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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Um pouco de mim em 5 revelações



Desafiou-me o Henrique Antunes Ferreira, do " A minha Travessa do Ferreira ",a dar seguimento a esta "cadeia" em que cada um fala um pouco de si ou das suas experiências. O Humor ou a ausência dele são opção de cada autor.. Diz ele,  no seguimento do pedido que deixou , que aqui vai o texto com as regras.


1- Seguir as regras.
2- Levar o selo que identifica quem está, esteve ou estará na brincadeira. Colocar o selo no início da mensagem.
3- Completar as seguintes frases:

Eu já tive ...alturas em que considerei que era impossível viver neste Mundo.
Recordo-me perfeitamente dos tempos, ainda nos da outra senhora, em que olhavamos para as democracias lá fora como o máximo a que podiamos e devíamos aspirar. Era o Eden da nossa vida política. O poder votar livremente, o poder falar para o lado sem olhar primeiro por sobre as cabeças, tentando descobrir aqueles que andavem sempre de cabeça baixa mas olhavam a nossa boca e os nossos olhos.
Também tive alturas em que pensei que o caminho deste país era aquilo que tinha sonhado, uma sociedade linda, sem pressões, sem especulações, sem confusões.
Mas tive de aprender.
Bolas, eu tinha nascido na ditadura, não podia saber tudo. Ainda por cima nunca tinha saído do rectângulo, nem para a tropa, da qual tinha ficado livre por obra de maleitas da minha meninice.
Portanto, experiência só aquela que nos era trazida por alguns livros que nos iam chegando e, nas demais das vezes, vendidos já embrulhados e tirados à socapa de baixo do balcão.
Dos livros e dos contactos mascarados de grupos de poesia, grupos cénicos, clubes de cinema, tertulias de estudantes, encontros aqui e ali.
Foi um tempo dos diabos que ainda recordo mas do qual não sinto nostalgia, porque estava "preso"; eu e os outros todos que habitavam neste país. As nossas grades, que para muitos eram reais e com tortura, para nós, os cá de fora, eram só de tortura, não fisica, mas da outra que também marca gerações. A tortura da impossibilidade de ser.

Eu nunca...disse que era do Benfica !
T'arrenego, Satanás !
Eu, “Lagarto”, embora não empedrenido - quem o ganha não sou eu e convenhamos que ganham demais - se há coisa que me afecta, e resido na freguesia de Benfica, é passar junto à tubagem da unidade de transformação de lixos que existe na segunda circular de Lisboa, ali à esquerda, pouco antes de se chegar à entrada da IC19., ao pé do Fonte Nova .
E não sou fundamentalista, vejam lá se fosse...

Eu sei...que gostava de continuar a sentir-me útil, agora que passei à classe da utilidade mínima, isto é, já estou reformado e tenho netos.
Por isso mantenho um certo número de actividades que pelo menos me distanciem daquele amigo estrangeiro, o “Hall Zeimmer”, que tantas amizades pretende fazer na chamada terceira idade.
Por isso descobri, aqui na minha área.,aquilo a que chamo um "Centro-de-Dia-em-que-se-aprende-qualquer-coisa-e-nos-mantem-ocupados-umas-horas-diárias", aparte o gosto de continuar a gostar de navegar na net, e com um blog, promover a boa relação entre as pessoas e as ideias.

Eu quero... tendo recebido hoje, que amanhã ainda me reste o suficiente para poder viver até ao fim do mês.
É um problema antigo dos portugueses. Sobra sempre mais mês no fim do dinheiro. E agora não há patrão para meter um vale. Agora não vale de nada...

Eu sonho... que amanhã acordo e já nasceu o meu quinto neto. Ou melhor, neta. Já sabemos que é neta.
Longe vão os tempos em que, enquanto a mãe berrava com dores, o progenitor, contava os quadrados, normalmente pretos e brancos, que atapetavam o chão das salas de espera, ou entre portas, das clínicas especialisadas em nascimentos. Nessa altura, amigos, também a gente sofria.
Não havia ecografias digitalizadas, nem análises especiais. Era esperar, e esperar e esperar, e aguardar pelo desfecho que desejávamos, sempre, ser o melhor possível.
Era uma grande aventura o ser mãe, mas não menor, o ser pai.
E, agora, posso dizer, ser avô também encanita.
Afora isso, sonho, também, e a vida volta sempre ao princípio, que a minha neta que vai nascer, tal como os outros quatro, tenha no futuro um país em que vale a pena viver, democrático naquilo em que a palavra tem de mais profundo, solidário, naquilo que a humanidade tem de melhor, fraterno, na forma mais elevada de olhar o outro.
Enfim, só quero que sejam felizes e cidadãos de corpo inteiro.


