Um conto de 63 páginas que se lêm de um só fôlego.
Uma escrita simples, de leitura apelativa, que nos envolve em "suspense" até à última página.
A vida enquanto desígnio anterior, contemporâneo e posterior a nós próprios.
Uma muito boa hora de leitura que mereceu o Prémio Branquinho da Fonseca de Conto Fantástico da C.M. de Cascais- 2009.
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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terça-feira, 25 de maio de 2010
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A Hora da Poesia- Rádio Vizela
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