agravamento das consequências que ,também eles, provocaram.
Tristes figuras de quem, apenas, se contenta em aparecer nos fundos do palco...
Como vêem o "Farsolas" não está sozinho nesta "peça" mas está mal acompanhado. Fazem todos um bom conjunto de responsáveis por aquilo que o povo português vai passar nos próximos anos.
Esperemos que na altura certa quem de direito os saiba penalizar.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Era uma vez um coelhinho...
que gostava muito de ser estrela do espectáculo.
Assim, foi-se formando desde a juventude, aprendendo a falar para muita gente, aprendendo canto, concorrendo a papeis em que a sua figura fosse mais notada, mas nada conseguiu.
Assim, foi-se formando desde a juventude, aprendendo a falar para muita gente, aprendendo canto, concorrendo a papeis em que a sua figura fosse mais notada, mas nada conseguiu.
Decidiu:
-Vou aprender mais qualquer coisa de modo a ficar mais forte e ser mais notado.
E assim fez...
Esteve uns anos em que não apareceu nos palcos, aceitou outros papeis em companhias privadas em que a sua imagem não era necessáriamente publicitada até que um dia pensou...:
-Está na hora!
E apareceu a dizer que tinha chegado o seu momento. Que era agora que ia demonstrar toda a sua valia e aquilo que tinha aprendido.
Consta, no entanto, que o empresário que lhe tinha dado a mão começou a ver que o pupilo não ia pelo melhor caminho e afastou-se.
O pobre do coelhinho, como na história do Pinóquio, começou a dar-se com outras piores companhias, menos desejáveis, mas...já estava lançado no palco. Tinha de seguir em frente.
Mas os papeis que lhe davam para decorar eram de má qualidade e o coelhinho não era farto em ideias próprias...começou a balbuciar...
Quando apareceia dizia o que não devia e o que devia não dizia...estava à beira do abismo...
Que fazer, então ?
Pensou bem, pensou melhor...Já sei!
Aproveitou a boleia e foi no combóio de chocolate com o Pai Natal ao Circo...
Sempre estava no meio dos seus...
terça-feira, 29 de março de 2011
Horizonte enevoado
Não sei o que me penaliza mais...
Se o não cumprimento das minhas expectativas no início da caminhada democrática se a constatação efectiva de que ainda faltarão uma ou duas gerações para que este povo, de que também faço parte, consiga libertar-se de todos os piores defeitos que lhe foram inculcados por dezenas de anos de paternalismo político.
segunda-feira, 28 de março de 2011
A compostura de um Povo
É de tal forma importante o testemunho que me foi enviado por e-mail que não quiz deixar de o postar.
"Eu observei isto mesmo quando passei uma semana em Kobe a seguir ao sismo de 1995! Senti um respeito enorme pela inexcedível compostura deste povo!"
António GC
10 things to learn from Japan
1. THE CALM
Not a single visual of wild grief. Sorrow itself has been elevated.
2. THE DIGNITY
Disciplined queues for water and groceries. Not a rough word or a crude gesture.
3. THE ABILITY
The incredible architects, for instance. Buildings swayed but didn’t fall.
4. THE GRACE
People bought only what they needed for the present, so everybody could get something.
5. THE ORDER
No looting in shops. No honking and no overtaking on the roads. Just understanding.
6. THE SACRIFICE
Fifty workers stayed back to pump sea water in the N-reactors. How will they ever be repaid?
7. THE TENDERNESS
Restaurants cut prices. An unguarded ATM is left alone. The strong cared for the weak.
8. THE TRAINING
The old and the children, everyone knew exactly what to do. And they did just that.
9. THE MEDIA
They showed magnificent restraint in the bulletins. No silly reporters. Only calm reportage.
10. THE CONSCIENCE
When the power went off in a store, people put things back on the shelves and left quietly.
Existem , na realidade, exemplos no Mundo que bem nos poderiam fazer pensar.
Os meus agradecimentos ao António Gomes Coelho.
quarta-feira, 23 de março de 2011
O Pai Natal veste laranja
Não sei porquê (?) recordei-me, hoje, de uma antiga história do Pai Natal...
