quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Os meus maiores desejos para 2012

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Espero firmemente que seja este o tratamento dado ao Senhor Primeiro Ministro e ao seu Governo, à maioria que o apoia na AR e, claro, ao "inefável" actual PR deste Portugalzinho a que tanto quero.

(PS (nem de propósito).: ...e tu Tozé vê lá se tomas caminho senão sucede-te o mesmo...)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Um exemplo de coerência

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Não é de estranhar que muitos antigos maoistas se encontrem, hoje, nas fileiras do PSD. Afinal, aquele país que ainda hoje é governado pelo que se afirma ser o Partido Comunista Chinês, é um dos exemplos mais acabados de exploração dos trabalhadores . 
A incoerência das atitudes políticas e o mandar às urtigas a ideologia que enforma os regimes é coisa que se pega e em Portugal temos um bom exemplo: o governo de um partido que luta pelo fim da influência quase total do Estado na economia acaba de presentear uma empresa estatal de outro país, o tal que se diz comunista, com mais de 20% do capital da nossa mais importante empresa no sector energético.
Quer isto dizer que é bom vender a uma empresa estatal estrangeira aquilo que por cá é considerado ser um erro, ou seja, manter nas mãos do Estado Português a líder nacional de um sector fundamental para a nossa economia. Vai ficar também nas mãos do estado, só que é outro, mas não o nosso.
É , na realidade, de ficar com os olhos em bico o observar os caminhos por que nos querem levar assim como desconfiar, e muito, pelos interesses nacionais e internacionais que estão por detrás disto tudo e fundamentalmente aqueles que o governo actual e a própria Troika representam.  

domingo, 25 de dezembro de 2011

Passagem de testemunho

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Estava escrito que um dia teria de suceder.
Pela primeira vez conseguimos juntar todos os filhos e netos na ceia de Natal.
Foi a alegria maior e a realização de um sonho que há muito acalentava só agora conseguido devido às distancias geográficas que separam alguns e/ou a impossibilidades momentâneas que anteriormente se demonstraram inultrpassáveis.
Juntou-se, pois, toda a minha geração familiar com os filhos e com os netos (Olá, Lela, devias estar esfuziante se assistisses...) e foi a festa, dos mais mais velhitos aos mais novitos, com aqueles olhos a brilharem e um sorriso de orelha a orelha.
A minha geração, hoje a dos avós, já sem ancoras fisicas que a liguem ao passado,  retirou-se para a plateia e deixou aos pais dos "crianços" a condução da função e o centro das atenções da festa para os mais novos.
E cada vez mais será assim, numa sucessão assumida e interiormente preparada, de uma tradição que se impõe naturalmente a fazer juz a quem nos antecedeu e nos transmitiu de forma impressiva os valores porque nos regemos.
Foi magnífico por isso estou feliz.



sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal

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Uma das minhas crianças, na sua carta ao Pai Natal, além de quatro ou cinco pedidos nada extravagantes, terminava a sua missiva pedindo uma cesta de fruta para distribuir pelos pobres.
Podem crer que essa carta foi a mais preciosa prenda que recebi .
Para todos vós desejo uma felicidade igual à minha.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Primeiro Ministro Português dá o exemplo



Perante o gáudio das populações, o Primeiro Ministro português assumiu dar o exemplo e partir como emigrante.
(De repente acordei e vi que infelizmente estava a sonhar...)

Merry Cristmas, Mr. Thomsen ...!


Para a Grécia e Portugal, e já o foi para a Islândia e Irlanda, existe um personagem que passa por ser, devido às suas funções nas célebres Troikas, um dos homens mais poderosos e quiçá o seu verdadeiro primeiro ministro -  Poul Thomsen  .
Esta figura incontornável que manda de verdade e cujo comando é aceite pelos executivos de forma humilde e veneranda poderá amanhã vir a ser responsabilizada se as políticas que impôs, como é crível que venha a suceder pelos desenvolvimentos que se nos apresentam, não derem os frutos requeridos e, pelo contrário, significarem miséria e destruição económica dos povos a que se destinaram.
Cabe, então, perguntar aos arautos da direita nacional e internacional que tanto gritam pela criminalização da má gestão pública dos governantes, e uma vez que, seguramente, os governos eleitos popularmente se declararão inocentes pelo facto de apenas terem cumprido ordens de quem na realidade mandava, se se pode mandar prender e julgar o senhor Poul Thomsen  e os seus dois companheiros...
Será interessante saber o que os poderes internacionais e nacionais disto pensam. Assim um tipo de Tribunal de Haia para os direitos humanos e para a defesa dos povos e da sua integridade.
Será  que os membros da(s) Troika(s) desejarão continuar com o seu trabalho de cangalheiros perante esta perspectiva ? Serão assim tão corajosos e certos de que estão a fazer o trabalho correcto para benefício das nações intervencionadas ?
Hum...! Tenho aqui uma pequenina (?) desconfiança de que não quererão continuar nos cargos...
Também eles seguem instruções de outros níveis mais altos, obscuros e invisíveis ao cidadão comum e que têm muito pouco a ver com os interesses dos povos.
Quanto a mim se o puder julgar faço-o quanto mais não seja para saber quem o mandou...
Merry Christmas, Mr. Thomsen...!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Carta aberta ao Senhor Primeiro Ministro