E agora para continuar a cadeia, desafio, e tenho a certeza de que vai ser interessante,

Ana Paula Fitas do " A nossa candeia "
Ana Paula S. Belo do "Catharsis"
Maria Josefa Paias do "Restolhando"
Leonor Rosado do "Outro Sentido"
Analima do "Dias imperfeitos".

domingo, 16 de agosto de 2009

Até amanha, Lisboa

Pois acabou-se o que era doce.
Amanha lá se volta à querida Lisboa e a actividade.
Descansadinho e cheio do afecto de filhos e netos, perfeitamente preparado para o que vem a seguir.
E pelo que fui seguindo via net aqui de Oldenburg vai haver muito para comentar, muito facto para intervir.
Até amanha !

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Bis morgen, Oldenburg !

Pois, vou de férias umas duas semanitas.
Mas graças a esta tremenda invenção que é a internet vou poder saber o que cá se passa e se possível intervir.
Não será, certamente, com a mesma intensidade, mas a ver vamos.
Saudações para todos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Uma noite a pensar em Tom & Jerry

Pois tinha sido um dia bem passado. A Mimi tinha celebrado o seu aniversário. Estávamos todos felizes e assim regressamos a"penates".
Embora ainda não fosse tarde, julgou-se que o mais coerente seria mudar de farpela e acomodar-nos , já de "fato de noite", a assistir a um dos filmes que vão aparecendo no"Cabo".
Mas o pior é que o signatário já não está habituado a jantar de faca e garfo, nem a devorar entradas de "paté", etc., e muito menos ingerir mais um ou dois copos de um magnífico vinho. Daí o João Pestana ter limpo os pés nas sobrancelhas e ter entrado nos meus olhinhos muito mais cedo do que é habitual.
Já estou a ver desenharem-se alguns juízos malévolos... :
-O que o tipo conseguiu foi o princípio de uma bezana !
Nada disso . Simplesmente não tenho ido aos treinos e isso paga-se.
Bom, mas não foi isso que quis relatar, sim, o depois...
Deitadinho e aconchegado, venha a noite a ver se eu tenho medo, adormeci calmamente ( já agora, amigos, sem sentir o tecto a andar à roda).
Duas e meia da manhã !
Poc, poc, poc, poc, cadenciadamente poc, poc, poc...
Acordei, abri semicerradamente um olhito e tentei descobrir donde vinha tal ruído.
Nada, e, poc, poc, poc, etc. e poc.
Levantei-me e comecei à procura do origem do barulhito que me tinha acordado. De ouvido em riste, não me vais escapar malandro, lá encontrei a razão de todo o mal:
Uma infiltração de água da chuva por cima da caixa do estore. E poc, poc, poc.
Quis verificar os danos e a origem do som e descobri para meu desagrado que os pingos que caíam, insistentemente, o faziam em cima da caixa da minha colónia D&G.
Oh, sacrilégio dos sacrilégios! , mas daí aquele som cavo do poc, poc, poc.
Apesar de meio adormecido arranjei as devidas forças e lá afastei o móvel. Era impossível colmatar, àquela hora, a fissura donde provinha a água. E o poc, poc, poc, passou.
Voltei para a caminha, o quarto de novo em sossego, silêncio absoluto, que bom vou voltar a dormir.
Puro engano ! Passados uns minutos, o João Pestana ainda não tinha voltado, nem sequer a limpar os pés nas sobrancelhas, e pic, pic, pic, e mais pic.
O chão estava começar a ficar cheio de água. Pôr um balde não resultava porque voltava ao início, colocar um pano que absorvesse a água só resultaria enquanto não tivesse encharcado, e o líquido caía cada vez com mais rapidez. Não dava para por uma rolha. Que fazer ?
Foi aí que me lembrei de um desenho animado da minha infância, do Tom & Jerry, em que o pobre do gato passava pelo mesmo transe, se bem que, aí, o tormento fosse acrescido pelas diabruras do rato.
Como tinha acabado a história ?
O gato não tinha dormido, estava estoirado, os olhos raiados de vermelho.
Pensei para mim, já perto das cinco da manhã, que não ia acabar como o felino, portanto, levantei-me, fechei as portas todas, e fui para a sala, tapei-me com a mantinha e esperei que a noite se fizesse dia, a meio dormir, porque tinha de me levantar cedo.
Mas nem o rato, nem o poc, poc, nem o pic, pic, tinham vencido.
Passei uma dura prova mas, na realidade, estou perdido de sono.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Sobre uma quinta-feira e outras coisas - II

