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PSD diz que «não vê ninguém» para além do Governo a defender TGV

A miopia trata-se nos oftalmologistas...

Comentários

Carlos Santos disse…
Caro amigo,

Acreditará que não sou membro do governo, e ainda ontem defendi o TGV e as grandes obras públicas aqui:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/06/alguns-beneficios-obvios-do.html
Pode sempre responder com este link ao PSD...:)
Um abraço,
Carlos Santos
T.Mike disse…
Carlos Santos,
estamos em igualdade de circunstâncias uma vez que também eu não faço parte do executivo.
Contudo isso não impede que, mantendo sempre a necessária posição crítica, olhar para as políticas que nos são propostas e proceder à sua avaliação.Neste caso é de acordo com a manutenção das obras públicas como factor de promoção de emprego e da economia já que mais ninguém, nem os "iluminados" empresários portugueses, salvo raras excepções, demonstram qualquer capacidade de iniciativa para contrariar a crise. E é confrangedor ouvirmos estas tiradas da MFL quando o empresariado das obras públicas dá total apoio à manutenção das referidas obras.Claro que estão a defender causa própria, mas não existe à vista outra solução, nem para eles nem para o país.
Saudaç5ões e obrigado pelo comentário.

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Retrato de Manuel Alegre

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que lindo nome para um homem forte.

Alegre   Manuel   despedaçado
pela espada da língua portuguesa:
a palavra saudade   a palavra tristeza
a palavra futuro   a palavra soldado
Alegre   Manuel   aberto cravo
aos ventos da certeza.

Alegre   Manuel   aqui mais ninguém fala
tão alto como tu   ninguém se cala
com essa dor serena e construída
não apenas de versos   mas de vida.

Alegre   Manuel   as línguas do teu canto
ateiam-nos fogo.
Neste lugar de lama e desencanto
tornas vermelho o povo.

José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
Quadrante - 1970

Face a um desafio

"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
Joxean Artze.



Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
Agora... só, olhando cada dia que nasce, repondo lá longe a linha do horizonte, sejas tu o Sol ou apenas o meu Sol, espero ansiosa…