quarta-feira, 22 de junho de 2011

Magistratura activa /Cooperação activa

Embora muita gente possa pensar que significam coisas parecidas, estas duas palavras somadas ao adjectivo activa, têm significados que podem bem demonstrar a diferença de atitude do actual PR face ao anterior governo (socialista) e ao actual, que tem por base o seu partido de origem.
E não custa muito verificar a diferença, basta ir ao dicionário.
Cavaco nunca se engana e raramente tem dúvidas. Mais uma vez o provou...

terça-feira, 21 de junho de 2011

A posse do novo Governo


Propor um pacto de confiança pressupõe que se é depositário da confiança dos cidadãos.
Os discursos, os dois, foram o natural bla-bla-bla destas situações.
A confiança ganha-se não se oferece e para já está tudo desconfiado.
O dia de ontem também não ajudou...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Perdeu a incoerência


Passos Coelho, fiel à sua palavra, foi coerente.
Paulo Portas fiel ao seu discurso foi coerente.
O PS foi coerente na posição tomada.
O PCP foi coerente face a anteriores declarações.
O Bloco foi, por uma vez, coerente.
Até os Ecologistas foram coerentes seguindo o PCP.
Todos votaram como se esperava. Ganhou a coerência!
Perdeu o incoerente, Fernando Nobre, que fez uma campanha contra os políticos e os Partidos e agora queria guindar-se a seu representante.
Outro epifenómeno da política nacional com o destino já traçado, o esquecimento.




Os bobos


Os bobos ao olhar para os outros vêem-nos sempre iguais a si próprios...
E não é verdade !
Os outros não são bobos...!
Aceda a:
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1882957&seccao=Jo%E3o+C%E9sar+das+Neves&tag=Opini%E3o+-+Em+Foco&page=-1

domingo, 19 de junho de 2011

Anna Akhmatova


    E O MEU CORAÇÃO JÁ NÃO BATE

E o meu coração já não bate
          Na minha voz, de alegria e tristeza.
     Acabou... E o meu canto galopa
                 Para a noite vazia, onde tu já não estás.

Anna Akhmatova-Antologia de Poesia Soviética
Ed.Futura-1973

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Quo vadis, António Costa ?


Com tanto calculismo acabas por errar as contas...

Neste início de novo ciclo


recordo alguns poemas de Armindo Rodrigues no livro "O Poeta Perguntador":

Quem cuida que sabe ignora.
Quem sabe que ignora sabe.
Onde a discussão não cabe
fica a verdade de fora.

oooo000oooo

Mais só é quem só se sente,
ou quem os outros enjeita ?
Só há presença perfeita
em estar em tudo presente.
A si próprio se desmente
quem só a si aproveita.

oooo000oooo

Nomear-te.
liberdade,
é logo ser mais livre.

oooo000oooo

Da poeira do tempo
faz-se o esquecimeto.
Da poeira dos homens
se faz a lembrança.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Passa por mim no Rossio


E passei e vi umas dezenas de pessoas deitadas.
O meu já "velho" conceito de Democracia passa pelo respeito fundamental pelas minorias pelo que os "deitados" me merecem o maior respeito e considero que são livres de apresentar a sua luta e defendê-la, claro, cumprindo sempre tudo o que aos outros é exigido, isto é, o respeito pelas leis vigentes do nosso estado democrático.
Podemos até partir do princípio que poderão vir a confirmar-se as estafadas frases mobilizadoras do "hoje somos poucos, amanhã seremos muitos" ou " somos poucos mas bons", mas ao que parece o movimento está a fazer o caminho inverso - eram muitos e agora são poucos -.
Também sabemos que, politicamente, o tempo já não é o mesmo do inicio e até a CS já não lhes concede o espaço que  lhes dedicava - já não existe um governo para verberar nem um primeiro ministro para  derrotar -. Por isso a  tarefa do movimento se torna cada vez mais difícil e apagada, por isso já são só umas dezenas que resistem.
Por outro lado, o exemplo que fez a génese do movimento, as revoltas populares no Norte de África, e compreensivelmente, não foi adoptado pela maioria dos cidadãos até porque, e bem, se entendeu que, enquanto por lá se combatia pelo fim de ditaduras, isso nada tinha, e não tem,  a ver com a situação portuguesa e europeia.
Com tudo isto iremos, certamente, assistir ao esvasiamento do protesto - o Rossio não é a Praça Tahrir - e aos poucos a grande praça lisboeta  voltará ao seu aspecto normal, pejada de gente que corre de um lado para o outro no seu afã de trabalho. À noite haverá gente por lá deitada mas serão os habituais e infelizes sem abrigo que por ali resistem entre caixas de cartão e cobertores esperando pela boa vontade das organizações que os apoiam.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Contrariamente


Contrariamente ao Vinho do Porto, brasão das terras que o viram nascer, António Barreto só piora com a idade...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Por onde andam estes camaradas ?

