quarta-feira, 30 de novembro de 2011

1 de Dezembro de 1640

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Há quem insista em não querer recordá-lo, por isso patrocina o seu esquecimento. 
Relembrar que um Povo se revolta causa medo a muita gente que se curva perante outros poderes.
Sinais de tempos antigos. Sinais dos tempos actuais...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Se melhor razão não houvesse

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"Fitch corta 'rating' de Portugal para 'lixo" (Sol)

Esta notícia chegava para a justificar a Greve Geral e os seus motivos.
Os lobos continuam insaciáveis do sangue das suas vítimas. Não vão descansar enquanto as não virem em pele e osso para depois imporem a sua lei mais extrema perante a incapacidade de revolta.
Não existe, pois, outra solução :  REVOLTEMO-NOS, JÁ!!!

Aceda a:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=34613

Aqui também

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Em Janeiro de 1940

Sim, o problema, afinal, não é de hoje.
Ora vejam bem esta notícia de 8 de Janeiro de 1940 sobre os arrumadores de automóveis na cidade de Lisboa.
Isto não muda nada, na verdade...


À atenção do Dr. António Costa.
(Agradecimentos ao Carlos pelo e-mail)

Acabou-se o luto ...

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Este blogue rejeita continuar o luto que assumiu como forma de combate político.
Face aos desenvolvimentos políticos no país, assim como na Europa a que dizemos pertencer, o luto não faz mais qualquer sentido.
Este blogue volta a ser vermelho, a cor da sua origem, a cor com que se identifica, a cor da luta que é necessário retomar com maior veemência.

domingo, 20 de novembro de 2011

Tartufo

Bento XVI/África: Papa diz que SIDA é problema ético e exige «mudança de comportamento»

Exortação apostólica divulgada na viagem ao Benim destaca ameaça das pandemias e defende acesso dos pobres aos medicamentos

D.R.
Ajudá, Benim, 19 nov 2011 (Ecclesia) – Bento XVI defendeu hoje que o problema da SIDA em África é “sobretudo ético” e não se resolve apenas com respostas médicas, mas através da abstinência, “fidelidade conjugal” e “rejeição da promiscuidade sexual”.



Um perfeito conhecedor do Mundo e do tempo presente, este homenzinho.......

Para a notícia completa aceda a:

Estamos de acordo

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Sobre a acção do Partido Socialista, liderado por António José Seguro, Manuel Alegre considerou que os portugueses "mais frágeis da sociedade, os empresários que estão a cortar o crédito", e que votam no partido, "precisam de protecção de quem os representa".
"E isso implica uma capacidade de ruptura, não apenas de bom comportamento", alertou.


(Manuel Alegre em entrevista à SIC)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

E a quem iremos pedir responsabilidades ?

Todos sabemos, já nos foi metido pelos olhos adentro, que o nosso actual governo não passa de um conjunto de ajudantes dos verdadeiros ministros que governam o País, os tais da Troika.
Esses senhores, de nacionalidades todas diferentes, que nos foram impostos pelos mercados (?), que ninguém conhece de lado nenhum, nem o que pensam politicamente e que, mais importante, não foram votados para os cargos que ocupam, impõem-nos políticas para que se cumpram os objectivos por eles determinados. Só falta saber uma coisa : -E se os objectivos não forem atingidos, não por culpa do povo português, mas pela inadequação das medidas impostas quem responderá perante o País por tal fracasso ? Quem será o responsável que, por gestão danosa, poderemos levar, tão ao gosto actual, à barra do tribunal ?
Será que os responsáveis internacionais (FMI+BCE+UE) estarão dispostos a que os seus representantes possam vir a ser arguidos ou serão substituídos pelos Presidentes dos mesmos organismos para responderem pelas culpas que terão no cartório ?
Alguém terá de ser responsabilizado !

