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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quem não se sente....mas

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É verdade que quem não se sente não é filho de boa gente, contudo, há que saber ser gente.
Vem isto a propósito da inopinada reacção de António José Seguro às declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, há dois dias na TVI.
AJS colocou-se ao nível do comentador dando-lhe a importância que ele não tem e a credibilidade que nunca teve.
A partir de agora  AJS terá de responder a qualquer diatribe com que seja confrontado venha ela donde vier. Não soube manter-se numa posição de Estado; deixou cair o assunto na rua quando o devia, tinha a obrigação, de o ter elevado a outros níveis.
Jogou o caminho do ofendido tentando tirar disso público proveito, aproveitando-se da natural tendência do português para a lamechice.
Foi um mau serviço à Política Nacional e à sua elevação, ao Partido e a si próprio.
São questões como estas que nos levam a interrogar se o actual SG do PS estava preparado para a função para que foi eleito. Por vezes, muitas das vezes, parece que não.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Podia mudar de cassete, s.f.f. ?

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De cada vez que  ouço de viva voz ou  transcrições de discursos de António José Seguro, é fatal como o destino, que  lá aparece a frase: ESTOU CHOCADO !!!!!
Não acha o Secretário-Geral do Partido Socialista que ao fim de sete meses de governo de ultra-direita já devia estar vacinado e não se chocar assim tão inocentemente ?
Para ser completamente verdadeiro, além de estar, também eu, chocado com as medidas do Governo, choca-me muito mais que o Dr. António J. Seguro, de quem são sabidas, recentemente, reuniões não publicitadas com o Senhor Primeiro Ministro, não se choque de vez e assuma  por inteiro o seu papel de líder do principal partido da oposição, fazendo-o de forma assertiva e frontal, não se preocupando com a imagem que dará, não de menino educado e bem comportado, que julga que os portugueses desejam, mas de um homem combativo e lutador, direi mesmo, porque não, feroz e defensor com verdade dos portugueses.
Creio que já chega de "luvas de pelica"; agora já são necessárias "luvas de boxe"...
Se não tem a gente oferece se quiser, claro, realmente lutar.

domingo, 20 de novembro de 2011

Estamos de acordo

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Sobre a acção do Partido Socialista, liderado por António José Seguro, Manuel Alegre considerou que os portugueses "mais frágeis da sociedade, os empresários que estão a cortar o crédito", e que votam no partido, "precisam de protecção de quem os representa".
"E isso implica uma capacidade de ruptura, não apenas de bom comportamento", alertou.


(Manuel Alegre em entrevista à SIC)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Tozé!!!!

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Já ouvi a conferência de imprensa da Troika que cantou loas à actividade do Governo e se congratulou com o teu apoio; já ouvi a conferêcia de imprensa do Gaspar a contar-nos como tudo ainda vai ser mais difícil. Só me falta ouvir-te a ti a explicares o que ouviste e conseguiste na reunião com os ditos da Troika; qual o eco  que os teus argumentos e previsões económicas e fianceiras, que tens apresentado aos portugueses, tiveram perante tais individualidades e as alterações que podem vir a ser adoptadas no futuro.
É que de tudo o que ouvi, os tais senhores apenas ficaram contentes pelo PS ter dado apoio ao orçamento mas não me pareceu ouvir que concordariam, eventualmente, com as propostas que o PS tem subscrito no que respeita ao OE2012.
Gostava que me esclarecesses pois ainda não fiquei esclarecido se te consideram interlocutor válido na discussão dos problemas relativos ao acordo ou apenas uma muleta do governo para a prossecução da sua política.
Fico à espera.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Declaração de voto

Respeitar uma decisão, votar de acordo com o decidido democraticamente nos orgãos partidários mas não vender a alma ao diabo, foi o que sucedeu hoje na AR na votação na generalidade do OE 2012 por parte de 13 deputados do Partido Socialista.
Submetidos à disciplina partidária não quiseram, contudo, deixar de marcar uma posição.
Seguro pode ter ficado satisfeito porque levou avante os seus intentos mas não deixou de dar a conhecer a divisão profunda e latente que existe no seio do PS.
Seguro julga que ganhou espaço político fazendo até uso de um slogan populista ( o do amor a Portugal).
Seguro está a enganar-se mas o povo da esquerda democrática não se engana. Vai ter vida curta à frente do Partido e mostrar-se-á incapaz de liderar o conjunto dos homens e mulheres de esquerda deste país que não são militantes inscritos e como tal não lhe devem nenhuma obediência política.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pelo ralo...


Não  te podes queixar, Tozé !!!
Fizeste a cama onde te vais deitar...

