quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cá por mim obrigava-os a visitar o Aljube...

durante os próximos 25 anos, 365 dias por ano.
Pelos vistos os queixosos não conheciam verdadeiramente a família.
E como muito bem se diz na net, é esquisito não ver dar grande publicidade a tão insólito acontecimento que nem sequer é acompanhado pelo MP na denúncia.
Os "grandes defensores da Liberdade de Expressão" de repente ficaram calados. Se se tratasse de uma "mixaruquice" qualquer tinha honras de parragona de primeira página.
Neste país está tudo grosso, não há dúvida.
Leiam a notícia nos links abaixo e tirem as conclusões:
-http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=12515
-Margarida Fonseca Santos: Julgamento 3 de Maio: "Dia 3 de Maio, pelas 9h15 , um julgamento que nos remete para os tempos da ditadura… Margarida Fonseca Santos (autora), Carlos Fragateiro e ..."

Será gente desta


que os portugueses querem à frente do governo do país ?

Tomar posição

Daqui a cerca de um mês vamos todos ser chamados a exercer, novamente, o nosso direito de voto mas, agora, para as Legislativas. E vamos ser chamados porque, não sendo o voto obrigatório no nosso país, apenas compete ao Estado mobilizar os cidadãos para o cumprimento desse dever cívico e político. A desmobilização dos eleitores portugueses face ao cumprimento do seu dever de voto tem sido evidente nos últimos actos eleitorais com uma subida assustadora da abstenção; daí que a primeira tomada de posição seja a de proclamar a necessidade de haver uma manifestação maciça contra a abstenção acorrendo todos às urnas e expressando a sua escolha política. Ninguém deve ficar de fora. O momento que o país atravessa com as diferentes perspectivas de futuro que nos são apresentadas pelas diferentes forças políticas é por demais importante para que alguém ignore o acto eleitoral, para que alguém ouse esquecer as suas obrigações para com o colectivo a que pertence.
O tomar uma posição política é o segundo aspecto de que se reveste o acto eleitoral.
Com a apresentação do programa do Partido Socialista ficam desde já balizadas as opções políticas. O que desejam os cidadãos para o futuro do país fica agora de escolha mais clara pois sabem-se já as posições globais de todas as forças políticas, embora algumas ainda não tenham posto, preto no branco, aquilo que desejam transmitir e as especificidades das suas propostas; mas o sumo do seu fruto já é por demais conhecido. E é aí que o cidadão eleitor tem de fazer as suas escolhas; é aí que o cidadão eleitor tem de tomar a consciência daquilo que deseja e responder, no futuro, pela sua tomada de posição. Ninguém terá desculpa na opção que tomou; seremos todos co-responsáveis pelos resultados os acto eleitoral e pela relação de forças que dele sair para a constituição do novo governo.
Sabemos que é desejável a constituição de um governo de maioria alargada mas tal só será possível se todos os partidos estiverem dispostos a negociar esse mesmo  alargamento, daí que, sabendo de antemão que existe já quem se exclua desse facto, não deixando grandes esperanças de contributo, mais importante ainda se torna a decisão do voto popular.
Há que tomar posição !
Temos, obrigatóriamente, de dizer o que queremos e arcar com as responsabilidades.
Acabou-se o tempo de deixar aos outros a expressão das nossas opções.
Temos de nos apresentar ao Mundo como senhores da nossa vontade e verdadeiramente decididos a tomar a responsabilidade pelo nosso futuro.
Gritar contra algo para que não quizemos contribuir não é mais aceitável. Temos de nos assumir como cidadãos de corpo inteiro e conscientes das nossas opções.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Partilhar uma maravilha

A mdsol, em resposta a um poste anterior, teve a bondade de me enviar o link abaixo.
Hoje, mais uma vez, no Dia da Liberdade, é de não perder a sua leitura.
O Tesouro de Manuel António Pina.

http://e-livros.clube-de-leituras.pt/elivro.php?id=otesouro

Hoje, 25 de Abril de 2011


Demonstra que não te esqueces.
De manhã visita o Aljube ; à tarde vai à manifestação; à noite vai ao cinema ver o "48".
No fim descansa e recorda-te do que viste...
Comemoraste bem a Revolução !

