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Freeport

Tenho andado a não querer falar sobre este assunto.
Tenho-me limitado a ouvir e a ler o que por aí se tem falado e escrito.
Se bem que tenha a minha opinião, e que também considere que existem coincidências a mais, não posso de deixar de chamar a atenção para o facto de certos depoimentos não tenham tido, até agora, a relevância que têm tido as fugas de informação e muitas, muitas opiniões, que têm surgido para lançar mais poeira, diria mesmo lama, sobre o assunto.
Daí pergunto:
Não vi na imprensa os ecos da entrevista de Freitas do Amaral, no programa Dia D, da Sic-Notícias.
É de alguém sem credibilidade ?
Não vejo menção a depoimentos , como o de Daniel Proença, nas notícias da noite da RPT-N.
Nem do jornalista Manuel Pontes.
Hoje li o ponto de vista de Ferreira Fernandes no DN, como qual estou de acordo, e só aguardo que ele seja convidado por um canal de TV para expor os seus argumentos, já que, em sentido contrário, qualquer gato pelado é convidado.
Felizmente que a verticalidade da Drª. Cândida Almeida, ontem, veio pôr as questões no seu devido lugar.
Gostava tanto que, no meu país, a lama não fosse o ambiente em que os cidadãos gostassem de viver.
Já agora!
Tenho assistido a imensas solidariedades dentro do PS para com o secretário-geral. E aquele que nunca se cala, já falou ?

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que lindo nome para um homem forte.

Alegre   Manuel   despedaçado
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a palavra futuro   a palavra soldado
Alegre   Manuel   aberto cravo
aos ventos da certeza.

Alegre   Manuel   aqui mais ninguém fala
tão alto como tu   ninguém se cala
com essa dor serena e construída
não apenas de versos   mas de vida.

Alegre   Manuel   as línguas do teu canto
ateiam-nos fogo.
Neste lugar de lama e desencanto
tornas vermelho o povo.

José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
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"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
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Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
Agora... só, olhando cada dia que nasce, repondo lá longe a linha do horizonte, sejas tu o Sol ou apenas o meu Sol, espero ansiosa…