Saír de casa mais cedo, levado pelo interesse de passear pelo Chiado, tomar café na "Bénard" e comer um delicioso "éclair", coisa que não dispenso.
Mas o S. Pedro, ou porque não foi convidado para a visita ou por estar mal disposto por não saber onde tinha deixado as chaves do Céu, enviou cá para baixo, durante toda a manhã, uma chuvada copiosa que me fez falhar todos os meus intentos.
E lá foi à viola o café na Bénard e o delicioso "éclair" e as visitas aos alfarrabistas, coisa da minha grande predilecção, e o passeio agradável entre o Combro e a Garrett que eu tinha idealizado.
Pois cheguei mais tarde ao Chiado por causa do trânsito entre a Politécnica e o Largo de Camões, tentei ainda na Rua da Trindade visitar A Barateira mas a chuvada era de tal ordem que fiquei todo encharcado além de ter ficado com uma vareta do guarda chuva partida .
No caminho para a A Barateira passei em frente da Cervejaria Trindade, sítio onde não entrava há já mais de 30 anos, desde os gloriosos tempos pós-revolução, e pensei, à volta é aqui que tiro a barriga de misérias.
Além do mais, e eu já sabia, existe no seu interior uma colecção imperdível de mosaicos de temática maçónica da autoria de um antigo grande artista lisboeta do ramo, o Ferreira das Tabuletas . E se a visita, à tarde, era ao Palácio Maçónico, almocemos num ambiente condizer.
Encharcado, depois de sair de A Barateira, lá me dirigi à Cervejaria Trindade.
Pensei que tudo não podia ser tão mau e vinguei-me...
Venha lá o bife com o dito a cavalo, as batatas fritas, meia de bom tinto e uma belíssima trouxa de ovos.
Mas não foi um almoço que me entusiasmasse. Detesto almoçar sozinho. Eu sei que estar sozinho não é a mesma coisa que estar só, como estar acompanhado não é o mesmo que ter companhia.
Mas, também, ainda não cheguei a esse extremo.
Entretanto dava-me ao luxo de observar calmamente os muitos paineis de mosaicos que enchem as paredes.
Na realidade, belíssimos e a agradecer a quem durante tantos e tantos e tantos anos os soube preservar malgrado o edifício ter passado tantas vezes de mãos.
Saí e, antes de me dirigir às velhas ruas do Bairro Alto, ainda fui ao Largo Rafael Bordalo Pinheiro, ali ao lado, ver a frontaria em azulejo de um prédio bastante antigo, também com temática maçónica. Vale a pena ir vê-lo.
São coisas agradáveis à vista e até deu para tirar fotografias, que o Santo das chaves atrás referido, resolveu fazer uma pausa para o almoço e ficar com a água para ele.
Dirigi-me então à Rua do Grémio Lusitano, palmilhando aquelas ruas estreitas do Bairro Alto, com aquela calçada de basalto toda desalinhada, uma maravilha para os pés de quem já muito andou na vida, mas com a curiosidade de quem revê espaços por onde há muito não passava, muito embora os tenha calcorreado muito bem noutra época.
E está diferente o Bairro Alto. E diria que para pior.
Bom, mas, entretanto, com mais escorregadela menos escorregadela na calçada molhada da chuva, lá cheguei à porta do Palácio Maçónico, velha casa por fora, degradada à vista, como as demais do lugar, devido às muitas "pixagens" que os transeuntes nocturnos do bairro se distraem a fazer.
Por dentro é uma casa arejada e sóbria mas acolhedora. Perguntar-me-ão se andavam lá dentro de avental ? Não! De secreto não vi nada e o ambiente mais parecia o de um clube privado onde as pessoas se portam com a necessária compustura. Bom ambiente, portanto.
Quanto ao Museu, visitável por qualquer profano que o deseje, é um conjunto de salas bem arrumadas, com inúmeras curiosidades, a que o nosso excelente cicerone juntou uma belíssima aula de história .
A visita, com a aula e a troca de impressões, durou cerca de duas horas e meia. Foi um tempo bem empregue em que se aprendeu e se compreendeu muita coisa de que as pessoas falam sem saber.
À saída o S. Pedro já tinha acabado de almoçar e isto quer dizer que lá nos defrontamos, outra vez, com chuva da grossa. Mas a tarde estava ganha e o dia tinha valido a pena.
Despedi-me dos outros Seniores (Uff !) e dirigi-me calmamente para casa, sem segredos embora tenha estado numa instituição considerada secreta .