Tentei por diversas vezes que esta carta fosse partilhada no FB mas foi-me vedado por razões que desconheço.
Por isso vai por aqui e aconselho  que a leiam.
E,Myriam Zaluar, pode ter a ceteza que é  melhor que "ele" em tudo...

Carta aberta ao Senhor Primeiro Ministro

por Myriam Zaluar a Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011 às 12:35
Exmo Senhor Primeiro Ministro

Começo por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim. Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome "de guerra". Basilio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.

Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui. Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.

Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais dificil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.

Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida. Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. "És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro." - disseram-me - "Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção". Fiquei.

Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. "Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom curriculo, arranjarei trabalho num instante". Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira 'congelada'. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como "nativa". Tinha como ordenado 'fixo' 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro ministro, só tinha 24 horas...

Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci - felizmente! - também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.

Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.

Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu renault clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro-ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar...

Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor. Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores - e cada vez mais raros - valores: um ser humano em formação.

Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.

Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro

e como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeus

Myriam Zaluar, 19/12/2011

O meu postal de Natal

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Só espero que fiquem bem.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Podia mudar de cassete, s.f.f. ?

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De cada vez que  ouço de viva voz ou  transcrições de discursos de António José Seguro, é fatal como o destino, que  lá aparece a frase: ESTOU CHOCADO !!!!!
Não acha o Secretário-Geral do Partido Socialista que ao fim de sete meses de governo de ultra-direita já devia estar vacinado e não se chocar assim tão inocentemente ?
Para ser completamente verdadeiro, além de estar, também eu, chocado com as medidas do Governo, choca-me muito mais que o Dr. António J. Seguro, de quem são sabidas, recentemente, reuniões não publicitadas com o Senhor Primeiro Ministro, não se choque de vez e assuma  por inteiro o seu papel de líder do principal partido da oposição, fazendo-o de forma assertiva e frontal, não se preocupando com a imagem que dará, não de menino educado e bem comportado, que julga que os portugueses desejam, mas de um homem combativo e lutador, direi mesmo, porque não, feroz e defensor com verdade dos portugueses.
Creio que já chega de "luvas de pelica"; agora já são necessárias "luvas de boxe"...
Se não tem a gente oferece se quiser, claro, realmente lutar.

Nesta época natalícia

os meus desejos para o Governo.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"Se não tivessemos feito isso nem sequer nos tinham deixado..."

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Uma frase que diz tudo acerca de quem governa efectivamente o nosso país, quem impõe condições, quem ultrapassa os limites do pacto anteriormente assinado e sobretudo quem aceita, quem condescende, quem não se impõe como mandatário e defensor de todo um Povo.
Triste mas real.

Aceda a:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=525017

domingo, 11 de dezembro de 2011

O basset francês

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- Ruhig, Sarkozy, still !!!!
Angela Merkel sagte ...

(-Tranquilo, Sarkozy, quieto!!!!
disse Angela Merkel...)

Uma bela noite de fado

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Sem tiques nem "retiques", Fado pelo Fado, na Fábrica de Braço de Prata.
Profissionais e amadores, amantes da canção na assistência, uma rica noite  até às 3,30 da madrugada.
Fui levado por quem sabe e bem canta,( Ah, grande Jorge Morgado !!! ) e irei voltar assiduamente.
PS.: É uma noite baratíssima se não se perderem na livraria, claro...

Angela Merkel



O espelho da alma...

sábado, 10 de dezembro de 2011

Merkel conquistou

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a Europa sem disparar um tiro.
Tal façanha apenas se deve à cobardia dos responsáveis políticos europeus da actualidade.
E - declaração de interesses própria - nada tenho, muito antes pelo contrário, contra os alemães-povo onde incluo gente que muito amo. Mas, Merkel, é neste momento, levando pela trela o seu caniche francês, o maior inimigo da Europa Democrática.