PARANOIKA

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TROIKA

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O fecho das embaixadas

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Se as razões para o fecho das sete embaixadas são:

"o facto de haver nesses países um número reduzido de portugueses e de serem países em que o investimento em Portugal “é muito reduzido”. "

porque não encerrar , logo à partida, a embaixada no Vaticano?
Não existe investimento em Portugal, antes pelo contrário, e o número de portugueses por lá é inferior ao existente em Andorra.

Razões de Estado (?), não é?  ;o)

Tozé!!!!

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Já ouvi a conferência de imprensa da Troika que cantou loas à actividade do Governo e se congratulou com o teu apoio; já ouvi a conferêcia de imprensa do Gaspar a contar-nos como tudo ainda vai ser mais difícil. Só me falta ouvir-te a ti a explicares o que ouviste e conseguiste na reunião com os ditos da Troika; qual o eco  que os teus argumentos e previsões económicas e fianceiras, que tens apresentado aos portugueses, tiveram perante tais individualidades e as alterações que podem vir a ser adoptadas no futuro.
É que de tudo o que ouvi, os tais senhores apenas ficaram contentes pelo PS ter dado apoio ao orçamento mas não me pareceu ouvir que concordariam, eventualmente, com as propostas que o PS tem subscrito no que respeita ao OE2012.
Gostava que me esclarecesses pois ainda não fiquei esclarecido se te consideram interlocutor válido na discussão dos problemas relativos ao acordo ou apenas uma muleta do governo para a prossecução da sua política.
Fico à espera.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

E disseram

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ao "duque":
-Quieto ! Faz o que o dono manda...
E, ele fez...!

Valores

Uma crónica de Fernando Dacosta que merece ser lida
Seres decentes
Quando cumpria o seu segundo
mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe
apresentada pelo Governo uma
lei especialmente congeminada
contra si.


O texto impedia que o vencimento do
Chefe do Estado fosse «acumulado
com quaisquer pensões de reforma
ou de sobrevivência» públicas que
viesse a receber.
Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-
se de auferir a aposentação de militar para a
qual descontara durante toda a carreira.
O desconforto de tamanha injustiça levou-o,
mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há
pouco, se pronunciaram a seu favor.
Como consequência, foram-lhe disponibilizadas
as importâncias não pagas durante catorze
anos, com retroactivos, num total de um milhão
e trezentos mil euros.
Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu,
porém, prescindir do benefício, que o não era
pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados
- e não aceitou o dinheiro.
Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à
corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância,
Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma
esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo,
no arranjismo que o imergem, nos imergem
por todos os lados.
As pessoas de bem logo o olharam empolgadas:
o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de
ânimo em altura de extrema pungência cívica, de
dolorosíssimo abandono social.
Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento
afim, quando se negou a subscrever
um pedido de pensão por mérito intelectual que
a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de
Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situ -
ação económica da escritora, atribuir-lhe. «Não,
não peço. Se o Estado português entender que a
mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a.
Mas pedi-la, não. Nunca!»
O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria,
pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e
primeiras páginas de periódicos) explica-se pela
nossa recalcada má consciência que não suporta,
de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.
“A política tem de ser feita respeitando uma
moral, a moral da responsabilidade e, se possível,
a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável
“preservar alguns dos valores de outrora, das
utopias de outrora”.
Quem o conhece não se surpreende com a sua
decisão, pois as questões da honra, da integridade,
foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário
e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta
- acrescentando os outros.
“Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará,
“fora dela. Reagi como tímido, liderando”.
O acto do antigo Presidente («cujo carácter e
probidade sobrelevam a calamidade moral que
por aí se tornou comum», como escreveu numa
das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos)
ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida,
pervertida ética.
Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o
bastão de Marechal) preservou um nível de di -
gnidade decisivo para continuarmos a respeitar-
-nos, a acreditar-nos - condição imprescindível
ao futuro dos que persistem em ser decentes.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Vende-se...

