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Mostrando postagens de Novembro, 2011

1 de Dezembro de 1640

Há quem insista em não querer recordá-lo, por isso patrocina o seu esquecimento.  Relembrar que um Povo se revolta causa medo a muita gente que se curva perante outros poderes. Sinais de tempos antigos. Sinais dos tempos actuais...

Se melhor razão não houvesse

"Fitch corta 'rating' de Portugal para 'lixo" (Sol)

Esta notícia chegava para a justificar a Greve Geral e os seus motivos.
Os lobos continuam insaciáveis do sangue das suas vítimas. Não vão descansar enquanto as não virem em pele e osso para depois imporem a sua lei mais extrema perante a incapacidade de revolta.
Não existe, pois, outra solução :  REVOLTEMO-NOS, JÁ!!!

Aceda a:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=34613

Aqui também

Diálogo presente

(Recebido por e-mail)

A assertividade de Quino

(Recebido por e-mail)

Entenda quem quizer...

Não, o Estado só serve para se servirem dele !


«Estado não pode ser olhado como verdadeiro accionista» na banca - Victor Gaspar Aceda a : http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2140548&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
(Imagem: "O chulo" de Stuart)

Em Janeiro de 1940

Sim, o problema, afinal, não é de hoje.
Ora vejam bem esta notícia de 8 de Janeiro de 1940 sobre os arrumadores de automóveis na cidade de Lisboa.
Isto não muda nada, na verdade...


À atenção do Dr. António Costa. (Agradecimentos ao Carlos pelo e-mail)

Acabou-se o luto ...

Este blogue rejeita continuar o luto que assumiu como forma de combate político.
Face aos desenvolvimentos políticos no país, assim como na Europa a que dizemos pertencer, o luto não faz mais qualquer sentido.
Este blogue volta a ser vermelho, a cor da sua origem, a cor com que se identifica, a cor da luta que é necessário retomar com maior veemência.

Tartufo

Bento XVI/África: Papa diz que SIDA é problema ético e exige «mudança de comportamento»Exortação apostólica divulgada na viagem ao Benim destaca ameaça das pandemias e defende acesso dos pobres aos medicamentosD.R. Ajudá, Benim, 19 nov 2011 (Ecclesia) – Bento XVI defendeu hoje que o problema da SIDA em África é “sobretudo ético” e não se resolve apenas com respostas médicas, mas através da abstinência, “fidelidade conjugal” e “rejeição da promiscuidade sexual”.



Um perfeito conhecedor do Mundo e do tempo presente, este homenzinho.......
Para a notícia completa aceda a: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=88277

Estamos de acordo

Sobre a acção do Partido Socialista, liderado por António José Seguro, Manuel Alegre considerou que os portugueses "mais frágeis da sociedade, os empresários que estão a cortar o crédito", e que votam no partido, "precisam de protecção de quem os representa". "E isso implica uma capacidade de ruptura, não apenas de bom comportamento", alertou.

(Manuel Alegre em entrevista à SIC)

E a quem iremos pedir responsabilidades ?

Todos sabemos, já nos foi metido pelos olhos adentro, que o nosso actual governo não passa de um conjunto de ajudantes dos verdadeiros ministros que governam o País, os tais da Troika.
Esses senhores, de nacionalidades todas diferentes, que nos foram impostos pelos mercados (?), que ninguém conhece de lado nenhum, nem o que pensam politicamente e que, mais importante, não foram votados para os cargos que ocupam, impõem-nos políticas para que se cumpram os objectivos por eles determinados. Só falta saber uma coisa : -E se os objectivos não forem atingidos, não por culpa do povo português, mas pela inadequação das medidas impostas quem responderá perante o País por tal fracasso ? Quem será o responsável que, por gestão danosa, poderemos levar, tão ao gosto actual, à barra do tribunal ? Será que os responsáveis internacionais (FMI+BCE+UE) estarão dispostos a que os seus representantes possam vir a ser arguidos ou serão substituídos pelos Presidentes dos mesmos organismos para responderem …

PARANOIKA

TROIKA

O fecho das embaixadas

Se as razões para o fecho das sete embaixadas são:

"o facto de haver nesses países um número reduzido de portugueses e de serem países em que o investimento em Portugal “é muito reduzido”. "

porque não encerrar , logo à partida, a embaixada no Vaticano?
Não existe investimento em Portugal, antes pelo contrário, e o número de portugueses por lá é inferior ao existente em Andorra.

