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Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito...
E cada vez mais do que nunca...
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E sobre a minha amada Lisboa

Percorrendo as páginas do livro " PORTUGAL - A TERRA E O HOMEM", uma antologia de texto de escritores do sec.XX, coordenada por David Mourão Ferreira, no II Volume -1º. série, e sobre Teixeira de Pascoaes, é-nos dado a conhecer um largo poema  intitulado  (PAINEL) onde o autor descreve poeticamente o seu país.

E é nesse texto que encontrei uma das mais belas descrições poéticas de Lisboa que passo a mostrar por reprodução da própria página do livro, editado pela Fundação Calouste de Gulbenkian de 1979.



Mau feitio...?

Eu sei que é o primeiro daquilo que se deseja uma nova série.

Voltar ao blogue deveria significar recomeçar com um texto de alegria, talvez. Infelizmente, não.

Ontem à noite cheguei tarde a casa e tentando ouvir aos últimas notícias na TV dei com um espetáculo deveras degradante passado junto ao Estádio de Alvalade.

Uma chusma de "jovens" invetivavam uns jogadores da bola por causa de um mau resultado. Àquela hora da manhã?????

Aquela gente não trabalha no dia seguinte para estar a desperdiçar horas de descanso por causa de um jogo da bola...?

Clubisticamente,  também sou do Sporting mas as minhas prioridades sociais vão um pouco mais além que os resultados de uma equipa de futebol.

Senhores, tento na cabeça...

O Mundo está mais difícil do que ver e sofrer porque uma bola não entra...!!!!

Ele á velhos sem médico e crianças com fome e famílias inteiras sem tecto e passam uma noite aos berros  porque os "lagartos" perderam com o Chaves...?

Tenham juízo...!

Sim, tenham m…

Face a um desafio

"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
Joxean Artze.



Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
Agora... só, olhando cada dia que nasce, repondo lá longe a linha do horizonte, sejas tu o Sol ou apenas o meu Sol, espero ansiosa…

Lançamento do livro "O Exemplo das Árvores"

A apresentação de José do Carmo Francisco

O Exemplo das Árvores” de Miguel Gomes Coelho

A Poesia não é a voz do Mundo. E talvez nunca tenha sido ao longo do Tempo e da História. Hoje a voz do Mundo é a morte, a escuridão e o esquecimento. Pelo contrário, a Poesia é feita de luz, de vida e de memória. Este livro também. Camilo Castelo Branco escreveu um dia que «A Poesia não tem presente; ou é sonho ou saudade». E vem a propósito lembrar o grande mestre da Literatura Portuguesa nascido em Lisboa na Rua da Rosa em 1825. Se fosse vivo ele comentaria este segundo livro deste autor com uma palavra muito do seu agrado – a palavra cometer. Ora o autor deste livro «cometeu» em 1978 outro livro com o título de «De coração na mão». Ou seja – a Natureza e a Cultura lado a lado, tal acontece como no título deste livro hoje em apreço – «O exemplo das árvores». Na verdade são seis os capítulos deste livro de poemas mas, como acontece nos livros de contos, o autor escolheu um dele para título do conjunto. Neste caso é «O exemplo das árvor…

Novo convite

Apresentação a 31 de Janeiro de 2015