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Contacto: Rua da Horta Seca, 15- Lisboa

A imagem de marca

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deste Governo....
O emblemático Ministro dos Feriados...

Grande investigação ou grande desilusão

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Sempre desejoso de aprender mais qualquer coisa decidi comprar nos três últimos dias o jornal Diário de Notícias.
Pensei cá para os meus botões : -Pronto, compra lá aquilo, esquece-te que deixaste de o adquirir porque o consideraste pouco credível; uma investigação é sempre uma investigação e dá-lhes lá o benefício da dúvida...
Pois, eu dei o benefício da dúvida e não consegui, eu, qualquer benefício com o que li. Três dias de várias páginas de texto e uma confrangedora falta de objectividade, de assuntos tratados pela rama, em que se procurou a informação de um ponto de vista sensacionalista e em que as vertentes mais importantes da história da Maçonaria portuguesa nem sequer foram afloradas. Parece que os investigadores estavam mais preocupados em dar razão ao Alberto João Jardim e a caucionar as informações de um ex-juiz do que escrever sobre um tema que é historicamente importante no passado  de Portugal, que se confunde com a própia história do país em muitos aspectos.
Existem textos mais simples publicados que dizem mais sobre a Maçonaria Portuguesa que a investingação do DN. E, depois, aquela permanente confrontação Maçonaria/Igreja Católica, como se fossem organizações antagónicas e que disputassem os mesmos terrenos de influência.
O DN não trouxe nada de novo e, pior, estou crente que os seus textos ainda confundiram mais os leitores que do assunto pouco ou nada soubessem.
Resumindo: Na próxima já não me apanham; nem com grandes investigações voltarei a comprar o actual DN.
Nota: Declaração de interesses - Não, não pertenço a nenhuma organização maçónica!

Voltar

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Foi um livro de grande importância para as pessoas da minha geração. Ainda hoje o é.
Relê-lo far-nos-à pensar no caminho percorrido e que afinal, se muita coisa mudou, muitas outras, também essenciais ainda ficaram por se cumprir. 
É sempre bom voltar quando se têm valores à nossa espera...

O futuro da democracia na Europa

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Pelo que se está a desenhar, e com o beneplácito de muita boa gente, o futuro da democracia na Europa pode estar a caminho de sofrer mutações radicais.
O básico princípio de um cidadão um voto na escolha dos dirigentes políticos pode cair em desuso. A nomeação pura e simples de governantes por influência política externa aos estados e com base nos "dictames" dos mui poderosos mercados está para aí a desenhar um novo conceito de "um economista um voto" relegando a política para o caixote do lixo da História.
A "Velha Europa" está a definhar, não há dúvida. Resta-nos o quê ?
Voltar a recordar a sua História ( é sintomático que alguém queira deixar de considerar a disciplina de História como estruturante no ensino...) e gritar a bons pulmões que esta é a Europa da Revolução Francesa, da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade.
E façamo-lo depressa, antes que outros, por mais radicais,  reinventem a guilhotina...

domingo, 13 de novembro de 2011

Bela como tu


só tu !

O governo da selva

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E não há dúvida que não vamos longe na nossa selva com os seu destino entregue a três macacos...

Será que temos um Miguel de Vasconcelos em S. Bento ?

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As últimas declarações do 1º. Ministro, Pedro Passos Coelho, acerca do papel do BCE no futuro da Europa deixam no ar uma boa pergunta:
Será que o chefe do governo português tem por objectivo a defesa dos interesses de Portugal e do seu Povo ou a defesa dos interesses da internacional capitalista dos fundos e organizações financeiras que, neste momento, parecem ter o poder político Europeu nas mãos, dando-se ao luxo de depor governos eleitos, com largo apoio parlamentar, só porque lhes não dão cobertura aos seus desígnios ?
É que se assim é, não esquecer que em Portugal continuam a existir janelas e que  o dia 1º. de Dezembro está próximo...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Declaração de voto