Razões de Estado (?), não é?  ;o)

Tozé!!!!

Já ouvi a conferência de imprensa da Troika que cantou loas à actividade do Governo e se congratulou com o teu apoio; já ouvi a conferêcia de imprensa do Gaspar a contar-nos como tudo ainda vai ser mais difícil. Só me falta ouvir-te a ti a explicares o que ouviste e conseguiste na reunião com os ditos da Troika; qual o eco  que os teus argumentos e previsões económicas e fianceiras, que tens apresentado aos portugueses, tiveram perante tais individualidades e as alterações que podem vir a ser adoptadas no futuro.
É que de tudo o que ouvi, os tais senhores apenas ficaram contentes pelo PS ter dado apoio ao orçamento mas não me pareceu ouvir que concordariam, eventualmente, com as propostas que o PS tem subscrito no que respeita ao OE2012.
Gostava que me esclarecesses pois ainda não fiquei esclarecido se te consideram interlocutor válido na discussão dos problemas relativos ao acordo ou apenas uma muleta do governo para a prossecução da sua política.
Fico à espera.

E disseram

ao "duque": -Quieto ! Faz o que o dono manda... E, ele fez...!

Valores

Uma crónica de Fernando Dacosta que merece ser lida
Seres decentes
Quando cumpria o seu segundo mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe apresentada pelo Governo uma lei especialmente congeminada contra si.

O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber. Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo- se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira. O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor. Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros. Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados - e não aceitou o dinheiro. Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à trafic…

Vende-se...

Contacto: Rua da Horta Seca, 15- Lisboa

A imagem de marca

deste Governo....
O emblemático Ministro dos Feriados...

Grande investigação ou grande desilusão

Sempre desejoso de aprender mais qualquer coisa decidi comprar nos três últimos dias o jornal Diário de Notícias. Pensei cá para os meus botões : -Pronto, compra lá aquilo, esquece-te que deixaste de o adquirir porque o consideraste pouco credível; uma investigação é sempre uma investigação e dá-lhes lá o benefício da dúvida... Pois, eu dei o benefício da dúvida e não consegui, eu, qualquer benefício com o que li. Três dias de várias páginas de texto e uma confrangedora falta de objectividade, de assuntos tratados pela rama, em que se procurou a informação de um ponto de vista sensacionalista e em que as vertentes mais importantes da história da Maçonaria portuguesa nem sequer foram afloradas. Parece que os investigadores estavam mais preocupados em dar razão ao Alberto João Jardim e a caucionar as informações de um ex-juiz do que escrever sobre um tema que é historicamente importante no passado  de Portugal, que se confunde com a própia história do país em muitos aspectos. Existem texto…

Voltar

Foi um livro de grande importância para as pessoas da minha geração. Ainda hoje o é. Relê-lo far-nos-à pensar no caminho percorrido e que afinal, se muita coisa mudou, muitas outras, também essenciais ainda ficaram por se cumprir.  É sempre bom voltar quando se têm valores à nossa espera...

O futuro da democracia na Europa

Pelo que se está a desenhar, e com o beneplácito de muita boa gente, o futuro da democracia na Europa pode estar a caminho de sofrer mutações radicais.
O básico princípio de um cidadão um voto na escolha dos dirigentes políticos pode cair em desuso. A nomeação pura e simples de governantes por influência política externa aos estados e com base nos "dictames" dos mui poderosos mercados está para aí a desenhar um novo conceito de "um economista um voto" relegando a política para o caixote do lixo da História.
A "Velha Europa" está a definhar, não há dúvida. Resta-nos o quê ?
Voltar a recordar a sua História ( é sintomático que alguém queira deixar de considerar a disciplina de História como estruturante no ensino...) e gritar a bons pulmões que esta é a Europa da Revolução Francesa, da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade.
E façamo-lo depressa, antes que outros, por mais radicais,  reinventem a guilhotina...

Bela como tu

só tu !

