Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
sábado, 2 de abril de 2011
Agora, a clarificação até dos "à rasca..."
Felizmente que estamos à beira da clarificação política, ou talvez não, com a marcação das legislativas antecipadas.
Mas vai ser interessante verificar, mais uma vez, as posições dos diversos partidos e movimentos.
Se do PCP e do BE nada se pode esperar mais, pois já se sabe o que descreve a cartilha - os movimentos comunistas raramente apresenta quaisquer surpresas -, dos outros poderão aparecer confirmações e/ou nuances sobre as políticas que têm vindo a apresentar, umas mais liberais outras menos, umas mais socialistase/ou sociais-democratas que outras, umas mais europeias outras mais nacionalistas.
Mais interessante, contudo, vai ser verificar onde se vão encaixar os cabeças de cartaz ou como eufemisticamente agora se diz os "representantes" dos movimentos populares "não engajados", como tem sido apregoado , com por exemplo o da "Geração à Rasca" e sucedâneos.
Aí sim, concluiremos da independência e do apartidarismo assumido aquando das manifestações "populares" levadas a efeito. Aí sim, teremos as certezas que nos faltam sobre o factor muito controverso do termo "popular".
Aprendi na minha juventude que a designação de "popular" por partidos ou movimentos normalmente encriptava posições conservadoras ou de autoritarismo de direita ou esquerda.
Nunca esqueci o ensinamento e até hoje, também, ninguém me provou o contrário.
Fica para tirar futuras conclusões.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
1 de Abril
Tenho lido e ouvido tanta "mentira" durante o dia de hoje ...especialmente na área da política ...que chego a ficar na dúvida.
Por exemplo:
- Dizem que temos um Presidente da República...
- Dizem que o PSD tem um líder coerente...
- Dizem que o Paulo Portas não quer ir para o próximo governo...
- Dizem que o Jerónimo de Sousa quere-se aliar ao Sócrates para formar governo sem impor condições...
- Dizem que o Louçã já desistiu de destruir o PS...
e até dizem que o Governo de Gestão pode fazer aquilo que não pode...
Grandes mentirosos, não são ?
quinta-feira, 31 de março de 2011
Mas não batam só no "Coelho Farsola"...
Temos de ser honestos. O "Coelho Farsola" é o principal culpado mas há mais.
Afinal quando começou esta crise ou melhor, quando foram criadas as condições para o seu início ?
Lembram-se de um "Senhor" que dizia que se não votassem nele o País caía no abismo da falta de credibilidade externa ? Pois é ...!
Esse mesmo "Senhor", através de dois discursos inqualificáveis, deu o pontapé de saída para a crise política em que vivemos e da qual ainda não sabemos a extensão global dos malefícios.
Mas também foi esse mesmo "Senhor" que depois de lhe ter rebentado nas mãos a crise que ele próprio ajudou a criar veio afirmar, com desfaçatez, que havia sido ultrapassado pela velocidade dos próprios acontecimentos. Quem não sabe conduzir não carrega no acelerador...
Mas a História dos sec. XX e XXI se encarregará de lhe fazer o perfil para a posteridade e a fotografia vai ficar certamente desfocada.
Entusiasmado com as palavras do "Chefe", o "Coelho Farsola" atirou-se ao poder ou ao "pote" como infelizmente, e denotando uma completa falta de escrúpulos, classificou o poder.
Teve pouco tempo para saborear a fraca luz de um sucesso efémero tal foi a frieza e a condenação externa e interna com que foi recebida a sua atitude. O "Coelho Farsola" tem o seu destino marcado. Será mais um, dos muitos que por aí já apareceram a ser votado ao esquecimento nas malhas da História Portuguesa sem deixar qualquer rasto.
Mas não podemos ficar por aqui. Existem actores menores.
O da "Lavoura", cuja sede de poder, já que protagonismo consegue angariar a todos junto da Comunicação Social que lhe ampara o jogo, é um "case study" da política portuguesa. Entre um pró e um contra arranja sempre forma de se colocar como necessário a uma coligação que lhe dê hipóteses de um lugarzito num futuro governo da direita. Viu que a corrente estava de maré e acompanhou a "rebelião" na esperança de que lhe sobrem algumas côdeas que lhe garantam a sobrevivência, coisa aliás a que há muito está habituado.
E ainda, outros dois actores, quase que diria apenas figurantes, em todo este processo.
O "Proletário" e o "Sacristão".
Qualquer deles, atirando-se a quem sempre quiseram destruir, fizeram o frete aos outros três.
Sabem bem que nunca conseguiram chegar a lado nenhum mas que, também, é no protesto que encontram o vinho com que embebedam os apaniguados. E agora, na ressaca, quais inspectores das actividades económicas, vêm gritar que em nada são culpados pelos desacatos provocados pelo excesso de bebida e vai daí multam os próprios seguidores com o agravamento das consequências que ,também eles, provocaram.
Tristes figuras de quem, apenas, se contenta em aparecer nos fundos do palco...
Como vêem o "Farsolas" não está sozinho nesta "peça" mas está mal acompanhado. Fazem todos um bom conjunto de responsáveis por aquilo que o povo português vai passar nos próximos anos.
Esperemos que na altura certa quem de direito os saiba penalizar.
Afinal quando começou esta crise ou melhor, quando foram criadas as condições para o seu início ?
Lembram-se de um "Senhor" que dizia que se não votassem nele o País caía no abismo da falta de credibilidade externa ? Pois é ...!
Esse mesmo "Senhor", através de dois discursos inqualificáveis, deu o pontapé de saída para a crise política em que vivemos e da qual ainda não sabemos a extensão global dos malefícios.
Mas também foi esse mesmo "Senhor" que depois de lhe ter rebentado nas mãos a crise que ele próprio ajudou a criar veio afirmar, com desfaçatez, que havia sido ultrapassado pela velocidade dos próprios acontecimentos. Quem não sabe conduzir não carrega no acelerador...
Mas a História dos sec. XX e XXI se encarregará de lhe fazer o perfil para a posteridade e a fotografia vai ficar certamente desfocada.
Entusiasmado com as palavras do "Chefe", o "Coelho Farsola" atirou-se ao poder ou ao "pote" como infelizmente, e denotando uma completa falta de escrúpulos, classificou o poder.
Teve pouco tempo para saborear a fraca luz de um sucesso efémero tal foi a frieza e a condenação externa e interna com que foi recebida a sua atitude. O "Coelho Farsola" tem o seu destino marcado. Será mais um, dos muitos que por aí já apareceram a ser votado ao esquecimento nas malhas da História Portuguesa sem deixar qualquer rasto.
Mas não podemos ficar por aqui. Existem actores menores.
O da "Lavoura", cuja sede de poder, já que protagonismo consegue angariar a todos junto da Comunicação Social que lhe ampara o jogo, é um "case study" da política portuguesa. Entre um pró e um contra arranja sempre forma de se colocar como necessário a uma coligação que lhe dê hipóteses de um lugarzito num futuro governo da direita. Viu que a corrente estava de maré e acompanhou a "rebelião" na esperança de que lhe sobrem algumas côdeas que lhe garantam a sobrevivência, coisa aliás a que há muito está habituado.
