Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
domingo, 7 de agosto de 2011
Face à crise já existente
e à muito maior que se advinha em termos mundiais só existe uma solução que compatibilize a Liberdade com os Direitos Humanos e o combate à desigualdade e à pobreza - o Socialismo Democrático !
Sem dúvida que é por aqui o caminho.
Uma vez mais o capitalismo exacerbado está num processo de autofagia e os povos têm de estar preparados para a defesa dos seus mais elementares direitos e da Liberdade em si mesma.
Reforço, "e da Liberdade em si mesma".
É bom que não haja confusões !
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Mudança de estilo
Era clarinho como a água que a mudança de liderança no Partido Socialista traria inevitavelmente uma alteração de estilo. As pessoas são diferentes, as motivações também, o seu percurso pessoal e político é igualmente diferente.
O que se pede, contudo, é que habituados a um líder forte os socialistas portugueses se revejam também num novo secretário geral que lhes dê a certeza de força e entusiasmo na intervenção política.
Seguro tem pouquíssimo tempo de cargo como líder do PS e da oposição mas não há como uma primeira impressão para definir desde o início o que vai ser um trajecto político e a sua atitude não se tem revelado entusiasmante.
O tom muito cordato e polido que faz chegar aos eleitores faz dele um homem agradável que demonstra serenidade e pode ser um trunfo pessoal na diferenciação do anterior líder; mas será que é aglutinador ?
A sua atitude faz-me por vezes recordar o antigo líder socialista Victor Constâncio, homem competente e sabedor, cordato, capaz de fazer acordos com o poder em nome do interesse nacional, mas que de líder nada tinha e se viu arrasado politicamente por um inconsistente Cavaco Silva, primeiro ministro deste país, de má memória.
Creio que o eleitorado deseja um Dr. António José Seguro frontal, activo e defensor dos princípios que enformam o Partido que representa; não julgo que o eleitorado esteja interessado no Tó Zé, à boa maneira popularucha agora em voga ( ao Constâncio chamavam-lhe Vitinho ), como se ainda fosse presidente da JS.
Um líder demonstra-se pela atitude e pela capacidade de arrastar consigo os eleitores.
Os primeiros sinais, ténues que são, ainda não deram para ver o que será o amanhã.
Aguardemos, contudo.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Não, não é o Zé do Telhado
porque esse roubava aos ricos para dar aos pobres.
Este é o Pedro de Massamá
versão portuguesa do Xerife de Nottingham...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Moody's & Co.
Não gosto do Governo, não o quero lá, não lhe dou o mínimo apoio, detesto o que eles representam, mas...independentemente disso e pensando a nivel global, olhando o passado recente e no terrorismo que as agências de rating têm produzido a nível mundial, apoio declaradamente que os seus responsáveis sejam julgados no TPI como terroristas e grandes violadores dos Direitos Humanos.
E nisso incluo todos aqueles que lhes têm dado cobertura a nível europeu e mundial.
A haver Justiça que seja feita sem deixar ninguém de fora !
quarta-feira, 6 de julho de 2011
That's an injustice...
Havia quem lhe desse dois anos ou um ano; assim não lhe dou seis meses...
Um Primeiro Mnistro armado em "patinho feio" tem os dias contados...
A conclusão da anedota
Cavaco pediu aos portugueses para não dizerem mal das agências de rating.
Ontem teve a resposta da Moody's.
Hoje tem a nossa:
Ontem teve a resposta da Moody's.
Hoje tem a nossa:
terça-feira, 5 de julho de 2011
Então !!
Então Dr. Cavaco, ninguém internacionalmente acredita em si nem no seu amado governo de Direita?
As suas promessas eleitorais como as do seu amado Governo de nada servem o País ?
Estamos sempre pior quando o Senhor afirmou que ficaríamos melhor...
Onde está a ser jogado o seu "prestígio"internacional ?
Será que o tem ? Como economista ou como "honoris causa" em Literatura na Índia?
Deve ser prestigiado em Literatura, certamente, depois das suas declarações sobre a "Utopia"...
Como economista não o será de certeza !
Valha-nos Nossa Senhora da Asneira....
Aceda a:
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1898066&seccao=Dinheiro%20Vivo
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Nobre
Sem nobreza na entrada nem na saída da política activa.
Pior!
Por sua causa, as futuras tentativas de entrada de independentes dos partidos na vida política ficará adiada "sine die".
O exemplo foi mau demais...
Dos apelos à união nacional ou à União Nacional
Desde que o actual governo tomou posse tem sido prática em enumeros jornais quer televisivos, quer nas edições em papel ou na net, assim como nas redes sociais e na blogoesfera, o apelo à união nacional num esforço de todos para que o País possa levar de vencida os muitos desafios que tem pela frente.