O governo da selva

E não há dúvida que não vamos longe na nossa selva com os seu destino entregue a três macacos...

Será que temos um Miguel de Vasconcelos em S. Bento ?

As últimas declarações do 1º. Ministro, Pedro Passos Coelho, acerca do papel do BCE no futuro da Europa deixam no ar uma boa pergunta: Será que o chefe do governo português tem por objectivo a defesa dos interesses de Portugal e do seu Povo ou a defesa dos interesses da internacional capitalista dos fundos e organizações financeiras que, neste momento, parecem ter o poder político Europeu nas mãos, dando-se ao luxo de depor governos eleitos, com largo apoio parlamentar, só porque lhes não dão cobertura aos seus desígnios ? É que se assim é, não esquecer que em Portugal continuam a existir janelas e que  o dia 1º. de Dezembro está próximo...

Declaração de voto

Respeitar uma decisão, votar de acordo com o decidido democraticamente nos orgãos partidários mas não vender a alma ao diabo, foi o que sucedeu hoje na AR na votação na generalidade do OE 2012 por parte de 13 deputados do Partido Socialista.
Submetidos à disciplina partidária não quiseram, contudo, deixar de marcar uma posição.
Seguro pode ter ficado satisfeito porque levou avante os seus intentos mas não deixou de dar a conhecer a divisão profunda e latente que existe no seio do PS.
Seguro julga que ganhou espaço político fazendo até uso de um slogan populista ( o do amor a Portugal).
Seguro está a enganar-se mas o povo da esquerda democrática não se engana. Vai ter vida curta à frente do Partido e mostrar-se-á incapaz de liderar o conjunto dos homens e mulheres de esquerda deste país que não são militantes inscritos e como tal não lhe devem nenhuma obediência política.

Olhar sobre o futuro

Feriados - Quem vai definir

Isto é uma historieta recorrente sempre que a direita chega oa poder. Temos de acabar com tantos feriados ...! Em Portugal existem 14 feriados nacionais sendo que 7 são civis e os restantes de inspiração religiosa.
No limite, até se poderá dizer que são todos religiosos já que a ICAR tem todos os dias do calendário dedicado a um ou mais santos ou eveentos. Mas o problema que agora se levanta é  o da valoração de uns feriados em relação aos outros. A ICAR quer ter prerrogativas de estado quando não passa de uma confissão religiosa e como tal nada tem de universal relativamente à sociedade portuguesa. Por outro lado, denttro do poder instituído, há quem se arrogue no direito de definir quais são os feriados que merecem continuar a sê-lo e os que serão banidos do calendário civil. Em ambos os casos serão os conceitos individuais, de clérigos e governantes, que ao arrepio dos destinatários, os cidadãos, se darão ao direito de decidir. No que me toca sou absolutamente relutante ao desparecimen…

Saídos os líderes socialistas mal amados...

Eis a grande diferença entre os chefes de governo da Grécia e de Portugal.

Premonição

Que se estará a passar quando um dia  ouvirmos o sr. Olli Rehn afirmar em Bruxelas que o caso alemão nada tem a ver ou de parecido com os do resto da Europa...?

Sobre os feriados religiosos

Como se o estatuto de uma confissão religiosa fosse idêntico ao de um Estado, ainda por cima laico, (já nos basta a fantochada do estado do Vaticano), a ICAR tem o desplante de chantagear a troca de feriados religiosos, apenas , e desde que o Estado faça o mesmo no que respeita aos dias de feriados civis.
A pouca vergonha tem limites...

Igreja renuncia a dois feriados se Estado também o fizer com feriados civis"
Aceda a:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2111257

A ditadura dos Mercados

Pois, não há dúvida, que têm muito poder. Pois, não há dúvida, que têm força suficiente para depor governos e levar a nomeação de outros.Pois, é crível, que tenham os seus homens de mão espalhados por todo o planeta. Pois, sabemos já, que funcionam com um poder ditatorial e como tal são difíceis de combater. Mas não estaremos  a esquecer-nos de qualquer coisa ? Não nos estaremos a esquecer que as ditaduras também se abatem e se arredam do poder os ditadores ? Só falta saber a fórmula... Dizia-me alguém, de uma forma muito simples, que a maneira mais fácil de acabar com eles, não com o mercado, mas com o Senhor Mercado, o tal ditador, era haver uma união de todos os povos e obrigarem os governos a deixar de pagar as dívidas soberanas. O Senhor Mercado, o tal ditador, deixava de ter recursos - quem não recebe o que emprestou vai à falência- e assim se terminaria o seu poder . O alguém não é economista mas é um tipo com ideias simples. E se desse resultado ? Ai, se desse resultado, não existia…

Pelo ralo...