E ainda, outros dois actores, quase que diria apenas figurantes, em todo este processo.
O "Proletário" e o "Sacristão".
Qualquer deles, atirando-se a quem sempre quiseram destruir, fizeram o frete aos outros três.
Sabem bem que nunca conseguiram chegar a lado nenhum mas que, também, é no protesto que encontram o vinho com que embebedam os apaniguados. E agora, na ressaca, quais inspectores das actividades económicas, vêm gritar que em nada são culpados pelos desacatos provocados pelo excesso de bebida e vai daí multam os próprios seguidores com o agravamento das consequências que ,também eles, provocaram.
Tristes figuras de quem, apenas, se contenta em aparecer nos fundos do palco...
Como vêem o "Farsolas" não está sozinho nesta "peça" mas está mal acompanhado. Fazem todos um bom conjunto de responsáveis por aquilo que o povo português vai passar nos próximos anos.
Esperemos que na altura certa quem de direito os saiba penalizar.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Era uma vez um coelhinho...
que gostava muito de ser estrela do espectáculo.
Assim, foi-se formando desde a juventude, aprendendo a falar para muita gente, aprendendo canto, concorrendo a papeis em que a sua figura fosse mais notada, mas nada conseguiu.
Assim, foi-se formando desde a juventude, aprendendo a falar para muita gente, aprendendo canto, concorrendo a papeis em que a sua figura fosse mais notada, mas nada conseguiu.
Decidiu:
-Vou aprender mais qualquer coisa de modo a ficar mais forte e ser mais notado.
E assim fez...
Esteve uns anos em que não apareceu nos palcos, aceitou outros papeis em companhias privadas em que a sua imagem não era necessáriamente publicitada até que um dia pensou...:
-Está na hora!
E apareceu a dizer que tinha chegado o seu momento. Que era agora que ia demonstrar toda a sua valia e aquilo que tinha aprendido.
Consta, no entanto, que o empresário que lhe tinha dado a mão começou a ver que o pupilo não ia pelo melhor caminho e afastou-se.
O pobre do coelhinho, como na história do Pinóquio, começou a dar-se com outras piores companhias, menos desejáveis, mas...já estava lançado no palco. Tinha de seguir em frente.
Mas os papeis que lhe davam para decorar eram de má qualidade e o coelhinho não era farto em ideias próprias...começou a balbuciar...
Quando apareceia dizia o que não devia e o que devia não dizia...estava à beira do abismo...
Que fazer, então ?
Pensou bem, pensou melhor...Já sei!
Aproveitou a boleia e foi no combóio de chocolate com o Pai Natal ao Circo...
Sempre estava no meio dos seus...
terça-feira, 29 de março de 2011
Horizonte enevoado
Não sei o que me penaliza mais...
Se o não cumprimento das minhas expectativas no início da caminhada democrática se a constatação efectiva de que ainda faltarão uma ou duas gerações para que este povo, de que também faço parte, consiga libertar-se de todos os piores defeitos que lhe foram inculcados por dezenas de anos de paternalismo político.
segunda-feira, 28 de março de 2011
A compostura de um Povo
É de tal forma importante o testemunho que me foi enviado por e-mail que não quiz deixar de o postar.
"Eu observei isto mesmo quando passei uma semana em Kobe a seguir ao sismo de 1995! Senti um respeito enorme pela inexcedível compostura deste povo!"
António GC
10 things to learn from Japan
1. THE CALM
Not a single visual of wild grief. Sorrow itself has been elevated.
2. THE DIGNITY
Disciplined queues for water and groceries. Not a rough word or a crude gesture.
3. THE ABILITY
The incredible architects, for instance. Buildings swayed but didn’t fall.
4. THE GRACE
People bought only what they needed for the present, so everybody could get something.
5. THE ORDER
No looting in shops. No honking and no overtaking on the roads. Just understanding.
6. THE SACRIFICE
Fifty workers stayed back to pump sea water in the N-reactors. How will they ever be repaid?
7. THE TENDERNESS
Restaurants cut prices. An unguarded ATM is left alone. The strong cared for the weak.
8. THE TRAINING
The old and the children, everyone knew exactly what to do. And they did just that.
9. THE MEDIA
They showed magnificent restraint in the bulletins. No silly reporters. Only calm reportage.
10. THE CONSCIENCE
When the power went off in a store, people put things back on the shelves and left quietly.
Existem , na realidade, exemplos no Mundo que bem nos poderiam fazer pensar.
Os meus agradecimentos ao António Gomes Coelho.
quarta-feira, 23 de março de 2011
O Pai Natal veste laranja
Não sei porquê (?) recordei-me, hoje, de uma antiga história do Pai Natal...
O simpático velhote (?) com o seu ar bondoso escondia , na realidade, uma imagem sinistra. Saía-lhe um fuminho verde por entre os dentes quando falava e ao virar-se, a grande capa cor de laranja que o cobria, não conseguia disfarçar a cauda ponteaguda que arrastava pelo chão, já para não falar dos pés porque pés não tinha mas sim uns cascos de bode velho.
terça-feira, 22 de março de 2011
Silêncios comprometidos
Ainda não ouvi uma palavra dos defensores do "quanto pior melhor"...
Estão caladinhos porque sabem que só pode mesmo piorar e não vá o feitiço virar-se contra o feiticeiro e o Povo, com que tanto enchem a boca, lhes venha a cobrar pelo que suceder.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Muito bem, Senhores !
Vamos para eleições !
Que se clarifique de vez !
E se não houver clarificação a culpa será só e apenas do eleitorado.
É hora de todos tomarem as suas responsabilidades e dizerem o que querem. Amanhã não poderão nunca dizer que foram enganados. Saberão o que estará em cima da mesa; saberão as propostas de cada um; aquilo em que votarem será, certamente, o que vão ter e as suas consequências benéficas ou maléficas.
Que se seque o pântano, que se acabem com as areias movediças.
E quem perder que o assuma assim como quem ganhar, se alguém ganhar, efectivamente.
Verdades
Se quem se olhar ao espelho se visse fielmente reflectido não voltaria a fazê-lo ...por vergonha.
Infelizmente nem todos têm espelhos e dos que têm muitos evitam parar à sua frente.
(Incluido eu, certamente...)
domingo, 20 de março de 2011
O sarcasmo
Eu sei que o sarcasmo, em determinadas situações, não é benvindo; pode mesmo ser considerado imoral e até socialmente violento.Mas numa altura em que a violência, embora encapotada de bons costumes, por aí campeia, nada obsta a que o utilize.
E isto vem ao caso de "um suponhamos" como se ouve para aí :
Se o tsunami não tivesse sido no Japão mas em Portugal de certeza absoluta que a culpa era, não da natureza, mas do Sócrates; se não tivessemos pelo menos 8.000 mortos e 12.000 desparecidos a culpa era do Sócrates porque não sabia preparar uma tragédia em condições; se não existissem sequelas nucleares a culpa também era do Sócrates porque sempre tinha combatido a implantação em Portugal na energia nuclear e agora não podiamos apresentar essa situação como agravante do infausto acontecimento...Aquela mania das barragens e das eólicas sempre foi um disparate que nos penaliza...