domingo, 17 de abril de 2011

Ver as coisas a direito

O Partido dos Verdadeiros Finlandeses, extrema direita, teve uma subida espectacular nas últimas eleições legislativas daquele país, situando-se na terceira posição, à frente dos centristas, a um ponto dos conservadores, os vencedores do escrutínio, e empatados com os sociais-democratas, mas com menos deputados eleitos que estes últimos.
Temos assim que vão desempenhar um, papel importante na constituição do novo governo finlandês onde, certramente, hão-de querer fazer valer todas as suas ideias de extrema direita com principal realce para a sua posição anti-europeísta.
Tem-se falado muito, ultimammente, que o "affair" Empréstimo Europeu-FMI a Portugal foi pedra de toque na propaganda eleitoral dos "Verdadeiros Finlandeses" que se recusavam a patrocinar o mesmo  sendo também a favor da saída do nosso país do "Euro". Coisa esquisita...
Afinal quem é que é contra o projecto europeu, são os "Verdadeiros Finlandeses" e outros que se lhes agregam não são os Portugueses; quem não quer a continuação dos princípios de solidadriedade que enformam o projecto europeu  são os "Verdadeiros Finlandeses" não os portugueses; quem é contra muitos dos princípios que nortearam a constituição da União Europeia são os "Verdadeiros Finlandeses" não os Portugueses .
Dizia-se antigamente no nosso país que "quem está mal , muda-se" e deverá ser uma verdade.
Os "Verdadeiros Finlandeses" estão mal na União Europeia, nós estamos bem, eles devem-se mudar, não nós.

sábado, 16 de abril de 2011

Mensagem inesquecível

Não será que...?

Tal é o desacerto, a confusão, os sucessivos tiros nos pés, que chego a a pensar se não estará Pedro Passos Coelho a fazer tudo o que lhe é possível para perder as eleições?
É que isto de ser Primeiro Ministro não é para todos e talvez tenha concluído que seria melhor aplicar a si próprio o Princípio de Peter.
Por outro lado, se não for esta a razão então, e pelo que se tem observado, melhor será perdê-las mesmo porque o país ficá muito mal servido tendo-o como Primeiro Ministro.

Quando for crescido...


não quero ser como este senhor...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Gostava de ter os olhos em bico

Não tenho ideia de alguma vez ter conhecido um povo como o português no que toca a prejudicar-se a si próprio quando se lhe deparam grandes problemas.
Um exemplo disso é, na actualidade, a facilidade com que, quer na Comunicação Social quer na "vox populi", se faz o possível para que os problemas com que o país se confronta sejam empolados de forma evidente, esquecendo, como neste caso, que estamos a ser observados enquanto Nação capaz, pelas mais diversas instituições internacionais e estados.
Parece que a teoria do quanto pior melhor faz curso permanente no nosso país não se lembrando os seus cidadãos que estão a preparar a cama em que se hão-de deitar amanhã, e que quanto pior fizerem, quanto mais divididos se apresentarem, piores condições irão encontrar no futuro. Quem pensar que vai ganhar algo com isso, engana-se!
Numa altura em que as dificuldades se avolumam, esperava-se que todos nós, e não só a classe dita política porque politicos somos todos, tivessemos o Sentido de Estado suficientemente desenvolvido para pensarmos em termos de Povo, não unido apenas nas canções e nos cartazes, mas na esperança na recuperação e construção de uma sociedade mais próspera e para isso é necessário o contributo de todos.
Recordo-me sempre dos paises destruídos pela Grande Guerra que à força de empenho e trabalho conjunto, aliado a um imenso orgulho nacional, se transformaram, de novo, em grandes potencias  económicas e culturais. Recordo o actual Japão, assolado de tragédias, que demonstra sempre, apesar da luta política que sempre existe, um elevadíssimo sentido nacional na ultrapassagem dos problemas que os afectam e, tudo isso, sempre dentro do seu inesgotável civismo e sentido nacional.
Por cá, apesar das imensas dificuldades, continuamos a degladiar-nos, dando um espectáculo indecoroso perante mundo, esperando sempre ganhos individuais e/ou de grupo que nada têm a ver com os grandes desígnios que nos deviam nortear.
Alturas existem em que gostava que todos tivessemos os "olhos em bico"...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Com tanta recusa

