Era aquele puto lá da escola que passava o dia a chatear tudo e todos, com dichotes, gargalhadas, gozozinhos, unhadas e beliscões à socapa, e que depois fugia para dentro da aula para o pé da professora.
Era aquele que se fazia de forte e que depois fugia.
Lembram-se que um dia, um dos outros, um dos permanentemente chateados e agredidos, resolveu apanhá-lo pela camisola e desferiu-lhe um valente calduço ?
O que é que o valentão fez ?
Foi a correr, chorando a bandeiras despregadas, esconder-se debaixo das saias da vigilante, e entre soluços, acusava o menino que lhe tinha batido.
Era um maricas mal educado de que ainda hoje me lembro com desgosto.
Mas porque será que eu hoje me lembrei disto ?
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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Sonhar a terra livre e insubmissa
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