Por onde andam agora estes camaradas ?
Tanto falaram, tanto escreveram, tanto condenaram...
O homem já se foi embora e não os vejo apresentarem-se como alternativa ou a liderarem uma nova via.
Não me digam que se lhes acabou a verbosidade ou era, mesmo, só despeito ?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pau de cabeleira


Afnal quem vai ser quem...?

Novos tempos, novos desígnios

Cavaco vai condecorar com o mais elevado grau de uma da mais importantes ordens honoríficas portuguesas o expoente máximo do ódio político e a "promotora" da suspensão da democracia por seis meses...
Vê-se bem que algo está a mudar, já, na política portuguesa e quais os desígnios, desde há muito,  partilhados pelo actual, infelizmente, Presidente da República.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Depois da borrasca


Ora, então, vamos lá...
Grande borrasca a de ontem, não foi ? 
Grandes consequências mais ou menos previsíveis...É verdade !
Mas nada disto serviria se não se tirassem conclusões. Tenham calma que já vou aos idiotas úteis de que falei na 6ª. feira...
Como ontem escrevi na minha página do FB e transcrevo:
"Consumado está.
O PSD ganhou as eleições e vai governar, certamente com o apoio do CDS, e terá todas as condições para realizar o seu trabalho.O povo português pronunciou-se e elegeu. 
O resultado tem de ser respeitado sem qualquer rebuço.À Oposição ficará o trabalho de controlo do poder. É assim em Democracia; é assim que se deseja que seja; foi isso que defendemos toda uma vida."

Esta é a minha posição de princípio e que me tem acompanhado, sempre, desde há cerca de 45 anos - 45, 
perguntarão porquê? - pois, quando tinha 18, já pensava na Política e na Democracia com ideias bem assentes e ainda faltavam 8 para a Revolução. Nem toda a gente da minha geração era assim, para o bem e para o mal, e isso veio a demonstrar-se mais tarde e os exemplos são muitos.
Mas voltando ao assunto inicial.
Está assim descrita a minha posição política face aos novos actores da política portuguesa. Nada mais há a fazer, neste momento, do que respeitar a vontade popular por maiores que sejam os engulhos  que isso nos possa causar. Mas não basta encher a boca com a palavra "Povo" é necessário respeitá-la.
Segundo ponto. 
O PS e José Sócrates perderam inequivocamente as eleições;  e é um facto que tem de ser aceite sem mais mas nem menos mas; e não há que ir buscar bodes expiatórios dos permanentes "ses" que estas situações normalmente geram.
Felizmente, José Sócrates - infelizmente para quem muito o respeita - tomou a atitude mais digna e fez um extraordinário discurso de vencido/despedida que deve deixar alguns amargos de boca a alguns vencedores que conhecemos recentemente.
Teve o discernimento  de abandonar o poder e/ou a liderança de um grande partido de forma corajosa e desapegada. Havia mais, na noite de ontem, quem devesse ter feito o mesmo, mas essa coragem não existiu. Ressalvo a posição tomada pelo presidente do pequeníssimo MEP que tomou idêntica decisão.
Mas dos idiotas úteis - cá vamos nós - existem alguns que ganham sempre e outros que não sabem despegar-se do seu estatuto de líder.
Há muito que era sabido que a idiotice à esquerda era um mal de que padecem certos partidos em Portugal.
Só faltaria saber se seriam úteis ou inúteis. No caso vertente foram úteis ... à direita; já se estava à espera e os motivos porque assim seria, também, por quem anda nisto há muitos anos.
Primeiro o PCP que ganha (?) sempre, que fica muito satisfeito com o seus 7.9% e porque conquistou um deputado no Algarve mas que no cômputo geral não granjeou mais do que 440.850 votos (eles parecem muitos porque vão sempre todos às manifestações). Mas o PCP atingiu o seu objectivo - a derrota do Partido Socialista, seu arqui-inimigo desde os tempos de Soares -. Ao PCP não lhe interessa um governo de esquerda, interessa-lhe poder continuar a dispor da rua para se manifestar contra qualquer coisa; movimentar as massas que ainda nele vêem um farol e um futuro radioso de amanhãs que cantam. Para continuar a existir o PCP não necessita de um partido que com ele converja em matéria política; necessita de um partido que lhe seja antagónico para que possa protestar.
Já o Bloco de Esquerda é um caso diferente. A nova versão à esquerda do projecto do PRD, tem um professor universitário em vez de um general como mentor. Está-se a esvaziar calmamente, tal e qual o outro. Os seus burgueses esquerdizantes vão olhando mais para o que perdem que para o que ganham e vão-no deixando a pouco e pouco sem encontrarem alternativa para as suas fogosidades revolucionárias. Louçã é um caso deprimente. Depois de uma hecatombe como a de ontem manteve-se impávido e não pôs o seu lugar à disposição. Perder a projecção política que lhe dá o cargo de coordenador do BE é-lhe mais penoso do que ter a humildade democrática, que tanto a outros exigiu, para aceitar que foi derrotado inexoravelmente. Esperemos, ao menos, que também não venha a ser vendido para servir de coito a um qualquer movimento extremista como foi o caso do Renovador Democrático. 
Falta-nos falar ainda da direita que se alapou à vitória. É o caso de Portas e do CDS.
Espertalhão, sabendo que vai para o governo obrigatoriamente. Paulo Portas esqueceu-se de avaliar a derrota que foi o não ter conseguido mais votos que o BE+CDU, sua questão de princípio, nem o facto de nem sequer poder ter podido vislumbrar o tão apetecido cargo de primeiro ministro como chegou a manifestar.
Arranjou um discurso, quase tipo PCP, para se declarar vencedor e continua na sua boa senda de um dos poucos políticos profissionais portugueses de mais longa vida partidária.
Sobre o PSD e Passos Coelho nem é necessário falar. Ganhou suficientemente distanciado para que possamos partir do princípio (?) que o povo eleitor estava suficientemente elucidado sobre as suas propostas. Vamos aguardar calmamente o desenrolar das suas políticas e verificar "a posteriori" se era verdade que os eleitores estavam cientes no que iam votar. A ver vamos.
Deixei para último o Partido Socialista, porque embora não seja militante, foi aquele a que dei apoio.
Sócrates tem razão! Ele perdeu estas legislativas e os anticorpos gerados à sua volta levaram também o Partido ao resultado conhecido.
O que espero do Partido a que dei apoio ?
Espero que seja coerente e que respeite os seus compromissos. Não espero que vá para o governo mas sim que se insira na Oposição ressalvando as situações em que deu já anteriormente o seu apoio. Terá de cumpri-las milimetricamente mas só e unicamente essas. No resto terá campo para ser um defensor das suas causas e dos seus princípios fundadores e um observador atento de toda a actividade governativa.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

