domingo, 29 de maio de 2011

Uma semana

eleicoes2011.jpg (186×143)

No próximo fim de semana joga-se o futuro de Portugal.
É claro que o país não desaparece e a nação não se eclipsa mas vai estar em decisão o futuro político.
A ainda decorrente campanha eleitoral tem sido uma afronta aos mais simples princípios  éticos do procedimento político.
Não me recordo de assistir a um espectáculo tão reles desde 1974. Dirão, e com razão, que tudo é fruto de um clima provocatório que se tem vindo a estabelecer ao longo dos últimos seis/sete anos. A quebra de hegemonia de um partido político e o seu consequente afastamento do poder criou um permanente estado de "complot", de guerrilha política que se estendeu a corporações e demais interesses que iam sendo postos em causa.
O partido referido, o PPD dito PSD, demonstrou toda a sua incapacidade de compreender o jogo democrático e aceitar o veredicto popular. São disso exemplo o execrável consulado de ódio de Manuel Ferreira Leite , ainda agora bem consubstanciado no recente comício no Norte, assim como a actual liderança de um desnorteado líder, Passos Coelho. É certo que à direita não foram os únicos. Muitos dos parceiros da jogatana que queria levar ao assassínio moral e político do Primeiro Ministro estiveram também no CDS, em que o caso Freeport é um bom exemplo. Contudo, Paulo Portas, é um político de créditos firmados, por muito que se discorde dele; não é um principiante armado em candidato a PM, como é o caso do lider do PPD/PSD. Passos Coelho é tão mau enquanto político que até faz sentir saudades de Pedro Santana Lopes.
Por outro lado não nos podemos esquecer da esquerda comunista, PCP e BE, que muito contribuiram, por razões ideológicas antigas, para a tentativa de desgaste e cisão no PS. Bem tentaram mas não conseguiram e acabaram por fazer o papel de idiotas úteis favorecendo os interesses e intuitos da direita portuguesa, em que o CDS, aparecendo tacticamente mais ao centro, empurrou o ultra liberal e descaracterizado PPD para o extremo da direita do espaço político nacional.
Mas foi só isto ?
Não! Falta aqui uma individualidade.
Todo este processo tem outro actor que não pode ser esquecido nem menosprezado.
O actual Presidente da República!
Todos os  incidentes criados durante o seu primeiro mandato, os seus discursos de victória e posse como actual PR foram o rastilho que deram aso à actual situação política.
Cavaco Silva em nada de tudo isto é inocente e será certamente, também, um dos visados no escrutínio do próximo dia 5 de Junho.
Se o Partido Socialista ganhar as eleições, como espero, o primeiro derrotado não é Passos Coelho, porque esse não contará felizmente e nunca mais para a História política portuguesa. O principal derrotado será o actual PR e toda a sua "entourage".
De resto, já se sabe o que acontecerá depois: o CDS emergirá como 3º. partido mais votado e com mais poder negocial e à esquerda o PCP, ganhará com o sempre mesmo que tenha perdido, e o Bloco continuará o seu caminho descendente e de quebra de influência já há muito iniciado.
Aguarde-se, pois, o veredicto do Povo.
Por mim, como já informei, votarei no circulo de Lisboa na lista liderada por Eduardo Ferro Rodrigues (Partido Socialista) com o intuito, também, de evitar que alguma vez uma candidato como Fernando Nobre possa vir a ter neste país qualquer veleidade política.

sábado, 28 de maio de 2011

Um texto sobre outros argumentos

bom-senso-1.jpg (400×300)


Perante uma campanha, das mais reles a que tenho assistido desde que há democracia em Portugal, um texto como o que Ana Paula Fitas publicou no seu blogue "A nossa Candeia" é uma lufada de ar fresco, uma tentativa de levar a sensatez ao debate e deixar de lado a calúnia, a paixão exacerbada e opinião vendida.
Infelizmente, momentos como o descrito, são praticamente inexistentes na nossa CS e fundamentalmente nos canais televisivos onde a perseguição "ad hominem" tem sido uma constante.
Existe um real cansaço dos eleitores, uma vacuidade de mensagem no discurso político, menoriza-se o povo quando apenas se lhe quer servir o insulto, a baixeza e o argumento fácil que esconde a verdadeira intenção.
Felizmente só falta uma semana.
Aceda a:
http://anapaulafitas.blogspot.com/2011/05/solucoes-economicas-para-uma-crise-que.html

quinta-feira, 26 de maio de 2011

5 de Junho, afinal votamos em quem ?


