Pular para o conteúdo principal

Os rios subterrâneos da Av. da Liberdade em Lisboa


Tive hoje um almoço de tertúlia em que diversos amigos se juntam para discutir/conversar sobre os mais diferentes temas.
Desta vez, o mais interessante do encontro, foi um esclarecimento, feito por quem sabe, sobre aquilo que é um mito para a maioria dos lisboetas:Os rios subterrâneos da Avenida da Liberdade.
Uma explicação técnica simples, com palavras comuns, ensinou-nos que, pura e simplesmente, NÃO EXISTEM.
E esta Hem...?
Não existem?
Pois não! E desta vez fiquei completamente convencido !
Mais um mito que foi à vida.
Adoro acabar com mitos...
É claro que não sou a pessoa indicada para o explicar mas, se necessário, promoverei a explicação.

Comentários

Rocket disse…
bem...o que se segue? o pai natal não, espero... dezembro ficaria tão triste...

abraço
T.Mike disse…
Pois é Rocket, é verdade.
Eu não disse que não existia água, que existe, mas rios não!
Um abraço.
Anônimo disse…
E o coelhinho da páscoa?
mipa
aquelequeviu disse…
Interessante, pois só hoje fiquei a saber da existência de tais rios. Agora vem um e diz que não existem. Afinal, temos ou não rios? Sim, lençois de água existem, água existe, é tudo o questão de terminologia ou quê??

Postagens mais visitadas deste blog

Sonhar a terra livre e insubmissa

E volto aqui sempre que posso, enche-me o peito...
E cada vez mais do que nunca...

Retrato de Manuel Alegre

Alegre   Manuel   alegre até à morte
que lindo nome para um homem triste
que lindo nome para um homem forte.

Alegre   Manuel   despedaçado
pela espada da língua portuguesa:
a palavra saudade   a palavra tristeza
a palavra futuro   a palavra soldado
Alegre   Manuel   aberto cravo
aos ventos da certeza.

Alegre   Manuel   aqui mais ninguém fala
tão alto como tu   ninguém se cala
com essa dor serena e construída
não apenas de versos   mas de vida.

Alegre   Manuel   as línguas do teu canto
ateiam-nos fogo.
Neste lugar de lama e desencanto
tornas vermelho o povo.

José Carlos Ary dos Santos
fotos-grafias
Quadrante - 1970

Face a um desafio

"Si le hubiera cortado las alas habría sido mío, no habría escapado. Pero así, habría dejado de ser pájaro y yo, yo lo que amaba, era el pájaro."
Joxean Artze.



Pedi-te sempre que não olhasses para trás. Tu sabias que te queria demais, na totalidade, por dentro e por fora, só para mim e sem deixar nem um pouco para ti. Tu existias para que eu existisse queria-te sempre a voar ao meu redor, era eu o teu único destino...
Foi apenas isto que te obriguei a interiorizar por isso , num equívoco, deixei-te esvoaçar e tu não voltaste, seguiste e cumpriste, nem olhaste para trás...
Aí, entendi como era falso... Descobri, já só, que afinal eras tu o meu destino, que te amava por ti e apenas por ti. Descobri que as minhas mãos apenas têm dedos e não tenazese os meus braços apenas abraçam não agrilhoam;
o muito querer nem só tudo aceita, nem só tudo exige, o amar é dar e aprender.
Agora... só, olhando cada dia que nasce, repondo lá longe a linha do horizonte, sejas tu o Sol ou apenas o meu Sol, espero ansiosa…