O "gajo" está feito! Mesmo que não queira a culpa há-de ser sempre dele...
E isto vem ao caso de "um suponhamos" como se ouve para aí :
Se o tsunami não tivesse sido no Japão mas em Portugal de certeza absoluta que a culpa era, não da natureza, mas do Sócrates; se não tivessemos pelo menos 8.000 mortos e 12.000 desparecidos a culpa era do Sócrates porque não sabia preparar uma tragédia em condições; se não existissem sequelas nucleares a culpa também era do Sócrates porque sempre tinha combatido a implantação em Portugal na energia nuclear e agora não podiamos apresentar essa situação como agravante do infausto acontecimento...Aquela mania das barragens e das eólicas sempre foi um disparate que nos penaliza...
O "gajo" está feito! Mesmo que não queira a culpa há-de ser sempre dele...
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
O interesse dos números
Tenhamos senso !
Se juntar muita gente, centenas de milhar de pessoas, fosse razão para decidir um destino ou uma verdade, há muito que não havia dúvidas sobre o "fenómeno" de Fátima.
domingo, 13 de março de 2011
Uma nova manifestação
Já que existem na calha mais umas manifestações programadas, porque não lançar mais uma:
"MANIFESTAÇÃO NACIONAL DOS PORTUGUESES QUE PENSAM"
E é de sucesso garantido.
Se forem muitos está assegurado; se forem poucos, poucos portugueses existem que se dêem ao trabalho de pensar e há que tirar ilações.
É fácil na realidade juntar gente e/ou tirar conclusões.
PS.: Este texto não quer pôr minimamente em causa o sucesso para a organização da manifestação de ontem que foi significativo.
sábado, 5 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Um dia que tem memória
24 de Fevereiro é uma data que bem pode ser relembrada por motivos diversos.
No nosso país, onde parece que a memória por vezes anda arredada, há que ter orgulho em algumas efemérides.
Com a ajuda do DN reportamos assim:
1869 - Abolição da escravatura em todos os domínios portugueses.
Por mais uma vez fomos percursores de algo de bom para a Humanidade.
1911 - Contestação dos bispos portugueses face às medidas introduzidas pela 1ª. República no que respeita à Lei do
Divórcio, à criação do Registo Civil, ao fim do juramento religioso nos tribunais.
Reconhecidamente, a ICAR, não queria perder o poder e o controlo sobre o estado e os cidadãos.
1987 - Morre Zeca Afonso.
Desaparece uma , talvez a maior, referência da música portuguesa, e não só, do sec. XX.
É um bom exercício este de olhar para o passado e descobrir referências que nos animem.
Vale a pena.
Afinal nem tudo é assim tão mau como dizem...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Será que o dominó não tem peças que cheguem ?
Tem-se assistido nos últimos dias à proliferação de comentários sobre as consequências regionais dos acontecimentos no Norte de África. Médio Oriente e Norte do Índico.
Tem-se falado, inclusivamente, nos desenvolvimentos que poderão afectar a própria Europa.
Estranhamente, ninguém fala no continente africano, afinal o mais sujeito a influência, quer por proximidade quer por similariedade de situações.
Que sucederá na África Subsaariana e no resto continente por desnvolvimento natural da situação no Norte ?
O dominó da democracia não terá peças suficientes para chegar à África Negra ?
Todos sabemos que existem outras condições diferentes...
Mas será que se manterá imóvel ?
Esperemos que não!
Tem-se falado, inclusivamente, nos desenvolvimentos que poderão afectar a própria Europa.
Estranhamente, ninguém fala no continente africano, afinal o mais sujeito a influência, quer por proximidade quer por similariedade de situações.
Que sucederá na África Subsaariana e no resto continente por desnvolvimento natural da situação no Norte ?
O dominó da democracia não terá peças suficientes para chegar à África Negra ?
Todos sabemos que existem outras condições diferentes...
Mas será que se manterá imóvel ?
Esperemos que não!
Diz-me onde escreves...
...e eu dir-te-ei quem és...
Escreve no Correio da Manhã...
É um indigente mental...
Só pode ser António Ribeiro Ferreira !
Não se estragam duas casas.
Aceda a :
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/antonio-ribeiro-ferreira/um-filme-de-terror031634733
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Afinal, quem governa ?
O Presidente do SMMP parece que não conhece a Constituição da República.
Unicamente o Governo é Executivo e define as políticas sectoriais.
Sempre que não gosta de qualquer coisa clama pelo PR.
Terá feito isso, também, quando o PR promulgou o corte nos vencimentos?
Já não há, nunca houve, pachorra para o dr.Palma.
Aceda a :
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1786385
Unicamente o Governo é Executivo e define as políticas sectoriais.
Sempre que não gosta de qualquer coisa clama pelo PR.
Terá feito isso, também, quando o PR promulgou o corte nos vencimentos?
Já não há, nunca houve, pachorra para o dr.Palma.
Aceda a :
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1786385
...e o contrário não seria possível ?
Diz a Lusa que:
Governo apresenta dados de modo a tentar "iludir a opinião pública" - CGTP
A CGTP acusou o Governo de apresentar os números do desemprego de forma a tentar iludir a opinião pública portuguesa e criticou as declarações de Valter Lemos.
Vamos supor que a Lusa dizia:
"CGTP apresenta dados de modo a tentar "desiludir a opinião pública" - GOVERNO
O Governo acusou a CGTP de apresentar os números do desemprego de forma a tentar desiludir a opinião pública portuguesa e apoiou as declarações de Valter Lemos."
Ser possível, é!
Onde ficava a opinião pública ?
Governo apresenta dados de modo a tentar "iludir a opinião pública" - CGTP
A CGTP acusou o Governo de apresentar os números do desemprego de forma a tentar iludir a opinião pública portuguesa e criticou as declarações de Valter Lemos.
Vamos supor que a Lusa dizia:
"CGTP apresenta dados de modo a tentar "desiludir a opinião pública" - GOVERNO
O Governo acusou a CGTP de apresentar os números do desemprego de forma a tentar desiludir a opinião pública portuguesa e apoiou as declarações de Valter Lemos."
Ser possível, é!
Onde ficava a opinião pública ?
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Uma pastilha elástica
Primeiro a moção era contra o Governo(PS).
Depois contra o Governo (PS) mais a direita (PSD) .
Agora acusam o PSD de dar o braço ao Governo(PS) contra quem vão apresentar uma moção de censura (ambos).
Vejam lá se se fixam...senão ainda os vou ver, amanhã, a afirmar que a moção também é contra si próprios...
Aceda a:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1784921
Depois contra o Governo (PS) mais a direita (PSD) .
Agora acusam o PSD de dar o braço ao Governo(PS) contra quem vão apresentar uma moção de censura (ambos).
Vejam lá se se fixam...senão ainda os vou ver, amanhã, a afirmar que a moção também é contra si próprios...
Aceda a:
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1784921
Haja quem pense...
Nem tudo é "Louçã" no Bloco de Esquerda...
Ainda existe quem pense. E isso é bom e há mais...
Aceda a:
http://arrastao.org/2176939.html
A Praça Tahrir também foi isto...
Um caso não faz norma, é verdade, mas não deixa, por isso mesmo. de ser um aviso.
