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Perdi a cabeça e comprei um

E não é que é útil ?
Antes de ser popularizado, hoje em dia, por toda a gente que pede ( ou vende pensos ou vende o Borda d'Água), esta publicação sui-generis ( será assim que se escreve ?), faz parte da minha memória de criança, quando ouvia os verndedores no Rossio, no tempo em que a Baixa era o centro do comércio e serviços de Lisboa, mas não só o Borda d'Água, também o jornal do Gaiato, os jornais vespertinos, a parada dos meninos da Fragata D. Fernando e Glória, etc.
Se tenho saudades desse tempo, não!
Mas, bolas, chego à conclusão que estou mesmo a ficar velho.

Comentários

Mlee disse…
Nunca comprei o Borda d'Água ... porque é que se chama Borda d'Água!?
T.Mike disse…
Mlee,
Segundo consta, tudo por causa de um tipo de cartola que diáriamente se deslocava ás mardens do rio, neste caso à Borda de Água, e fazia as suas previsões do tempo.Depois colocava o sua folha em sítio visível para toda a gente ler.
É plausível creio eu.
Fui ler esta explicação a um blog, depois de pesquisar na web.
Bjocas.
aquelequeviu disse…
E a tabuada do ratinho? Não é uma que apetece comprar?

PS: Boa explicação. É tão típicamente português, que só pode ser autêntica.
Anônimo disse…
Nós estamos sempre a dizer-te mas tu nao acreditas...

Na altura de certeza que nao custava 1,50 euros, nao é?
Beijinhos
Mipa

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que lindo nome para um homem forte.

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a palavra futuro   a palavra soldado
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Alegre   Manuel   aqui mais ninguém fala
tão alto como tu   ninguém se cala
com essa dor serena e construída
não apenas de versos   mas de vida.

Alegre   Manuel   as línguas do teu canto
ateiam-nos fogo.
Neste lugar de lama e desencanto
tornas vermelho o povo.

José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
Quadrante - 1970

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"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
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Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
Agora... só, olhando cada dia que nasce, repondo lá longe a linha do horizonte, sejas tu o Sol ou apenas o meu Sol, espero ansiosa…