Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O velho, o rapaz e o burro
Ao rapaz mandaram-no embora e o conto ficou entregue ao velho - coitado, incapaz, olhando o fim da vida como sempre a imaginou e fez a sua a existência, isto é, ao sabor dos seus interesses - e ao burro, recém promovido a condutor da manada sem que tivesse dado provas de instinto e sabedoria nem merecido o apoio dos anciãos.
E o resultado está à vista...
O velho, depois de levar o burro ao colo, fecha os olhos, assobia e olha para o lado não se lhe vá estragar o arranjinho e o descanso; e o burro leva a manada em direcção ao precipício porque esta coisa de dirigir e assumir ele não sabe e o velho com o seu silêncio já em nada ajuda...
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Sonhar a terra livre e insubmissa
E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito... E cada vez mais do que nunca...
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Alegre Manuel alegre até à morte que lindo nome para um homem triste que lindo nome para um homem forte. Alegre Manuel despedaça...
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" Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, e...

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