Respeitar uma decisão, votar de acordo com o decidido democraticamente nos orgãos partidários mas não vender a alma ao diabo, foi o que sucedeu hoje na AR na votação na generalidade do OE 2012 por parte de 13 deputados do Partido Socialista.
Submetidos à disciplina partidária não quiseram, contudo, deixar de marcar uma posição.
Seguro pode ter ficado satisfeito porque levou avante os seus intentos mas não deixou de dar a conhecer a divisão profunda e latente que existe no seio do PS.
Seguro julga que ganhou espaço político fazendo até uso de um slogan populista ( o do amor a Portugal).
Seguro está a enganar-se mas o povo da esquerda democrática não se engana. Vai ter vida curta à frente do Partido e mostrar-se-á incapaz de liderar o conjunto dos homens e mulheres de esquerda deste país que não são militantes inscritos e como tal não lhe devem nenhuma obediência política.

Olhar sobre o futuro

Feriados - Quem vai definir

Isto é uma historieta recorrente sempre que a direita chega oa poder. Temos de acabar com tantos feriados ...!
Em Portugal existem 14 feriados nacionais sendo que 7 são civis e os restantes de inspiração religiosa.
No limite, até se poderá dizer que são todos religiosos já que a ICAR tem todos os dias do calendário dedicado a um ou mais santos ou eveentos.
Mas o problema que agora se levanta é  o da valoração de uns feriados em relação aos outros. A ICAR quer ter prerrogativas de estado quando não passa de uma confissão religiosa e como tal nada tem de universal relativamente à sociedade portuguesa. Por outro lado, denttro do poder instituído, há quem se arrogue no direito de definir quais são os feriados que merecem continuar a sê-lo e os que serão banidos do calendário civil.
Em ambos os casos serão os conceitos individuais, de clérigos e governantes, que ao arrepio dos destinatários, os cidadãos, se darão ao direito de decidir.
No que me toca sou absolutamente relutante ao desparecimento dos feriados civis, os patrocinados pelo Estado, na medida em que são os que respeitam à sociedade portuguesa no seu todo. Mas, mesmo assim, ainda poderia encontrar um ou outro que não me chocaria negligenciar, casos do Carnaval e do 10 de Junho.
Quanto aos religiosos, cuja existência ou não,em nada me afecta, mas condescendendo, tudo ou quase tudo  se poderia resumir à manutenção do dia 1 de Novembro, dia de todos os santos, em que de uma só vez ficariam todos comemorados.
Mas insisto ! Quem vai definir pelo conjunto da sociedade portuguesa o que se mantem ou é banido ?
Para ser um processo justo deveria haver um referendo. É que, ainda por cima, não acreditando eu, minimamente, na pessoa que está a levantar o problema, o incapaz ministro da economia, o Álvaro, mais de pé atrás fico quanto à sapiência de uma decisão correcta.
Mas esperemos. O assunto não é grave nem é de urgente necessidade de decisão. Existem outras coisas mais importantes a decidir para o futuro do País. Só quem não sabe o que fazer às coisas importantes se preocupa com a urgência de resolução de um assunto como este.

Feriados Nacionais
· 1 DE JANEIRO
- ANO NOVO
· 5 DE FEVEREIRO
- CARNAVAL
· 18 DE ABRIL
- SEXTA-FEIRA SANTA
· 20 DE ABRIL
- PÁSCOA
· 25 DE ABRIL
- DIA DA LIBERDADE
· 1 DE MAIO
- DIA DO TRABALHADOR
· 10 DE JUNHO
- DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES
· 19 DE JUNHO
- CORPO DE DEUS
· 15 DE AGOSTO
- ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
· 5 DE OUTUBRO
- DIA DA IMPLANTAÇÃO DA RÉPUBLICA
· 1 DE NOVEMBRO
- DIA DE TODOS OS SANTOS
· 1 DE DEZEMBRO
- DIA DA INDEPENDÊNCIA
· 8 DE DEZEMBRO
- IMACULADA CONCEIÇÃO
· 25 DE DEZEMBRO
- NATAL

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Premonição

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Que se estará a passar quando um dia  ouvirmos o sr. Olli Rehn afirmar em Bruxelas que o caso alemão nada tem a ver ou de parecido com os do resto da Europa...?