Parece que esse desígnio, agora considerado fundamental, não o era quando o anterior governo estava em funções; nessa altura, a união nacional, não era considerada prioritária e muito pelo contrário, o importante era a divisão nacional, o confronto, tudo o que pudesse levar, por que meios fosse, à queda do executivo e à convocação de eleições antecipadas.
Até o posicionamento do actual e infeliz PR se alterou e da crítica acérrima, da convocação da rebeldia contra o anterior executivo, do permanente contributo para a suspeição sobre o anterior governo, se passou para uma agenda mitigada de críticas em que se avoluma a não já necessária protecção dos portugueses face às exigências da conjuntura, da impossibilidade de lhes serem pedidos mais sacrificios, mas para uma compreensiva necessidade de aceitar maiores sacrificios que aqueles que lhes eram pedidos anteriormente.
E o que, mais bizarro, sucede agora é quase um apelo para que os portugueses se constituam, a bem da Nação, numa União Nacional, em que se diluam as diferenças e apenas se foquem nos objectivos delineados pelo novo governo, aparte as exigências da troika, quase que, não o aceitando, possam vir a ser apodados de traidores à Pátria.
Não sei porquê (?) estou a sentir-me a retroceder aos meus vinte e tal anos...
Mas não é esse o bom caminho !
O bom caminho passa, sim, não só pelo cumprimento das nossas obrigações mas também pelo vincar das diferenças políticas, pelo confronto dos diferentes caminhos que poderão ser opção para delinear o futuro, pela assumpão de cada um do seu projecto. É na diferença e no confronto sério que se descobrem novas soluções , não o será nunca no arregimentar de um rebanho .
Os desígnios do actual poder e dos que o conduziram à liderança do governo e a forma como se expressam apenas demonstra medo do futuro e dúvida sobre a sua capacidade de levar por diante as suas políticas face a uma possível reacção popular em contra corrente e, com isso, à falência do seu projecto.
Do muito que o amanhã nos reserva apenas uma coisa tenho a certeza:
O futuro passa por uma união (na diferença) nunca por uma União (indiferenciada).
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Passos Coelho promove economia chinesa
Com a recente intenção do governo em se locupletar à custa de parte substancial do 13º. mês dos portugueses quem vai sofrer é o pequeno e médio comércio nacional.
Pois, as gentes irão diminuir drásticamente`as suas compras e com isso diminuirão, também, de forma violenta, as vendas.
Quem se irá ficar a rir e a esfregar as mãos de contente serão os detentores das chamadas lojas de "artigos orientais", vulgo lojas dos chineses, que pelo seu baixo preço verão aumentar as vendas.
Com isso se promoverá mais importações da China e maiores lucros dos ditos empresários o que se revelará profícuo para aquele país asático.
E eu, estupidamente, a pensar que o governo português queria proteger as "micro,pequenas e médias empresas nacionais" tanto industriais, que trabalham para o mercado interno, como as comerciais e que são responsáveis pela maior fatia do emprego nacional.
Mas enganei-me !
Pedro Passos Coelho está mais preocupado com a economia chinesa e obriga-nos, a nós, a ficar com os olhos em bico.
Sondagem
Segundo a Eurosondagem subiu a percentagem de apoiantes aos partidos de direita em Portugal (cerca de 54%).
Claro que isto foi feito até ao dia 28 de Junho.
Espero pela próxima, aquela em que serão já avaliadas as medidas de austeridade não impostas pela troika mas sim por opção do governo de PPC, para conhecer a reacção popular.
Aceda a:
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/portugal2011/2011/07/01/psd-e-cds-pp-sobem-nas-intencoes-de-voto
Claro que isto foi feito até ao dia 28 de Junho.
Espero pela próxima, aquela em que serão já avaliadas as medidas de austeridade não impostas pela troika mas sim por opção do governo de PPC, para conhecer a reacção popular.
Aceda a:
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/portugal2011/2011/07/01/psd-e-cds-pp-sobem-nas-intencoes-de-voto
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Stepan Shchipachyov
Saber apreciar o amor
Saber apreciar o amor,
Especialmente apreciá-lo com os anos.
O amor não são suspiros num banco
Nem passeios ao luar.
Será tudo : lama e as primeiras neves.
E uma vida que é preciso viver juntos.
O amor é parecido com um bom poema :
Um bom poema não se faz sem sofrimento.
Stepan Shchipachyov - Antologia da Poesia Soviética
Ed. Futura
Atenas - o rastilho
Será que Atenas virá a representar, no futuro,o fim do sonho europeu por que tantas gerações lutaram ?
Se não o é, para já, para lá caminha.
A completa divergência entre os directórios políticos da União e os povos de que se dizem representantes irá, paulatinamente, cavar um cada vez maior fosso entre interesses.
