sábado, 26 de dezembro de 2009

Afinal existem dois Pais Natal

E quando eu esperava a bononímia do Pai Natal da minha infância e que, malgrado a idade e a experiência, até hoje transportei


saiu-me este ao caminho, pelas palavras de responsáveis políticos e religiosos que, numa quadra em que se quer celebrada a Paz e a Concórdia, aparecerem com discursos de exclusão.



Fica, pois, esta imagem como o Pai Natal que representa o radicalismo, a intolerância  e o fanatismo religioso apresentado nas alocuções de responsáveis da igreja católica portuguesa que não sabem viver nem conviver com a diferença nem com opiniões contrárias, assim como para mensagens como a da drª. Ferreira Leite, que vinda  dos alçapões de séculos passados e cristalisado na primeira metade do sec.XX,  ainda não conseguiu apreender que o Mundo mudou e com ele os conceitos de família. Claro que já nem falo no sacristão Cavaco Silva que, esquecendo-se que é presidente de um país laico, uma vez mais, continuou  a distribuir a sua lenga-lenga religiosa pessoal, ao arrepio das suas funões.

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