Pular para o conteúdo principal

OLDENBURG - Feira de Natal - 21.12.08

Pois é !

Quiz o destino, ou melhor, a amabilidade da minha descendência, que, pela primeira vez, fizesse uma quadra de Natal fora do meu ambiente habitual, a minha Lisboa, a minha casa e a casa de família habitual nestas ocasioes.

Por tal razao encontro-me em Oldenburg, uma cidade da Baixa Saxónia, junto do resto da família que também muito amo.

Por isso se, mudar de ares nesta época, pode ser fora do normal, o estar junto com quem me faltaria obrigatóriamente em Lisboa, além da alegria da proximidade, dá-me, igualmente, a certeza do mesmo ambiente de habitual comunhao familiar.

E até agora nem o senao da temperatura pode ser usado em detrimento da causa já que pouco menor tem sido do que já sentira este ano em Lisboa.

Depois deste intróito quero falar-lhes da minha primeira experiencia nesta cidade.

Mal cheguei fui à Feira de Natal de Oldenburg -LAMBERTI MARKT -, já que o seu encerramento se efectuava naquela noite.

E posso dizer que presenciei algo que nunca tinha visto e que me dispos de feicao.

É uma feira pequena, típica, muito concorrida e acolhedora e cheía de luz.

Bebi a conhecida GLÜHWEIN, cheia de especiarias, saborosa ao máximo, quentinha como deve ser, com muita gente no meio da rua a confraternizar e fundamentalmente sem muito barulho nem música em altos berros.

Foi um belíssimo cartao de visita para os próximos 15 dias.

Como hoje é um dia especial por aqui fico; depois dou mais notícias e talvez as primeiras fotos.

Feliz noite de Natal ou FROHE WEIHNACHTEN, que é como se diz aqui por estas bandas.

Comentários

Mlee disse…
Fizeram falta, naturalmente, mas é bom ler este estar feliz :)
Beijinhos muitos, para todos.

Postagens mais visitadas deste blog

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito...
E cada vez mais do que nunca...

Retrato de Manuel Alegre

Alegre   Manuel   alegre até à morte
que lindo nome para um homem triste
que lindo nome para um homem forte.

Alegre   Manuel   despedaçado
pela espada da língua portuguesa:
a palavra saudade   a palavra tristeza
a palavra futuro   a palavra soldado
Alegre   Manuel   aberto cravo
aos ventos da certeza.

Alegre   Manuel   aqui mais ninguém fala
tão alto como tu   ninguém se cala
com essa dor serena e construída
não apenas de versos   mas de vida.

Alegre   Manuel   as línguas do teu canto
ateiam-nos fogo.
Neste lugar de lama e desencanto
tornas vermelho o povo.

José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
Quadrante - 1970

Face a um desafio

"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
Joxean Artze.



Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
Agora... só, olhando cada dia que nasce, repondo lá longe a linha do horizonte, sejas tu o Sol ou apenas o meu Sol, espero ansiosa…