E é nesse facto, na completa insensibilidade às aspirações populares e na defesa dos interesses que representam, que residem as razões da cada vez maior recusa às políticas ditadas por quem dirige a União.
Mas também poderá representar o inverso.
Atenas poderá vir a ser o rastilho da poderosa bomba latente que conduzirá à radical mudança dos objectivos actuais da União. Nesse caso, o sonho da Europa Social poderá manter-se mas os actores serão outros, assim como os conceitos sociais e económicos actuais também mudarão.
Contudo, não será fácil.
Quem detém, actualmente, as rédeas do poder na Europa, não quererá, facilmente, abdicar dele. Nem eles nem os de quem são testas de ferro à escala internacional. Afinal, os verdadeiros responsáveis pela crise.
Tudo terá de começar pela verdadeira consciencialização dos povos europeus de que não se podem abster, como tem sucedido, de intervir na discussão das politicas europeias e na decisão de quem os representa. É necessário actuar e participar quando a isso somos chamados. As vergonhosas taxas de abstenção nas eleições europeias são disso um bom exemplo.
Se assim acontecer, ainda poderemos, um dia, vir a celebrar Atenas como um reinício do sonho europeu caso contrário, será o marco histórico da falência de um projecto que grandes estadistas, coisa que agora não existe, um dia conceberam não para o bem de alguns mas para o benefício de todos.
domingo, 26 de junho de 2011
Novo estatuto editorial do Expresso
Para ler e meditar profundamente.
Das razões, boas ou más, do passado ou do presente, muito fica por desvendar.
Peso na consciência ou desejo de caminhos novos tudo pode servir de razão para esta tomada de posição.
De qualquer modo, pelos caminhos trilhados pelo jornal nun passado recente, tudo nos leva a duvidar de tanta transparência ou se se trata de calar conjuras futuras, que por afecto ao novo poder urge, para já, domesticar para que não venham pôr em causa tudo aquilo que o próprio jornal ajudou a construir num passado recente.
Aceda a:
http://vaievem.wordpress.com/2011/06/26/jornalismo-e-interesse-nacional
sábado, 25 de junho de 2011
Arthur Rimbaud
O Dormidor do Vale
É um poço de verdura onde canta um ribeiro
Arrastando à doida pela erva rasgões
De prata; onde o sol, do alto monte sobranceiro,
Brilha: é um vale ameno na espuma dos clarões.
Um jovem soldado, testa ao vento, caída
A boca, a nuca no agrião azul banhada,
Dorme; está deitado na terra, sem guarida
Pálido na verde enxerga de luz molhada.
Os pés entre os gladíolos. dorme. Sorrindo
Qual menino doente a sorrir, vai dormindo:
Dá-lhe aconchego, ó Natureza, que arrefece.
Nem aos perfumes a narina lhe estremece;
Dorme ao sol, a mão sobre o peito sossegado.
Tem dois buracos encarnados, lado a lado.
Outubro de 1870
Arthur Rimbaud - 35 Poemas de
Relógio de Água 1991
quinta-feira, 23 de junho de 2011
23 de Junho, mais uma vez
Eu, que descrevo
esta morte
com lágrimas,
desço ao país do frio
o da música extremada
sem suster o dilúvio.
Erguem-se os animais
num imenso gemido
sua dor é verde
e o escultor do medo
já só esculpe o silêncio.
Ana Marques Gastão - Terra sem Mãe
Ed. Gótica - 2001
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Magistratura activa /Cooperação activa
Embora muita gente possa pensar que significam coisas parecidas, estas duas palavras somadas ao adjectivo activa, têm significados que podem bem demonstrar a diferença de atitude do actual PR face ao anterior governo (socialista) e ao actual, que tem por base o seu partido de origem.
E não custa muito verificar a diferença, basta ir ao dicionário.
Cavaco nunca se engana e raramente tem dúvidas. Mais uma vez o provou...
terça-feira, 21 de junho de 2011
A posse do novo Governo
Propor um pacto de confiança pressupõe que se é depositário da confiança dos cidadãos.
Os discursos, os dois, foram o natural bla-bla-bla destas situações.
A confiança ganha-se não se oferece e para já está tudo desconfiado.
O dia de ontem também não ajudou...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Perdeu a incoerência
Paulo Portas fiel ao seu discurso foi coerente.
O PS foi coerente na posição tomada.
O PCP foi coerente face a anteriores declarações.
O Bloco foi, por uma vez, coerente.
Até os Ecologistas foram coerentes seguindo o PCP.
Todos votaram como se esperava. Ganhou a coerência!
Perdeu o incoerente, Fernando Nobre, que fez uma campanha contra os políticos e os Partidos e agora queria guindar-se a seu representante.
Outro epifenómeno da política nacional com o destino já traçado, o esquecimento.