«Não há almofadas» para manter um subsídio

«Não há alternativa» a cortar os dois, garante o ministro Miguel Relvas



Toda a tua estratégia do "interese nacional" foi pelo ralo!
Mas nós avisámos e tu não quiseste acreditar...
BARRETE !!!!

sábado, 5 de novembro de 2011

Ainda a abstenção do Partido Socialista

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Não é novidade para ninguém que quem define as políticas partidárias são os dirigentes eleitos pelos militantes e que, por isso,  têm toda a legitimidade na assumpção das suas propostas.
Mas também não é novidade para ninguém que os votos de que um partdido beneficia quando os cidadãos são chamados a se pronunciar não provêm apenas dos militantes, número ínfimo do eleitorado, mas fundamentalmente daqueles que se revêem no programa partidário, nas ideias dos seus dirigentes,  no carisma do seu cabeça de lista, na força que antevêem  para a resolução dos problemas que se apresentam ao país.
É por isso que, muitas vezes, as decisões legítimas de orgãos nacionais  não encontram o devido eco nos cidadãos não militantes, aqueles que não se submetem aos "diktats dos directórios mas cujo voto é absolutamente necessário para as victórias partidárias. E esquecer isto é caminhar alegremente para a derrota.
Por tudo o que se tem escrito e lido parece ser este o caminho que o Partido Socialista e o seu actual Secretário Geral querem palmilhar. Esquecerem-se que a força partidária não advém  só dos seus militantes inscritos mas, e sobretudo, dos seus "compagnons de route", dos que ideologicamente vêem na Declaração de Princípios o cimento que os une e fortalece; esquecer a mole humana que ao partido  tem dado inequívoco apoio apesar de todos os obstáculos com que ameúde se confronta.
A actual direcção do PS pode ter ganho a maioria dentro do Partido mas é legítimo pensar que está a perder o povo socialista que se identifica com um passado de luta e convergência de objectivos na defesa intransigente de políticas sociais e económicas que defendam o cidadão e a sociedade justa que  tem sido sempre razão da sua actividade .
A última decisão de viabilizar no escuro, por via da abstenção, antes de qualquer negociação e de qualquer acordo  efectivo, o OE 2012 é um tiro em cheio na credibilidade de quem propõe a medida e contráriamente ao que supõem, não uma forma de ganhar eleitorado, mesmo com o artifício do "interesse nacional", mas o caminho mais rápido para inexoravelmente o perder e, na maioria dos casos, a favor de quem anteriormente se conluiou com os mesmos que ajudaram a arredar o partido do poder e com quem o PS, neste momento, faz um pacto de não agressão.
A ver vamos quem terá razão no futuro.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O actual " a bem do interesse nacional "

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faz-me recordar, neste momento, o célebre " A Bem da Nação" de tempos idos e não desejados.
Debaixo do enorme guarda chuva do conceito tomam-se as mais desvairadas atitudes impedindo quase, desde logo, que as mesmas possam vir a ser discutidas por colidirem com o dito "interesse nacional" de quem as propõe, não do País.
Cabe perguntar: Quem define e o que é o "interesse nacional".
Para os actuais dirigentes  dos dois maiores partidos portugueses é, certamente, o que consideram que se engloba num "A Bem da Nação" indiscutível e por eles definido sem contraditório.
O interesse nacional de Seguro e Passos Coelho devia ser antagónico; chegamos à conclusão que é complementar, " A Bem da Nação", negociado na sombra dos corredores, com cartas assinadas em branco para um resultado viciado e a que chamarão eufemisticamente "conversações políticas".
Quem quer atingir objectivos, pressionar, vencer dificuldades, não dá de barato a conclusão do processo mesmo que isso venha mascarado por um " A Bem da Nação" ou " a bem do interesse nacional.

O PS de Seguro

Como era expectável...

domingo, 30 de outubro de 2011

À atenção de António José Seguro

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O que não esperamos de si...

Nota para o"Público":
Eu não lhe telefonei, nem aos deputados da bancada do PS, mas não há dúvida que estou a pressioná-lo politicamente como, aliás, é expectável de um militante de esquerda. Além do mais nem o conheço pessoalmente.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O momento 0,0001%


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Chegou o momento de demonstrar com saciedade que político é e de que lado está.
É o momento que vai marcar todo o seu percurso político  a partir de agora.
Esperemos que se assuma ou então...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

«É inaceitável» que sacrifícios atinjam mais quem tem menos, diz Seguro

E é verdade !
Qualquer socialista que se preze, seja filiado no partido ou seja ideológicamente apenas socialista, o confirmará sem qualquer rebuço.
O que é mais interessante na publicitação desta notícia é que a mesma está a ser utilizada por alguns recém apoiantes de Pedro Passos Coelho para fazerem valer os créditos do lider do maior partido da oposição ao mesmo tempo que evidenciam fracturas(?) dentro do partido do Governo.
António José Seguro, militante socialista de longuíssima data, que tem uma voz própria dentro do partido, e que é ouvido com respeito também fora dele, não tem nada a ver com Pedro Passos Coelho e apaniguados. Só demonstra que tem pensamento próprio como muitos outros e ao que se saiba, pelo que se lê, não apresentou qualquer alternativa às medidas recentemente formuladas pelo Governo. Será que é por estar em global desacordo com elas ?
António José Seguro sempre apresentou uma imagem de homem sensato e comedido a quem o dobrar da cerviz não é atitude com que pactue. Se não estivesse globalmente de acordo com as medidas dizia-o com a mesma independência com que tem tomado outras atitudes, aliás,como muitíssimos outros militantes.
Democracia interna que existe naquele partido onde, apesar de os que seguem o Secretário Geral serem apelidados de carneiros, não vigorar a "Lei da rolha"...

A Hora da Poesia- Rádio Vizela

www.mixcloud.com/Radiovizela/hora-da-poesia-entrevista-a-miguel-gomes-coelho-10072019/?fbclid=IwAR095cmi1MHhzKytias_ssHY3hooCm5P2TqODIjm7w...