Contudo, talvez exista, também, alguém que considere isto um valor idiossincrático de um povo, culturalmente estabelecido, e como tal deverá ser respeitado pelos "danados" valores ocidentais que nada respeitam relativamente aos povos que deles diferem...
Aceda a:
http://daliteratura.blogspot.com/2011/02/danos-colaterais.html
http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2011/02/15/cbs-lara-logan-suffered-brutal-attack-in-cairo/?scp=2&sq=Lara%20Logan&st=cse
Contudo, talvez exista, também, alguém que considere isto um valor idiossincrático de um povo, culturalmente estabelecido, e como tal deverá ser respeitado pelos "danados" valores ocidentais que nada respeitam relativamente aos povos que deles diferem...
Aceda a:
http://daliteratura.blogspot.com/2011/02/danos-colaterais.html
http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2011/02/15/cbs-lara-logan-suffered-brutal-attack-in-cairo/?scp=2&sq=Lara%20Logan&st=cse
Bispos desafiam Governo a provar
Uma vez mais, os senhores clérigos da ICAR portuguesa, vêm fazer desafios ao poder político constituído como se tratassem de pares numa discussão.
Querendo sempre levar a água ao seu moinho no seu jogo de interesses do proselitismo agora põem em causa questões relacionadas com o ensino e entram abertamente na disputa de certos estabelecimentos
de ensino privado e cooperativo com o governo.
Continuo , sempre, a não achar piada nenhuma a este permanente interferir por parte da ICAR nos assuntos do estado português.
Claro que, dirão, que lhes é legítima, como cidadãos, a interferência.
Será, com certeza, tão legítima quanto eu poder desafiar a ICAR, enquanto Ateu, a provar a existência de Deus...
Mais importante será o meu desafio porque da sua resposta depende a credibilidade de uma organização que se baseia na tal "existência".
Da impossibilidade ou não da prova ficará dependente a legitimidade, sequer, da ICAR desafiar alguém.
Aceda a:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1784864
Querendo sempre levar a água ao seu moinho no seu jogo de interesses do proselitismo agora põem em causa questões relacionadas com o ensino e entram abertamente na disputa de certos estabelecimentos
de ensino privado e cooperativo com o governo.
Continuo , sempre, a não achar piada nenhuma a este permanente interferir por parte da ICAR nos assuntos do estado português.
Claro que, dirão, que lhes é legítima, como cidadãos, a interferência.
Será, com certeza, tão legítima quanto eu poder desafiar a ICAR, enquanto Ateu, a provar a existência de Deus...
Mais importante será o meu desafio porque da sua resposta depende a credibilidade de uma organização que se baseia na tal "existência".
Da impossibilidade ou não da prova ficará dependente a legitimidade, sequer, da ICAR desafiar alguém.
Aceda a:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1784864
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Alegre tomou, e bem, uma posição
Quem esperava o contrário desiluda-se...
Nada faria esperar outra posição por parte do ex-candidato à Presidência da República.
Quempensava, que Alegre apoiaria a posição do Bloco sobre a moção de censura, não acompanhou, certamente, a campanha eleitoral.
Entregue aos bichos, com públicas divergências no seio do BE, Louçã deu um passo em frente em direcção ao abismo, desde há muito previsto.
Há muito que o BE tinha perdido, aos olhos dos portugueses, a inocência política dos idealistas.
Louçã começou já a ser, para o BE, não o seguro de vida mas o maior problema.
Não atingidos os objectivos pessoais na sua guerra privada com Sócrates, Francisco Louçã, entrou em delírio e ficou sem respostas para quem, em princípio, viu nnele uma lufada de ar fresco à esquerda.
Só que nada de fresco pode vir de um armário onde se guardam alguns dos esqueletos mais mal cheirosos da História por muito esforço que se faça para os continuar a carregar às costas.
Louçã considera Sócrates em fim de ciclo. Talvez tenha razão. Mas a maior constatação é que Louçã já não está em fim de ciclo; Louçã já há muito acabou e o Bloco irá acompanhá-lo.
Aceda a:
http://economico.sapo.pt/noticias/nada-justifica-que-a-esquerda-promova-o-regresso-da-direita_110959.html
Nada faria esperar outra posição por parte do ex-candidato à Presidência da República.
Quempensava, que Alegre apoiaria a posição do Bloco sobre a moção de censura, não acompanhou, certamente, a campanha eleitoral.
Entregue aos bichos, com públicas divergências no seio do BE, Louçã deu um passo em frente em direcção ao abismo, desde há muito previsto.
Há muito que o BE tinha perdido, aos olhos dos portugueses, a inocência política dos idealistas.
Louçã começou já a ser, para o BE, não o seguro de vida mas o maior problema.
Não atingidos os objectivos pessoais na sua guerra privada com Sócrates, Francisco Louçã, entrou em delírio e ficou sem respostas para quem, em princípio, viu nnele uma lufada de ar fresco à esquerda.
Só que nada de fresco pode vir de um armário onde se guardam alguns dos esqueletos mais mal cheirosos da História por muito esforço que se faça para os continuar a carregar às costas.
Louçã considera Sócrates em fim de ciclo. Talvez tenha razão. Mas a maior constatação é que Louçã já não está em fim de ciclo; Louçã já há muito acabou e o Bloco irá acompanhá-lo.
Aceda a:
http://economico.sapo.pt/noticias/nada-justifica-que-a-esquerda-promova-o-regresso-da-direita_110959.html
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A absolvição (?)...
Com a falta de clérigos de que a ICAR se queixa, e com as confissões por IPhone, qualquer dia veremos, certamente, missas tipo "Matrix" com padres virtuais.
Aceda a:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1779507
Por um direito
Desde quando é que cumprir-se um direito é a razão de ser de uma notícia de jornal.
O seu não cumprimento é que o deveria ser.
É a mentalidade do pequeno escândalo, para quem , afinal, não está de acordo com tal direito, que leva a publicações deste género.
Aceda a:
http://www.ionline.pt/conteudo/103616-duas-militares-da-gnr-celebram-o-primeiro-...casamento-homossexual-na-instituicao
O seu não cumprimento é que o deveria ser.
É a mentalidade do pequeno escândalo, para quem , afinal, não está de acordo com tal direito, que leva a publicações deste género.
Aceda a:
http://www.ionline.pt/conteudo/103616-duas-militares-da-gnr-celebram-o-primeiro-...casamento-homossexual-na-instituicao
Egípto
Alguém falou em Revolução Egípcia?
Boa vontade, só, não chega.
E assim se desilude um povo que, no entanto, fica a saber, uma vez por todas, que não é assim que se fazem revoluções.
Aceda a:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/Secretário+geral+da+ONU+deixa+cair+exigência+de+transição+democrática+imediata+no+Egipto.htm
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Teixeira de Pascoaes, actual
Buda
Seguia Buda, um dia, o seu caminho,
Sob os raios do sol que o penetravam
Quando avistou, deitado, um cão velhinho,
com chagas, onde vermes pululavam.
E, com amor e fraternal carinho,
Limpou-lhe as chagas podres, que cheiravam
Tal mal! - livrando assim o pobrezinho,
Mendigo cão das dores que o matavam.