Uma semana

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No próximo fim de semana joga-se o futuro de Portugal.
É claro que o país não desaparece e a nação não se eclipsa mas vai estar em decisão o futuro político.
A ainda decorrente campanha eleitoral tem sido uma afronta aos mais simples princípios  éticos do procedimento político.
Não me recordo de assistir a um espectáculo tão reles desde 1974. Dirão, e com razão, que tudo é fruto de um clima provocatório que se tem vindo a estabelecer ao longo dos últimos seis/sete anos. A quebra de hegemonia de um partido político e o seu consequente afastamento do poder criou um permanente estado de "complot", de guerrilha política que se estendeu a corporações e demais interesses que iam sendo postos em causa.
O partido referido, o PPD dito PSD, demonstrou toda a sua incapacidade de compreender o jogo democrático e aceitar o veredicto popular. São disso exemplo o execrável consulado de ódio de Manuel Ferreira Leite , ainda agora bem consubstanciado no recente comício no Norte, assim como a actual liderança de um desnorteado líder, Passos Coelho. É certo que à direita não foram os únicos. Muitos dos parceiros da jogatana que queria levar ao assassínio moral e político do Primeiro Ministro estiveram também no CDS, em que o caso Freeport é um bom exemplo. Contudo, Paulo Portas, é um político de créditos firmados, por muito que se discorde dele; não é um principiante armado em candidato a PM, como é o caso do lider do PPD/PSD. Passos Coelho é tão mau enquanto político que até faz sentir saudades de Pedro Santana Lopes.
Por outro lado não nos podemos esquecer da esquerda comunista, PCP e BE, que muito contribuiram, por razões ideológicas antigas, para a tentativa de desgaste e cisão no PS. Bem tentaram mas não conseguiram e acabaram por fazer o papel de idiotas úteis favorecendo os interesses e intuitos da direita portuguesa, em que o CDS, aparecendo tacticamente mais ao centro, empurrou o ultra liberal e descaracterizado PPD para o extremo da direita do espaço político nacional.
Mas foi só isto ?
Não! Falta aqui uma individualidade.
Todo este processo tem outro actor que não pode ser esquecido nem menosprezado.
O actual Presidente da República!
Todos os  incidentes criados durante o seu primeiro mandato, os seus discursos de victória e posse como actual PR foram o rastilho que deram aso à actual situação política.
Cavaco Silva em nada de tudo isto é inocente e será certamente, também, um dos visados no escrutínio do próximo dia 5 de Junho.
Se o Partido Socialista ganhar as eleições, como espero, o primeiro derrotado não é Passos Coelho, porque esse não contará felizmente e nunca mais para a História política portuguesa. O principal derrotado será o actual PR e toda a sua "entourage".
De resto, já se sabe o que acontecerá depois: o CDS emergirá como 3º. partido mais votado e com mais poder negocial e à esquerda o PCP, ganhará com o sempre mesmo que tenha perdido, e o Bloco continuará o seu caminho descendente e de quebra de influência já há muito iniciado.
Aguarde-se, pois, o veredicto do Povo.
Por mim, como já informei, votarei no circulo de Lisboa na lista liderada por Eduardo Ferro Rodrigues (Partido Socialista) com o intuito, também, de evitar que alguma vez uma candidato como Fernando Nobre possa vir a ter neste país qualquer veleidade política.