Os bobos
Os bobos ao olhar para os outros vêem-nos sempre iguais a si próprios...
E não é verdade !
Os outros não são bobos...!
Aceda a:
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1882957&seccao=Jo%E3o+C%E9sar+das+Neves&tag=Opini%E3o+-+Em+Foco&page=-1
domingo, 19 de junho de 2011
Anna Akhmatova
E O MEU CORAÇÃO JÁ NÃO BATE
E o meu coração já não bate
Na minha voz, de alegria e tristeza.
Acabou... E o meu canto galopa
Para a noite vazia, onde tu já não estás.
Anna Akhmatova-Antologia de Poesia Soviética
Ed.Futura-1973
sábado, 18 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Neste início de novo ciclo
recordo alguns poemas de Armindo Rodrigues no livro "O Poeta Perguntador":
Quem cuida que sabe ignora.
Quem sabe que ignora sabe.
Onde a discussão não cabe
fica a verdade de fora.
oooo000oooo
Mais só é quem só se sente,
ou quem os outros enjeita ?
Só há presença perfeita
em estar em tudo presente.
A si próprio se desmente
quem só a si aproveita.
oooo000oooo
Nomear-te.
liberdade,
é logo ser mais livre.
oooo000oooo
Da poeira do tempo
faz-se o esquecimeto.
Da poeira dos homens
se faz a lembrança.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Passa por mim no Rossio
E passei e vi umas dezenas de pessoas deitadas.
O meu já "velho" conceito de Democracia passa pelo respeito fundamental pelas minorias pelo que os "deitados" me merecem o maior respeito e considero que são livres de apresentar a sua luta e defendê-la, claro, cumprindo sempre tudo o que aos outros é exigido, isto é, o respeito pelas leis vigentes do nosso estado democrático.
Podemos até partir do princípio que poderão vir a confirmar-se as estafadas frases mobilizadoras do "hoje somos poucos, amanhã seremos muitos" ou " somos poucos mas bons", mas ao que parece o movimento está a fazer o caminho inverso - eram muitos e agora são poucos -.
Também sabemos que, politicamente, o tempo já não é o mesmo do inicio e até a CS já não lhes concede o espaço que lhes dedicava - já não existe um governo para verberar nem um primeiro ministro para derrotar -. Por isso a tarefa do movimento se torna cada vez mais difícil e apagada, por isso já são só umas dezenas que resistem.
Por outro lado, o exemplo que fez a génese do movimento, as revoltas populares no Norte de África, e compreensivelmente, não foi adoptado pela maioria dos cidadãos até porque, e bem, se entendeu que, enquanto por lá se combatia pelo fim de ditaduras, isso nada tinha, e não tem, a ver com a situação portuguesa e europeia.
Com tudo isto iremos, certamente, assistir ao esvasiamento do protesto - o Rossio não é a Praça Tahrir - e aos poucos a grande praça lisboeta voltará ao seu aspecto normal, pejada de gente que corre de um lado para o outro no seu afã de trabalho. À noite haverá gente por lá deitada mas serão os habituais e infelizes sem abrigo que por ali resistem entre caixas de cartão e cobertores esperando pela boa vontade das organizações que os apoiam.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Contrariamente
Contrariamente ao Vinho do Porto, brasão das terras que o viram nascer, António Barreto só piora com a idade...
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Por onde andam estes camaradas ?
Por onde andam agora estes camaradas ?
Tanto falaram, tanto escreveram, tanto condenaram...
O homem já se foi embora e não os vejo apresentarem-se como alternativa ou a liderarem uma nova via.
Não me digam que se lhes acabou a verbosidade ou era, mesmo, só despeito ?
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Novos tempos, novos desígnios
Cavaco vai condecorar com o mais elevado grau de uma da mais importantes ordens honoríficas portuguesas o expoente máximo do ódio político e a "promotora" da suspensão da democracia por seis meses...
Vê-se bem que algo está a mudar, já, na política portuguesa e quais os desígnios, desde há muito, partilhados pelo actual, infelizmente, Presidente da República.
Vê-se bem que algo está a mudar, já, na política portuguesa e quais os desígnios, desde há muito, partilhados pelo actual, infelizmente, Presidente da República.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Depois da borrasca
Ora, então, vamos lá...
Grande borrasca a de ontem, não foi ?
Grandes consequências mais ou menos previsíveis...É verdade !
Mas nada disto serviria se não se tirassem conclusões. Tenham calma que já vou aos idiotas úteis de que falei na 6ª. feira...
Como ontem escrevi na minha página do FB e transcrevo:
"Consumado está.
O PSD ganhou as eleições e vai governar, certamente com o apoio do CDS, e terá todas as condições para realizar o seu trabalho.O povo português pronunciou-se e elegeu.