Mas, preocupado, continuou andando...
E lembrou-se dos vermes, que, ficando
Sem nenhum alimento, iam morrer.
E voltou junto deles; e um pedaço
De carne, ali, cortara do seu braço;
E, abençoando-os, deu-lhes de comer.
Teixeira de Pascoaes - As Sombras
Seguia Buda, um dia, o seu caminho,
Sob os raios do sol que o penetravam
Quando avistou, deitado, um cão velhinho,
com chagas, onde vermes pululavam.
E, com amor e fraternal carinho,
Limpou-lhe as chagas podres, que cheiravam
Tal mal! - livrando assim o pobrezinho,
Mendigo cão das dores que o matavam.
Mas, preocupado, continuou andando...
E lembrou-se dos vermes, que, ficando
Sem nenhum alimento, iam morrer.
E voltou junto deles; e um pedaço
De carne, ali, cortara do seu braço;
E, abençoando-os, deu-lhes de comer.
Teixeira de Pascoaes - As Sombras
As fotos do dia
Apesar do movimento o nosso "herói" continuou dormindo.
A autoridade, preocupado com a burocracia necessária, nenhuma lhe ligou.
Mas o nosso homem continuou...acordou, pediu lume, fumou, deitou-se de novo e voltou a adormecer.
Como eu gostaria de ser como ele...
Ter um sono assim pesado.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Solidariedades
Na Lisboa dos cravos de Abril o Cairo que se lixe...
Como diria o Almada : "São sempre os mesmos que aparecem...."
Desgostosamente, os mesmos 50 ou 100...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Os meus e os teus ditadores
De acordo com o "Avante", o PCP só se preocupa com os ditadores dos outros, os maus, mas nada diz dos seus, os bons.
«Tal como aconteceu na Tunísia, também no Egipto o povo não desiste de conquistar o futuro.
Anteontem, de acordo com a Al Jazeera, pelo menos dois milhões de pessoas exigiam nas ruas das principais cidades do país – com destaque para o Cairo, Alexandria ou Suez – os direitos sociais e laborais, a justiça social, a democracia e a liberdade negadas durante décadas de ditadura…»
Acaso ouviram alguma declaração do orgão oficial do PCP sobre a situação em Cuba, na China, no Tibete, no Vietname, no Laos, na Coreia do Norte, no Irão, na Síria, ou até em Myanmar.
Alguém falou em coerência ?
(Agradecimentos ao Randon Precision)
http://rprecision.blogspot.com/
«Tal como aconteceu na Tunísia, também no Egipto o povo não desiste de conquistar o futuro.
Anteontem, de acordo com a Al Jazeera, pelo menos dois milhões de pessoas exigiam nas ruas das principais cidades do país – com destaque para o Cairo, Alexandria ou Suez – os direitos sociais e laborais, a justiça social, a democracia e a liberdade negadas durante décadas de ditadura…»
Acaso ouviram alguma declaração do orgão oficial do PCP sobre a situação em Cuba, na China, no Tibete, no Vietname, no Laos, na Coreia do Norte, no Irão, na Síria, ou até em Myanmar.
Alguém falou em coerência ?
(Agradecimentos ao Randon Precision)
http://rprecision.blogspot.com/
Armar aos cucos
Ouvi a notícia e fui à procura.
No Youtube encontrei logo dois ou três vídeos do "acontecimento".
Dizia-se que tinha nascido um hino.
Calmamente, fui repetindo as versões a fim de entender a letra já que a música tentava dar um ar de balada à antiga e nem era grande coisa.
Espantei-me !
Afinal o tal hino é um conjunto de frases pouco inspiradas e de conteúdo quase nulo. Um oferecer de uma colecção de lugares comuns onde apenas existe a vontade de agradar a um determinado público.
Fiquei com pena...Eu até gosto dos Deolinda. Não esperava que se deixassem cair tão depressa na facilidade.
Por outro lado, tenho pena da juventude estudiosa e escrava que alinhou no espectáculo sem o sentido crítico necessário.
No Youtube encontrei logo dois ou três vídeos do "acontecimento".
Dizia-se que tinha nascido um hino.
Calmamente, fui repetindo as versões a fim de entender a letra já que a música tentava dar um ar de balada à antiga e nem era grande coisa.
Espantei-me !
Afinal o tal hino é um conjunto de frases pouco inspiradas e de conteúdo quase nulo. Um oferecer de uma colecção de lugares comuns onde apenas existe a vontade de agradar a um determinado público.
Fiquei com pena...Eu até gosto dos Deolinda. Não esperava que se deixassem cair tão depressa na facilidade.
Por outro lado, tenho pena da juventude estudiosa e escrava que alinhou no espectáculo sem o sentido crítico necessário.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
E de novo, Yevgeny Vinokurov
Adão
(Adam)
Com uma expressão vaga olhando em volta,
Nesse primeiro dia pisou a relva
E deitou-se à sombra da figueira e, pondo
as mãos atrás da nuca, adormeceu.
E dormiu suavemente. E dormiu tranquilamente
Sob o silêncio do azul do Éden.
...Num sonho viu os fornos de Auschwitz
E cadáveres empilhados em fossas.
Foram os seus filhos que ele viu. E naquele bem-aventurança
Houve um sorriso brilhante no seu rosto.
Adormeceu sem compreender nada,
Ainda sem saber distinguir o bem do mal.
Yevgeny Vinokurov - Antologia da Poesia Soviética
Ed. Futura - 1973
(Adam)
Com uma expressão vaga olhando em volta,
Nesse primeiro dia pisou a relva
E deitou-se à sombra da figueira e, pondo
as mãos atrás da nuca, adormeceu.
E dormiu suavemente. E dormiu tranquilamente
Sob o silêncio do azul do Éden.
...Num sonho viu os fornos de Auschwitz
E cadáveres empilhados em fossas.
Foram os seus filhos que ele viu. E naquele bem-aventurança
Houve um sorriso brilhante no seu rosto.
Adormeceu sem compreender nada,
Ainda sem saber distinguir o bem do mal.
Yevgeny Vinokurov - Antologia da Poesia Soviética
Ed. Futura - 1973
Uma semana
Pois bem !
Uma semanita de descanso para arejar as ideias.
Já lá vão as eleições - esperemos que as próximas demorem -, lavou-se a cara ao blogue e aqui vamos nós, olhos no amanhã, mas não esquecendo a experiência acumulada até hoje.
E voltamos àquilo que sempre gostámos de fazer : Publicar ideias, nossas e as de outros desde que as achemos válidas.
Contem conosco, mesmo aqueles que não gostam de nós.
Aprendemos, entretanto :
"Perdoa aos teus inimigos - isso baralha-lhes as ideias"
O que é um gosto...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Prescindiu ?
"Cavaco prescinde de ordenado de Presidente e mantém pensões*
Não! Foi obrigado a optar devido à lei aprovada por iniciativa do governo socialista.
Como qualquer cidadão optou. Não é avaria nenhuma!
Deixou de receber o vencimento de Presidente...mas.e as subvenções para despesas de representação, etc.?
Também "prescindiu"?
Até parece que está a fazer uma doação ao Estado por "motu proprio".