e ao abrigo da dupla nacionalidade ainda vamos ver Passos Coelho a convidar o deputado Tiririca para encabeçar  uma lista de deputados do PSD à Assembleia da República.
Já convidaram um candidato a "Faz.tudo" para Lisboa; o Tiririca não ficaria mal noutro distrito qualquer...
Ao fim e ao cabo é tudo circo...e palhaços não faltam...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Palhaço por palhaço prefiro o"Faz-tudo"...

A melhor frase que li sobre o "affair" Fernando Nobre :

"Felizmente que só me desiludo com quem me ilude. O que não é o caso..."

Durante toda a campanha eleitoral para as presidenciais foi por  demais eviente o esforço de muita gente em alertar os concidadãos para a verdadeira natureza política do então candidato Fernando Nobre.
Era por demais evidente! O homem era e é um demagogo !
Não quizeram ouvir. Muita gente ligada, de qualquer modo, à esquerda julgou ver ali um providencial candidato capaz de de impedir, não a victória de Cavaco mas, a ida à segunda volta de Manuel Alegre.
O candidato "Nobre" não tinha e não tem, e agora vê-se de forma explícita, nada para oferecer à democracia portuguesa senão o que de pior existe na demagogia, a sua capacidade para ser um homem de circo ( sem querer ofender os profissionais da arte ). Ele é "ilusionismo", ele é "contorsionismo", ele é "funanbulismo", ele é, não um "palhaço pobre" mas, um pobre palhaço.
E o que mais espanta é que pessoas grandemente consideradas politicamente alinharam no cortejo como que encadeadas por uma luz que, afinal vê-se, não existia.
Mais um "saltimbanco" que não ficará para a história nem politicamente servirá alguma vez de exemplo para alguém.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Fruta da época

UMA PIADA QUE ME CHEGOU POR EMAIL

A crise política começou e Cavaco não disse nada.


O Sócrates ameaçou demitir-se e Cavaco nada disse.


O Sócrates demitiu-se mesmo e Cavaco continua sem nada dizer.


Pergunto eu, não será melhor alguém passar lá em casa a ver se está tudo bem?


Nos dias de hoje todo o cuidado é pouco com idosos sozinhos em casa.

(Fanado ao blogue "O Jumento")

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O Adeus



Como muito bem afirma Francisco Seixas da Costa:
"A saída de Jaime Gama - a mais bem preparada figura política da minha geração - da cena pública constitui um imenso empobrecimento para a nossa vida cívica."
http://duas-ou-tres.blogspot.com/
É o adeus à política activa do "peixe de águas profundas", um político que durante dezenas de anos nos habituamos a respeitar e que deixa às novas gerações um  bom exemplo.
Foi aplaudido de pé por todos na AR, na hora da despedida, sinal de reconhecimento pelos seus pares.
Vai fazer muita falta toda a sua experiência e verticalidade.
Espera-se , contudo, que se mantenha disponível para aconselhar os políticos deste país numa altura tão difícil quanto a que estamos a atravessar.
Não será um adeus à política, será sempre um até já...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Um governo pa...