O resultado tem de ser respeitado sem qualquer rebuço.À Oposição ficará o trabalho de controlo do poder. É assim em Democracia; é assim que se deseja que seja; foi isso que defendemos toda uma vida."
Esta é a minha posição de princípio e que me tem acompanhado, sempre, desde há cerca de 45 anos - 45,
perguntarão porquê? - pois, quando tinha 18, já pensava na Política e na Democracia com ideias bem assentes e ainda faltavam 8 para a Revolução. Nem toda a gente da minha geração era assim, para o bem e para o mal, e isso veio a demonstrar-se mais tarde e os exemplos são muitos.
Mas voltando ao assunto inicial.
Está assim descrita a minha posição política face aos novos actores da política portuguesa. Nada mais há a fazer, neste momento, do que respeitar a vontade popular por maiores que sejam os engulhos que isso nos possa causar. Mas não basta encher a boca com a palavra "Povo" é necessário respeitá-la.
Segundo ponto.
O PS e José Sócrates perderam inequivocamente as eleições; e é um facto que tem de ser aceite sem mais mas nem menos mas; e não há que ir buscar bodes expiatórios dos permanentes "ses" que estas situações normalmente geram.
Felizmente, José Sócrates - infelizmente para quem muito o respeita - tomou a atitude mais digna e fez um extraordinário discurso de vencido/despedida que deve deixar alguns amargos de boca a alguns vencedores que conhecemos recentemente.
Teve o discernimento de abandonar o poder e/ou a liderança de um grande partido de forma corajosa e desapegada. Havia mais, na noite de ontem, quem devesse ter feito o mesmo, mas essa coragem não existiu. Ressalvo a posição tomada pelo presidente do pequeníssimo MEP que tomou idêntica decisão.
Mas dos idiotas úteis - cá vamos nós - existem alguns que ganham sempre e outros que não sabem despegar-se do seu estatuto de líder.
Há muito que era sabido que a idiotice à esquerda era um mal de que padecem certos partidos em Portugal.
Só faltaria saber se seriam úteis ou inúteis. No caso vertente foram úteis ... à direita; já se estava à espera e os motivos porque assim seria, também, por quem anda nisto há muitos anos.
Primeiro o PCP que ganha (?) sempre, que fica muito satisfeito com o seus 7.9% e porque conquistou um deputado no Algarve mas que no cômputo geral não granjeou mais do que 440.850 votos (eles parecem muitos porque vão sempre todos às manifestações). Mas o PCP atingiu o seu objectivo - a derrota do Partido Socialista, seu arqui-inimigo desde os tempos de Soares -. Ao PCP não lhe interessa um governo de esquerda, interessa-lhe poder continuar a dispor da rua para se manifestar contra qualquer coisa; movimentar as massas que ainda nele vêem um farol e um futuro radioso de amanhãs que cantam. Para continuar a existir o PCP não necessita de um partido que com ele converja em matéria política; necessita de um partido que lhe seja antagónico para que possa protestar.
Já o Bloco de Esquerda é um caso diferente. A nova versão à esquerda do projecto do PRD, tem um professor universitário em vez de um general como mentor. Está-se a esvaziar calmamente, tal e qual o outro. Os seus burgueses esquerdizantes vão olhando mais para o que perdem que para o que ganham e vão-no deixando a pouco e pouco sem encontrarem alternativa para as suas fogosidades revolucionárias. Louçã é um caso deprimente. Depois de uma hecatombe como a de ontem manteve-se impávido e não pôs o seu lugar à disposição. Perder a projecção política que lhe dá o cargo de coordenador do BE é-lhe mais penoso do que ter a humildade democrática, que tanto a outros exigiu, para aceitar que foi derrotado inexoravelmente. Esperemos, ao menos, que também não venha a ser vendido para servir de coito a um qualquer movimento extremista como foi o caso do Renovador Democrático.
Falta-nos falar ainda da direita que se alapou à vitória. É o caso de Portas e do CDS.
Espertalhão, sabendo que vai para o governo obrigatoriamente. Paulo Portas esqueceu-se de avaliar a derrota que foi o não ter conseguido mais votos que o BE+CDU, sua questão de princípio, nem o facto de nem sequer poder ter podido vislumbrar o tão apetecido cargo de primeiro ministro como chegou a manifestar.
Arranjou um discurso, quase tipo PCP, para se declarar vencedor e continua na sua boa senda de um dos poucos políticos profissionais portugueses de mais longa vida partidária.
Sobre o PSD e Passos Coelho nem é necessário falar. Ganhou suficientemente distanciado para que possamos partir do princípio (?) que o povo eleitor estava suficientemente elucidado sobre as suas propostas. Vamos aguardar calmamente o desenrolar das suas políticas e verificar "a posteriori" se era verdade que os eleitores estavam cientes no que iam votar. A ver vamos.