Porque será

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que, considerando que Cameron é um grã-bretão egoista e hiper nacionalista como todos os grã-bretões e que normalmente estou em desacordo com ele, hoje estou contente com a atitude que tomou na última cimeira da UE ?
Será difícil de entender ?

Merkozy


O Grande Líder da Europa... 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Porque não vai

para o Carvalho...Ribeiro Ferreira...?

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Um texto destes, na realidade, só com uns copos de aguardente velha a mais.
Estamos num tempo de mudança e só me aparece gente do tempo dos vendidos.
Recordo-me do mito do Judas...
Aquele vendeu-se por 13 dinheiros que, abandonados, deram para comprar um cemitério...os de hoje serão por 13 euros que não darão para nada, apenas para as consciências baratas...
A tristeza dos nossos dias chegou a tanto.

Aceda a:
http://www.ionline.pt/opiniao/nao-ha-dinheiro-qual-destas-tres-palavras-nao-percebeu

Uma pergunta para 6ª.feira

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E se, de repente, a  Europa deixar de ser neoliberal com victórias sucessivas de partidos de esquerda, até nos paises mais ricos, em que a solidariedade e os valores constituitivos da actual União sejam verdadeiras pedras de toque, far-se-á um novo tratado a 27 ou 17 que anule o que o actual directório franco-alemão quer impor aos demais paises?
A Dinamarca deu o mote e seguiu-se a Eslovénia; no Chipre há um governo dominado pelo comunistas; em França e na Alemanha as quedas dos actuais líderes são previsíveis com victórias à esquerda e nos Balcans para lá se caminha.
Será assim tão descabida esta pergunta na 6ª. feira ?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

E não se pode trocar ?

Helmut Schmidt invocou a memória da recuperação alemã após a guerra de 1939-1945
Mandamos para lá o "puto" que nos lixa e que adora a "amiga" e recebemos em troca o "velho" que sempre nos protegeu e que não gosta dela ?


"O ex-chanceler alemão Helmut Schmidt (SPD) criticou neste domingo o actual ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle (liberal, FDP), de “visitar mais vezes o Médio Oriente do que Lisboa ou Atenas”, apelando a mais solidariedade de Berlim para os parceiros europeus." (Público)
Aceda a:
http://www.publico.pt/Mundo/exchanceler-schmidt-acusa-governo-alemao-de-visitar-mais-o-medio-oriente-do-que-lisboa-ou-atenas--1523711

domingo, 4 de dezembro de 2011

Como "bom aluno"

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 A escolta do BT/GNR à troika para demonstrar poupança .

(Recebido por email.Agradecimentos ao Carlos)

Com o devido respeito

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pelas crenças de cada um, tal como exijo respeito pelas minhas, não posso deixar de dar testemunho da alegria que senti pelo resgate dos seis pescadores de Caxinas. Posso mesmo afirmar que me comovi.
Só tenho pena que o proselitismo religioso tenha transformado um abenegado trabalho de militares da Força Aérea e Marinha em consequência de um qualquer ditame divino. Só faltou dizer que a qualidade superior da balsa e dos seus meios de sobrevivência tinham sido induzidos, eles também, pela senhora dos navegantes. As atitudes determinadas e correctas do mestre da embarcação uma inspiração da senhora de Fátima...Contudo niguém fala da tempestade marítima que os pobres tiveram de suportar durante três dias. Aí não houve divindade que amainasse o temporal...devia pertencer a outro departamento.
Mas tudo está bem quando acaba bem e por isso, passemos por cima deste pequeníssimo pormenor sem qualquer importância e celebremos  o regresso de seis homens ao convívio dos seus.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um Partido de memória curta

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«Confiamos totalmente na apreciação que sobre isso fizer o senhor Presidente da República, seja num sentido seja ou noutro, nós estamos completamente de acordo.
Acha Carlos Zorrinho, pelo passado recente, e fundamentalmente em relação ao Partido Socialista, que será de confiar no actual PR de forma tão aberta e benigna ?
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades mas o que talvez não mude é a falta de vergonha na cara.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

É mais fácil

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acabar com o "ministro dos feriados" do que acabar com os feriados de exaltação nacional.
É mais fácil defenestrar este governo que aceitar que nos seja imposto o esquecimento da comemoração cívica dos pilares da nossa identidade.
Há coisas que não se trocam por dinheiro mesmo que exista quem nos governa que assim pense.
Podem querer acabar com feriados de 1 de Dezembro e 5 de Outubro, podem até fazê-lo, mas poderão ter a certeza de que serão repostos na primeira oportunidade; e é bom que seja rápido...
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