Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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domingo, 8 de agosto de 2010
Garcia Pereira, no Antes Pelo Contrário
Vale a pena rever e re-pensar.
Garcia Pereira é completamente insuspeito na análise deste assunto.
(Agradecimentos ao Paulo Ferreira)
Garcia Pereira
Vale a pena rever e re-pensar.
Garcia Pereira é completamente insuspeito na análise deste assunto.
(Agradecimentos ao Paulo Ferreira)
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Flete, flete, insiste, insiste...
Seis anos depois...
"Procuradores não ouviram Sócrates por falta de tempo"
Se a falta de vergonha matasse...
Aceda a :
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1629640
"Procuradores não ouviram Sócrates por falta de tempo"
Se a falta de vergonha matasse...
Aceda a :
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1629640
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Freport . E agora ? (II)
Hoje é ensurdecedor o silêncio dos cobardes...
Com os agradecimentos ao "Jumento".
Aceda a :
http://jumento.blogspot.com/2010/07/o-silencio-dos-cobardes.html
terça-feira, 27 de julho de 2010
Freeport . E agora ?
E a minha pergunta continua a ser a mesma até que alguém me dê uma resposta . E agora ?
Quem releva os difamados da intensa e obscena campanha de que foram vítimas ?
Quem responderá pela incrível caça ao homem, ao assassínio de carácter, ao bom nome de que todos são merecedores até serem acusados por quem de direito.
Descupem, mas para mim isto é essencial.
Exijo a punição de todos os que a coberto de investigações e pseudo-investigações suportadram teorias, lançaram anátemas, que se destinavam a cruxificar na praça pública cidadãos, fossem eles quais fossem, exercessem os cargos que exercessem.
Não foi para uma sociedade destas que os da minha geração fizeram uma revolução. Se é necessário dizê-lo mais alto diz-se : NÃO FOI PARA UMA SOCIEDADE DESTAS QUE SE FEZ UMA REVOLUÇÃO EM 1974 !
Estes eram métodos do antigo regime. Custa-me vê-los de volta em plena Democracia.
Custe a quem custar este processo tem de ter consequências.
Quem releva os difamados da intensa e obscena campanha de que foram vítimas ?
Quem responderá pela incrível caça ao homem, ao assassínio de carácter, ao bom nome de que todos são merecedores até serem acusados por quem de direito.
Descupem, mas para mim isto é essencial.
Exijo a punição de todos os que a coberto de investigações e pseudo-investigações suportadram teorias, lançaram anátemas, que se destinavam a cruxificar na praça pública cidadãos, fossem eles quais fossem, exercessem os cargos que exercessem.
Não foi para uma sociedade destas que os da minha geração fizeram uma revolução. Se é necessário dizê-lo mais alto diz-se : NÃO FOI PARA UMA SOCIEDADE DESTAS QUE SE FEZ UMA REVOLUÇÃO EM 1974 !
Estes eram métodos do antigo regime. Custa-me vê-los de volta em plena Democracia.
Custe a quem custar este processo tem de ter consequências.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Freeport visto de longe
Pelas últimas informações que consegui, via internet, o "Caso Freeport" tem o final que muitos, há longo tempo, aguardavam.
A montanha não pariu um rato mas, sim, uma formiga .
Num país onde houvesse Justiça, e ainda gostaria de acreditar que no meu existe, ao cidadão José Sócrates, vilipendiado que foi durante anos e anos, sujeito a uma pressão nunca vista, apesar do seu alto cargo, deveria ser prestada publicamente, por quem de direito, e se possível pelo mais alto magistrado da nação que assistiu impávido ao decorrer de todo o processo, uma manifestação de desagravo por todos aqueles que aproveitando os ventos se dedicaram, por motivos óbvios, ao sacrifício do carácter de um cidadão.
Gostava que, aparte o se estar de acordo ou não com a política governamental, que os portugueses pensassem o quão importante é a preservação da imagem pessoal e os custos, pessoais, familiares e politicos de campanhas como as que foram e continuam a ser dirigidas ao cidadão que não é, por acaso, o Primeiro Ministro do País.
Será que todos aqueles que propalaram a mentira, fundamentalmente os que se aproveitaram da sua situação previlegiada na Comunicação Social, vão ser obrigados a retratarem-se.
Num país onde houvesse Justiça assim devia ser acontecer.
A montanha não pariu um rato mas, sim, uma formiga .
Num país onde houvesse Justiça, e ainda gostaria de acreditar que no meu existe, ao cidadão José Sócrates, vilipendiado que foi durante anos e anos, sujeito a uma pressão nunca vista, apesar do seu alto cargo, deveria ser prestada publicamente, por quem de direito, e se possível pelo mais alto magistrado da nação que assistiu impávido ao decorrer de todo o processo, uma manifestação de desagravo por todos aqueles que aproveitando os ventos se dedicaram, por motivos óbvios, ao sacrifício do carácter de um cidadão.
Gostava que, aparte o se estar de acordo ou não com a política governamental, que os portugueses pensassem o quão importante é a preservação da imagem pessoal e os custos, pessoais, familiares e politicos de campanhas como as que foram e continuam a ser dirigidas ao cidadão que não é, por acaso, o Primeiro Ministro do País.
Será que todos aqueles que propalaram a mentira, fundamentalmente os que se aproveitaram da sua situação previlegiada na Comunicação Social, vão ser obrigados a retratarem-se.
Num país onde houvesse Justiça assim devia ser acontecer.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Goodbye, Freeport !
A justiça inglesa mandou arquivar o processo relativo ao caso Freeport que corria em Londres.
Não existem suficientes provas para levar a julgamento os diversos arguidos no processo.
Pergunta-se, agora, o que dirão os tantos jornalistas portugueses que nestes últimos anos demandaram a capital inglesa à procura de provas incriminatórias do primeiro ministro português ?
Para já, José Sócrates, que era mencionado como principal visado aos olhos da justiça inglesa, fica ilibado .
Mas mais comprometedor, ainda, é o facto de o processo inglês ter sido iniciado em 2007 e já estar encerrado.
Claro, que o arquivamento deste processo não tem qualquer influência no processo português que, iniciado, creio que em 2004, ainda vai durar muito como é habitual .
Não existem suficientes provas para levar a julgamento os diversos arguidos no processo.
Pergunta-se, agora, o que dirão os tantos jornalistas portugueses que nestes últimos anos demandaram a capital inglesa à procura de provas incriminatórias do primeiro ministro português ?
Para já, José Sócrates, que era mencionado como principal visado aos olhos da justiça inglesa, fica ilibado .
Mas mais comprometedor, ainda, é o facto de o processo inglês ter sido iniciado em 2007 e já estar encerrado.
Claro, que o arquivamento deste processo não tem qualquer influência no processo português que, iniciado, creio que em 2004, ainda vai durar muito como é habitual .
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A Hora da Poesia- Rádio Vizela
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Eu sei que é o primeiro daquilo que se deseja uma nova série. Voltar ao blogue deveria significar recomeçar com um texto de alegria, talvez....
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