Com a evolução natural da vida política portuguesa as eleições legislativas transformaram-se na eleição de uma figura para Primeiro Ministro. Contudo o país está dividido em circulos eleitorais distritais, com listas próprias. Assim, em Lisboa, por exemplo, a escolha dos candidatos debate-se entre listas partidárias lideradas por Ferro Rodrigues, Fernando Nobre, Teresa Caeiro, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã, só para falar nos partidos representados na AR.
Estranhamente, ou talvez não, os líderes dos dois maiores partidos - PS e PSD- apresentam-se por circulos eleitorais da província, no caso Castelo Branco e Vila Real.
Poder-se-á criar, por esse facto, ums situação de ambiguidade ao cidadão eleitor na justa medida em que, querendo contribuir com o seu voto para a eleição de uma determinada figura para PM poderá estar a eleger, a nível de circulo, alguém que lhe não interesse minimamente como deputado.
São os efeitos da personalização da vida política portuguesa que adultera o espírito da constituição de circulos eleitorais com deputados eleitos por esses mesmos circulos e sobre quem os eleitores devem exercer o seu escrutínio de actividade parlamentar.
É uma preversão do sistema.
E o caso de Lisboa é disso exemplo, onde aparecem 5 políticos experimentados e um recentemente derrotado nas eleições presidenciais onde se verificou a sua total incapacidade política - estamos, claro, a falar de Fernando Nobre.
Assim, para sermos coerentes, e dentro do espírito de voto por circulos, é nas listas lideradas por estes candidatos que deveríamos exercer o nosso direito de voto. É aí que devemos, em primeiro lugar, exercer o nosso direito de escolha.
Por mim, que não tenho dúvidas sobre o meu voto, esse problema não se põe já que apoio incontesávelmente a lista liderada por Ferro Rodrigues, mas para muitos outros, talvez, não seja tão fácil dadas as muitas resistências que alguns candidatos merecem.
A ver vamos

terça-feira, 24 de maio de 2011

Só para acabar o assunto dos anónimos

Um anónimo existe, pelo menos no que me diz respeito, que anda há muito a tentar que eu me compare a ele próprio; isto é, que eu deixe de ser bem educado e passe também a ser ordinário.
Porque tive um Pai e uma Mãe que me educaram não conseguirei nunca chegar ao estadio de ordinarice a que o tal anónimo chegou.
Por isso e só para acabar e nunca mais voltar ao assunto: Na minha casa mando eu e, como tal, a moderação de comentários  nos meus blogues a ser decidida é por mim e não por um qualquer alguém de baixa estatura educacional para não ser mais generalista.
Mais: Quanto a quem me lê não se preocupe é tudo gente que sabe respeitar o outro.
Mantenho o meu desejo de não ter de voltar ao assunto nem cruzar quaisquer palavras com semelhante individuo.

Voltando aos anónimos




O anonimato utilizado como forma de agressão politica e ideológica e insulto, revelando a cobardia de quem o utiliza, recorda-me sempre que gente ainda existe que não perdeu certos tiques nem certos hábitos.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Um cenário não espectável


mas uma boa provação para aquilatar do sentir democrático dos portugueses e fundamentalmente do inquilino de Belém.
Vamos supor que o PCP ganhava as eleições e que com a votação obtida pelo BE existia maioria estável e coerente na AR.
Segundo as suas palavras o ainda Presidente da República daria, certamente, posse a um governo nessas condições. Só que esse mesmo governo era, e como se sabe é, contra o acordo com a Troika e pura e simplesmente o vetava.
Que sucederia ?
Já sei que, neste momento, toda a gente dirá que não discute cenários por mais académicos que sejam mas a pegunta fica...
Amigo da onça ? Eu...?

domingo, 22 de maio de 2011

37 anos após o 25 de Abril

a verdadeira mensagem da direita portuguesa:
Passos Coelho descansa Portas: "Nestas eleições só temos um adversário"

Cumprtiu-se o desejo de Freitas do Amaral: o CDS é o partido do centro-direita.
Alienou-se o desejo social-democrata de Sá Carneiro. O PSD é hoje o partido mais à direita do espectro político do Portugal democrático.
Inverteram-se os papeis à direita e o adversário é comum, tal como na esquerda extremada e na extrema esquerda, o Partido Socialista é que polariza todos os ódios porque continua e continuará a ser o verdadeiro representante do ideal democrático que representou a Revolução de 1974.
Querendo-se aproveitar dos despojos de um conflito internacional, com base na economia, a direita portuguesa tenta - queira a vontade do povo que de forma inglória -retornar aos seus bons tempos do fim  do marcelismo, aqueles em que acenava com uma pseudodemocratização política e económica mas implementava com nunca a repressão e protegia o grande capital.
Era espectável que isto um dia pudesse vir a suceder mas, felizmente, a maioria dos portugueses não tem memória curta.
O projecto Passos Coelho cheira a bafio e até na própria América do  capitalismo feroz foi vencido. Não desejamos ter em Portugal um  G.W. Bush mais alto e mais novo.
Sabemos o que é e o que representa uma tal figura. Representa guerra seja qual for a sua encenação.
Numa altura em que toda a Europa se começa, e bem, a revoltar contra o Liberalismo que Passos Coelho representa - em Portugal desde sempre estas coisasx sucedem com grande atraso - no nosso País aparecem uns partidos que desejam fazer regredir a História.
E é aqui que os cidadãos têm a palavra. E essa palavra é necessária e obrigatória. É impossível, neste momento, a abstenção.
Os portugueses vão ter que se decidir sobre o rumo que querem para o país, efectivamente, e depois não se podem queixar.
Muito há que está em jogo. Não existe margem para erro!
Decidam-se, verdadeiramente, entre gente que sabe e paraquedistas que esperam do salto o seu momento de glória.
Decidam-se entre medidas concretas que os tentam defender e medidas mal explicadas que se sabe à partida que os vão prejudicar em benefício de outrem.
Votem a 5 de Junho... mas primeiro pensem!