Nada mais falso!
Continua a campanha.
Deve haver alguém que ainda não reparou que a campanha presidencial já acabou...
1961
Um primeiro texto de Irene Pimental absolutamente imperdível.
Um olhar sobre os acontecimentos políticos de 1961 em Portugal.
"Há 50 anos o regime de Oliveira Salazar viveu um annus horribilis. Efectivamente, o Estado Novo viu-se confrontado, em 1961, com inúmeros dissabores que lhe dificultaram a vida, a pontos de parecer que não conseguiria sobreviver."
Para ler na totalidade, aceda a :
http://jugular.blogs.sapo.pt/2443788.html
Um olhar sobre os acontecimentos políticos de 1961 em Portugal.
"Há 50 anos o regime de Oliveira Salazar viveu um annus horribilis. Efectivamente, o Estado Novo viu-se confrontado, em 1961, com inúmeros dissabores que lhe dificultaram a vida, a pontos de parecer que não conseguiria sobreviver."
Para ler na totalidade, aceda a :
http://jugular.blogs.sapo.pt/2443788.html
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Dos custos da educação
Resolver o assunto de uma penada.
Quem quiser ensino privado que o pague !
Excepção: Nas zonas onde não existir escola publica a distância conveniente ou cujos meios de acesso sejam por demais insuficientes.
Neste caso o subsídio estatal não poderá, nunca, ser superior ao custo médio nos estabelecimentos do Estado.
Com o maior respeito e igualdade .
Resolvido e publique-se !
Acabou-se a mama...!!! Nem que patrocinada por "celestiais" Querubins...
Quem quiser ensino privado que o pague !
Excepção: Nas zonas onde não existir escola publica a distância conveniente ou cujos meios de acesso sejam por demais insuficientes.
Neste caso o subsídio estatal não poderá, nunca, ser superior ao custo médio nos estabelecimentos do Estado.
Com o maior respeito e igualdade .
Resolvido e publique-se !
Acabou-se a mama...!!! Nem que patrocinada por "celestiais" Querubins...
Terminar a festa mas não desfazer a banca
As presidenciais já foram! E o que ficou ?
Para muitos de nós um estranho sabor azedo na boca : foi-nos servido, novamente, uma receita retardada, uma refeição de que não gostamos. Que fazer ?
Pura e simplesmente deixar de ir aquele restaurante ?
Penso que não!
Deveremos reclamar do dono que a qualidade é péssima e que estamos dispostos a usar, as vezes necessárias, o livro de reclamações.
Afinal, é o único restaurante na zona e temos de comer...
Nem que , para tal, seja necessário obrigá-lo a trespassar o negócio. Deveremos ir todos os os dias para verificar se o que nos servem tem qualidade, se os preços estão adequados, se o serviço nos convem.
Quando acaba uma festa não é obrigatório desfazer a banca toda. É sempre bom deixar alguma coisa em condições de reutilização não se vá dar o caso de, em qualquer momento, se ter de realizar novos repastos.
Para muitos de nós um estranho sabor azedo na boca : foi-nos servido, novamente, uma receita retardada, uma refeição de que não gostamos. Que fazer ?
Pura e simplesmente deixar de ir aquele restaurante ?
Penso que não!
Deveremos reclamar do dono que a qualidade é péssima e que estamos dispostos a usar, as vezes necessárias, o livro de reclamações.
Afinal, é o único restaurante na zona e temos de comer...
Nem que , para tal, seja necessário obrigá-lo a trespassar o negócio. Deveremos ir todos os os dias para verificar se o que nos servem tem qualidade, se os preços estão adequados, se o serviço nos convem.
Quando acaba uma festa não é obrigatório desfazer a banca toda. É sempre bom deixar alguma coisa em condições de reutilização não se vá dar o caso de, em qualquer momento, se ter de realizar novos repastos.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Na verdade
Os grandes homens vêem-se na victória e na derrota.
E tivemos, ontem, disso uns bons exemplos.
Um Presidente-recandidato vencedor com um discurso rancoroso e vazio, como é habitual; um candiadto principal que, incapaz de atingir os seus objectivos, assume a derrota e discursa de forma elevada e digna.
Depois, três candidatos que conseguem encontrar victórias onde elas não existem e por fim, e em último, um outro candiadto que assume o falhanço total da sua candiadtura e o assume.
Têm, agora, os portugueses 5 anos para pensar e constatar onde, na verdade, afinal se encontram os grandes homens...
E tivemos, ontem, disso uns bons exemplos.
Um Presidente-recandidato vencedor com um discurso rancoroso e vazio, como é habitual; um candiadto principal que, incapaz de atingir os seus objectivos, assume a derrota e discursa de forma elevada e digna.
Depois, três candidatos que conseguem encontrar victórias onde elas não existem e por fim, e em último, um outro candiadto que assume o falhanço total da sua candiadtura e o assume.
Têm, agora, os portugueses 5 anos para pensar e constatar onde, na verdade, afinal se encontram os grandes homens...
domingo, 23 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Em dia de reflexão (II)
Não me basta a alegria que me basta.
Tenho necessidade de ganhá-la.
Alheio, o coração não se me cala,
tanto mais alto quanto mais se arrasta.
É muita a gente, mas a terra é vasta
para lhe dar abrigo e alimentá-la.
Sabe-o a simples mãe que um filho embala.
Sabe-o quem da razão se não afasta.
São uns donos de tudo, outros de nada.
Esta desigualdade é que é errada.
A riqueza porque anda repartida ?
De todos só o será , se de ninguém.
Antes que o seja, que importância tem
falar-se de comum direito à vida ?
Armindo Rodrigues - Tamanho Natural - 1976
Ed. Soc. Expansão Cultural
Tenho necessidade de ganhá-la.
Alheio, o coração não se me cala,
tanto mais alto quanto mais se arrasta.
É muita a gente, mas a terra é vasta
para lhe dar abrigo e alimentá-la.
Sabe-o a simples mãe que um filho embala.
Sabe-o quem da razão se não afasta.
São uns donos de tudo, outros de nada.
Esta desigualdade é que é errada.
A riqueza porque anda repartida ?
De todos só o será , se de ninguém.
Antes que o seja, que importância tem
falar-se de comum direito à vida ?
Armindo Rodrigues - Tamanho Natural - 1976
Ed. Soc. Expansão Cultural
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A campanha termina hoje.
O jogo está feito mas isto não é uma roleta.
Em política não é a sorte que determina os resultados eleitorais mas o querer dos eleitores.
Que ninguém, no domingo à noite, se lastime pelo que não fez; que ninguém engula em seco pelo que devia ter feito.
De todos nós depende a seriedade destas eleições ; de todos nós depende o termos ou não honra em quem nos representará.
Dia 23 saberemos de que massa é feita a maioria dos portugueses actuais.
Por mim, o dia 23, poderá ser o da comemoração de um novo desembarque na praia da Memória.
Assim todos o queiram.
Em política não é a sorte que determina os resultados eleitorais mas o querer dos eleitores.
Que ninguém, no domingo à noite, se lastime pelo que não fez; que ninguém engula em seco pelo que devia ter feito.
De todos nós depende a seriedade destas eleições ; de todos nós depende o termos ou não honra em quem nos representará.
