segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Extrema-direita consegue 20 lugares no Parlamento sueco

Maus sinais para uma Europa que teima em ignorar  o que se passa dentro de si própria.
Até na muito democrática Suécia a extrema direita que defende coisas como:

"Reintrodução da pena de morte, da proibição das mesquitas, do corte dos subsídios a emigrantes e da saída da Suécia da União Europeia, os democratas suecos recusam-se a expulsar membros neo-nazis e advogam o fim das verbas atribuídas aos festivais de cultura estrangeira e à opera e a sua canalização para programas de fomento daquilo a que chamam de “genuína essência da identidade sueca”.

Querem também introduzir uma comissão de censura para eliminar o apoio a alguns programas de cultura, uma medida que os críticos dizem ser suspeitosamente similar à politica de belas-artes da Alemanha nazi."

conseguiu 5,3% dos votos - equivalentes a 20 lugares no Parlamento -.
Começa a ser tempo de olhar a sociedade europeia com olhos de ver e pensar o que verdadeiramente pensam os seus povos. Caso contrário começamos a correr riscos que sabemos como começam mas ignoramos (?) como acbam.

(Fonte:http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1666726)

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