sábado, 21 de maio de 2011

O que o debate clarificou

O que mais ressalta do debate de ontem entre José Sócrates e Passos Coelho é que no dia 6 de Junho este país vai continuar em crise política.
A assumida e quase suicida intransigência de Passos Coelho face ao seu principal oponente não auguram nada de positivo. Passos não quer só ganhar as eleições, não quer ser só primeiro ministro quer fundamentalmente destruir Sócrates politicamente.
Sócrates apareceu até agora como vítima de um "complot" com base numa aliança contra natura (direita/esquerda) e mandou às malvas a proclamada arrogância do animal feroz aparecendo como o mais conciliador dos candidatos face aos problemas políticos com que nos defrontaremos no futuro.
Assim tivemos um debate inconclusivo quanto ao vencedor, tudo dependendo do olhar de quem o viu e da leitura das entrelinhas dos discursos.
É inegável que Passos Coelho surpreendeu neste debate, contrariamente aos anteriores em que tinha sido derrotado sem apelo nem agravo. Mas a meu ver não surpreendeu pela positiva. Os ódiozinhos de que o seu discurso vem eivado projectam-nos uma figura que nos levanta as maiores suspeitas no exercício do cargo a que se candidata. Diria mesmo que quem ganhou este debate foi a intransigência, o país e os eleitores pouco beneficiaram com ele.
Começa agora a campanha verdadeira.
Espera-se o quê? Mais do mesmo ?
Por parte do PSD está escrito o guião. Por parte de Sócrates aguarda-se que volte a ser o que sempre foi, um combatente, um aglutinador de vontades. O País já sabe o que se passou; agora é de futuro que se tem de falar e não de quem ganha ou perde numa hora de conversa de surdos.
É isto que se aguarda.É isso que o País necessita. Até porque além do mais, como não temos em Belém um Presidente em quem possamos confiar na isenção, terá de ser na AR que o assunto tem de ser esgrimido e solucionado.
Deixar nas mãos do inquilino de Belém a resolução do problema é o pior destino com que nos poderemos deparar.
A ver vamos. A solução está no voto dos cidadãos.

sábado, 14 de maio de 2011

O purgatório da S. Caetano

Depois do frente e frente de ontem entre Portas e Passos Coelho não há dúvida que se concluiu de vez quem é o verdadeiro líder da oposição ao PS.
Portas demonstrou à saciedade a completa incapacidade de intervenção política do Presidente do PSD relegando-o inexoravelmente para o baú do esquecimento.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A ignomínia tem um rosto

Eduardo Catroga

Faço minhas as palavras de Pedro Adão e Silva no texto abaixo:
"Sem retorno
Quando se pensava que a saída de cena de Leite Campos serviria para baixar o nível de intensidade dos disparates vindos da São Caetano, eis que Catroga resolveu ocupar o lugar deixado vago. Depois da criminalização do PS, veio uma comparação insultuosa com a Alemanha Nazi. Não há justificação possível para o que Catroga disse hoje ao Público. É o tipo de fronteira que deve ser mesmo intransponível. Quanto a isso, já não há nada a fazer. O que me preocupa agora é mesmo o day-after. São declarações como esta que, ganhe quem ganhar, vão tornar o país literalmente ingovernável após as eleições. Não vai ser nada bonito e Catroga, nas últimas semanas, resolveu juntar-se ao coro de irresponsáveis. É uma tristeza e é indesculpável."
Ver links :
http://publico.pt/Pol%C3%ADtica/eduardo-catroga-o-ps-quer-verse-livre-de-socrates-mas-precisa-de-perder-as-eleicoes_1493634?p=2

domingo, 8 de maio de 2011

Ciclicamente eles voltam

 mas já deviam saber qual a resposta...

As sondagens valem o que valem mas...


Porque será que os dois políticos mais enfurecidos actualmente em Portugal serão o Passos Coelho e o Francisco Louçã ?

