A não deixar de ler.
Num momento em que a CS se fixa no mais abjecto dos assuntos, espremendo até à última a morte de Carlos Castro, apenas e exclusivamente por motivos sensacionalistas, desprezando os personagens por maior respeito que mereçam, vem, por ser demais importante, esta "opinião de Baptista Bastos" realçando uma figura que os portugueses esqueceram e que é, foi e sempre será demasiadamente importante para a história do nosso país, a do Coronel Victor Alves.
Por uma questão de respeito, felizmente que a actual CS portuguesa quase se esqueceu dele e da sua morte, preferindo o escândalo e as sequelas do assassinato de Carlos Castro, que por muito respeito que me mereça, e merece, não teve, não tem, nem nem nunca terá, embora isto não seja mensurável, o tamanho e o vulto de Victor Alves nem a dívida de gratidão a que Portugal é obrigado para com um dos seus ilustres filhos.
Este texto de Baptista Bastos é um retrato necessário de um homem que não podemos em devemos esquecer.
Aceda a:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1754745&seccao=Baptista Bastos&tag=Opini%E3o - Em Foco
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
domingo, 31 de outubro de 2010
Um artigo de irrecusável leitura
Baptista Bastos escreve no Jornal de Negócios sobre o discurso de recandidatura de Cavaco Silva
sob o título:
"Os tristes dias do nosso infortúnio"
"O discurso, além de tolo, era um arrazoado de banalidades, redigido num idioma de eguariço. São conhecidas as amargas dificuldades que aquele senhor demonstra em expressar-se com exactidão. Mas, desta vez, o assunto atingiu as raias da nossa indignação. Segundo ele de si próprio diz, tem sido um estadista exemplar, repleto de êxitos políticos e de realizações ímpares. E acrescentou que, moralmente, é inatacável."
Para ler na íntegra aceda a:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=451255
sob o título:
"Os tristes dias do nosso infortúnio"
"O discurso, além de tolo, era um arrazoado de banalidades, redigido num idioma de eguariço. São conhecidas as amargas dificuldades que aquele senhor demonstra em expressar-se com exactidão. Mas, desta vez, o assunto atingiu as raias da nossa indignação. Segundo ele de si próprio diz, tem sido um estadista exemplar, repleto de êxitos políticos e de realizações ímpares. E acrescentou que, moralmente, é inatacável."
Para ler na íntegra aceda a:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=451255
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