segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Do medo

 
 
Mas só de quem ainda o tiver.
Então, juntemo-nos todos, os que não têm e os que já o tiveram e perderam, e façamos o necessário para mudar a situação.
O verdadeiro poder está, como sempre esteve, em nós desde que o saibamos protagonizar.
Nada é irreversível a não ser a morte e mesmo essa não tem força suficiente para apagar a memória de quem não teve, não tem ou deixou de ter medo.
E nada mais nos pode ser humanamente exigível do que morrer de pé.

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...