O Bloco e o táxi


Será que o Bloco quer um governo com um programa de esquerda ?

Não!!!
O Bloco, com o seu possível aliado - o PCP -, quer um governo com um programa político de extrema esquerda.
Aí reside o principal problema...

Se eu fosse da "Troika" rasgava imediatamente o acordo

Não passaram umas dezenas de horas sobre a assinatura do acordo com a "Troika" em que se preanunciava um princípio de acordo entre os três principais partidos do arco governativo com vista à implementação de condições para a resolução dos nossos problemas económicos e financeiros, que passa obrigatoriamente por uma união no fundamental das políticas do futuro e, de novo, se vê recrudescer a violência política verbal entre os principais partidos que contradiz toda a possibilidade de qualquer acordo entre eles.
A começar, e novamente, por mais um desastrado discurso do Presidente da República, personagem de uma tragédia que ajudou ele próprio a encenar e que continua, paulatinamente, o seu trabalho de minagem do boa convivência política em Portugal. Este PR que nos caiu na rifa continua a ser incapaz de uma palavra de congregação de vontades e de esperança; este PR continua o trabalho iniciado no mandato anterior de incendio da vida publica com ataques permanentes ao actual executivo, mesmo já depois da demissão do primeiro ministro e marcadas que foram eleições legislativas, incapaz de prever o dia de amanhã, em que pelo voto dos seus concidadãos, poderá vir a ser obrigado a dar posse a um governo diferente do que os seus desejos têm manifestado abrindo, desde logo, uma nova linha de confronto e uma constante crise.
Em segundo lugar, ao contrário de Sócrates e Paulo Portas, que se têm comedido nas declarações sobre a constituição de um futuro governo, o líder do PSD, Passos Coelho, afrontado pelo descalabro que têm sido para aquele partido as últimas sondagens, resolveu irromper com um discurso de confrontação, de fuga em frente, pondo em causa qualquer entendimento futuro e com ele uma boa relação política entre os principais partidos com o intuito de levar a cabo as necessárias políticas para realização do acordado com a "Troika".Mais uma vez, Passos Coelho, vem demonstrar a sua completa incapacidade de gestão política e espera-se, como é habitual, que venha a contradizer estas afirmações já na primeira oportunidade. Continua a demonstrar-se um actor políticamente incapaz de se afirmar a si e ao partido de que é presidente e isso reflete-se na opinião pública em que é apenas considerado um "tipo simpático".
E a tal ponto a incapacidade de Passos se tem revelado que a Sócrates e ao PS lhes bastam deixar o líder do PSD fazer declarações como as que tem proferido para que se mantenham, o que era discutível há algum tempo, na efectiva luta pela victória nas próximas eleições.
Os senhores da "Troika" perante este espectáculo deverão, já, estar a pensar sobre o que afinal vieram cá fazer ?
Sairam daqui com um acordo que envolvia um PR e três partidos e, mal viraram as costas, o PR e um partido começaram a partir a loiça toda pondo em risco o efectivo cumprimento do plano acordado.
Não há dúvida, se eu fosse da "Troika" rasgava imediatamente o acordo...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A.P.S.B, hoje começa nova luta...



A nossa conversa de ontem teve o condão de me acordar de uma certa letargia.
Não há dúvida, temos uma luta pela frente !
E a única coisa a fazer é ir ao encontro dela, sem medo, ultrapassando os epítetos que já sabemos nos serão endereçados. Até parece que é crime defender aquilo em que se acredita. Os dados estão lançados e as provas vêem a nosso favor.
De uma coisa temos a certeza , lutamos pelo que acreditamos e não pelos lucros que daí podem advir.
E assim, sendo, a  victória será sempre nossa !

Disfunção Pública

Sejam quais forem as percentagens de adesão à greve da FP ( 60% ou 2%) o que se constata é que foi um flop. A Ana Avoila não conseguiu agora os seus intentos nem o PC, e o já mini-Bloco, conseguiram a mobilização de outras datas.
É isto que me decepciona no meu Povo...!
Mal se sente apertado...desmobiliza...!
O que é que isso significa?
Significa que a convicção não era muita, que estavam à espera que o poder cedesse mas não cedeu concluindo, agora, que contribuiram para o desastre e que, neste momento, com o FMI, nada conseguirtão e se encontram na iminência de ficar pior.
É melhor, pois, arrepiar caminho e não se manifestar...
Isto, antigamente, tinha um nome...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Três exemplos da grande informação que temos

Desespero

Não há dúvida !
Perante a reacção histérica do maior partido da oposição e dos seus sequazes face aos resultados das negociações com a Troika, e dando à luz a sua verdadeira face de não estar preocupado com os portugueses mas apenas consido próprio, o PSD é cada vez mais um Partido Sem Destino.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...