Giro, giro, seria, e talvez para lá caminhemos, haver mais polícias que ladrões, mais juizes do que presos, mais padres do que fieis, mais professores do que alunos, mais jogadores de futebol que espectadores, mais médicos do que doentes, etc, etc, etc, e ainda venha alguém dizer que é normal e que não existe correspondência entre os dados do problema.
E não há vergonha ... ?
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