segunda-feira, 6 de maio de 2013

O futuro de Victor Gaspar visto por um reformado

Cá por mim, retirava-lhe o passaporte e obrigava-o a trabalhar durante uns anos como assistente administrativo com o respectivo vencimento, mas colocando-o de imediato no quadro de mobilidade com a possibilidade de ficar sem vencimento ao fim de 18 meses. Mas continuaria obrigatoriamente por cá para poder avaliar "in loco" e com as necessárias implicações as consequências da sua própria política. Quando ele já se chamasse, a si próprio, "filho da mãe" pelas políticas que tinha determinado então deixava-o sair, mas apenas e sem hipótese de negação, para o Burkina Faso.

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