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Mostrando postagens de Abril, 2012

Tempo de recordar - 27.04.74 - O princípio da Democracia

Tempo de recordar - Um jornal com tradições

Tempo de recordar - Rendição da Pide 26.4.74

Ocupadas as instalações, a imagem do seu mais sinistro e criminoso mentor é apeada.

Tempo de recordar - Último crime da PIDE

O dia de uma vida inteira

Para o Miguel Portas

Tempo de recordar - Com dedicatória...

Tempo de recordar -Tolerância zero da PSP

3º Congresso da Oposição Democrática - Aveiro - 1973

Tempo de recordar - Uma canção importante

Tempo de recordar - Poesia

Tempo de recordar - Nunca é demais

Tempo de recordar - Comunicado do MFA

Tempo de recordar - Grândola, Vila Morena

Tempo de recordar - A imagem da victória

Tempo de recordar - Guerra

Tempo de recordar - PIDE

Tempo de recordar - 25 de Abril

Tempo de recordar -Libertação dos presos políticos

TRATADO SOBRE ESTABILIDADE, COORDENAÇÃO E GOVERNAÇÃO NA UNIÃO

Há que tomar posições irredutíveis. Chegou o momento de dizer, absolutamente, NÃO!
Carlos Zorrinho reafirmou que o Partido Socialista votará favorávelmente o novo Tratado.
Os portugueses que têm sido companheiros de viagem do PS, face à traição constitucional que tal apoio acarreta, devem pesar a sopesar a sua atitude política face a tal partido e decidir o seu futuro.
A presente direcção do PS perde dia a dia toda a sua credibilidade e não terá, pela minha parte, qualquer margem para que a acompanhe com o meu voto de confiança.
Será um até logo, se o PS resolver por si o seu problema de representação e de política, será um adeus para sempre se tal não suceder.
Eu já tomei a minha decisão! Cabe aos outros tomar a sua.

Preparemos o 25 de Abril

Mais o que nunca, desde 1974, devemos fazer frente à Direita reaccionária. Nunca uma manifestação do 25 de Abril foi tão importante. Todos para a rua !

Caiu a máscara

Manipulador e mentiroso !

Não tenho pena...

Estão a sofrer por aquilo que escolheram... BURROS!!!!

Quem não se sente....mas

É verdade que quem não se sente não é filho de boa gente, contudo, há que saber ser gente.
Vem isto a propósito da inopinada reacção de António José Seguro às declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, há dois dias na TVI.
AJS colocou-se ao nível do comentador dando-lhe a importância que ele não tem e a credibilidade que nunca teve.
A partir de agora  AJS terá de responder a qualquer diatribe com que seja confrontado venha ela donde vier. Não soube manter-se numa posição de Estado; deixou cair o assunto na rua quando o devia, tinha a obrigação, de o ter elevado a outros níveis.
Jogou o caminho do ofendido tentando tirar disso público proveito, aproveitando-se da natural tendência do português para a lamechice.
Foi um mau serviço à Política Nacional e à sua elevação, ao Partido e a si próprio.
São questões como estas que nos levam a interrogar se o actual SG do PS estava preparado para a função para que foi eleito. Por vezes, muitas das vezes, parece que não.