Dia 23 saberemos de que massa é feita a maioria dos portugueses actuais.
Por mim, o dia 23, poderá ser o da comemoração de um novo desembarque na praia da Memória.
Assim todos o queiram.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Ele quer ser o Sidónio ?
"Fernando Nobre dramatizou, na quarta-feira, o seu discurso e frisou que «não é possível demover da minha intenção» a não ser com um «tiro na cabeça», muito embora nesse caso tenho prevista que o povo português terá uma reacção enérgica." (TSF)
Mantêm-se as tendências monárquicas de Fernando Nobre. Também ele quer ser um Presidente-Rei como o Sidónio com tudo o que de negativo isso significa ?
Mantêm-se as tendências monárquicas de Fernando Nobre. Também ele quer ser um Presidente-Rei como o Sidónio com tudo o que de negativo isso significa ?
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Fazer o jogo do adversário
Não existe a mínima dúvida, (para mim nunca existiu), que Fernando Nobre veio para estas eleições presidenciais apenas com o intuito de prejudicar a candidatura de Manuel Alegre.
E está à vista com esta sua última declaração "Nobre desafia Alegre a desistir em seu favor numa segunda volta ".
Esta afirmação apenas é utilizada para ter efeitos na comuinicação social e através dela condicionar o voto no candidato da esquerda em melhores condições para enfrentar Cavaco.
Nobre sabe bem que nunca chegará à segunda volta; e sabe mais : na segunda volta não há desistências a favor de qualquer candidato visto serem apenas dois os contendores e ninguém desiste de uma luta onde não está presente.
Mais importante, e devolvendo a pergunta, seria saber de Fernando Nobre se, numa segunda volta, apelaria ao voto em Alegre no confronto com Cavaco. Isso ele nunca irá responder porque se denunciará.
Aos poucos se vai fazendo luz perante um assunto mal explicado desde o início - a candidatura de Fernando Nobre.
E está à vista com esta sua última declaração "Nobre desafia Alegre a desistir em seu favor numa segunda volta ".
Esta afirmação apenas é utilizada para ter efeitos na comuinicação social e através dela condicionar o voto no candidato da esquerda em melhores condições para enfrentar Cavaco.
Nobre sabe bem que nunca chegará à segunda volta; e sabe mais : na segunda volta não há desistências a favor de qualquer candidato visto serem apenas dois os contendores e ninguém desiste de uma luta onde não está presente.
Mais importante, e devolvendo a pergunta, seria saber de Fernando Nobre se, numa segunda volta, apelaria ao voto em Alegre no confronto com Cavaco. Isso ele nunca irá responder porque se denunciará.
Aos poucos se vai fazendo luz perante um assunto mal explicado desde o início - a candidatura de Fernando Nobre.
Um sorrir amargo perante o incompreensível
No blogue " Da Literatura", Eduardo Pitta, escreve de forma irónica mas assertiva acerca das conclusões do Projecto Farol.
É um texto que nos convoca à reflexão; por isso aqui o deixo para Vossa leitura :
"O Projecto Farol divulgou as conclusões de um inquérito sobre a realidade nacional: As escolhas dos Portugueses e o Projecto Farol. Responderam 1002 pessoas: quase todas desconfiam da classe política (94%), dos governos (90%), dos partidos políticos (89%), do Parlamento (84%) e da máquina do Estado (75%). Até aqui, nada de surpreendente.
Mas 46% dos inquiridos considera as condições de vida, no presente, piores ou mesmo muito piores que antes de Abril de 1974. Num primeiro momento, fiquei perplexo. Pensei mesmo: fizeram o inquérito na Quinta da Marinha e na Foz. Vendo bem, está certo.
Antes de Abril de 1974, a pequena-burguesia vivia em casas arrendadas, não tinha carro, não era titular de cartões de crédito, punha os filhos no ensino público, via cinema do 2.º balcão, bebia galões e capilé, comia bife de quinze em quinze dias, abominava ansiolíticos, ia ao Parque Mayer, fazia férias em Monfortinho, jantava fora quatro vezes por ano e mandava virar os colarinhos das camisas. Os mais afoitos iam a Badajoz comprar caramelos uma vez por ano. Hoje chama-se classe-média à pequena-burguesia."
Para ler na totalidade aceda a :
http://daliteratura.blogspot.com/2011/01/dantes-e-que-era.html
É um texto que nos convoca à reflexão; por isso aqui o deixo para Vossa leitura :
"O Projecto Farol divulgou as conclusões de um inquérito sobre a realidade nacional: As escolhas dos Portugueses e o Projecto Farol. Responderam 1002 pessoas: quase todas desconfiam da classe política (94%), dos governos (90%), dos partidos políticos (89%), do Parlamento (84%) e da máquina do Estado (75%). Até aqui, nada de surpreendente.
Mas 46% dos inquiridos considera as condições de vida, no presente, piores ou mesmo muito piores que antes de Abril de 1974. Num primeiro momento, fiquei perplexo. Pensei mesmo: fizeram o inquérito na Quinta da Marinha e na Foz. Vendo bem, está certo.
Antes de Abril de 1974, a pequena-burguesia vivia em casas arrendadas, não tinha carro, não era titular de cartões de crédito, punha os filhos no ensino público, via cinema do 2.º balcão, bebia galões e capilé, comia bife de quinze em quinze dias, abominava ansiolíticos, ia ao Parque Mayer, fazia férias em Monfortinho, jantava fora quatro vezes por ano e mandava virar os colarinhos das camisas. Os mais afoitos iam a Badajoz comprar caramelos uma vez por ano. Hoje chama-se classe-média à pequena-burguesia."
Para ler na totalidade aceda a :
http://daliteratura.blogspot.com/2011/01/dantes-e-que-era.html
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
I only say this once...more
Porque voto em Manuel Alegre ?
Por razões políticas, sociais, económicas, culturais e ...pessoais.
Por razões políticas, porque é o único que, nunca abjurando o seu estatuto de político, exercendo-o e tendo orgulho nisso, me dá garantias, porque o conheço desde sempre e nem sempre concordando com as suas tomadas de posição, de ser um defensor inabalável dos princípios prescritos na Constituição da República, que jurará e fará cumprir; porque será um Presidente que sei nunca me fará sentir vergonha de o ter como tal, quer interna quer externamente; porque sei que nunca promoverá, por jogadas de bastidores, o descrédito dos seus adversários nem baixará os olhos e se calará perante ofensas que dirigidas , na sua presença, ao estado que representa ao mais alto nível; porque sei que porá sempre, à frente dos seus interesses e sentimentos pessoais, os interesses do País representados pela vontade dos portugueses através da representação parlamentar da Assembleia de República.
Por razões sociais, porque sei que defenderá acérrimamente as conquistas básicas essenciais da Revolução Portuguesa, o Serviço Nacional de Saúde universal, a Escola Pública na boa tradição republicana, a Segurança Social como trave mestra da solidariedade nacional e intergeracional que tem as suas mais profundas raizes nas políticas sociais europeias do pós-guerra.