Sobre os feriados religiosos

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Como se o estatuto de uma confissão religiosa fosse idêntico ao de um Estado, ainda por cima laico, (já nos basta a fantochada do estado do Vaticano), a ICAR tem o desplante de chantagear a troca de feriados religiosos, apenas , e desde que o Estado faça o mesmo no que respeita aos dias de feriados civis.
A pouca vergonha tem limites...

Igreja renuncia a dois feriados se Estado também o fizer com feriados civis"


Aceda a:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2111257

A ditadura dos Mercados

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Pois, não há dúvida, que têm muito poder. Pois, não há dúvida, que têm força suficiente para depor governos e levar a nomeação de outros.Pois, é crível, que tenham os seus homens de mão espalhados por todo o planeta. Pois, sabemos já, que funcionam com um poder ditatorial e como tal são difíceis de combater.
Mas não estaremos  a esquecer-nos de qualquer coisa ?
Não nos estaremos a esquecer que as ditaduras também se abatem e se arredam do poder os ditadores ?
Só falta saber a fórmula...
Dizia-me alguém, de uma forma muito simples, que a maneira mais fácil de acabar com eles, não com o mercado, mas com o Senhor Mercado, o tal ditador, era haver uma união de todos os povos e obrigarem os governos a deixar de pagar as dívidas soberanas. O Senhor Mercado, o tal ditador, deixava de ter recursos - quem não recebe o que emprestou vai à falência- e assim se terminaria o seu poder .
O alguém não é economista mas é um tipo com ideias simples. E se desse resultado ?
Ai, se desse resultado, não existia povo que não aderisse à ideia...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pelo ralo...


Não  te podes queixar, Tozé !!!
Fizeste a cama onde te vais deitar...

«Não há almofadas» para manter um subsídio

«Não há alternativa» a cortar os dois, garante o ministro Miguel Relvas



Toda a tua estratégia do "interese nacional" foi pelo ralo!
Mas nós avisámos e tu não quiseste acreditar...
BARRETE !!!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Uma história exemplar nos dias de hoje


Um amigo do António, chamemos-lhe Zé, pediu~lhe um conselho sobre um automóvel em segunda mão que queria comprar. O António e o Zé sempre foram muito amigos e o Zé considerava o António um homem de confiança, correcto , frontal e conhecedor do assunto, daí o pedido que lhe fez.
Ora o António foi ver a viatura e não gostou nem da parte exterior, a pintura estava velha e riscada e o modelo era demasiado antigo assim como o motor lhe deixava tremendas dúvidas porque nem o motor de arranque funcionava.
António viu manifestamente que o carro não prestava e que o Zé iria certamente fazer um mau negócio. Daí que, pensando maduramentre no assunto, foi ter com o dono do stand e exigiu-lhe, para defesa do amigo, que lhe desse a garantia de que o carro nunca griparia. Ora o dono do stand disse-lhe logo que sim...enquanto for palavreado nada a opor.
O António foi ter com o Zé e disse-lhe então que o carro era um verdadeiro chasso e que não lhe devia durar mais que 6 meses mas que ele falara com o dono do stand que lhe afirmou, de viva voz, que o carro nunca griparia.
Desse modo, ele António, achava que o Zé podia comprar o carro mas que o melhor que podia fazer era deixá-lo parado à porta não fosse a viatura avariar em qualquer deslocação e já não tivesse arranjo;
asssim nunca teria a maçada, inclusivé, de pedir que o vendedor cumprisse a garantia.
O Zé achou estranha a proposta do seu grande amigo, mas pelo sim pelo não, amigos amigos negócios àparte, preferiu não seguir a indicação do António e foi procurar outro stand e outro amigo que soubesse de automóveis.
Não sei porquê  mas esta história lembra-me qualquer coisa...