Sobre uma quinta-feira e outras coisas - I

No trimestre final do ano passado decidi, tal como muitos outros reformados, participar nas actividades daquilo a que pomposamente chamam, hoje em dia, uma Universidade Sénior.
O nome, na verdade, faz-me uma certa urticaria. Agora sou "Sénior" ! Quer dizer que até aqui era, certamente, "Júnior", o que, além do mais, não passa de um tremendo disparate.
Estas manias, que se devem com certeza a uns iluminados cheios de medo da velhice, não serve se não para mascarar uma realidade comezinha que é a de todos, ou os que têm essa sorte, sermos velhos.
Já lhe chamaram velhice, depois terceira idade, agora seniores, que nos chamarão no futuro, talvez "Seguidores da Fénix" ?
Adoro a idade que tenho, felizmente que os avanços da Ciência nos proporcionam o aumento da esperança de vida, de melhor qualidade e melhor saúde, mas não deixo, por tal, de estar a caminhar inexoravelmente para a velhice pura e dura.
Agora "sénior"parece que faço parte de uma Academia em Alcochete ou no Seixal e que amanhã vou entrar em estágio.
Além do mais até porque sabe bem sair de manhã e ir ao encontro de outras pessoas, independentemente da idade, onde, além do convívio, se pode, ainda e sempre, aprender qualquer coisa de novo e ir tentando enganar, o maior tempo possível, o terrível Alzheiemer ou outra qualquer horrível maleita .
Estas instituições são, aparte o benefício que trazem, sem mais, uns centros de dia previlegiados onde os utentes, e pagantes, passam uns períodos de tempo agradáveis e em amena cavaqueira, e são um magnífico centro de meteorologia, já que, quando chove ou faz mais frio, a maioria dos "alunos" não põe lá os pés, ou melhor, têm-nos em casa cobertos com pantufas.
Mas perdoem a divagação, estava eu a dizer que pertencia a uma tal "Universidade Sénior" (BBRRRR!!!!), onde temos a possibilidade de realizar visitas interessantes como complemento aos temas que se focam nas "aulas".
Deste modo, no dia 15 deste mês, fomos convidados a visitar o Museu Maçónico, do Grande Oriente Lusitano, ali ao Bairro Alto, na Rua do Grémio Lusitano, nome justificado pela presença do dito palácio maçónico.
Era uma visita já programada desde os finais do ano passado e sabiamos que tinhamos um cicerone à altura.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Faltava o principal






Pois aqui está Oldenburg através de pequenos apontamentos.
Só ainda não descobri porque é que o elefante tem botas...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Lembram-se do Lamberti Markt ?




So para dar a conhecer que a última fotografia se refere a uma cas onde durante o dia se liam histórias às crianças.