O simpático velhote (?) com o seu ar bondoso escondia , na realidade, uma imagem sinistra. Saía-lhe um fuminho verde por entre os dentes quando falava e ao virar-se, a grande capa cor de laranja que o cobria, não conseguia disfarçar a cauda ponteaguda que arrastava pelo chão, já para não falar dos pés porque pés não tinha mas sim uns cascos de bode velho.
terça-feira, 22 de março de 2011
Silêncios comprometidos
Ainda não ouvi uma palavra dos defensores do "quanto pior melhor"...
Estão caladinhos porque sabem que só pode mesmo piorar e não vá o feitiço virar-se contra o feiticeiro e o Povo, com que tanto enchem a boca, lhes venha a cobrar pelo que suceder.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Muito bem, Senhores !
Vamos para eleições !
Que se clarifique de vez !
E se não houver clarificação a culpa será só e apenas do eleitorado.
É hora de todos tomarem as suas responsabilidades e dizerem o que querem. Amanhã não poderão nunca dizer que foram enganados. Saberão o que estará em cima da mesa; saberão as propostas de cada um; aquilo em que votarem será, certamente, o que vão ter e as suas consequências benéficas ou maléficas.
Que se seque o pântano, que se acabem com as areias movediças.
E quem perder que o assuma assim como quem ganhar, se alguém ganhar, efectivamente.
Verdades
Se quem se olhar ao espelho se visse fielmente reflectido não voltaria a fazê-lo ...por vergonha.
Infelizmente nem todos têm espelhos e dos que têm muitos evitam parar à sua frente.
(Incluido eu, certamente...)
domingo, 20 de março de 2011
O sarcasmo
Eu sei que o sarcasmo, em determinadas situações, não é benvindo; pode mesmo ser considerado imoral e até socialmente violento.Mas numa altura em que a violência, embora encapotada de bons costumes, por aí campeia, nada obsta a que o utilize.
E isto vem ao caso de "um suponhamos" como se ouve para aí :
Se o tsunami não tivesse sido no Japão mas em Portugal de certeza absoluta que a culpa era, não da natureza, mas do Sócrates; se não tivessemos pelo menos 8.000 mortos e 12.000 desparecidos a culpa era do Sócrates porque não sabia preparar uma tragédia em condições; se não existissem sequelas nucleares a culpa também era do Sócrates porque sempre tinha combatido a implantação em Portugal na energia nuclear e agora não podiamos apresentar essa situação como agravante do infausto acontecimento...Aquela mania das barragens e das eólicas sempre foi um disparate que nos penaliza...
O "gajo" está feito! Mesmo que não queira a culpa há-de ser sempre dele...
E isto vem ao caso de "um suponhamos" como se ouve para aí :
Se o tsunami não tivesse sido no Japão mas em Portugal de certeza absoluta que a culpa era, não da natureza, mas do Sócrates; se não tivessemos pelo menos 8.000 mortos e 12.000 desparecidos a culpa era do Sócrates porque não sabia preparar uma tragédia em condições; se não existissem sequelas nucleares a culpa também era do Sócrates porque sempre tinha combatido a implantação em Portugal na energia nuclear e agora não podiamos apresentar essa situação como agravante do infausto acontecimento...Aquela mania das barragens e das eólicas sempre foi um disparate que nos penaliza...
O "gajo" está feito! Mesmo que não queira a culpa há-de ser sempre dele...
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
O interesse dos números
Tenhamos senso !
Se juntar muita gente, centenas de milhar de pessoas, fosse razão para decidir um destino ou uma verdade, há muito que não havia dúvidas sobre o "fenómeno" de Fátima.
domingo, 13 de março de 2011
Uma nova manifestação
Já que existem na calha mais umas manifestações programadas, porque não lançar mais uma:
"MANIFESTAÇÃO NACIONAL DOS PORTUGUESES QUE PENSAM"
E é de sucesso garantido.
Se forem muitos está assegurado; se forem poucos, poucos portugueses existem que se dêem ao trabalho de pensar e há que tirar ilações.
É fácil na realidade juntar gente e/ou tirar conclusões.
PS.: Este texto não quer pôr minimamente em causa o sucesso para a organização da manifestação de ontem que foi significativo.
sábado, 5 de março de 2011
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A Hora da Poesia- Rádio Vizela
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E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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A Nossa Candeia agraciou-nos com o selo " O Seu Blog É Viciante "... O Prémio "Seu Blog É Viciante" resulta na comunhã...