Aos poucos vão aparecendo as cartas que cada partido está disposto a jogar no próximo dia 5 de Junho.
Começam a desenhar-se estratégias dos partidos. movimentos e grupos.
Se por um lado já se sabe qual é a estratégia da direita, consubstanciada  nas posições já conhecidas, se bem que ainda não passadas a letra de forma, por parte do PSD e do CDS, ficamos a saber este fim de semana que poderá estar em construção uma plataforma à extrema esquerda englobando o PCP e os grupelhos que o acompanham na dita CDU e o Bloco de Esquerda. Ficará assim formado um bloco comunista disposto, e com toda a legitimidade, a ser alternativa de governo em Portugal.
Mas o mais interessante na linguagem deste putativo aglomerado político é o completo conservadorismo ideológico que apresenta. Por parte do BE, se bem que os objectivos sejam os mesmos, os termos em que se expressa são mais modernos, mais apelativos; O PCP, não, mantem-se igual a si próprio e lança o seu "novo" slogan " Por um governo patriótico de de esquerda"...
Pressupõe, certamente, que quem não compartilha o mesmo ideário não será patriota nem de esquerda...
Mas isso são tiques já habituais e sempre imutáveis na mensagem do partido de Jerónimo.
Teremos assim, e se nada se modificar, que se apresentarão ao eleitorado dois blocos, um de direita (PSD+CDS) e outro de extrema esquerda (PCP+BE). O espaço representado pelo Partido Socialista deverá concorrer sozinho.
Caberá aos cidadãos começar a olhar com olhos de ver  as receitas que lhe são apresentadas.
Certo, certo, é que existem indicios de que aparecerão possibilidades de um "governo paranóico e de extrema esquerda " e  um "paranóico e de direita ultra liberal".
Do restante logo se verá...
Aguardemos.

19 anos


Completam-se hoje 19 anos que desapareceu Salgueiro Maia, imagem da Revolução de Abril e sua figura operacional de proa.
Foi um exemplo que deve ser recordado nestes tempos conturbados e de dúvidas.
Será, também, data para recordar quem, sendo tão importante para nós, foi, em vida, vítima de injustiças.
Nunca esqueceremos que no ocaso da existência viu ser-lhe recusada uma pensão do Estado ao mesmo tempo que dois Pides eram considerados merecedores de tal proveito.
Lembra-se Dr. Cavaco ?
Será que tem conseguido dormir de consciência tranquila durante estes 19 anos ?
A História saberá recompensar cada um pelos seus méritos; Salgueiro Maia ficará sempre na nossa História enquanto outros serão esquecidos na obscuridade dos seus actos.

sábado, 2 de abril de 2011

Agora, a clarificação até dos "à rasca..."


Felizmente que estamos à beira da clarificação política, ou talvez não, com a marcação das legislativas antecipadas.
Mas vai ser interessante verificar, mais uma vez, as posições dos diversos partidos e movimentos.
Se do PCP e do BE nada se pode esperar mais, pois já se sabe o que descreve a cartilha - os movimentos comunistas raramente apresenta quaisquer surpresas -, dos outros poderão aparecer confirmações e/ou nuances sobre as políticas que têm vindo a apresentar, umas mais liberais outras menos, umas mais socialistase/ou sociais-democratas que  outras,  umas mais europeias outras mais nacionalistas.
Mais interessante, contudo, vai ser verificar onde se vão encaixar os cabeças de cartaz ou como eufemisticamente agora se diz os "representantes" dos movimentos populares "não engajados", como tem sido apregoado , com por exemplo o da "Geração à Rasca" e sucedâneos.
Aí sim, concluiremos da independência e do apartidarismo assumido aquando das manifestações "populares" levadas a efeito. Aí sim, teremos as certezas que nos faltam sobre o factor muito controverso do termo "popular".
Aprendi na minha juventude que a designação de "popular" por partidos ou movimentos normalmente encriptava posições conservadoras ou de autoritarismo de direita ou esquerda.
Nunca esqueci o ensinamento e até hoje, também, ninguém me provou o contrário.
Fica para tirar futuras conclusões.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

1 de Abril



Tenho lido e ouvido tanta "mentira" durante o dia de hoje ...especialmente na área da política ...que chego a ficar na dúvida.
Por exemplo:
- Dizem que temos um Presidente da República...
- Dizem que o PSD tem um líder coerente...
- Dizem que o Paulo Portas não quer ir para o próximo governo...
- Dizem que o Jerónimo de Sousa quere-se aliar ao Sócrates para formar governo sem impor condições...
- Dizem que o Louçã já desistiu de destruir o PS...
e até dizem que o Governo de Gestão pode fazer aquilo que não pode...
Grandes mentirosos, não são ?
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