Por razões económicas porque será o primeiro, em conjugação com o poder executivo, a esclarecer e influenciar, quer interna quer externamente, todos aqueles que ponham em causa as capacidades de Portugal, país europeu com quase um milénio de existência ( daqui a 33 anos fará 900 anos), de resolver e ultrapassar ois seus problemas. Porque será o primeiro a tentar resolver, por intervenção dentro dos seus poderes e sem disso extravasar, todos as questões que eventualmente possam a vir a ser colocadas ao bom funcionamento do País.
Por razões culturais, porque é um dos autores mais conhecidos nacional e internacionalmente; porque é um homem de cultura no seu sentido mais lato, um defensor da língua portuguesa, da História do seu País, um conhecedor. Nunca será um adesivo cultural.
Por razões pessoais, porque o conheço desde sempre, desde o Canto e as Armas, A Praça da Canção, Um Barco para Ítaca, etc. Da Rádio Portugal Livre da Argélia, do seu papel no 1º Congressdo em Liberdade do Partido Socialista, das suas lutas pela Liberdade de Imprensa e contra a Unicidade Sindical.
Porque sei que pensa por si e que, muitas vezes discordando, lhe reconheço, porque reconheço aos opositores às minhas ideias o direito de as ter sem os ofender nem menosprezar, a grandeza democrática de conviver de forma sã e politicamente correcta com quem com ele discorda.
E como não encontra mais ninguém com todas estas capacidades, dentro do actual conjunto de candidatos eventualmente capazes de acdeder ao lugar de Presidente da República do País que eu amo, Voto em MANUEL ALEGRE.
Por razões políticas, sociais, económicas, culturais e ...pessoais.
Por razões políticas, porque é o único que, nunca abjurando o seu estatuto de político, exercendo-o e tendo orgulho nisso, me dá garantias, porque o conheço desde sempre e nem sempre concordando com as suas tomadas de posição, de ser um defensor inabalável dos princípios prescritos na Constituição da República, que jurará e fará cumprir; porque será um Presidente que sei nunca me fará sentir vergonha de o ter como tal, quer interna quer externamente; porque sei que nunca promoverá, por jogadas de bastidores, o descrédito dos seus adversários nem baixará os olhos e se calará perante ofensas que dirigidas , na sua presença, ao estado que representa ao mais alto nível; porque sei que porá sempre, à frente dos seus interesses e sentimentos pessoais, os interesses do País representados pela vontade dos portugueses através da representação parlamentar da Assembleia de República.
Por razões sociais, porque sei que defenderá acérrimamente as conquistas básicas essenciais da Revolução Portuguesa, o Serviço Nacional de Saúde universal, a Escola Pública na boa tradição republicana, a Segurança Social como trave mestra da solidariedade nacional e intergeracional que tem as suas mais profundas raizes nas políticas sociais europeias do pós-guerra.
Por razões económicas porque será o primeiro, em conjugação com o poder executivo, a esclarecer e influenciar, quer interna quer externamente, todos aqueles que ponham em causa as capacidades de Portugal, país europeu com quase um milénio de existência ( daqui a 33 anos fará 900 anos), de resolver e ultrapassar ois seus problemas. Porque será o primeiro a tentar resolver, por intervenção dentro dos seus poderes e sem disso extravasar, todos as questões que eventualmente possam a vir a ser colocadas ao bom funcionamento do País.
Por razões culturais, porque é um dos autores mais conhecidos nacional e internacionalmente; porque é um homem de cultura no seu sentido mais lato, um defensor da língua portuguesa, da História do seu País, um conhecedor. Nunca será um adesivo cultural.
Por razões pessoais, porque o conheço desde sempre, desde o Canto e as Armas, A Praça da Canção, Um Barco para Ítaca, etc. Da Rádio Portugal Livre da Argélia, do seu papel no 1º Congressdo em Liberdade do Partido Socialista, das suas lutas pela Liberdade de Imprensa e contra a Unicidade Sindical.
Porque sei que pensa por si e que, muitas vezes discordando, lhe reconheço, porque reconheço aos opositores às minhas ideias o direito de as ter sem os ofender nem menosprezar, a grandeza democrática de conviver de forma sã e politicamente correcta com quem com ele discorda.
E como não encontra mais ninguém com todas estas capacidades, dentro do actual conjunto de candidatos eventualmente capazes de acdeder ao lugar de Presidente da República do País que eu amo, Voto em MANUEL ALEGRE.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Reconhecimento de incompetência
Disse Cavaco, em Amarante:
"ter ficado a «conhecer melhor a realidade e os problemas do país» após os contactos que tem feito. "
Ao fim de um mandato como PR e tantas viagens pelo País ?
Foi necessário uma campanha eleitoral para se recandidatar ao mesmo lugar para conhecer verdadeiramente os problemas?
Mas não foi ele que disse que era o melhor candidato porque tinha a experiência e o conhecimento do que se passava no país e fora dele ?
Não diz a "bota com a perdigota" !
Cavaco continua a demonstar a sua verdadeira face...
"ter ficado a «conhecer melhor a realidade e os problemas do país» após os contactos que tem feito. "
Ao fim de um mandato como PR e tantas viagens pelo País ?
Foi necessário uma campanha eleitoral para se recandidatar ao mesmo lugar para conhecer verdadeiramente os problemas?
Mas não foi ele que disse que era o melhor candidato porque tinha a experiência e o conhecimento do que se passava no país e fora dele ?
Não diz a "bota com a perdigota" !
Cavaco continua a demonstar a sua verdadeira face...
Porque não voto em Cavaco Silva
Por tudo o que tem envolvido a sua actividade política.
Por tudo o que tem representado como Presidente da Repúblico no mandato que está a terminar.
Fui ao dicionário e transcrevo:
Afectação em virtudes que não possui; fingimento; falsa devoção; impostura.
Tudo isto significa HIPOCRISIA !
A mais tudo o que se poderia dizer do candidato no desenrolar das suas funções públicas, só isto chega para não lhe outurgar o meu voto; pior! para lhe recusar o meu voto.
Não quero um Primeiro Magistrado HIPÓCRITA!
Mesmo que vença, a asneira também é democrática, nunca será o meu Presidente.
Por tudo o que tem representado como Presidente da Repúblico no mandato que está a terminar.
Fui ao dicionário e transcrevo:
Afectação em virtudes que não possui; fingimento; falsa devoção; impostura.
Tudo isto significa HIPOCRISIA !
A mais tudo o que se poderia dizer do candidato no desenrolar das suas funções públicas, só isto chega para não lhe outurgar o meu voto; pior! para lhe recusar o meu voto.
Não quero um Primeiro Magistrado HIPÓCRITA!
Mesmo que vença, a asneira também é democrática, nunca será o meu Presidente.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
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A Hora da Poesia- Rádio Vizela
www.mixcloud.com/Radiovizela/hora-da-poesia-entrevista-a-miguel-gomes-coelho-10072019/?fbclid=IwAR095cmi1MHhzKytias_ssHY3hooCm5P2TqODIjm7w...
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E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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A Nossa Candeia agraciou-nos com o selo " O Seu Blog É Viciante "... O Prémio "Seu Blog É Viciante" resulta na comunhã...







