Deixei para último o Partido Socialista, porque embora não seja militante, foi aquele a que dei apoio.
Sócrates tem razão! Ele perdeu estas legislativas e os anticorpos gerados à sua volta levaram também o Partido ao resultado conhecido.
O que espero do Partido a que dei apoio ?
Espero que seja coerente e que respeite os seus compromissos. Não espero que vá para o governo mas sim que se insira na Oposição ressalvando as situações em que deu já anteriormente o seu apoio. Terá de cumpri-las milimetricamente mas só e unicamente essas. No resto terá campo para ser um defensor das suas causas e dos seus princípios fundadores e um observador atento de toda a actividade governativa.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
E se se confirmar...

na segunda feira falaremos sobre uns idiotas úteis que lançaram este país nos braços da direita.
domingo, 29 de maio de 2011
Uma semana

No próximo fim de semana joga-se o futuro de Portugal.
É claro que o país não desaparece e a nação não se eclipsa mas vai estar em decisão o futuro político.
A ainda decorrente campanha eleitoral tem sido uma afronta aos mais simples princípios éticos do procedimento político.
Não me recordo de assistir a um espectáculo tão reles desde 1974. Dirão, e com razão, que tudo é fruto de um clima provocatório que se tem vindo a estabelecer ao longo dos últimos seis/sete anos. A quebra de hegemonia de um partido político e o seu consequente afastamento do poder criou um permanente estado de "complot", de guerrilha política que se estendeu a corporações e demais interesses que iam sendo postos em causa.
O partido referido, o PPD dito PSD, demonstrou toda a sua incapacidade de compreender o jogo democrático e aceitar o veredicto popular. São disso exemplo o execrável consulado de ódio de Manuel Ferreira Leite , ainda agora bem consubstanciado no recente comício no Norte, assim como a actual liderança de um desnorteado líder, Passos Coelho. É certo que à direita não foram os únicos. Muitos dos parceiros da jogatana que queria levar ao assassínio moral e político do Primeiro Ministro estiveram também no CDS, em que o caso Freeport é um bom exemplo. Contudo, Paulo Portas, é um político de créditos firmados, por muito que se discorde dele; não é um principiante armado em candidato a PM, como é o caso do lider do PPD/PSD. Passos Coelho é tão mau enquanto político que até faz sentir saudades de Pedro Santana Lopes.
Por outro lado não nos podemos esquecer da esquerda comunista, PCP e BE, que muito contribuiram, por razões ideológicas antigas, para a tentativa de desgaste e cisão no PS. Bem tentaram mas não conseguiram e acabaram por fazer o papel de idiotas úteis favorecendo os interesses e intuitos da direita portuguesa, em que o CDS, aparecendo tacticamente mais ao centro, empurrou o ultra liberal e descaracterizado PPD para o extremo da direita do espaço político nacional.
Mas foi só isto ?
Não! Falta aqui uma individualidade.
Todo este processo tem outro actor que não pode ser esquecido nem menosprezado.
O actual Presidente da República!
Todos os incidentes criados durante o seu primeiro mandato, os seus discursos de victória e posse como actual PR foram o rastilho que deram aso à actual situação política.
Cavaco Silva em nada de tudo isto é inocente e será certamente, também, um dos visados no escrutínio do próximo dia 5 de Junho.
Se o Partido Socialista ganhar as eleições, como espero, o primeiro derrotado não é Passos Coelho, porque esse não contará felizmente e nunca mais para a História política portuguesa. O principal derrotado será o actual PR e toda a sua "entourage".
De resto, já se sabe o que acontecerá depois: o CDS emergirá como 3º. partido mais votado e com mais poder negocial e à esquerda o PCP, ganhará com o sempre mesmo que tenha perdido, e o Bloco continuará o seu caminho descendente e de quebra de influência já há muito iniciado.
Aguarde-se, pois, o veredicto do Povo.
Por mim, como já informei, votarei no circulo de Lisboa na lista liderada por Eduardo Ferro Rodrigues (Partido Socialista) com o intuito, também, de evitar que alguma vez uma candidato como Fernando Nobre possa vir a ter neste país qualquer veleidade política.
sábado, 28 de maio de 2011
Um texto sobre outros argumentos

Perante uma campanha, das mais reles a que tenho assistido desde que há democracia em Portugal, um texto como o que Ana Paula Fitas publicou no seu blogue "A nossa Candeia" é uma lufada de ar fresco, uma tentativa de levar a sensatez ao debate e deixar de lado a calúnia, a paixão exacerbada e opinião vendida.
Infelizmente, momentos como o descrito, são praticamente inexistentes na nossa CS e fundamentalmente nos canais televisivos onde a perseguição "ad hominem" tem sido uma constante.
