segunda-feira, 11 de abril de 2011

Palhaço por palhaço prefiro o"Faz-tudo"...

A melhor frase que li sobre o "affair" Fernando Nobre :

"Felizmente que só me desiludo com quem me ilude. O que não é o caso..."

Durante toda a campanha eleitoral para as presidenciais foi por  demais eviente o esforço de muita gente em alertar os concidadãos para a verdadeira natureza política do então candidato Fernando Nobre.
Era por demais evidente! O homem era e é um demagogo !
Não quizeram ouvir. Muita gente ligada, de qualquer modo, à esquerda julgou ver ali um providencial candidato capaz de de impedir, não a victória de Cavaco mas, a ida à segunda volta de Manuel Alegre.
O candidato "Nobre" não tinha e não tem, e agora vê-se de forma explícita, nada para oferecer à democracia portuguesa senão o que de pior existe na demagogia, a sua capacidade para ser um homem de circo ( sem querer ofender os profissionais da arte ). Ele é "ilusionismo", ele é "contorsionismo", ele é "funanbulismo", ele é, não um "palhaço pobre" mas, um pobre palhaço.
E o que mais espanta é que pessoas grandemente consideradas politicamente alinharam no cortejo como que encadeadas por uma luz que, afinal vê-se, não existia.
Mais um "saltimbanco" que não ficará para a história nem politicamente servirá alguma vez de exemplo para alguém.

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