Peço as maiores desculpas

mas uma avaria nesta querida máquina que é um computador não me deixou contactá-los desde o meu regresso no dia 6 do corrente.
Aliás o ano começou da melhor maneira.
Já nem falo nas temperaturas negativas, a chegar aos dois dígitos, que apanhei alegremente em Oldenburg e arredores, já que tinha sempre uma casa quentinha à minha espera; nem quero falar na tristeza da despedida de quem muito amo, principalmente de dois pimpolhos, que dando-me beijinhos, diziam não me querer deixar vir embora.
Mas já depois de ter chegado ao aeroporto de Lisboa, circulando na segunda circular em direcção a casa, vi-me abraçado por um camião, daqueles todos em aço, que me resolveu limpar duas portas do lado esquerdo do meu querido carrinho.
Dizia-se antigamente que quando um tipo está com pouca sorte até os cães lhe despejam inconveniências líquidas nas pernas. Só não passei por isso porque a minha Zuca vai à rua duas vezes por dia.
Mas como disse, no princípio do ano, 2009 - Venha ele !, que venha que nem estes precalços me tiraram tal disposição.
Por isso e a partir daqui, vou fazer o que já devia ter feito e não fiz e mostrar-vos fotografias que tirei durante a ausência e depois o normal a que já estão, creio , habituados e coisas novas para alegrar o blog.

sábado, 3 de janeiro de 2009

E ao fim de 12 dias...

a NEVE !!!!!!
Ralinha, mas neve !
E para um viajado inveterado como eu (?) foi preciso chegar aos 61 para ver tal coisa.
Passeando por Oldenburg, com o vento pela frente, e os pequeninos flocos de neve a pintarem-me o sobretudo.
Foi um sucesso ...

domingo, 26 de outubro de 2008

Nova imagem

Há dias em que nos apetece mudar .
Hoje, que se prefizeram as 2400 visitas ao "Vermelho" decidimos alterar a imagem.
É certo que é só mudar a imagem já que, como burros velhos, no resto não mudamos.
Um abraço para todos.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Desculpem mas hoje estou de férias

Resolvi, hoje, meter um dia de férias. Como eu estava precisado.
Apenas me levantei cedo ( como é habitual) e saí para a rua para comprar o habitual jornal matinal que li de fio a pavio (como é costume) . Voltei a ficar bem impressionado com o belíssimo artigo da Fernanda Câncio sobre as relações Portugal/Angola, assim como com as notícias do magnifico comício do Barak Obama em Berlim.
Passado este episódio, sem grande significado, fui ter uma reunião, por sinal marcada à última hora, o que me deu até à hora de almoço.
Felizmente tinha passado uma boa manhã fora do normal.
Fui almoçar ao restaurante do costume com os amigos habituais, pelo que a seguir pude cumprir com as minhas normais obrigações familiares de uma forma calma e sem pressas.
Quando voltei para casa, por volta das cinco da tarde (o que acontece todos os dias), passei a beber a minha "begeca", como é usual , na pastelaria costumeira.
Chegado a casa, finalmente, passei pelas brasas até às 19.30 h (vá lá isto nem sempre sucede), fazendo horas para ir passear o cãozinho, que coitado, também tem as suas necessidades fisiológicas a cumprir.
Saí, calmamente, para jantar , já depois das 20 h, e dirigi-me ao restaurante que é hábito frequentar, onde estou a fazer o presente relatório.
Estou muito contente porque consegui tirar um dia de férias...e fora do comum.
É bom, de vez em quando, alterar a rotina.
Ainda há quem diga que o homem é um animal de hábitos...

domingo, 29 de junho de 2008

Dia do Vinho


Hoje assinala-se o Dia do Vinho.
Não sei, mas depreendo que as comemorações irão ter grande participação.
Não faço ideia se existirá uma Comissão para as Comemorações, nem se o seu presidente tem o nariz vermelho.
Por mim, hoje, abro uma excepção.Em vez de abrir só uma garrafa, abro duas...
Será que amanhã é o dia dos Abstémios?
Se for, também comemorarei.Em vez de abrir duas, abro só uma.
........................................................... ?
Ai, esta mania dos dias para tudo...!

A Hora da Poesia- Rádio Vizela

www.mixcloud.com/Radiovizela/hora-da-poesia-entrevista-a-miguel-gomes-coelho-10072019/?fbclid=IwAR095cmi1MHhzKytias_ssHY3hooCm5P2TqODIjm7w...