quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cavaco escondido com Lima de fora

Passados que foram os meses em que a Presidência da República esteve envolvida na célebre história das escutas no Palácio de Belém, na sequência das quais, por ter sido descoberta a marosca em que estava envolvido o assessor Fernando Lima e o Jornal  "Público", conforme foi noticiado pelos meios da Comunicação Social, e nunca efectivamente desmentido, eis que o PR resolve promover o mesmo Fernando Lima no organigrama da sua Casa Civil.
Nunca foi completamente esclarecido o assunto das escutas (?); na altura o PR retirou o seu assessor para a Comunicação Social da circulção mas não o demitiu, esperando que o assunto caísse no esquecimento. Mas as pessoas não esquecem, para mais quando, com outra situação de escutas, e essas efectivas, se põe em causa um político, chefe do Governo,  a quem se exigem, por parte do partido que apoiou a eleição do mesmo PR, mas não só, explicações políticas dos seus actos.
Dois pesos e duas medidas, para já não falar nas explicações que publicamenbte deviam ser exigidas ao PR sobre os seus investimentos no BPN, até hoje mal explicadas, e que por muita gente têm sido pedidas. Mas ao outro político exige-se tudo e não se espera. Mesmo com processos arquivados.
Cavaco esperou que a poeira assentasse mas esqueceu-se que existem ventos que sopram quando menos se espera...

Um comentário:

Maria Josefa Paias disse...

E mais, Miguel. Ao transferir Fernando Lima para a Casa Civil da Presidência da República, e como Cavaco Silva disse em tempos que só ele ou o Chefe da Casa Civil podiam falar em seu nome, aparentemente promoveu-o.
Um abraço.

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