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Manuel Alegre defende investimentos públicos como "arma" contra a crise

(Notícia do Público - on-line)

Começa a desenvolver-se a possibilidade de, a pouca e pouco, se conseguir ir tomamdo conhecimento das posições políticas dos diferentes candidatos presidenciais, face aos problemas nacionais e internacionais  que enfrentamos. De novo, e bem, Manuel Alegre, veio a terreiro dizer de sua justiça. E foi inequívoco.
Para o candidato, a necessidade de mais investimento público em Portugal, com vista à resolução dos nossos problemas de desemprego e de crecimento económico,e a solidariedade europeia para com a Grécia, são pontos assentes com vista aos futuro.
Uma declaração importante com a qual marca pontos. Pelo menos para mim.

Para ler a notícia global integral aceda a:
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/manuel-alegre-defende-investimento-publico-como-arma-contra-a-crise_1435208

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Retrato de Manuel Alegre

Alegre   Manuel   alegre até à morte
que lindo nome para um homem triste
que lindo nome para um homem forte.

Alegre   Manuel   despedaçado
pela espada da língua portuguesa:
a palavra saudade   a palavra tristeza
a palavra futuro   a palavra soldado
Alegre   Manuel   aberto cravo
aos ventos da certeza.

Alegre   Manuel   aqui mais ninguém fala
tão alto como tu   ninguém se cala
com essa dor serena e construída
não apenas de versos   mas de vida.

Alegre   Manuel   as línguas do teu canto
ateiam-nos fogo.
Neste lugar de lama e desencanto
tornas vermelho o povo.

José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
Quadrante - 1970

Face a um desafio

"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
Joxean Artze.



Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
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