sábado, 28 de maio de 2011

Um texto sobre outros argumentos

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Perante uma campanha, das mais reles a que tenho assistido desde que há democracia em Portugal, um texto como o que Ana Paula Fitas publicou no seu blogue "A nossa Candeia" é uma lufada de ar fresco, uma tentativa de levar a sensatez ao debate e deixar de lado a calúnia, a paixão exacerbada e opinião vendida.
Infelizmente, momentos como o descrito, são praticamente inexistentes na nossa CS e fundamentalmente nos canais televisivos onde a perseguição "ad hominem" tem sido uma constante.
Existe um real cansaço dos eleitores, uma vacuidade de mensagem no discurso político, menoriza-se o povo quando apenas se lhe quer servir o insulto, a baixeza e o argumento fácil que esconde a verdadeira intenção.
Felizmente só falta uma semana.
Aceda a:
http://anapaulafitas.blogspot.com/2011/05/solucoes-economicas-para-uma-crise-que.html

quinta-feira, 26 de maio de 2011

5 de Junho, afinal votamos em quem ?


Com a evolução natural da vida política portuguesa as eleições legislativas transformaram-se na eleição de uma figura para Primeiro Ministro. Contudo o país está dividido em circulos eleitorais distritais, com listas próprias. Assim, em Lisboa, por exemplo, a escolha dos candidatos debate-se entre listas partidárias lideradas por Ferro Rodrigues, Fernando Nobre, Teresa Caeiro, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã, só para falar nos partidos representados na AR.
Estranhamente, ou talvez não, os líderes dos dois maiores partidos - PS e PSD- apresentam-se por circulos eleitorais da província, no caso Castelo Branco e Vila Real.
Poder-se-á criar, por esse facto, ums situação de ambiguidade ao cidadão eleitor na justa medida em que, querendo contribuir com o seu voto para a eleição de uma determinada figura para PM poderá estar a eleger, a nível de circulo, alguém que lhe não interesse minimamente como deputado.
São os efeitos da personalização da vida política portuguesa que adultera o espírito da constituição de circulos eleitorais com deputados eleitos por esses mesmos circulos e sobre quem os eleitores devem exercer o seu escrutínio de actividade parlamentar.
É uma preversão do sistema.
E o caso de Lisboa é disso exemplo, onde aparecem 5 políticos experimentados e um recentemente derrotado nas eleições presidenciais onde se verificou a sua total incapacidade política - estamos, claro, a falar de Fernando Nobre.
Assim, para sermos coerentes, e dentro do espírito de voto por circulos, é nas listas lideradas por estes candidatos que deveríamos exercer o nosso direito de voto. É aí que devemos, em primeiro lugar, exercer o nosso direito de escolha.
Por mim, que não tenho dúvidas sobre o meu voto, esse problema não se põe já que apoio incontesávelmente a lista liderada por Ferro Rodrigues, mas para muitos outros, talvez, não seja tão fácil dadas as muitas resistências que alguns candidatos merecem.
A ver vamos

terça-feira, 24 de maio de 2011

Só para acabar o assunto dos anónimos

Um anónimo existe, pelo menos no que me diz respeito, que anda há muito a tentar que eu me compare a ele próprio; isto é, que eu deixe de ser bem educado e passe também a ser ordinário.
Porque tive um Pai e uma Mãe que me educaram não conseguirei nunca chegar ao estadio de ordinarice a que o tal anónimo chegou.
Por isso e só para acabar e nunca mais voltar ao assunto: Na minha casa mando eu e, como tal, a moderação de comentários  nos meus blogues a ser decidida é por mim e não por um qualquer alguém de baixa estatura educacional para não ser mais generalista.
Mais: Quanto a quem me lê não se preocupe é tudo gente que sabe respeitar o outro.
Mantenho o meu desejo de não ter de voltar ao assunto nem cruzar quaisquer palavras com semelhante individuo.

A Hora da Poesia- Rádio Vizela

www.mixcloud.com/Radiovizela/hora-da-poesia-entrevista-a-miguel-gomes-coelho-10072019/?fbclid=IwAR095cmi1MHhzKytias_ssHY3hooCm5P2TqODIjm7w...