Existe um real cansaço dos eleitores, uma vacuidade de mensagem no discurso político, menoriza-se o povo quando apenas se lhe quer servir o insulto, a baixeza e o argumento fácil que esconde a verdadeira intenção.
Felizmente só falta uma semana.
Aceda a:
http://anapaulafitas.blogspot.com/2011/05/solucoes-economicas-para-uma-crise-que.html
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
5 de Junho, afinal votamos em quem ?
Com a evolução natural da vida política portuguesa as eleições legislativas transformaram-se na eleição de uma figura para Primeiro Ministro. Contudo o país está dividido em circulos eleitorais distritais, com listas próprias. Assim, em Lisboa, por exemplo, a escolha dos candidatos debate-se entre listas partidárias lideradas por Ferro Rodrigues, Fernando Nobre, Teresa Caeiro, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã, só para falar nos partidos representados na AR.
Estranhamente, ou talvez não, os líderes dos dois maiores partidos - PS e PSD- apresentam-se por circulos eleitorais da província, no caso Castelo Branco e Vila Real.
Poder-se-á criar, por esse facto, ums situação de ambiguidade ao cidadão eleitor na justa medida em que, querendo contribuir com o seu voto para a eleição de uma determinada figura para PM poderá estar a eleger, a nível de circulo, alguém que lhe não interesse minimamente como deputado.
São os efeitos da personalização da vida política portuguesa que adultera o espírito da constituição de circulos eleitorais com deputados eleitos por esses mesmos circulos e sobre quem os eleitores devem exercer o seu escrutínio de actividade parlamentar.
É uma preversão do sistema.
E o caso de Lisboa é disso exemplo, onde aparecem 5 políticos experimentados e um recentemente derrotado nas eleições presidenciais onde se verificou a sua total incapacidade política - estamos, claro, a falar de Fernando Nobre.
Assim, para sermos coerentes, e dentro do espírito de voto por circulos, é nas listas lideradas por estes candidatos que deveríamos exercer o nosso direito de voto. É aí que devemos, em primeiro lugar, exercer o nosso direito de escolha.
Por mim, que não tenho dúvidas sobre o meu voto, esse problema não se põe já que apoio incontesávelmente a lista liderada por Ferro Rodrigues, mas para muitos outros, talvez, não seja tão fácil dadas as muitas resistências que alguns candidatos merecem.
A ver vamos
terça-feira, 24 de maio de 2011
Só para acabar o assunto dos anónimos
Um anónimo existe, pelo menos no que me diz respeito, que anda há muito a tentar que eu me compare a ele próprio; isto é, que eu deixe de ser bem educado e passe também a ser ordinário.
Porque tive um Pai e uma Mãe que me educaram não conseguirei nunca chegar ao estadio de ordinarice a que o tal anónimo chegou.
Por isso e só para acabar e nunca mais voltar ao assunto: Na minha casa mando eu e, como tal, a moderação de comentários nos meus blogues a ser decidida é por mim e não por um qualquer alguém de baixa estatura educacional para não ser mais generalista.
Mais: Quanto a quem me lê não se preocupe é tudo gente que sabe respeitar o outro.
Mantenho o meu desejo de não ter de voltar ao assunto nem cruzar quaisquer palavras com semelhante individuo.
Porque tive um Pai e uma Mãe que me educaram não conseguirei nunca chegar ao estadio de ordinarice a que o tal anónimo chegou.
Por isso e só para acabar e nunca mais voltar ao assunto: Na minha casa mando eu e, como tal, a moderação de comentários nos meus blogues a ser decidida é por mim e não por um qualquer alguém de baixa estatura educacional para não ser mais generalista.
Mais: Quanto a quem me lê não se preocupe é tudo gente que sabe respeitar o outro.
Mantenho o meu desejo de não ter de voltar ao assunto nem cruzar quaisquer palavras com semelhante individuo.
Voltando aos anónimos
O anonimato utilizado como forma de agressão politica e ideológica e insulto, revelando a cobardia de quem o utiliza, recorda-me sempre que gente ainda existe que não perdeu certos tiques nem certos hábitos.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Um cenário não espectável
mas uma boa provação para aquilatar do sentir democrático dos portugueses e fundamentalmente do inquilino de Belém.
Vamos supor que o PCP ganhava as eleições e que com a votação obtida pelo BE existia maioria estável e coerente na AR.
Segundo as suas palavras o ainda Presidente da República daria, certamente, posse a um governo nessas condições. Só que esse mesmo governo era, e como se sabe é, contra o acordo com a Troika e pura e simplesmente o vetava.
Que sucederia ?
Já sei que, neste momento, toda a gente dirá que não discute cenários por mais académicos que sejam mas a pegunta fica...