sábado, 5 de novembro de 2011

Ainda a abstenção do Partido Socialista

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Não é novidade para ninguém que quem define as políticas partidárias são os dirigentes eleitos pelos militantes e que, por isso,  têm toda a legitimidade na assumpção das suas propostas.
Mas também não é novidade para ninguém que os votos de que um partdido beneficia quando os cidadãos são chamados a se pronunciar não provêm apenas dos militantes, número ínfimo do eleitorado, mas fundamentalmente daqueles que se revêem no programa partidário, nas ideias dos seus dirigentes,  no carisma do seu cabeça de lista, na força que antevêem  para a resolução dos problemas que se apresentam ao país.
É por isso que, muitas vezes, as decisões legítimas de orgãos nacionais  não encontram o devido eco nos cidadãos não militantes, aqueles que não se submetem aos "diktats dos directórios mas cujo voto é absolutamente necessário para as victórias partidárias. E esquecer isto é caminhar alegremente para a derrota.
Por tudo o que se tem escrito e lido parece ser este o caminho que o Partido Socialista e o seu actual Secretário Geral querem palmilhar. Esquecerem-se que a força partidária não advém  só dos seus militantes inscritos mas, e sobretudo, dos seus "compagnons de route", dos que ideologicamente vêem na Declaração de Princípios o cimento que os une e fortalece; esquecer a mole humana que ao partido  tem dado inequívoco apoio apesar de todos os obstáculos com que ameúde se confronta.
A actual direcção do PS pode ter ganho a maioria dentro do Partido mas é legítimo pensar que está a perder o povo socialista que se identifica com um passado de luta e convergência de objectivos na defesa intransigente de políticas sociais e económicas que defendam o cidadão e a sociedade justa que  tem sido sempre razão da sua actividade .
A última decisão de viabilizar no escuro, por via da abstenção, antes de qualquer negociação e de qualquer acordo  efectivo, o OE 2012 é um tiro em cheio na credibilidade de quem propõe a medida e contráriamente ao que supõem, não uma forma de ganhar eleitorado, mesmo com o artifício do "interesse nacional", mas o caminho mais rápido para inexoravelmente o perder e, na maioria dos casos, a favor de quem anteriormente se conluiou com os mesmos que ajudaram a arredar o partido do poder e com quem o PS, neste momento, faz um pacto de não agressão.
A ver vamos quem terá razão no futuro.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Para quando ?

[]

É disto que estão à espera ?

O actual " a bem do interesse nacional "

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faz-me recordar, neste momento, o célebre " A Bem da Nação" de tempos idos e não desejados.
Debaixo do enorme guarda chuva do conceito tomam-se as mais desvairadas atitudes impedindo quase, desde logo, que as mesmas possam vir a ser discutidas por colidirem com o dito "interesse nacional" de quem as propõe, não do País.
Cabe perguntar: Quem define e o que é o "interesse nacional".
Para os actuais dirigentes  dos dois maiores partidos portugueses é, certamente, o que consideram que se engloba num "A Bem da Nação" indiscutível e por eles definido sem contraditório.
O interesse nacional de Seguro e Passos Coelho devia ser antagónico; chegamos à conclusão que é complementar, " A Bem da Nação", negociado na sombra dos corredores, com cartas assinadas em branco para um resultado viciado e a que chamarão eufemisticamente "conversações políticas".
Quem quer atingir objectivos, pressionar, vencer dificuldades, não dá de barato a conclusão do processo mesmo que isso venha mascarado por um " A Bem da Nação" ou " a bem do interesse nacional.

Discurso político global

[]



O PS de Seguro

Como era expectável...
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