quinta-feira, 13 de maio de 2010

Papa condena aborto e defende casamento heterossexual

É natural que no Estado (?) que ele governa, uma monarquia teocrática e infalível, sem população autoctone nem possibilidade reprodutiva, ele possa impor a sua vontade soberana.
Aqui, não!!!
Este país não é o dele nem é uma colónia do Vaticano !
E até pode ser considerado uma interferência, melhor, uma forma de pressão inqualificável na vida de um país soberano com legislação sobre o assunto ainda por aprovar a nível da Presidência da República.
Mais uma vez a hierarquia religiosa, contradizendo o seu próprio discurso, não se adapta aos novos tempos do Mundo, e pressiona ilegitimamente os poderes públicos dos estados.
Um peregrino fala de fé, segundo se crê, não fala de política que lhe não diz respeito.

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