Deus, trabalho e família. Estas são as principais linhas em que assenta o manifesto do Movimento Assembleia.
Eis a melhor resposta aos problemas de memória que afectam muitos portugueses.
Mas não só de memória.; fundamentalmente de cultura política, coisa que uma grande maioria não teve empenho em adquirir.
Quando vejo e ouço na comunicação social ataques permanentes aos "políticos" recordo-me sempre do primarismo dos tempos do Estado Novo, onde políticos havia só um, e os outros eram servidores.
Esquecem-se, muitos portugueses, que "políticos" somos todos e mal seria se o não fossemos. Se não fossemos políticos não existiriam manifestações e contestações.
Mas, paulatinamente, estes movimentois neo-fascistas têm feito o seu caminho, e esperam, como já sucedeu na Áustria e tem vindo a aumentar por toda a Europa, pelo descontentamento popular para se poder afirmar e retornar a negritude que os seus tempos representaram. Foi assim que Hitler tomou o poder e Salazar também.
Apenas, se fosse cínico, gostaria que um dia vencessem para poder ver de garganta apertada uma faixa da população que, ignorante, ainda dá loas ao passado. Gostaria de os ver depois a revindicar, a chamar nomes ao "Senhor Presidente do Conselho", a bater com os costados na prisa da polícia política e a sofrer no dia a dia as ignomínias de um povo trabalhador sem voz e subserviente alistado na Nova Legião Portuguesa.
Felizmente que estes movimentos vão tendo o fim que merecem - o esquecimento.
Mas não podemos de deixar de referir a sua apresentação. Seria um erro político !
Para ler a notícia, aceda a:
http://dn.sapo.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1580389&especial=Extrema Direita&seccao=SOCIEDADE
Todos os homens são livres e iguais em direitos; e todavia, alguns são livres para morrer à fome e iguais para morrer de frio. (António Soveral-1905)
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