quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Deambulações Oblíquas



Creio que todos temos poetas de referência.
Um dos que me acompanha desde há muito e por quem nutro grande estima é António Ramos Rosa.
Num dos seus últimos livros que li,  que me tem acompanhado, e não cesso de voltar a reviver as palavras
é o "Deambulações oblíquas", editado pela Quetzal em  2001.
Tem linhas como estas, e isto só para dar um cheirinho:

 "Morremos por estarmos a mais
e estar a mais é ir morrendo cada dia..."

ou

"Assim o poema é um peixe que nada em diversos níveis numa corrente
e às vezes desce ao fundo para repousar entre as pedras."

e tenho a certeza que sou acompanhado por muita gente nesta preferência.

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