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Somos dirigidos por copinhos de leite

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Por uma questão de sanidade mental a minha vontade é de emigrar cá dentro.
Quer isto dizer que começo a estar farto de ver tanto empenho de tanta gente, o meu incluído, a ser atirado borda fora por quem actualmente nos dirige, seja no governo seja na liderança da oposição.
O que se passa no nosso país em termos de cultura política ficou bem demonstrado nas recentes eleições regionais da Madeira assim como, já anteriormente, em Oeiras, Gondomar, Felgueiras e algumas outras.
Isto não é país que se aconselhe a gente de cultura política decente, aliás, e para que se não diga apenas mal de nós, a Europa comunitária também para lá caminha a olhos vistos.
Mas voltando ao rectangulo.
Independentemente da cultura política que enforma cada um dos cidadãos que verdadeiramente a possuam, e cada vez mais penso que é caso raro, constato com amargura que 36 anos depois da nossa revolução democrática, estamos a ser dirigidos por copinhos de leite de boas maneiras ou mentecaptos populistas.
E se no último caso, Alberto João Jardim, é um paradigma, já na chefia do governo e na liderança do principal partido da oposição mais devia ser exigido, e este é o caso dos dois primeiros.
Poderão dizer : - Falta carisma !
Direi: - Falta saber !

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José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
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Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
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