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Mostrando postagens de Maio, 2013

Sampaio da Nóvoa-Um discurso, um sinal de partida.

É bom que se saiba...

Holanda pode provocar o colapso do euro A bolha imobiliária estourou, o país está em recessão, o desemprego sobe e a dívida dos consumidores é 250% do rendimento disponível. O grande aliado da Alemanha na imposição da austeridade por todo o continente começa a provar o amargo da sua própria receita. Por Matthew Lynn, El Economista Artigo | 13 Maio, 2013 - 20:57 A Holanda começa a provar o amargo da austeridade que o seu ministro das Finanças quer aplicar em toda a Europa. Foto By Rijksoverheid.nl [CC0], via Wikimedia Commons Que país da zona euro está mais endividado? Os gregos esbanjadores, com as suas generosas pensões estatais? Os cipriotas e os seus bancos repletos de dinheiro sujo russo? Os espanhóis tocados pela recessão ou os irlandeses em falência? Pois curiosamente são os holandeses sóbrios e responsáveis. A dívida dos consumidores nos Países Baixos atingiu 250% do rendimento disponível e é uma das mais altas do mundo. Em comparação, a Espanha nunca superou os 125%. A Holanda é …

8 de Maio

8 de Maio de 1945, o Marechal de campo Keitel assina a rendição incondicional da Alemanha pondo fim à II Guerra Mundial em território Europeu. 68 anos depois...

O futuro de Victor Gaspar visto por um reformado

Cá por mim, retirava-lhe o passaporte e obrigava-o a trabalhar durante uns anos como assistente administrativo com o respectivo vencimento, mas colocando-o de imediato no quadro de mobilidade com a possibilidade de ficar sem vencimento ao fim de 18 meses. Mas continuaria obrigatoriamente por cá para poder avaliar "in loco" e com as necessárias implicações as consequências da sua própria política. Quando ele já se chamasse, a si próprio, "filho da mãe" pelas políticas que tinha determinado então deixava-o sair, mas apenas e sem hipótese de negação, para o Burkina Faso.

Tarde ou cedo descobria-se

Dizia-me alguém, há muitos anos, que não seguia ideologias mas sim homens.
Contrapunha eu que de nada serviriam os homens se não fossem enquadrados por ideologias.
Isto foi na época em que se afirmava, porque assim se tornava numa zona de conforto e sem necessidade de afirmação pessoal, que as ideologias tinham acabado ou terminado o seu prazo de validade, não existindo que diferenciar direita de esquerda, etc.
Situação que - hoje sabe-se - é do mais errado.
Nunca como, de novo, agora é necessário o enquadramento ideológico na definição dos actores políticos. Nunca, como agora, é necessário reforçarmo-nos ideologicamente e deixarmos de seguir homens sem ideologia ou declaradamente encriptados no que a isso se refere.
Nunca como, novamente, agora a necessidade de voltar à política pura e dura e combater sem peias todos aqueles que a secundarizam.
Nunca, como agora, a necessidade de voltarmos a ser uma democracia e não uma ditadura financeira.

Porque não hei-de sentir orgulho...?

O percurso da vitória dos capitães de Abrilpor FERNANDO MADAÍL25 abril 2009 O coronel Maia Loureiro, que era então alferes miliciano, integrou a coluna de Salgueiro Maia que esteve nos dois momentos em que tudo se decidiu: quando as forças fiéis ao regime não dispararam (Terreiro do Paço) e quando Marcelo se rendeu (Carmo).

Às nove da manhã, na Ribeira das Naus, o capitão Salgueiro Maia trincou o lábio - para não chorar; o alferes miliciano Maia Loureiro fez um gesto instintivo - o "V", com os dedos indicador e médio, que se tornaria um ícone da revolução. O alferes de óculos escuros Ray Ban, então com 27 anos de idade mas já uma comissão de serviço em Moçambique, tinha entrado em Lisboa no primeiro dos dez carros de combate da coluna da Escola Prática de Cavalaria (EPC), logo atrás do jipe onde seguia o mais famoso dos capitães desse dia 25 de Abril.
Naquela madrugada "onde emergimos da noite e do silêncio", como a definiria a poetisa Sophia de Mello B…

Hoje

Recordando e defendendo o 1º. de Maio, contra tudo e contra todos os que o querem pôr em causa.