quinta-feira, 14 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nada tinha a ver contigo

mas eras uma mulher com coluna vertebral.
É esta a minha homenagem.

Moody's & Co.




Não gosto do Governo, não o quero lá, não lhe dou o mínimo apoio, detesto o que eles representam, mas...independentemente disso e pensando a nivel global, olhando o passado recente e no terrorismo que as agências de rating têm produzido a nível mundial, apoio declaradamente que os seus responsáveis sejam julgados no TPI como terroristas e  grandes violadores dos Direitos Humanos.
E nisso incluo todos aqueles que lhes têm dado cobertura a nível europeu e mundial.
A haver Justiça que seja feita sem deixar ninguém de fora !

quarta-feira, 6 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

Então !!


Então Dr. Cavaco, ninguém internacionalmente acredita em si nem no seu amado governo de Direita?
As suas promessas eleitorais como as do seu amado Governo de nada servem o País ?
Estamos sempre pior quando o Senhor afirmou que ficaríamos melhor...
Onde está a ser jogado o seu "prestígio"internacional ?
Será que o tem ? Como economista ou como "honoris causa" em Literatura na Índia?
Deve ser prestigiado em Literatura, certamente, depois das suas declarações sobre a "Utopia"...
Como economista não o será de certeza !
Valha-nos Nossa Senhora da Asneira....
Aceda a:
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1898066&seccao=Dinheiro%20Vivo

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Nobre


Sem nobreza na entrada nem na saída da política activa.
Pior!
Por sua  causa, as futuras tentativas de entrada de independentes dos partidos na vida política ficará adiada "sine die".
O exemplo foi mau demais...

Dos apelos à união nacional ou à União Nacional


Desde que o actual governo tomou posse tem sido prática em enumeros jornais quer televisivos, quer nas edições em papel ou na net, assim como nas redes sociais e na blogoesfera, o apelo à união nacional num esforço de todos para que o País possa levar de vencida os muitos desafios que tem pela frente.
Parece que esse desígnio, agora considerado fundamental, não o era quando o anterior governo estava em funções; nessa altura, a união nacional, não era considerada prioritária e muito pelo contrário, o importante era a divisão nacional, o confronto, tudo o que pudesse levar, por que meios fosse, à queda do executivo e à convocação de eleições antecipadas.
Até o posicionamento do actual e infeliz PR se alterou e da crítica acérrima, da convocação da rebeldia contra o anterior executivo, do permanente contributo para a suspeição sobre o anterior governo, se passou para uma agenda mitigada de críticas em que se avoluma a não já necessária protecção dos portugueses face às exigências da conjuntura, da impossibilidade de lhes serem pedidos mais sacrificios, mas para uma compreensiva necessidade de aceitar maiores sacrificios que aqueles que lhes eram pedidos anteriormente.
E o que, mais bizarro, sucede agora é quase um apelo para que os portugueses se constituam, a bem da Nação, numa União Nacional, em que se diluam as diferenças e apenas se foquem nos objectivos delineados pelo novo governo, aparte as exigências da troika, quase que, não o aceitando, possam vir a ser apodados de traidores à Pátria.
Não sei porquê (?) estou a sentir-me a retroceder aos meus vinte e tal anos...
Mas não é esse o bom caminho !
O bom caminho passa, sim, não só pelo cumprimento das nossas obrigações mas também pelo vincar das diferenças políticas, pelo confronto dos diferentes caminhos que poderão ser opção para delinear o futuro, pela assumpão de cada um do seu projecto. É na diferença e no confronto sério que se descobrem novas soluções , não o será nunca no arregimentar de um rebanho .
Os desígnios do actual poder e dos que o conduziram à liderança  do governo e a forma como se expressam apenas demonstra medo do futuro e dúvida sobre a sua capacidade de levar por diante as suas políticas face a uma possível reacção popular em contra corrente e, com isso, à falência do seu projecto.
Do muito que o amanhã nos reserva apenas uma coisa tenho a certeza:
O futuro passa por uma união (na diferença) nunca por uma União (indiferenciada).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Passos Coelho promove economia chinesa


Com a recente intenção do governo em se locupletar à custa de parte substancial do 13º. mês dos portugueses quem vai sofrer é o pequeno e médio comércio nacional.
Pois, as gentes irão diminuir drásticamente`as suas compras e com isso diminuirão, também, de forma violenta, as vendas.
Quem se irá ficar a rir e a esfregar as mãos de contente serão os detentores das chamadas lojas de "artigos orientais", vulgo lojas dos chineses, que pelo seu baixo preço verão aumentar as vendas.
Com isso se promoverá mais importações da China e maiores lucros dos ditos empresários o que se revelará profícuo para aquele país asático.
E eu, estupidamente, a pensar que o governo português queria proteger as "micro,pequenas e médias empresas nacionais" tanto industriais,  que trabalham para o mercado interno, como as comerciais e que são responsáveis pela maior fatia do emprego nacional.
Mas enganei-me !
Pedro Passos Coelho está mais preocupado com a economia chinesa e obriga-nos, a nós, a ficar com os olhos em bico.

Sondagem

Segundo a Eurosondagem subiu a percentagem de apoiantes aos partidos de direita em Portugal (cerca de 54%).
Claro que isto foi feito até ao dia 28 de Junho.
Espero pela próxima, aquela em que serão já avaliadas as medidas de austeridade não impostas pela troika mas sim por opção do governo de PPC, para conhecer a reacção popular.
Aceda a:
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/portugal2011/2011/07/01/psd-e-cds-pp-sobem-nas-intencoes-de-voto
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...