Não  te podes queixar, Tozé !!! Fizeste a cama onde te vais deitar... «Não há almofadas» para manter um subsídio«Não há alternativa» a cortar os dois, garante o ministro Miguel Relvas

Toda a tua estratégia do "interese nacional" foi pelo ralo! Mas nós avisámos e tu não quiseste acreditar... BARRETE !!!!

Uma história exemplar nos dias de hoje

Um amigo do António, chamemos-lhe Zé, pediu~lhe um conselho sobre um automóvel em segunda mão que queria comprar. O António e o Zé sempre foram muito amigos e o Zé considerava o António um homem de confiança, correcto , frontal e conhecedor do assunto, daí o pedido que lhe fez.
Ora o António foi ver a viatura e não gostou nem da parte exterior, a pintura estava velha e riscada e o modelo era demasiado antigo assim como o motor lhe deixava tremendas dúvidas porque nem o motor de arranque funcionava.
António viu manifestamente que o carro não prestava e que o Zé iria certamente fazer um mau negócio. Daí que, pensando maduramentre no assunto, foi ter com o dono do stand e exigiu-lhe, para defesa do amigo, que lhe desse a garantia de que o carro nunca griparia. Ora o dono do stand disse-lhe logo que sim...enquanto for palavreado nada a opor.
O António foi ter com o Zé e disse-lhe então que o carro era um verdadeiro chasso e que não lhe devia durar mais que 6 meses mas que ele falara com…

E em certa imprensa

só se fala do "Face Oculta"...
Esquecidos ? Não ! Vendidos !

Ainda a abstenção do Partido Socialista

Não é novidade para ninguém que quem define as políticas partidárias são os dirigentes eleitos pelos militantes e que, por isso,  têm toda a legitimidade na assumpção das suas propostas. Mas também não é novidade para ninguém que os votos de que um partdido beneficia quando os cidadãos são chamados a se pronunciar não provêm apenas dos militantes, número ínfimo do eleitorado, mas fundamentalmente daqueles que se revêem no programa partidário, nas ideias dos seus dirigentes,  no carisma do seu cabeça de lista, na força que antevêem  para a resolução dos problemas que se apresentam ao país. É por isso que, muitas vezes, as decisões legítimas de orgãos nacionais  não encontram o devido eco nos cidadãos não militantes, aqueles que não se submetem aos "diktats dos directórios mas cujo voto é absolutamente necessário para as victórias partidárias. E esquecer isto é caminhar alegremente para a derrota. Por tudo o que se tem escrito e lido parece ser este o caminho que o Partido Socialista …

Para quando ?

É disto que estão à espera ?

O actual " a bem do interesse nacional "

faz-me recordar, neste momento, o célebre " A Bem da Nação" de tempos idos e não desejados.
Debaixo do enorme guarda chuva do conceito tomam-se as mais desvairadas atitudes impedindo quase, desde logo, que as mesmas possam vir a ser discutidas por colidirem com o dito "interesse nacional" de quem as propõe, não do País.
Cabe perguntar: Quem define e o que é o "interesse nacional".
Para os actuais dirigentes  dos dois maiores partidos portugueses é, certamente, o que consideram que se engloba num "A Bem da Nação" indiscutível e por eles definido sem contraditório.
O interesse nacional de Seguro e Passos Coelho devia ser antagónico; chegamos à conclusão que é complementar, " A Bem da Nação", negociado na sombra dos corredores, com cartas assinadas em branco para um resultado viciado e a que chamarão eufemisticamente "conversações políticas".
Quem quer atingir objectivos, pressionar, vencer dificuldades, não dá de barato a con…

Discurso político global

O PS de Seguro

Como era expectável...

Vá lá...um sorriso...

Ainda não paga imposto...