quarta-feira, 15 de abril de 2009

A escolha de Rangel

Vá lá, o PSD escolheu o seu melhor elemento político actual.
Dá a sensação de que também não tinha mais ninguém, mas dentro do actual panorama do partido é a melhor solução.
Contudo Rangel começou mal.
Candidato às europeias, Rangel dispôs-se desde logo a esquecer-se de que era o cabeça de lista às mesmas.
Querendo fazer uma campanha em que, o que se vai discutir, não serão as políticas da Europa mas sim a política nacional, Rangel perverte desde logo o sentido do acto que é chamado a liderar.
Esperemos que o resto dos candidatos nos façam o favor de discutir políticas europeias para que a eleição, em si mesma, valha a pena.
Todos sabemos que este tipo actos, principalmente por parte dos pequenos partidos, leva normalmente à discussão de temas internos no sentido de federar descontentamentos.
Mas mesmo assim aguardamos o desenrolar da campanha e esperar que se faça alguma luz.

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