Amigo da onça ? Eu...?
domingo, 22 de maio de 2011
37 anos após o 25 de Abril
a verdadeira mensagem da direita portuguesa:
Passos Coelho descansa Portas: "Nestas eleições só temos um adversário"
Cumprtiu-se o desejo de Freitas do Amaral: o CDS é o partido do centro-direita.
Alienou-se o desejo social-democrata de Sá Carneiro. O PSD é hoje o partido mais à direita do espectro político do Portugal democrático.
Inverteram-se os papeis à direita e o adversário é comum, tal como na esquerda extremada e na extrema esquerda, o Partido Socialista é que polariza todos os ódios porque continua e continuará a ser o verdadeiro representante do ideal democrático que representou a Revolução de 1974.
Querendo-se aproveitar dos despojos de um conflito internacional, com base na economia, a direita portuguesa tenta - queira a vontade do povo que de forma inglória -retornar aos seus bons tempos do fim do marcelismo, aqueles em que acenava com uma pseudodemocratização política e económica mas implementava com nunca a repressão e protegia o grande capital.
Era espectável que isto um dia pudesse vir a suceder mas, felizmente, a maioria dos portugueses não tem memória curta.
O projecto Passos Coelho cheira a bafio e até na própria América do capitalismo feroz foi vencido. Não desejamos ter em Portugal um G.W. Bush mais alto e mais novo.
Sabemos o que é e o que representa uma tal figura. Representa guerra seja qual for a sua encenação.
Numa altura em que toda a Europa se começa, e bem, a revoltar contra o Liberalismo que Passos Coelho representa - em Portugal desde sempre estas coisasx sucedem com grande atraso - no nosso País aparecem uns partidos que desejam fazer regredir a História.
E é aqui que os cidadãos têm a palavra. E essa palavra é necessária e obrigatória. É impossível, neste momento, a abstenção.
Os portugueses vão ter que se decidir sobre o rumo que querem para o país, efectivamente, e depois não se podem queixar.
Muito há que está em jogo. Não existe margem para erro!
Decidam-se, verdadeiramente, entre gente que sabe e paraquedistas que esperam do salto o seu momento de glória.
Decidam-se entre medidas concretas que os tentam defender e medidas mal explicadas que se sabe à partida que os vão prejudicar em benefício de outrem.
Votem a 5 de Junho... mas primeiro pensem!
Passos Coelho descansa Portas: "Nestas eleições só temos um adversário"
Cumprtiu-se o desejo de Freitas do Amaral: o CDS é o partido do centro-direita.
Alienou-se o desejo social-democrata de Sá Carneiro. O PSD é hoje o partido mais à direita do espectro político do Portugal democrático.
Inverteram-se os papeis à direita e o adversário é comum, tal como na esquerda extremada e na extrema esquerda, o Partido Socialista é que polariza todos os ódios porque continua e continuará a ser o verdadeiro representante do ideal democrático que representou a Revolução de 1974.
Querendo-se aproveitar dos despojos de um conflito internacional, com base na economia, a direita portuguesa tenta - queira a vontade do povo que de forma inglória -retornar aos seus bons tempos do fim do marcelismo, aqueles em que acenava com uma pseudodemocratização política e económica mas implementava com nunca a repressão e protegia o grande capital.
Era espectável que isto um dia pudesse vir a suceder mas, felizmente, a maioria dos portugueses não tem memória curta.
O projecto Passos Coelho cheira a bafio e até na própria América do capitalismo feroz foi vencido. Não desejamos ter em Portugal um G.W. Bush mais alto e mais novo.
Sabemos o que é e o que representa uma tal figura. Representa guerra seja qual for a sua encenação.
Numa altura em que toda a Europa se começa, e bem, a revoltar contra o Liberalismo que Passos Coelho representa - em Portugal desde sempre estas coisasx sucedem com grande atraso - no nosso País aparecem uns partidos que desejam fazer regredir a História.
E é aqui que os cidadãos têm a palavra. E essa palavra é necessária e obrigatória. É impossível, neste momento, a abstenção.
Os portugueses vão ter que se decidir sobre o rumo que querem para o país, efectivamente, e depois não se podem queixar.
Muito há que está em jogo. Não existe margem para erro!
Decidam-se, verdadeiramente, entre gente que sabe e paraquedistas que esperam do salto o seu momento de glória.
Decidam-se entre medidas concretas que os tentam defender e medidas mal explicadas que se sabe à partida que os vão prejudicar em benefício de outrem.
Votem a 5 de Junho... mas primeiro pensem!
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E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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A Nossa Candeia agraciou-nos com o selo " O Seu Blog É Viciante "... O Prémio "Seu Blog É Viciante" resulta na comunhã...










































